A Vara de 25 CM do meu Sobrinho
Tio Reggie vai ao motel para guardar os 25 cm do sobrinho no meio do rabo.
Eu me chamo Reginald Thompson, mas todo mundo me chama de Reggie. Tenho 48 anos, 1,70 metros de altura, corpo parrudo de quem trabalhou anos carregando peso na construção. Pele negra retinta, peito largo e peludo, barriga sólida e arredondada, braços grossos e pernas fortes. O que mais me define é minha bunda: grande, gorda, empinada, que balança quando eu ando e que sempre chamou atenção, mesmo eu sendo casado com a Mary Margareth há 25 anos. Ela nunca soube, e nunca vai saber, que eu adoro sentar em uma vara grossa de vez em quando. E a vara que eu mais adoro é a do meu sobrinho Jamal.
Jamal é o orgulho da família. Com 2,08 metros de puro músculo negro, corpo esculpido na quadra de basquete. Ombros absurdamente largos, peito protuberante, abdômen marcado mesmo com a altura dele, braços que parecem troncos com veias saltadas, coxas grossas como pilares e panturrilhas surreais. O rosto é bonito, maxilar forte, olhos escuros penetrantes e um sorriso que desarma qualquer um. Mas o que me deixa louco é o que ele carrega entre as pernas.
Eu tinha marcado com ele no motel discreto na saída da cidade, como sempre. Mary Margareth achava que eu estava numa reunião de sindicato. Meu coração batia forte quando ouvi a batida na porta. Abri e lá estava ele, abaixando a cabeça para passar pela porta do quarto.
— Tio Reggie... — disse com aquela voz aveludada, que me derretia todo.
Ele vestia uma camiseta preta justa que mal continha o peito largo e os braços. A bermuda de basquete deixava à mostra as coxas poderosas. O volume já era visível, pesado e balançava a cada passo.
— Oi, Jamal… — Minhas mãos tremiam quando fechei a porta e tranquei.
Jamal me puxou para perto. Mesmo eu sendo parrudo, ele me envolvia completamente, descendo as mãos grandes pelas minhas costas até apertarem minha bunda gorda por cima da calça. Ele apertou forte, separando as nádegas, e eu gemi baixo.
— Saudade dessa bunda, tio. — murmurou ele no meu ouvido, mordendo o lóbulo.
Eu soltei um gemido rouco, colando meu corpo parrudo contra o dele. Meu peito peludo roçava no abdômen marcado dele.
— Porra, Jamal… Você sabe que eu penso nessa sua vara o dia inteiro, não sabe? — confessei, baixinho, cheio de safadeza. — Mary tá em casa achando que eu tô no sindicato… e eu só consigo pensar em sentar nesse monstro que você carrega entre as pernas.
Jamal riu baixo. Ele desceu uma das mãos e apertou meu pau por cima da calça, massageando devagar.
— É? Então mostra pra mim o quanto tá com saudade, tio. Quero sentir essa bunda gorda apertando meu dedo antes de te arrombar de verdade.
Ele me puxou ainda mais grudado, quase me carregando enquanto caminhávamos devagar para a cama king-size do motel. Nossos corpos não se desgrudaram. Eu sentia o volume pesado da pica dele roçando contra minha barriga sólida. Era grande, grossa, quente, já estava meio dura dentro da bermuda.
Minha mão desceu sem vergonha e agarrei aquele pau por cima do tecido. Era impossível segurar tudo. Meus dedos mal fechavam em volta da grossura.
— Olha o tamanho dessa coisa… — provoquei, apertando e subindo a mão até sentir o saco pesado dele. — Essas bolas estão inchadas, hein? Tá guardando leitinho pra mim, sobrinho?
Jamal soltou um grunhido gostoso e empurrou o quadril contra minha mão.
— Estão tão cheias que estão doendo, tio. Faz dias que não boto gala pra fora. Guardei tudo pra descarregar bem fundo nessa sua bunda gulosa.
Chegamos na beira da cama. Ele me virou de costas para ele, pressionando o peito contra minhas costas. Uma mão grande deslizou por dentro da minha calça, por baixo da cueca, e agarrou minha bunda nua. O dedo médio dele logo encontrou meu buraco e começou a massagear em círculos, pressionando a entrada.
— Caralho, tio… já tá piscando pra mim. — ele sussurrou no meu ouvido, mordendo meu pescoço. — Abre as pernas um pouco.
