#Bissexual #Gay #Traições

Dei uma de louco e tracei o viado, amigo da minha namorada

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Will Seuq

Caduzinho era amigo da Cibele desde antes de eu conhecê-la. Foi ele, aliás, que jogou ela para cima de mim em uma festa.

— E aí, boyzão — disse, quando me abordou.

Segurando uma bebida que tinha acabado de pegar, respondi com um aceno de cabeça.

— Você tem nome? Tem uma amiga minha querendo saber.

De início já pensei que o viado estava fazendo ceninha pra levar ferro, mas fui surpreendido quando outro menino apareceu e o abraçou pela cintura.

— E aí, conseguiu, amor? — perguntou a ele e, depois, se dirigiu a mim — tudo bem?

Acenei para ele também.

— Tenho nome, sim, João Marcelo — respondi, sorrindo, ao Caduzinho.

— Então, boyzão chamado João Marcelo, minha amiga — virou discretamente — tava te querendo, mas ela é tímida. E, como eu não sou, resolvi quebrar essa pra ela. Sabe como é amizade, né?

Naquele dia, em que ele me abordou, eu não sabia, mas era o início do meu namoro, que, atualmente, tem três anos.

Eu gosto da Cibele, temos uma boa química e o sexo é satisfatório. O que, a essa altura, passou a ser um problema. Depois desse tempo todo, sexo satisfatório não é mais suficiente, não para mim.

— Bora tentar, amor!

— João Marcelo, eu já disse que não. Eu não vou dar o cu — ela sussurrou a última parte mesmo que estivéssemos sozinhos no quarto, tratando o assunto quase como se fosse um pecado grave.

— Porra, Belinha, eu como com carinho, juro, um amorzinho gost-

— Chega desse assunto ou vamos brigar de novo — ameaçou.

Porém, não sei se nos últimos seis meses, em algum momento, tínhamos parado de brigar. O motivo do dia, que já tinha sido pauta algumas vezes e voltava à discussão por insistência minha, era o sexo anal. Ou a não existência dele no nosso relacionamento.

Eu gostava de buceta, mas era um amante de cu. Já a Cibele, era irredutível, e não por qualquer tolice relacionada a pudor. Ela simplesmente não queria. Disse que nunca tinha feito, que parecia dolorido e ela não tinha curiosidade. Achava ruim.

Em meio às negativas, claro, eu ficava maluco. Quem prova e se lambuza, não consegue viver sem depois. E eu sabia disso.

O primeiro cu que comi não foi um só. Foram, na verdade, dois. Dose dupla em uma noite.

Eu tinha dezenove anos, estava no primeiro semestre de faculdade e saía comendo qualquer novinha que aparecesse pela frente. Trabalhava no regime do “ofereceu, levou”. Só não tinha comido um cu ainda. Tentava e elas nunca liberavam. Enquanto isso, meus parceiros eram só historinha das bundas que andavam visitando. Ou seja, cada vez mais, o desafio era maior.

Foi assim que eu estabeleci uma meta: não ia passar do início do próximo semestre. Uma das novatas ia dar meu presente. Dito e feito.

Meu segundo semestre começou e a tradição era: veteranos reinando absoluto e tornando o momento dos calouros inesquecível. Era a terceira semana e a maior das festas que planejamos estava a todo o vapor. Bebida rolando solta, todo mundo sem controle. E eu já tinha uma presa.

Uma das calouras só faltava babar em cima de mim desde o primeiro dia dela. E eu cozinhando aquele cuzinho, para comer quentinho naquela festa. Não deu outra, beijamos, amaciei bem, fiz sentir meu pau querendo uma foda e ela estava topando tudo. Acabei empurrando na buceta dela dentro do banheiro da casa em que a festa rolava. Era o momento dela e o meu também. Eis que, na empolgação, quando eu pedi o cuzinho ela nem pestanejou.

Mas se arrependeu depois.

Foi eu começar a me divertir, maltratar aquela bundinha que ela pediu para parar porque estava doendo. Se justificou, dizendo que só tinha feito anal uma vez e estava desconfortável. Me ofereceu a buceta, disse que eu poderia fazer o que quisesse. Topou dar até no pelo. Mas, de arroz e feijão, eu já estava de barriga cheia.

