A mentira me rendeu uma pica de 24cm
Eu tinha acabado de completar 14 anos. O corpo ainda carregava aquele cheiro de novidade, o cu ainda doía de leve da primeira vez e a cabeça só pensava em uma coisa: ser arrombado de verdade. Baixei o Grindr, menti a idade (coloquei 18), e em pouco tempo apareceu o Luiz. Trinta e cinco anos, olhar sujo, pau que eu só descobriria depois o tamanho real.
Ele me mandava putaria o dia inteiro. Fotos daquela rola veiuda, branca, gorda. Promessas de me deixar aberto, de me chupar até eu tremer, de me vestir de calcinha. Eu topei. Roubei uma calcinha preta de renda da minha prima. A renda sumia entre as bandas da minha bunda grande e firme, entrava no cuzinho como se ele a engolisse. Mandei as fotos. Ele enlouqueceu.
Na madrugada de sexta ele ligou.
— Quero te foder agora. Hospital Regional do Gama, duas da manhã.
Vesti a saia preta da prima por baixo da bermuda, blusa de frio e sai. O coração batia no pescoço. O cuzinho já piscava dentro da calcinha apertada.
Ele chegou de moto. Capacete na mão, olhou pra mim como quem olha uma puta barata e gostosa. Subi na garupa. A calcinha me comia vivo a cada solavanco. Fomos direto pro motel Gamação. Quarto garagem, quatro horas.
Assim que a porta fechou, ele tirou o capacete e veio em cima.
— Finalmente, putinha. Vamos ver se você é tudo isso mesmo.
Beijo bruto, mão na bunda, tapa seco. Eu já estava de joelhos antes mesmo de ele mandar. Abaixei a calça dele e o pau saltou. Vinte e quatro centímetros, grosso pra caralho, cabeça roxa e babando. Coloquei o antebraço ao lado e quase doeu de ver. Ele riu.
— Nunca vi desse tamanho, né?
Menti mais uma vez.
— Já sim… só tô admirando.
Chupei. A boca esticava, a mandíbula doía, a garganta ardia. Ele segurava meu cabelo e metia fundo, sem pressa, sem piedade. Quarenta minutos depois meus joelhos tremiam e o maxilar estava morto. Ele mandou eu me levantar e tirar a roupa devagar.
Virei de costas, desci a bermuda e a saia preta apareceu. O silêncio dele foi o mais gostoso que já ouvi. Em segundos ele estava atrás de mim, apertando, mordendo, batendo. Levantou a saia, ajoelhou e chupou meu cu por cima da calcinha, depois puxou o tecido pro lado e enterrou a língua. Eu abria o cuzinho com as mãos, gemendo fino, pedindo mais.
Ele me jogou de quatro, depois me virou, me chupou o pau até eu gozar na boca dele. Guardou a porra num potinho.
— Isso aqui vai servir depois.
Me algemou, vendou os olhos, amarrou os braços acima da cabeça. Eu já estava tremento. Ele falou baixo no meu ouvido:
— Eu sei que você mentiu. Sei que tem 14 anos e que esse cu ainda tá virgem de verdade. E hoje você vai aprender a não mentir pra homem.
Passou a minha porra no meu cuzinho, enfiou a cabeça e parou.
— Apertado pra caralho pra quem se diz experiente.
Eu contei tudo. A idade, a inexperiência, o medo. Ele riu.
— Os novinhos não aguentam. Você vai aguentar.
E enfiou.
O grito que saiu da minha garganta não era humano. Parecia que ele estava me abrindo com um punho. Empurrou até o saco bater na minha bunda e ficou parado. Eu sentia o pau dele no fundo da barriga, uma pressão absurda, quase no umbigo.
— Pronto. Agora não tem mais prega nenhuma.
Quando começou a meter de verdade, a dor virou fogo. Ele metia seco, fundo, rápido. Música alta pra ninguém ouvir meus gritos. Eu gozei pelo cu pela primeira vez, involuntário, o músculo se contraindo em volta daquela rola como se quisesse expulsá-la e ao mesmo tempo segurá-la pra sempre.
Ele me fodeu de frango assado quase uma hora. Depois me soltou só pra mijar na minha boca e me fazer engolir. Me colocou de quatro de novo, tirou a camisinha e meteu cru.
— Agora igual puta de verdade.
Puxava meu cabelo, batia na bunda, me xingava de tudo. Eu já não conseguia formar frases, só gemia e pedia mais. Gozei mais vezes do que consegui contar. Mijei na cama. As pernas não respondiam mais.
Quatro horas depois ele finalmente gozou dentro. Jatos quentes e fortes, uma cachoeira enchendo o que sobrava de espaço. Me enfiou um plug GG e mandou eu tirar só no dia seguinte, com vídeo.
Chamou um Uber. Eu mal conseguia andar. Demorei quase duas horas pra chegar em casa mancando, saia e calcinha ainda no corpo, a porra escorrendo pelas coxas. Caí na cama e apaguei.
Acordei no final da tarde, todo dolorido, o plug ainda lá. Como uma boa puta obediente, filmei a retirada e mandei. Bati uma e gozei de novo só de sentir o vazio.
Dormi a noite inteira com a porra do Luiz vazando do meu cu arregaçado.
E desde aquele dia, toda vez que alguém pergunta se eu aguento rola grande, eu sorrio e minto um pouco menos.
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