Obedeci, gemendo. Minha mão continuava trabalhando no saco dele, apertando aquelas bolas grandes e pesadas, sentindo o peso e o calor. Eu as massageava devagar, puxando levemente a pele, enquanto ele enfiava a ponta do dedo grosso em mim.
— Isso… brinca com as bolas do seu sobrinho enquanto eu te abro. — provocou ele, enfiando o dedo mais fundo. — Você adora isso, né? Ser o putinho casado do Jamal.
— Adoro pra caralho… — respondi ofegante, empinando a bunda contra a mão dele. — Essa bunda é sua quando você quiser, porra. Só não aguento mais esperar. Quero sentir essa pica abrindo tudo.
Jamal tirou o dedo devagar, me virou de frente novamente e me deu um beijo bruto, enfiando a língua contra a minha com fome. Enquanto nos beijávamos, eu passeava as mãos pelos braços longos e pelo peito dele. Desci pelo abdômen marcado até chegar à barra da camisa preta justa.
— Levanta os braços, garotão… — murmurei contra a boca dele, com a voz já rouca de tesão.
Jamal obedeceu com um sorrisinho safado, erguendo os dois braços acima da cabeça. Eu puxei a camiseta devagar, sentindo o tecido deslizar com dificuldade sobre o corpo absurdamente largo. Primeiro saiu o abdômen trincado, expondo cada gomo bem definido brilhando levemente de suor. Depois o peito protuberante, dois peitorais pesados e arredondados. Os mamilos escuros estavam duros, perfeitos para chupar.
Quando a camisa passou pela cabeça dele, o cheiro forte e masculino do corpo dele me invadiu: suor limpo misturado com o perfume dele. Os ombros eram simplesmente monstruosos, redondos e cheios de músculo, os braços pareciam troncos com veias saltadas que pulsavam. Eu joguei a camisa para o lado e passei as duas mãos espalmadas por todo aquele tronco, apertando os peitorais firmes, sentindo o peso e o calor.
— Porra, Jamal… você é ridiculamente gostoso. — gemi, inclinando o rosto para lamber um dos mamilos dele. Ele soltou um grunhido grave e segurou minha cabeça contra o peito.
— Sua vez agora, tio.
As mãos grandes dele desceram até a bainha da minha camisa pólo. Ele puxou depressa, quase rasgando o tecido de tanta vontade. Deixando a mostra meu peito largo e peludo, onde vários pelos grossos e crespos cobriam o peitoral negro retinto, descendo até a barriga sólida e arredondada que eu carregava com orgulho. Jamal lambeu os lábios ao ver minha barriga, apertando-a com as duas mãos, sentindo a maciez por cima do músculo duro.
— Adoro essa barriga… — murmurou ele, descendo a boca para beijar e morder minha pele. — E esses peitos peludos… Caralho, tio.
Ele terminou de tirar minha camisa e a jogou no chão, por cima da dele e voltou a me beijar. Meu corpo parrudo e peludo colado contra o dele, alto, esguio e definido, pele contra pele.
Jamal desceu as mãos pelas minhas costas até agarrar minha bunda novamente, apertando as duas nádegas gordas e separando-as enquanto me beijava com mais força. Eu subi uma mão e segurei o pescoço dele, a outra apertando uma das bolas grandes por cima da bermuda.
— Olha como você tá duro pra mim… — provoquei, apertando o saco pesado dele. — Essas bolas tão cheias, né? Querendo descarregar tudo nesse seu tio safado.
Jamal gemeu dentro da minha boca e mordeu meu lábio inferior.
— Quero gozar tão fundo que você vai sentir meu leite dentro de você por uma semana, tio Reggie. Agora, fica de joelhos e me chupa logo, deixa bem babado e bem lubrificado pra eu meter com tudo dentro do seu rabo.
Eu me ajoelhei, ansioso. Puxei a bermuda dele para baixo e pau de Jamal saltou livre, pesado, balançando como um pêndulo. Era uma obra-prima: 25 centímetros de comprimento quando completamente duro, grosso como meu pulso, com uma pele negra retinta brilhante, veias grossas e salientes ao longo da extensão. A cabeça era enorme, inchada, em formato de cogumelo, com um belo tom de roxo. O saco era grande, pesado, com bolas cheias e penduradas, cobertas de pelos curtos. Mesmo semi-duro já era intimidante. O cheiro era forte, cheiro de piroca de macho formado, suor e muita testosterona. Meu pau latejava só de sentir.