Fiquei puto, óbvio. Porém, não insisti. Encerramos ali, ela se vestiu, meteu o pé e me deixou, literalmente, com um pepino na mão.

Se eu aceitei de boa, meu caralho, no entanto, era menos compreensível. Ele não falava, mas em protesto se recusava a abaixar sem terminar de ganhar sua recompensa. Minha sorte foi que eu sequer precisei buscar uma solução. Ela que veio até mim. Menos de dois minutos depois da novata cair fora.

A porta do banheiro abriu e um novinho apareceu.

— Ai, desculpa, eu me enganei, pensei que não tinha ninguém — disse, fixando os olhos no volume da minha calça, que estava quase estourando.

Vendo que o puto estava encantado, eu assenti, como se não ligasse de ele estar ali. Foi a senha para ele entrar e fechar a porta atrás de si.

— Parece que você tem um problema aí — apontou.

A entrada “equivocada” – bem assim, entre aspas – daquele calouro no banheiro deu origem a uma das fodas mais insanas que já tive na vida. Tudo porque ele já chegou se oferecendo e, sem meias palavras, sugeriu que poderia ajudar a abaixar meu caralho. Da minha parte, eu não estava em condições de me fazer de rogado.

— Então tu vai me emprestar esse cuzinho mesmo? — questionei, sovando aquele rabo por cima do tecido fino da calça que ele usava.

— Eu te empresto, sim, mas antes, deixa eu te preparar — ele disse se ajoelhando sem nem eu autorizar.

Depois de uma mamada que quase me fez esporrar na garganta dele, o novinho simplesmente se virou e, ali, em pé mesmo, me ofereceu a rabiola, redondinha, lisinha e com marquinha de sol.

Com tudo aquilo, eu já tinha até esquecido a novata fujona e só conseguia pensar em estragar aquele viado. Eu não só ia comer um cu, como ia terminar algo que comecei no passado.

Aquela não era a minha primeira experiência gay. No ensino médio, eu já tinha ganhado um boquete gostoso de um coleguinha curioso, mas a bunda que eu já queria na época, ele acabou não me dando.

— Pode fazer comigo o que ela não te deixou fazer — o novato me disse, enquanto eu pincelava aquele anel.

— Peraí — interpelei, segurando o queixo dele e virando aquela cara de putinha pra mim —, quer dizer que tu sabia que eu tava fodendo aqui e ficou esperando pra entrar?

Ele deu um gemido, bem manhoso, seguiu olhando nos meus olhos e não respondeu. Era uma puta treinada.

— Fala, sua bicha do caralho! Tu não tava perdido aqui, tu tava era atrás de piru, né, filho de uma puta?

— Eu sabia que ela não ia dar conta, então fiquei esperando minha vez, seu gostoso — ele afrontou.

O atrevimento daquele novinho, mesmo com meu pau ali, empurrando o anel dele, prestes a estourar aquele cu, me deixou louco que nem um animal.

— Seu puto do caralho! Quer dizer que tu queria rola desde o início, né? Então, sente meu pau no teu lombo e presta atenção. Essa é a primeira bunda de viado que eu vou comer — disse ainda segurando maxilar dele, obrigando-o a me olhar —, mas te prepara, porque eu vou estragar essa tua rabiola.

A única reação dele, molinho e manhoso, a um passo de tomar no cu, sem capa, escorado na parede mesmo, foi rir. Perverso e safado. Sem um pingo de vergonha naquela fuça.

— É a tua primeira bunda, tesudo? Tenho certeza que não vai ser a última.

Essas palavras dele, antes de eu empurrar meu salame naquele cu, foram as que mais ecoaram na minha mente. Tudo porque, de fato, não seria a última. Aquele putinho me marcou, foi o primeiro de muitos que eu comecei a meter em série depois.

Antes de ficar de vez com a Cibele, eu fiz uma coleção de bundas, principalmente na faculdade, entre calouros e calouras.

E, fazendo um balanço desse tempo, apesar de cu ser cu, independente do gênero, não posso deixar de admitir que, nesse quesito, os viados ganhavam com muita vantagem. Era mais fácil de comer e mais divertido de esculachar. Sem contar que o prazer é muito maior quando quem leva ferro faz isso com gosto.

