Papai é pervo no telegram 2 - Punheta pai e filho
Depois de descobrir a tara oculta no telefone do pai, Pedro cria uma conta no Telegram para bater punheta com ele.
Pedro tinha esperado três dias. Três dias com o celular do pai guardado de novo na gaveta, três dias se tocando pensando naquela conversa, três dias com a cabeça cheia daquilo. No sábado seguinte ele estava na casa da mãe. O quarto era simples: cama de solteiro, alguns posters antigos na parede, escrivaninha bagunçada. O apartamento do pai ficava vazio naquele fim de semana. Rogério estava sozinho.
Pedro criou uma conta nova no Telegram. Nome de usuário: Novinho. Foto de perfil só de um torso magro, peito liso. Entrou em dois dos grupos que o pai frequentava: “Novinhos safados” e “Pais e filhos (roleplay)”. Às 20:58, no grupo “Novinhos safados”, postou uma foto.
Novinho, [19 de julho de 2026 às 20:58:12]:
[foto]
Pauzinho ainda mole, pequeno e rosado, pele completamente lisa, sem nenhum fio de pelo. Cueca preta puxada só o suficiente pra mostrar. Deitado na cama de solteiro.
Em poucos minutos vários caras responderam no grupo. Elogios sujos, pedidos de mais foto, convites pra conversa privada. Um deles era o usuário que Pedro reconhecia na hora.
Rogerio, [19 de julho de 2026 às 21:01:44]:
Porra… que pintozinho bonito. 18 mesmo? Me chama no privado.
Outros também chamaram, mas Pedro abriu só a conversa com o pai.
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Novinho, [19 de julho de 2026 às 21:03:07]:
Oi. Vi que você curtiu. Tenho 15 na verdade. Tem problema?
Rogerio, [19 de julho de 2026 às 21:03:41]:
Curti pra caralho. Problema nenhum, até prefiro! Corpo lisinho, pau pequeno… exatamente o tipo que eu gosto. Manda outra. Quero ver ele um pouco mais duro.
Novinho, [19 de julho de 2026 às 21:04:28]:
[foto]
Pau semi-duro, fino, glande descoberta e rosada. Dedos segurando pela base. Coxas abertas sobre o lençol da cama de solteiro.
Rogerio, [19 de julho de 2026 às 21:05:03]:
Que delícia. Eu chuparia ele inteiro sem esforço. Você deixa cara mais velho te chupar assim? Tenho 35.
Novinho, [19 de julho de 2026 às 21:05:47]:
Deixo. Principalmente se for do tipo que gosta de fingir que é pai. Você curte isso, né?
Rogerio, [19 de julho de 2026 às 21:06:22]:
Curto. Muito. Inclusive… eu tenho um filho de verdade. Acabou de fazer 15. Às vezes fico pensando nele quando vejo um novinho assim. Você gosta de provocar?
Novinho, [19 de julho de 2026 às 21:06:58]:
Gosto. Do tipo que fala certas coisas. Tipo chamar de pedófilo enquanto goza. Me deixa duro imaginar um homem de 35 anos, pai de verdade, batendo uma pro corpo de um menino de 15 e gostando de ouvir isso.
Rogerio, [19 de julho de 2026 às 21:07:49]:
Caralho… sim. Gozo com isso. Ninguém nunca falou direto pra mim. Continua.
Novinho, [19 de julho de 2026 às 21:08:31]:
Então admite. Você fica olhando foto de novinho lisinho e finge que é o seu filho. Você queria que fosse o seu filho de verdade, né? Esse de 15.
Rogerio, [19 de julho de 2026 às 21:09:18]:
[foto]
Pau já duro, grosso, veias aparentes, uma gota de pré-porra na glande. Mão grande segurando pela base.
Rogerio, [19 de julho de 2026 às 21:09:33]:
Tá vendo o que você fez? E sim… eu sempre quis. Sempre. Desde que ele era criança. Às vezes fecho o olho e imagino que é ele do outro lado. O corpo lisinho, o pau pequeno… eu sempre quis pegar o meu filho de verdade.