Eu segurei com as duas mãos e ainda sobrava. Lambi devagar da base até a cabeça, sentindo cada veia pulsar contra a minha língua quente. Abri a boca o máximo que conseguia e engoli a glande grossa.
Jamal gemeu alto, colocando a mão grande na minha cabeça.
— Isso, tio… chupa o pau do sobrinho. Vai fundo.
Eu mamava com fome, movendo a cabeça num vai-e-vem ritmado e acelerado. Eu babava tudo e deixava a saliva escorrer pelos cantos da boca. Eu tentava engolir o máximo possível, mas era uma luta deliciosa.
A sensação de ter uma rola daquele porte na boca era avassaladora. Meus lábios estavam esticados ao limite, formando um círculo largo ao redor da grossura dele. A cabeça enorme forçava passagem pela minha garganta, abrindo espaço centímetro por centímetro, fazendo meu pescoço inchar visivelmente. Eu sentia cada veia latejante deslizando pela minha língua, o calor intenso, o peso pesado descansando sobre minha boca.
O ar ficava difícil, mas eu não queria parar.
Quando ele empurrava um pouco mais fundo, chegava a uns 16 ou 17 centímetros e eu engasgava, sentindo os olhos lacrimejarem e a garganta se contraindo ao redor da invasão grossa.
O gosto salgado do pré-gozo dele se misturava com a minha saliva abundante, escorrendo pelo queixo e pingando nas bolas pesadas que batiam ritmadamente contra meu queixo a cada movimento de cintura dele.
— Caralho, tio… olha como você engole gostoso. — grunhiu Jamal, segurando minha cabeça com as duas mãos agora, fodendo minha boca com estocadas lentas e profundas. — Essa garganta tá apertando minha pica inteira… Continua assim, porra. Baba tudo.
Eu só conseguia gemer ao redor do pau dele, produzindo um som abafado e molhado que enchia o quarto.
Depois de um tempo ele me levantou, tirou o resto da minha roupa toda e ficou admirando meu corpo parrudo, especialmente minha bunda grande e gorda.
Ele segurou meu queixo com uma mão enquanto a outra voltava a apertar minha bunda.
— Na cama, tio. Quero você de quatro primeiro… Vou te comer devagar até você implorar pra eu te encher.
Eu subi na cama, sentindo o coração disparado e o cu piscando. Jamal ficou em pé atrás segurando aquela vara grossa, lambuzada e reluzente de saliva com uma mão.
— Olha essa bunda... Sempre tão macia e quente pra mim.
Jamal cuspiu, lambeu e começou a abrir meu buraco com a língua grande e quente. Eu gemia como uma puta, empinando mais.
Ele se afastou e eu olhei pra trás.
— Prepara essa bunda grande pra mim, Reggie… — senti ele batendo a cabeça pesada contra a minha bunda enquanto subia na cama, atrás de mim. — Hoje você não sai daqui enquanto eu não te deixar escorrendo.
Ele posicionou aquela cabeça grossa, inchada e lambuzada de saliva na minha entrada e empurrou devagar. Mesmo não sendo a primeira, nem a décima vez, a sensação ainda era avassaladora. Senti a pressão enorme contra meu anel, aquela glande roxa e larga forçando passagem, me abrindo centímetro por centímetro como se meu corpo precisasse se render novamente a ele. A dor inicial veio quente e intensa, como um fogo gostoso que se espalhava pelas minhas paredes internas enquanto o pau grosso esticava tudo ao redor.
Era como ser invadido por algo que não deveria caber, e mesmo assim cabia, me abrindo de um jeito quase obsceno. Eu sentia cada veia saliente deslizando para dentro, roçando nas minhas paredes sensíveis, preenchendo cada espaço vazio até eu me sentir completamente tomado. Meu cu se contraía involuntariamente ao redor da grossura dele, tentando se acostumar, mas o tamanho era tão exagerado que eu não conseguia relaxar por completo. Uma queimação lenta e deliciosa se misturava com um prazer profundo, quase insuportável, que subia pela minha coluna e fazia minhas pernas tremerem.
Quando finalmente bateu o fundo, enterrando o pau inteiro até o talo, eu soltei um gemido longo e rouco, afundando o rosto no colchão.