Porém, o namoro veio e, depois da Belinha, eu passei a me comportar. A questão, agora, é que ela não estava facilitando. Na verdade, estava provando minha teoria de que um cuzinho feminino é mais difícil e, nem sempre, recompensador.

— Óh, toma teu rumo, João Marcelo, que eu te falei ontem que não queria saber desse assunto — ela disse, entregando meu moletom e abrindo a porta do apartamento.

A atitude me pegou de surpresa, porque apesar de insistir, sempre fiz isso em um tom amigável.

— Tá me mandando embora? — perguntei, sem acreditar.

Ela apenas acenou. Impaciente.

Eu fui, mas dessa vez, mais puto da vida que nunca. Afinal, foi ela que subiu o tom da conversa. E, com a raiva, parece que eu estava mais fodido de tesão também.

— Ué, mozão, foi expulso? — Caduzinho perguntou quando esbarrou comigo na saída do prédio.

Além de melhores amigos, eles eram vizinhos.

— Tua amiga, lá, torrando minha vida.

— Ih, já vi que foi feio — ele disse, sorrindo —, mas vem, vamos lá em casa pra você esfriar a cabeça.

Do início do meu namoro até aqui, Caduzinho sempre foi presente. Foi uma amizade que eu ganhei de brinde. Estudávamos todos na mesma faculdade e estávamos na reta final daquele período da vida. Ele e o namorado, Maurício, e Cibele eram estudantes de odontologia. Eu, de medicina.

Nossos programas eram, em geral, de casal. Seja em barzinhos ou na casa de alguém. Belinha e ele, como disse, eram vizinhos de prédio. Eu morava algumas ruas depois deles. Maurício era quem residia mais longe, mas ficava tanto tempo com o namorado que já eram praticamente casados. Se ele não estava no apartamento do Caduzinho, estava viajando para casa dos pais, mas menos na casa dele.

Caduzinho me chamava de ‘mozão’, uma brincadeira aparentemente sem maldade, apenas para implicar com a amiga que me chamava de ‘mozinho’. Mesmo na frente do namorado, ele usava o apelido. Rindo, dizia que era inaceitável usar diminutivo para se referir a mim. Como se eu fosse um gigante.

Na verdade, eu, com meus um metro e oitenta e quatro, era pouco mais alto que ele. E nem mesmo era forte. A academia só me servia para duas coisas. A primeira era olhar aqueles rabos subindo e descendo nos aparelhos. A segunda era manter em dia um porte físico que, para minha sorte, sempre me favoreceu. Eu sempre fui forte, tive um abdômen legal sem ser trincado e não precisava de grandes cuidados. Alguns treinos na semana, o futebol das sextas à noite e uma aparada no tanto de pelos que eu tenho sempre foram suficientes.

— Cara, não quero atrapalhar você e o Maurício — disse, na tentativa de recusar o convite depois da briga.

Eu não queria ir para a casa de amigos. Tudo que eu queria era ir para a rua e arregaçar a primeira puta que achasse na minha frente, só para fazer a Cibele pagar pela rejeição.

— Relaxa, Mozão, que tu não atrapalha. E, de qualquer jeito — me encarou com um sorriso de canto de boca —, o Mau não tá em casa.

O sorriso me chamou atenção. A expressão do Caduzinho era sempre dúbia. Séria e debochada. Ele sempre soava um pouco comedido e um pouco como uma vadia. E eu nunca tinha pensado muito sobre isso. Até porque as brincadeiras entre nós nunca tinham passado disso, de brincadeiras. Ao menos no meu ponto de vista.

— Fica à vontade, mozão. Tu sabe que a casa é tua — ele disse quando entramos.

Eu sentei no sofá e ele foi até a cozinha, voltando com duas cervejas nas mãos.

— Porra, só tu pra lançar uma cervejinha. Nem eu sabia que tava precisando — conclui após o primeiro gole.

— Tem que beber, né? O melhor jeito de esquecer esse tipo de coisa é bebendo.

A conclusão dele foi o gancho perfeito para falarmos sobre as bebedeiras que já tínhamos enfrentado. Eu contei as minhas e ele, as dele. Juntos, relembramos as nossas e, depois de um tempo e muitas cervejas, já estávamos meio altinhos.

— Mas e aí? O que rolou dessa vez? — me perguntou do nada.