Novinho, [19 de julho de 2026 às 21:10:12]:
Então fala mais. Você queria colocar ele de quatro, chupar esse pauzinho inteiro e gozar na boca dele enquanto ele te provoca. É isso?
Rogerio, [19 de julho de 2026 às 21:10:55]:
É isso. Eu enfiaria o pau na boca dele até ele engasgar e depois gozaria na cara. Ou entre as nádegas. Sempre quis. Porra, continua.
Novinho, [19 de julho de 2026 às 21:11:38]:
[foto]
Pau completamente duro agora, curto e fino, glande brilhante. Uma mão segurando, a outra puxando a cueca preta mais pra baixo. Barriga lisa, sem nenhum pelo.
Novinho, [19 de julho de 2026 às 21:11:52]:
Tô batendo uma pensando em você. Imaginando você sozinho no seu apartamento, pau na mão, me chamando de filho enquanto eu te provoco. Você topa fingir que sou ele?
Rogerio, [19 de julho de 2026 às 21:12:27]:
Topo. Me provoca. Quero ouvir.
Novinho, [19 de julho de 2026 às 21:13:05]:
[áudio]
Voz baixa, embargada, com o som da mão subindo e descendo no pau:
“Você sempre quis o seu filho de verdade… fica de pau duro imaginando ele. Tô aqui na minha cama de solteiro, pauzinho pequeno na mão, te chamando de pai. Goza pra mim. Goza pensando que é o seu filho te provocando…”
Rogerio, [19 de julho de 2026 às 21:13:51]:
Porra… manda mais. Tô quase. Tua voz parece a dele.
Novinho, [19 de julho de 2026 às 21:14:26]:
Não goza ainda. Quero ver você apertando as bolas. E fala o que faria se eu fosse o filhote de verdade.
Rogerio, [19 de julho de 2026 às 21:15:09]:
[foto]
Mão grande apertando o saco pesado, pau apontando pra cima, glande úmida.
Rogerio, [19 de julho de 2026 às 21:15:24]:
Se fosse o Pedro… eu entraria no quarto dele, puxaria a cueca dele pra baixo e chuparia esse pauzinho inteiro. Depois colocaria ele de quatro e esfregaria meu pau na bunda lisa até gozar entre as nádegas. Eu sempre quis isso. Sempre quis pegar ele de verdade.
Novinho, [19 de julho de 2026 às 21:16:08]:
Então goza. Eu tô quase. Imagina que sou ele.
Rogerio, [19 de julho de 2026 às 21:16:41]:
Goza pra mim primeiro, filho. Quero ver.
Novinho, [19 de julho de 2026 às 21:17:29]:
[vídeo]
Mão subindo e descendo rápido no pauzinho fino. Voz baixa, ofegante, quase gemendo:
“Toma, papai… tô gozando… toma, pedófilo… toma a porra do seu filho…”
Os jatos saem curtos e brancos, caindo sobre a barriga lisa e o peito. A mão aperta a base até a última gota.
Rogerio, [19 de julho de 2026 às 21:18:05]:
Caralho. Agora é minha vez. Fica olhando.
Rogerio, [19 de julho de 2026 às 21:18:58]:
[vídeo]
Mão subindo e descendo rápido no pau grosso. Voz rouca, quase quebrada:
“Isso… toma, filho… seu pai tá gozando… eu sempre quis te pegar de verdade… sempre quis foder meu próprio filho… porra… meu novinho… meu menininho com esse pau pequeno… eu sou pedófilo, porra… sou pedófilo...”
O jato sai forte, espesso, atingindo o peito peludo e a barriga. A mão aperta as últimas gotas. Depois ele pega uma cueca preta que estava ao lado da cama e limpa o pau, o peito e a barriga, esfregando a porra pra dentro do tecido.
Rogerio, [19 de julho de 2026 às 21:19:47]:
[foto]
A cueca preta aberta sobre a cama, tecido manchado de porra fresca, ainda úmida em alguns pontos, misturada com o cheiro de suor.