— AHHHHH!! FILHO DA PUTA!!
Estava cheio até o limite absoluto. Até senti a barriga levemente inchada, ainda mais, pela presença dele dentro de mim. As bolas pesadas e quentes dele encostavam nas minhas, balançando de leve, lembrando o quanto ele era grande e o quanto eu estava completamente entregue. Meu interior pulsava ao redor da rola dele, apertando e massageando cada centímetro daquele monstro negro, como se meu corpo quisesse sugá-lo ainda mais fundo.
— Porra, Jamal… você me abre todo… — consegui gemer, a voz falhando.
— E você, tio... Oh, você aperta tanto a minha piroca. É tão gostoso sentir seu cu mastigando ela desse jeito.
— Porra, Jamal… você ta me abrindo todo… — consegui gemer, piscando e apertando o cu ao redor daquela rola monstruosa.
Jamal soltou um grunhido satisfeito e segurou firme meus quadris com as duas mãos grandes.
— Essa bunda gorda foi feita pra aguentar todo o meu pau, tio. Olha como ela engole tudo… — falou ele, puxando devagar até quase sair e depois metendo de volta com uma estocada forte.
O impacto fez meu corpo todo tremer. Ele começou a foder com ritmo, dando estocadas longas e pesadas que faziam suas bolas baterem contra as minhas. Cada vez que ele enterrava tudo, eu sentia aquela cabeça grossa batendo fundo, pressionando minha próstata e enviando choques de prazer pelo meu corpo.
PAH!
A primeira palmada veio forte na minha nádega direita, fazendo a polpa gorda balançar.
— Ainn… — A dor veio quente e gostosa.
— Isso… geme pra mim, tio Reggie. Quero ouvir esse machão casado gemendo na minha vara. — provocou ele, dando outra palmada ainda mais forte do outro lado.
PAH! PAH!
Minha bunda queimava e as marcas das mãos dele começaram a aparecer na minha pele negra. Ele aumentou o ritmo, metendo mais rápido e mais fundo, produzindo um som molhado e obsceno do choque entre corpos que enchia o quarto.
— Caralho, Jamal… mete mais forte! — implorei, empinando a bunda ainda mais pra trás, encontrando as estocadas dele. — Me fode direito, porra… Usa essa bunda como quiser!
Ele riu rouco e deu outra sequência de tapas, alternando entre as duas nádegas, deixando elas vermelhas e latejando.
— Olha como essa bunda balança toda vez que eu te como… — grunhiu ele, acelerando as estocadas. — Tão gorda, tão macia… e ainda assim aperta meu pau como se não quisesse me soltar. Você é um putinho viciado, né tio?
— Sou… sou seu putinho. — respondi entre gemidos, tremendo a cada estocada violenta. — Só você me fode assim… Só sua rola grande me deixa louco desse jeito.
Jamal segurou minha cintura com mais força, quase me suspendendo, e começou a meter com tudo, dando estocadas curtas, rápidas e brutais, fazendo o pauzão quase sair inteiro e voltar com força, batendo fundo todas as vezes. O quarto estava dominado pelo barulho das nossas peles se chocando e dos tapas que ele não parava de dar.
PAH! PAH! PAH!
— Toma, tio… toma essa vara grande e grossa no rabo. Toma ela toda! — rosnou Jamal, cheio de tesão, metendo cada vez mais forte. — Vou te deixar escorrendo meu leitinho por dias. Essa bunda vai ficar marcada.
Eu só conseguia gemer alto e babar no colchão, sentindo o cu piscando e apertando desesperadamente ao redor do pauzão dele.
De repente, Jamal puxou tudo para fora com um movimento lento e cruel. Senti um vazio imediato e chocante. Meu buraco, agora arrombado e bem aberto, ficou piscando no ar, latejando, quente e sensível. Era uma sensação estranha e deliciosamente, como se meu cu ainda estivesse moldado no formato da rola dele. Eu sentia o ar frio tocando a entrada dilatada, o músculo relaxado e inchado, quase incapaz de fechar direito. Um fio grosso de saliva e lubrificante escorria da minha entrada aberta, descendo pela minha coxa.
— Olha o estrago que eu fiz nessa bunda… — Jamal riu baixinho, satisfeito.