— Ah, nem vale a pena fal-

— Cibele te negou anal de novo?

— Que? — a pergunta direta e reta me fez engasgar.

— Qual é? — me fitou com desdém. — Eu sei de tudo. B-F-Fs. Além do que, é minha especialidade, né? — ele disse rindo.

A objetividade e o assanhamento dele me fizeram rir também.

— Porra, viado, se tu sabe de tudo, então, bem que podia ensinar os paranauê pra ela e ver se ela libera pra mim, né? — aproveitei.

Ele gargalhou de bate pronto. Fez carinha de vadia e me mirou dos pés à cabeça, no sofá.

— Meus segredos eu não ensino pra ninguém. Só descobre quem prova — e levantou.

O desaforo do putão foi como um imā para eu mirar aquele rabo, que eu nunca tinha reparado ser tão grande. Ou era só o shortinho enterrado no cu?

Eu não esperei pra descobrir. A coragem trazida pelo álcool e a fome de bunda me fez segui-lo até a cozinha. Mandei um foda-se para o universo e, como se a mudança de cômodo tivesse também mudado o ambiente, de amizade para putaria, já cheguei encoxando. E ainda tentando forjar um tom de brincadeira.

— Bom, se tu não ensina pra ninguém, pode me deixar provar e tá tudo resolvido.

A temporada de pescar um viado estava aberta. Restava saber como ele iria morder a isca.

— Que? — dessa vez, ele que se fez de desentendido na conversa.

Botei a boca no ouvido dele e, antes mesmo de eu falar, ele já estava derretendo.

— É isso aí, se não vai ensinar minha mina, deixa pra mim, eu provo, anoto tudinho e depois repasso pra ela.

— Que isso, mozão? — ele ainda conseguiu dizer, rindo quase que de nervoso.

O viado queria jogar. E eu, virado da cabeça, queria me vingar da Cibele. Nada melhor que estourar o amiguinho dela.

— Não faz doce, não — prensei ele contra a pia. — Tu tá sempre de brincadeirinha, mas dessa vez, ó, tô todo encaralhado, precisando de uma bundinha amiga pra desabafar.

O viado só gemeu e largou as coisas no balcão, como se tivesse levado um choque. Se eu tivesse furado ele ali mesmo, ia ser só sucesso. Mas como sou um cavalheiro, resolvi esperar a autorização.

— E aí, vai liberar a rabiola pro mozão ou não?

Nessa hora, eu vi que tinha virado uma chave naquele puto safado, porque ele parou por um segundo e, na sequência, deu uma rebolada violenta com aquela bunda no meu caralho. Para fechar, ainda me fitou com uma pinta de devasso.

— Posso até te ajudar, mozão, mas com uma condição.

A voz manhosa deu o tom da cachorrada que estava por vir.

— Fala, fala pro pai! Pra meter nesse rabo, eu topo — mordi o lóbulo dele e o viado se arrepiou todinho.

— Então, mozão... Ou melhor, mozinho, eu quero que tu faça comigo igual faz com ela. Quero que tu coma meu cuzinho num amorzinho gostoso, como tu prometeu que ia fazer com ela — disse com a voz fina, mais derretido que uma gata no cio.

Puta que pariu! A resposta fez meu pau dar pinote no lombo dele, pronto para esculachar aquela cachorra mais suja que qualquer outra que eu acharia na rua.

Eu até demorei para respondê-lo.

— Quer dizer, seu filho da puta, traíra do caralho, que tu tá aqui prestes a rodar na vara do namorado da melhor amiga e, sem um pingo de vergonha, quer ser tratado que nem ela. Com amorzinho?

Ele riu, bem ordinário.

— Que foi, mozinho? Tá achando que eu sou dessas putas que tu pega na rua?

Com ele ainda me olhando, segurei o queixo do puto, que aproveitou para lamber a ponta do meu dedo.

— As putas da rua são mais decentes que tu, vadiazinha. Tu tá sabendo que não vou deixar cu nessa tua bunda pra contar história, né?

— Ih, mozinho, tá conversando demais. Tô começando a desconfiar que essa vontade toda é só papo furado.

Meu pau estourando na bunda do viado e ele me provocando sem medo.