Rogerio, [19 de julho de 2026 às 21:20:03]:
Pronto. Me gozei todo pensando nisso.
Novinho, [19 de julho de 2026 às 21:20:41]:
Boa noite, pai. Sonha com o seu filho.
Rogerio, [19 de julho de 2026 às 21:21:12]:
Sonho. Sempre.
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Pedro desligou a tela. O pau ainda latejava, a porra esfriando na barriga. Ele limpou com a própria cueca e ficou olhando o teto. O pai tinha admitido de novo. Tinha gozado confessando que sempre quis o filho de verdade e ainda pedindo pra ser chamado daquilo. E a foto da cueca suja tinha ficado salva.
No dia seguinte, domingo à tarde, Pedro inventou uma desculpa e foi até o apartamento do pai. Rogério tinha saído, mas Pedro tinha a chave. Pedro entrou quieto, foi direto para o quarto.
A cama estava desfeita. Do lado do travesseiro, jogada sem cuidado, estava a cueca preta. O tecido ainda um pouco rígido em alguns pontos, o cheiro forte de porra seca misturado com suor e virilha.
Pedro pegou a cueca com as duas mãos. Aproximou do rosto, inspirou fundo. O cheiro invadiu tudo. Sem pensar muito, ele tirou a própria calça e a cueca limpa, ficou só de camiseta. Depois puxou a cueca preta do pai pelas pernas e a vestiu. O tecido gasto, ainda com as manchas secas da porra da noite anterior, apertou o pauzinho já duro. A glande raspava no tecido áspero, o cheiro subia forte.
Ele subiu na cama do pai. Ajoelhou no meio do colchão, de quatro, e baixou o quadril. O pau preso dentro da cueca suja começou a esfregar contra o lençol. Pedro moveu o corpo pra frente e pra trás, devagar no começo, “comendo” a cama, empurrando o quadril como se estivesse fodendo o colchão. O tecido da cueca raspava a glande a cada movimento, a porra seca do pai misturando com o pré-gozo que já escorria.
— Você sempre quis… — murmurou baixinho, a voz embargada, o rosto quase no travesseiro. — Sempre quis me pegar… então toma…
Acelerou. O quadril batia mais forte contra a cama, o pauzinho fino preso dentro da cueca preta, esfregando, latejando. O cheiro de porra e suor do pai enchia o nariz. As imagens da conversa voltavam: a voz rouca admitindo o monstro que ele era, pedindo pra ser chamado de pedófilo, gozando enquanto confessava que sempre quis o filho de verdade.
Pedro gemeu entre os dentes, o corpo tremendo. Empurrou o quadril com força uma última vez, apertando o pau contra o colchão através do tecido. Os jatos saíram quentes, grossos, enchendo a cueca por dentro. A porra nova se misturou com a seca do pai, encharcando o tecido gasto. Ele continuou rebolando devagar, espremendo até a última gota dentro da cueca, gemendo baixo, o rosto enterrado no travesseiro do pai.
Ficou parado alguns segundos, respirando pesado, o pau ainda latejando dentro do tecido molhado. Depois se ajoelhou, puxou a cueca preta pelas pernas e a tirou. O tecido estava pesado, encharcado com a porra dos dois. Pedro olhou para a cama desfeita, o lençol amassado no lugar onde ele tinha se esfregado.
Largou a cueca bem no meio da cama, aberta, as manchas bem visíveis. Não tentou esconder. Deixou exatamente ali, para o pai ver quando voltasse. Para entender.
Vestiu a própria roupa, saiu do quarto, trancou a porta e foi embora. O cheiro da cueca ainda no nariz, a sensação do tecido gasto ainda na pele. E a certeza de que, quando Rogério chegasse e visse a cueca gozada no meio da cama, ele ia saber.
O Novinho ia voltar a aparecer na tela.
E o pai ia gostar de novo.
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Comentários (2)
Akasar: Caralho! Que delícia mano
Responder↴ • uid:vpbuzw6qNovinbelém: crl o conto só melhora, já quero o próximo 🤤
Responder↴ • uid:1dgzzxxf13sx