Ele se deitou de costas no meio da cama, bem esparramado, com as pernas abertas, deixando o corpo enorme ocupar quase todo o espaço. A rola estava duríssima, apontando para o teto como uma torre grossa e latejante, brilhando com minha saliva e os fluidos dele. As bolas pesadas descansavam contra a base, cheias e contraídas.
— Vem, tio. Senta com tudo agora. — ordenou ele, com a voz grave e autoritária, segurando a base do pau. — Quero ver essa bunda gorda engolindo meu pau inteiro quando você sentar.
Eu me levantei tremendo de tesão, já sentindo as pernas fracas. Subi na cama e me posicionei por cima dele, de frente, olhando para aquele monumento negro. Segurei a jeba grossa com as duas mãos, sentindo o calor e a pulsação. Alinhei a cabeça enorme no meio da minha bunda arrombada e comecei a descer devagar.
— Ahhh… Porra… — gemi alto quando a glande forçou entrada novamente.
Mesmo já estando aberto, a grossura ainda me esticava ao limite. Eu ia descendo aos poucos, sentindo centímetro por centímetro daquele monstro invadindo meu interior. Meu cu se abria novamente ao redor dele, engolindo a rola com uma pressão quente e molhada. Quando cheguei na metade, já estava ofegante, com as mãos apoiadas no peito largo de Jamal.
— Isso… desce mais, tio Reggie. Senta no pau do seu sobrinho. — incentivou ele, apertando minhas nádegas vermelhas e dando tapas com as mãos grandes. — Quero sentir minhas bolas encostando na sua bunda.
Com um gemido longo e rouco, forcei o resto. Desci até o final, sentando com tudo no colo dele. O pauzão entrou até o talo, batendo fundo dentro de mim. Senti minhas nádegas gordas encostando na virilha dele, as bolas pesadas pressionadas contra minha pele.
— AHHHH!!! QUE PAUZÃO DA PORRAAA!
Eu estava completamente empalado, sentindo a próstata sendo pressionada com uma pressão absurda. Jamal soltou um gemido grave de prazer e apertou minha cintura larga com força.
— Caralho, tio… Assim mesmo. Agora rebola pra mim. Quero sentir essa bunda trabalhando.
Eu comecei a rebolar devagar no colo dele, sentindo aquela rola grossa me remexer por dentro, roçando fundo na minha próstata a cada movimento circular da minha bunda. Meu cu apertava e massageava o pauzão dele, quente e molhado.
— Assim, tio… rebola gostoso pra mim.
Mas logo ele perdeu a paciência. Ficou mais desesperado e mais faminto. Segurou firme minha cintura e começou a meter de baixo pra cima com força, dando estocadas brutais que me faziam subir e descer no colo dele como se eu fosse um brinquedo.
— Ahhh! Porra, Jamal!
Cada vez que ele empurrava o quadril pra cima, o pau entrava com tudo, batendo fundo e fazendo minhas bolas e meu pau balançarem. Meu corpo parrudo subia e descia e a barriga sólida tremia com o impacto. Eu tentava rebolar entre as estocadas, mas ele estava no controle agora, metendo como um animal.
PAH! PAH! PAH!PAH!
As palmadas voltaram com força, caindo alternadamente nas duas nádegas já marcadas, fazendo a polpa gorda ondular violentamente.
— Toma essa rola, porra! — rosnou ele, com os dentes cerrados e o suor já escorrendo pelo peito definido. — Sobe e desce no meu pau, seu safado. Quero ver essa bunda gorda quicando!
Ele soltou minha cintura e subiu pro meu peito peludo. Agarrou um dos meus peitorais com força e apertou o músculo macio. Eu gemi ainda mais quando ele beliscou meu mamilo duro enquanto continuava metendo sem parar.
— Adoro esses peitos peludos… tão macios e pesados. — grunhiu ele, apertando mais forte. — Geme mais alto, tio Reggie. Quero ouvir você gemendo feito uma puta enquanto eu te arrombo.
Eu não conseguia mais segurar. Subia e descia no pau dele, sentindo o cu completamente arrombado e escorregadio, soltando gemidos altos e descontrolados a cada estocada que me atravessava:
— Ai, caralho… Jamal… tá muito fundo… você tá me destruindo… não para, por favor!
Ele sorriu com malícia, com os olhos escuros cheios de tesão, e apertou meu peito com mais força ainda, cravando os dedos no músculo macio enquanto acelerava as estocadas. O som molhado do meu cu engolindo o pauzão ecoava junto com o barulho das palmadas e dos nossos gemidos.