— Quem tá falando demais aqui é tu — segurei o cabelo dele com força. — Quem sabe, abaixa aqui e vem falar com a minha vara na boca, vem?

Não precisou nem forçar, porque Caduzinho se ajoelhou por vontade própria. Ficou com a cara no meu caralho e os olhos sempre nos meus. Coisa de profissional, parecia apostar que se perdesse o contato visual, perderia toda a excitação.

Foi ali, ajoelhado no chão da cozinha, que ele começou o show. Acariciou minhas pernas peludas, como se estivesse realizado. Mordeu meu volume e foi abrindo o ziper. Abaixou a bermuda e parou de me olhar pela primeira fez. Fitou minha barraca armada.

— Que foi, viado, tá hipnotizado, é? Olha que eu nem balancei meu pêndulo pra tu ainda — disse rindo.

Voltando a me olhar, de baixo, mais um sorrisinho sacana. Massageou a extensão do meu pau.

— Vou te mostrar como é que se hipnotiza alguém, mozinho — respondeu com as duas mãos, agora, no elástico da minha cueca e começou a abaixá-la.

Na maior calma do mundo, o puto grudou a cara embaixo da minha vara, meteu a língua nas minhas bolas e subiu lambendo toda a extensão dela. Olhou fundo nos meus olhos, com a cabeça nos lábios, babou e afundou a garganta no meu caralho sem qualquer aviso.

— PUTA QUE PARIU — quase gritei, segurando o cabelo do deagraçado, quando a cabeça da rola bateu no fundo da goela dele.

Fui ao céu e só voltei quando o Caduzinho foi soltando meu pau, como se nada tivesse acontecido. O puto voltou a mamar minha vara toda babada. Eu com as pernas trêmulas e ele chupando, mais feliz que criança com sorvete na boca.

— Porra, Caduzinho, assim tu mata o pai.

— Ah, é, mozinho? Tu não tá acostumado a comer uma boquinha também, não?

— Hum, então é pra comer essa gargantinha? — perguntei apertando os cabelos dele e apoiando a cabeça no balcão.

Daí em diante foi só salsicha na goela do Caduzinho. E o boiola tinha um fôlego de dar inveja para engolir uma vara e ficar cheirando os meus pentelhos. Era um tira e bota para judiar daquela boca que nem se faz com uma buceta.

E, no final das contas, fui eu que pedi arrego. Sentindo que ia gozar, tirei o pau da boca dele, esfreguei por aquela cara e mandei a real:

— Vamô bota essa rabiola pra jogo, vamô?

— Poxa, mozinho, é assim que tu pede pra ela, é? — fez carinha de putinha manhosa.

A insistência do Caduzinho naquele personagem me fez rir. E o meu pau dar um solavanco.

Dei um tapinha na cara dele e o subi, em pé. Ele era mais baixo que eu. Devia ter por volta de um e setenta e poucos. Então, seguia olhando-o de cima, enquanto ele caprichava na expressão de vadia. Rostinho lambuzado, de quem não negava ter aproveitado um caralho.

Mais um tapa na cara. Ele segurou minha mão e chupou meus dedos. Com a outra, desci pelo corpo dele e enfiei a mão no shortinho feminino. Única coisa que ele vestia. Acariciei e apertei a bunda que eu pretendia destruir na sequência. Grudei ao lado do rosto dele. Boca no ouvido mais uma vez e pedi:

— Deixa o mozão comer essa bundinha, deixa?

Um suspiro. Ele tava no céu.

— Pedindo assim, com carinho, mozinho, eu dou — mordeu minha bochecha, enquanto minha rola latejava enfurecida com o atrevimento. — Mas vamos foder gostosinho lá na cama, pode ser?

— Tu vai dar pra mim na cama que tu dorme com o teu namorado?

A cachorra seguiu roçando o rosto na minha barba, depois meu queixo e olhou nos meus olhos.

— Hoje, tu é meu namorado, mozinho.

— Filho de uma puta, piranha do caralho, se a Cibele e o corno do teu namorado sonham que tu tá aqui segurando meu salame e pedindo pra levar no cu...

Caduzinho riu, como se o fato de estar traindo ambos, o namorado e a melhor amiga, deixasse aquilo tudo ainda mais gostoso. Me deu um selinho e puxou minha mão.

