Novinho fui seduzido no ônibus
No fim do ensino fundamental eu tomava dois ônibus, tanto para ir quanto para voltar da escola. Naquela época, naqueles horários, os ônibus circulavam bem cheios e era muito comum as pessoas se esfregarem uma nas outras, principalmente na hora de tentarem descer dos coletivos, de tal sorte que ninguém prestava muita atenção no que acontecia em volta. Em uma tarde por motivos que desconheço, o ônibus estava particularmente apertado e eu senti que um homem já de meia idade estacionou atrás de mim, passei a perceber que progressivamente seu cacete crescia e espetava minha bunda, tentando me ver livre daquele incomodo cilindro, balancei para um lado, balancei para o outro e o cacete encaixou bem no meu rego, foi a primeira vez que senti aquele calafrio percorrer minha espinha e aquela sensação me acompanhou até eu descer no meu ponto, para pegar o segundo ônibus. No dia seguinte ainda impactado com os acontecimentos do dia anterior, me posicionei exatamente no mesmo lugar e não demorou para aquele mesmo senhor voltar a segurar o balaústre sobre mim e reconheci sua mão peluda e logo voltei a sentir aquela piroca procurando meu reguinho conseguindo seu intento em pouco tempo e aqueles arrepios logo voltaram. Desci no mesmo ponto de sempre também de pau duro. No terceiro dia, uma frustração, o cara não embarcou, várias outras pessoas se esfregaram na minha bunda, mas nenhum pau duro. Quando desci para fazer a baldeação lá estava o senhor que ficou me olhando, logo apareceu meu segundo ônibus e eu subi não conseguindo acessar o segundo degrau, fiquei na porta e logo aquele pauzudo encostou seu cacete já duro na minha bunda a ponto de eu sentir meu cuzinho piscar, desci e entrei rapidamente na escola, indo direto para o banheiro, me tranquei no reservado e bati uma punheta nervosa. No dia seguinte, ele não estava no primeiro ônibus e nem no segundo, o mesmo acontecendo na volta, mas quando desembarquei já no inicio da noite próximo de casa, lá estava ele o Luiz, um quarentão que eu conhecia bem as dimensões do cacete e eu caminhei no sentido contrario de minha casa, parando em frente de um terreno baldio. Luiz sorriu para mim e entrou no terreno usando uma trilha entre o matagal e eu não resisti a tentação de sentir aquele coisa e entrei atrás. Após alguns passos já com o manto da noite caindo deparei-me com o macho que massageava o cacete para o qual olhei sem tentar esconder minha admiração , coloquei minha mala no chão e virei de costas, sendo abraçado pela cintura e sentindo a piroca ser amassada contra minha bunda. Meu sedutor encostou aquela mangueira grossa na minha bunda enquanto eu sentia aquela dor nos bagos e foi a primeira vez que massageei meu pau enquanto o tarado se esfregava atrás de mim e sem dizer nada abriu o zíper de minha calça e passou a me masturbar, gozei rapidinho e só então Luiz abriu a fivela do meu cinto e colocando o caralho para fora passou a esfrega-lo entre minhas nádegas enquanto eu segurava a calça tentando controlar as piscadas do meu cuzinho virgem. Naquele inicio de noite, tomei a primeira leitada no rego. Luiz tirou um lenço do bolso e me limpou dizendo que me esperaria no fim da tarde do dia seguinte ali mesmo no matinho. Passei a noite e o dia em dúvida se deveria ou não comparecer ao encontro, mas naquela sexta feira, o tesão falou mais alto e assim que desci do ônibus, quase corri para o terreno baldio e entrei na picada e lá estava ele. Assim que Luiz me viu já tirou aquela mangueira grossa para fora da calça e eu peguei no cacete duro e quente, sentindo um prazer enorme quando ouvi o gemido do adulto e passei a masturba-lo, maravilhando-me ao ver as golfadas de porra serem lançadas no ar, mas o ponto alto da noite foi ver Luiz ajoelhar na minha frente, sacar meu pinto e chupa-lo até eu gozar. Antes de eu ir embora, Luiz me deu um papelzinho com um endereço escrito, dizendo que no dia seguinte um sábado estaria a tarde toda lá sozinho. Dormi tentando me convencer a não ir, mas na manhã seguinte, não via a hora passar e logo depois do almoço, peguei minha bicicleta e pedalei até o bairro próximo até chegar naquela casa de um quarto só, erguida no fundo de um terreno comprido e quando ia bater palmas, Luiz apareceu na porta e fez sinal para eu entrar. Minhas pernas tremiam em um misto de tesão e ansiedade. Ao chegar na porta, vi Luiz deitado no sofá trajando apenas um shorts, sorri meu sem graça e ele mandou ou fechar a porta, mas sabendo o que poderia acontecer, fechei também a janela, quando me voltei para onde Luiz estava, o vi completamente nu com aquele cacete enorme duro. Tirei a camiseta e me aproximei dele ainda vestindo minha bermuda. Luiz sentou e abriu o velcro da bermuda deixando-a cair no chão e imediatamente engoliu com a boca meu pinto duro, enchendo-o de saliva deitando de lado com o rosto no encosto do sofá, esperou eu deitar, pegou meu pinto e esfregou em seu rego, presumi que ele estava sentindo o mesmo que eu sentia ao ter o meio das nádegas pincelado e levei minha mão a sua frente, segurando aquela piroca e gostosa de ser amassada ouvindo os gemidos do macho o vi virar de frente para mim e nossos ficaram lado a lado imprensados por nossos corpos e trocamos nosso primeiro beijo enquanto nos esfregávamos até gozarmos um na pele do outro. Levantamos e fomos para baixo do chuveiro e lá com a agua caindo na minha cabeça, experimentei a língua de Luiz na minha rosca, que delícia morder aquela língua com meu cuzinho, eu estava louco para dar o cu e me apoiei nos ladrilhos enquanto o macho dava cabeçada de rola na portinha da minha rosca me enlouquecendo, o comedor percebendo que eu não aguentaria aquela mangueira avantajada, gozou na portinha fazendo aquele som tesudo. Nos enxugamos e voltamos para o sofá, onde o experiente ajoelhou, apoiou o peito no encosto, abriu as nádegas e eu empurrei meu pinto naquele rabo e enlouqueci ao sentir o cu de Luiz apertar todo meu cacete com seus músculos anais treinados. Voltei para casa relembrando cada um daqueles momentos e certo que no sábado seguinte convenceria o quarentão a me furar. No sábado seguinte lá estava eu pronto para ser arrombado e tive certeza que aconteceria quando vi nas mãos de Luiz a bisnaga de gel. Assumi a mesma posição que Luiz tinha ocupado no sábado anterior. Após sentir o geladinho do gel ser introduzido no meu canal pelo dedo do Luiz, passei a rebolar delirando de prazer. Ao perceber que as duas mãos do macho seguravam firmemente minha cintura, arrebitei o rabinho e ele fez pressão, nossa aquela dor da primeira enrabada fizeram as lágrimas escorrerem por meu rosto, travei os dentes e me concentrei naquela sensação gostosa de estar sendo preenchido por uma piroca dura. Aos quinze anos descobri minha vocação e rebolando pedi : "Não para, me arromba todo, enfia até o talo, QUE DELÍCIA!"
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Comentários (1)
Beto: Experimentou, n vai fica sem dar seu cuzinho, mad é gostoso demais dar
Responder↴ • uid:ben2dikoic