— Isso… geme pro seu sobrinho. Essa bunda é minha agora. Era isso que você queria, não é? Sentar numa vara grande e grossa, mesmo sendo casado com uma mulher…? Você nasceu pra isso, não foi? Pra ter o cu macetado por uma rola grande!!
De repente, ele soltou uma das mãos da minha cintura e agarrou meu pau grosso e mediano. Ele era bem largo, com um prepúcio grosso e carnudo que cobria quase toda a cabeça mesmo quando eu estava duro. A glande arroxeada aparecia e desaparecia a cada movimento da mão dele, babando sem parar um fio grosso e transparente escorrendo pela extensão e pingando no abdômen marcado de Jamal.
— Olha como tá melado. — provocou ele, acelerando a punheta enquanto eu rebolava no colo dele. — Senta com tudo e rebola, tio Reggie. Quero sentir você gozando enquanto eu te encho.
Eu desci até o talo novamente, sentando com tudo, sentindo o pauzão dele enterrado fundo no meu cu arrombado. Comecei a rebolar com força, girando os quadris, subindo e descendo, deixando meu cu apertar e massagear ele inteiro.
Eu urrei de prazer, fazendo minha voz rouca ecoar no quarto:
— Porra, Jamal… tô quase… não para de bater!
Ele apertava meu peito peludo com a outra mão, beliscando o mamilo enquanto me masturbava cada vez mais rápido. Meu corpo inteiro tremia. O pau dele latejava dentro de mim, roçando minha próstata a cada rebolada.
De repente, o orgasmo me acertou como um soco. Eu urrei alto, sentindo o cu piscar e apertar violentamente ao redor da rola dele enquanto gozava forte. Jatos grossos e quentes explodiram do meu pau e acertaram o abdômen trincado e o peito largo de Jamal, sujando tudo de porra branca e grossa. Meu cu contraía sem parar, ordenhando o pauzão enterrado por completo dentro de mim.
Jamal grunhiu, com os olhos semicerrados de tesão, e apertou meu pau até tirar as últimas gotas.
— Isso, tio… goza pra mim… agora aguenta que eu vou te encher de porra. Tô gozando, tio Reggie! OHHHHHHH!!
Ele segurou minha cintura com as duas mãos e meteu fundo, empurrando o quadril pra cima com força. Senti o pau dele inchar ainda mais dentro de mim e, de repente, jatos grossos e quentes começaram a explodir lá no fundo. Jamal gozou fartamente, enchendo meu cu com porra quente e abundante. Eram jatos longos e pesados, um atrás do outro, inundando meu interior. Eu sentia o volume aumentando, o calor se espalhando, o excesso já começando a vazar ao redor do pau grosso mesmo com ele ainda enterrado.
— Caralho… tô enchendo você todo… toma meu leitinho, tio… — gemeu ele, ainda dando estocadas curtas enquanto continuava gozando, tremendo o corpo todo embaixo de mim.
Eu fiquei sentado até o final, sentindo ele esvaziar as bolas pesadas dentro de mim. Quando ele finalmente parou, eu desabei para frente, deitado sobre o peito dele, suado, ofegante e completamente cheio da porra do meu sobrinho.
— Caralho… — eu consegui dizer, ofegante. — Meu cu tá completamente arrombado.
Meu cu pulsava devagar ao redor do pauzão dele ainda enterrado fundo dentro de mim. A sensação era intensa e quase viciante: um calor profundo e molhado, como se meu interior tivesse sido completamente tomado pelo leite dele. A porra grossa e quente do Jamal enchia cada espaço. Eu conseguia sentir o volume excessivo, o leve inchaço na minha barriga por causa da quantidade absurda que ele havia descarregado.
Quando ele finalmente amoleceu um pouco, ainda dentro de mim, um fio grosso e quente começou a vazar devagar pela borda do meu buraco dilatado, escorrendo pelas bolas e coxas dele. Era uma sensação suja, deliciosamente indecente. Era a prova líquida de como ele havia me usado e enchido até o limite. Meu anel, agora bem aberto e sensível, não conseguia fechar direito, piscando fracamente e deixando mais porra escorrer a cada contração involuntária.