— Eles só vão saber se tu contar, mozinho — disse, enquanto caminhávamos.

No quarto, Caduzinho me empurrou em cima da cama, tirou seu micro short e ficou só com uma jockstrap que mais parecia uma calcinha. Comigo escorado na cabeceira, veio como uma gatinha, enfiou meu pau na boca, engoliu como se fosse um especialista e o deixou bem babado. Depois, sentou no meu colo e posicionou aquela bunda no meu pau.

— Mozinho — ele roçava o rosto na minha barba e segurava minha cabeça com as duas mãos, enquanto eu mordia sua orelha. — Mozinho, promete que vai comer com carinho? Tu é muito grande...

— Prometo — respondi, irado, e já pegando meu pau para posicionar na entrada daquele anel. — Senta pra mim, senta? — e dá-lhe esfregação e mordida na orelha do puto.

Com a maior paciência do mundo, Caduzinho se posicionou para sentar na minha pica. Ensaiou deixar a cabeça entrar, mas se voltou para mim outra vez. Com atenção, cara de inocente, preocupado.

— Mozinho, e a camisinha? Sem camisinha não dá.

Desgraçado! A minha rola cheirando os beiços da rabiola dele e ele queria saber de preservativo? Nem fodendo – perdão pelo trocadilho – que eu não ia sentir aquele cu no pelo.

Com a mesma dissimulação, dei um selinho nele e mordi o lábio.

— Vamô fazer gostosinho sem capa, vamô? — fiz cara de pidão.

Senti a piscada na cabeça do meu pau e, com as mãos na cintura dele, o forcei levemente para baixo.

— Mas mozin-

Ele pareceu ter perdido o fôlego quando sentiu a piroca estrangular as pregas do cuzinho.

— Deixa, vai — aproveitei o momento para pedir de novo. — Se eu te engravidar, o corno assume depois — segui forçando.

— Aiiiiiin — ele soltou o ar.

E a vadia, melhor amiga da minha mina, era movida a putaria pesada e traição. Bastou eu dizer isso que ele mesmo relaxou, e foi descendo no meu pau.

— Mozinho, mas não goza dentro, não.

— Nã... — não consegui nem terminar de responder.

Quanto mais eu sentia aquele cu apertado, aos pouquinhos, se contraindo pra me receber, mais eu queria esculachar aquele viado do inferno.

Naquela hora, já não sabia mais se Caduzinho estava na personagem ou se era apertadinho de verdade. Aquela bunda estava esmagando meu pau e ele entrou e saiu algumas vezes, como se tentasse se adaptar a minha ferramenta. Nunca fui o mais pirocudo entre os meus amigos. Meus dezenove centímetros podiam até perder em comprimento, mas nunca decepcionaram na grossura, não à toa era difícil esconder o volume da calabresa mesmo mole nas sungas.

— Mozinho, é muito grosso — me disse com cara de sofrimento.

Então, eu tinha que incentivar ele.

— Tá difícil de sentar na piroca, minha princesa? Rebola e vem devagarinho, vem — mandei.

Parece ter facilitado. Ainda que a cara de dor seguisse estampando o rosto do Caduzinho.

— Aiiiinss — ele gemeu, enquanto escorregava na minha linguiça. — Do que você me chamou, mozinho? — olhou nos meus olhos e desceu um pouco mais.

— Minha princesa. Sent-

— É assim que tu chama ela? — ele seguia fixo em meus olhos, rebolando no tanto de salame que já tinha entrado e com os braços enlaçados no meu pescoço.

A pergunta fez meu pau, mau educado, reinar querendo invadir aquele puto de uma vez.

— Hein, diz, mozinho. É assim que tu chama a Cibele?

Ouvir o nome da minha namorada me deixou ainda mais louco. Minhas mãos estavam na cinturinha dele e, como se fosse um reflexo, o puxei pra baixo sem muito jeito. Queria empalar o Caduzinho mesmo. E, enquanto ele dava um gritinho, com a minha estaca entrando, eu o respondi.

— Sim, é assim que eu chamo ela e as putinhas com quem eu faço amor — isso fez o viado dar uma rebolada, ainda com cara de sofrimento.

E um gemido fino.

— Agora, cala a boquinha, cala. E sente meus pentelho beijando esse teu rabão. Vamô cruza gostoso, vamô? Eu quero que tu rebole que nem quando tu dança funk nas festinha, vai?

— Ainssssss — ele gemeu começando a se remexer em cima de mim.

Aquela bunda enorme cravada na minha vara e o Caduzinho rebolava como uma dançarina profissional. A cada mexida mais violenta, era uma gemeção sem limites. E, assim, a coisa foi evoluindo até que eu voltei a segurar o puto pelos ombros, enlacei seu pescoço e comecei a controlar a metelança.

— Isso, mozinho, com for-

Ele nem conseguia pedir de tão fortes que eram os solavancos. Fui dessa forma até onde dava pra não encher aquela rabiola de leite muito cedo. Então, baixei o rosto dele até o meu. Beijinho na bochecha. Mordida no lóbulo. E pedi:

— Deixa eu te comer de quatro, deixa, princesa?

— De cachorrinho, mozinho?

Filho da puta do caralho! Sim, de cachorrinho. E ele ia ser a minha cadelinha.

De quatro, atolei meu pau na bunda do Caduzinho e ele me mostrou o que era rebolar como um profissional. Nunca tinha sentido nada igual. Era sai, entra e rebola na vara no repeat. No ambiente, só o poc, poc, poc da minha cintura batendo na traseira do melhor amigo da minha namorada.

Quando eu já tava em marte de tão louco, montei no lombo do viado e grudei meu pezão na cara dele. Foi daí que o gemido dele afinou de vez. O puto chorava que nem uma gata manhosa. E meu pau ali, entrando, saindo e avisando que ia deixar aquela rosquinha cheia de leite.

Caduzinho parecia sentir. Como podia, deu um jeito de me pedir o que queria.

— Mozinho, não goza agora... Não goza, mozinho.

— Uhmmm — grunhi.

— Eu quero dar de franguinho.

O pedido, claro, era uma ordem. Atolar peru naquele putinho em todas as posições era meu motivo de viver naquele momento.

— Vem, mozinho — ele disse, enquanto se posicionava, agora, sem jockstrap.

Mesmo enchendo o cu do Caduzinho de rola, o pau dele estava duro e se babando todo. Era a prova cabal de duas coisas. Um: dar aquele rabo era mesmo a vocação daquele cretino. Dois: dar para o namorado da amiga estava ajudando na excitação.

Quando eu já estava dentro, ele estendeu as mãos e me puxou para cobri-lo por inteiro.

Foi a vez dele morder meu lóbulo.

— Faz amor comigo, João Marcelo — disse, se roçando na minha barba. — Que nem tu faz com ela.

Meu pau deu um novo pinote. Dessa vez, dentro do rabo dele e o fez gemer.

Foi o meu sim. E aí o melhor amigo da minha namorada me abraçou como se quisesse que nossos corpos se fundissem. Como se quisesse sentir cada músculo, cada pelo do meu corpo.

E assim, eu meti nele como se fosse a minha mulher. Como eu fazia com a Cibele nas nossas transas mais cheias de paixão. A diferença, com Caduzinho, é que eu estava transbordando tesão.

— Assim? — perguntei, metendo e friccionando meu corpo contra o dele.

A primeira resposta foi um gemido fino e as mãos apertando as minhas costas.

— Isso — depois veio a confirmação, dita em meio as arfadas dele para respirar.

Então, eu aproveitei.

— É? Então pede, vai... Diz o que tu quer.

— Me come, mozão, me come com força.

— É isso que tu quer?

Virando o rosto para o meu lado, um praticamente respirando o ar do outro, ele mandou mais uma:

— E quero um beijo, mozinho. Quero que você me beije enquanto mete no meu cu.

Foram frações de segundo: primeiro, meu cérebro congelou. Eu nunca tinha beijado nenhum outro cara. Empurrado o salame, muitas vezes. Tudo na amizade, claro. Mas, logo depois, me pareceu automático e, então, a minha língua já estava dentro da boca do Caduzinho.

E o viado beijava bem. Beijava com a mesma vontade que dava o cu. Era dedicado. E o beijo, violento. O ritmo fez a foda acelerar de novo também.

— Ai, vou gozar mozão.

O pau duro do Caduzinho prensado entre a gente e ele prestes a chegar ao ápice. Sem nem se tocar. Ia ser só na base da linguiça na rabiola e da esfregação.