Eu me sentia destruído de um jeito bom. As nádegas ardiam pelos tapas, o peito peludo estava todo suado, que agora grudava entre meu corpo e o dele. O cheiro forte de sexo: suor de macho, porra e testosterona, dominava o ar.
Jamal respirava pesado embaixo de mim, com as mãos grandes acariciando preguiçosamente minhas costas e minha bunda dolorida. Ele ainda dava estocadas lentas e profundas, como se quisesse manter a porra bem lá dentro.
— Caralho, tio… Olha o que você fez comigo. — murmurou ele, rouco e satisfeito, passando os dedos pela bagunça branca no próprio abdômen. — Você gozou tanto…
— É o que acontece quando você mete todos os centímetros de rola dentro do meu rabo.
— É. E eu te enchi pra valer. Tá sentindo meu leitinho todo quente aí dentro?
Eu gemi baixinho, sentindo a exaustão tomando conta do meu corpo, e assenti com a cabeça, apertando o cu de propósito ao redor dele. A sensação de estar tão cheio, tão usado, tão possuído pelo meu sobrinho era avassaladora.
Jamal puxou meu rosto para perto e me deu um beijo lento, quase carinhoso, enquanto ainda permanecia dentro de mim. A porra dele começava a vazar mais intensamente agora que eu relaxava.
— Essa bunda é minha, tio Reggie… Toda vez que você sentar, vai lembrar de como eu te fodi hoje.
Eu sorri contra a boca dele, ainda sentindo as últimas contrações do meu cu ao redor da rola dele, completamente rendido e feliz.
Jamal segurou minha cintura com firmeza e começou a puxar devagar. Senti cada centímetro grosso saindo de dentro de mim. Quando a cabeça larga finalmente saiu com um barulho molhado e obsceno. Meu cu arrombado ficou escancarado e piscando sem controle. Logo em seguida, uma avalanche grossa e branca de porra começou a escorrer. Eu senti jatos lentos e pesados vazando do meu buraco dilatado, escorrendo pelas minhas bolas e pingando na cama.
— Olha o estrago… — Jamal murmurou, admirado, passando dois dedos na minha entrada e sentindo a bagunça. — Acho que nunca gozei tanto assim, dentro de você.
Eu soltei um gemido longo, ainda de quatro em cima dele, sentindo o calor da porra dele escorrendo sem parar.
— Porra, Jamal… você me deixou todo melado. Se a Mary Margareth visse isso agora… — ri baixinho, ainda ofegante.
Ele riu também, um riso grave e safado, apertando minha bunda com as duas mãos e abrindo mais as nádegas para ver melhor o leite escorrendo.
— Imagina a cara dela se soubesse que o marido tá levando rola do sobrinho todo mês. Traidor do caralho, né tio? Casado há 25 anos e viciado em sentar na vara de 25 cm do sobrinho. Tu gosta de incesto, né?
— Moleque safado. — disse, rindo junto com ele. — Eu traindo a mãe dos meus filhos com o filho do meu primo… E ainda fico pedindo pra você me encher de porra de novo. Sou um pervertido mesmo.
Jamal puxou meu corpo para cima dele, colando meu peito peludo no dele. Ele me olhou nos olhos, ainda com aquele sorrisinho perigoso.
— Pervertido nada. Você é meu. Essa bunda de macho casado tem dono agora. Toda vez que você for pra casa depois de me encontrar, vai sentir minha porra vazando na cueca e vai lembrar que, por mais que seja casado com uma mulher, é no meu pau que você goza de verdade.
Eu sorri, exausto e satisfeito, e dei um beijo lento na boca dele.
— E eu não trocaria isso por nada.
Eu deitei ao lado dele e ficamos ali, suados, melados e rindo baixinho, enquanto mais porra dele escorria lentamente do meu buraco arrombado.
Eu era um macho parrudo e casado, era respeitado na família... mas secretamente, eu era o passivo viciado no cacete do meu sobrinho Jamal. Aquele era o segredo mais sujo e delicioso da nossa família que continuava intacto.
Fim
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Comentários (2)
José Carlos que: Si faltou mostra essa pica
Responder↴ • uid:46kphpcet0bBeterraba: Conto muito bom, mas queremos saber como tudo começou. Vale a pena outro conto contando isso (saber como aconteceu e não ir direto pra "meu sobrinho me come faz tempo e hj é só mais foda" é bem mais interessante)
Responder↴ • uid:vpdiidm4