— Goza pra mim, goza pro teu homem — pedi.

Embaixo de mim, o puto se estremeceu todo. E cu praticamente estrangulou minha vara.

— Puta que pariu, goza que eu também vou — avisei.

E, de novo, meti a língua na boca do viadinho amigo da minha mina. E só afastei pra perguntar:

— Posso leitar dentro, princesa?

Mas o meu salchicão já tava espirrando no viado.

— Pode, pode gozar tudo.

A confirmação fez eu inundar aquele rabo de mingau.

— Caralho, agora, tu já vai sair com meus moleque daqui — disse rindo depois de despejar o último jato e ainda engatado naquele cu.

Caduzinho me puxou pra um selinho e avisou:

— Sem problemas, o corno assume.

Vadio, filho da puta. Que nosso amigo era uma devassa, eu não tinha dúvida. Mas que o cu piscava pra ser traíra, eu descobri naquele dia.

Com o pau quase desengatando daquela bunda, segurei o queixo dele e o fitei. Olhos nos olhos.

— Tu não vai contar isso pra ninguém, né, sua vadia?

Rindo, debochado como sempre, ele me olhou por um tempo. Fez carinho na minha barba.

— Mozão, pensa. Eu tenho namorado. Tu tem namorada. Ela não dá o cu. Eu dou. Tu pode vir comer sempre que quiser. Tá todo mundo ganhando. Pra que estragar?

— Aqui, ó — apertei o queixo dele. — Tô confiando na tua palavra.

— Confia, mozão. Pau no cu e boca fechada é comigo mesmo.

Caduzinho me empurrou e foi saindo da cama.

— Mas, agora, vai pedir perdão pra Cibele, porque o Mau deve tá vindo aí — disse.

Quer dizer. O filho da mãe se esbaldou com a minha rola, mesmo sabendo que o namorado iria chegar em seguida. A conclusão deu um ânimo ao meu pau.

— Tá com medo de ele descobrir, é? — levantei e cheguei encoxando.

Como tudo começou. O putinho soltou uma gargalhada.

— Não se anima não, mozão. Eu vou arrumar essa bagunça e tomar um banho. Esse corpinho, agora, vai ser do Mau.

Foi a minha vez de gargalhar.

— Vai tirar meu leite pra ele colocar o dele?

— Cala boca. Vai! Toma teu rumo — ele me deu uns tapinhas

E, então, eu fui me vestir.

— Mas, ei — chamou quando eu ia saindo. — Volta, viu? Porque eu te dou com prazer o que ela não dá.

O desaforo e a piranhagem do Caduzinho me divertiam muito. E aquela rabiola, eu descobri, sabia divertir muito o meu pau.

Eu sai da casa dele mais leve. De bem com a vida. Vingado e pronto pra voltar para a Cibele. Fiz isso, aliás, na mesma noite. Terminei de barriga cheia. Comi cuzinho na entrada e uma bocetinha de sobremesa. Nunca mais ia passar fome.

Tudo graças ao Caduzinho. Tudo mesmo, diga-se. O início do meu namoro e a continuidade dele. Isso que é amigo.

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Para você saber: minha escrita tem o único objetivo de transformar fantasia em prazer. Em essência: escrevo para gozar e fazer gozar. Para mim, dentro dessa proposta não há limites. Então, em tudo que eu publicar você vai encontrar uma variedade de relatos e fetiches. Dominação, submissão, violência física e manipulação psicológica, traição, exposição sexual, age gape, incesto, dupla penetração, feminização, estereótipos sexuais e de aparência, virgindade, fantasias com profissões e prostituição. Todos os temas tratados com a mais absoluta naturalidade, sem qualquer pretensão de construir algum tipo de lição de moral.

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Comentários (3)

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  • Tretas: Que conto mais confuso e xeio de tretas kkkkk

    Responder↴ • uid:e58sd5velzf
  • Fabio - AM: Cu de homem é muito bom mesmo. Meto sem pena também, é muito difícil, uma mina ter essa disposição.

    Responder↴ • uid:192z7gqdn0hu
  • Vitaminado: Só quem consegue aliviar macho é viado.

    Responder↴ • uid:8d5zzgyxik