#Teen #Traições #Voyeur

Desejos materno

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Maquik

Meu nome é Camila, 32 anos. Casada com João, 39. Temos um filho de 15, o Lucas. Sempre fomos a típica família… até o dia em que isso deixou de ser verdade.
Desde que comecei a namorar o João, sempre fomos safados. Eu mais do que ele. Ele era um pouco mais lento, mais cauteloso, mas adorava meu lado ousado. Tanto que até hoje, quando vamos à praia sozinhos, ele não só permite como incentiva que eu use os biquínis menores, quase inexistentes. “O que é bonito é pra ser mostrado”, ele costuma dizer, passando a mão na minha bunda enquanto os olhos dos outros homens não disfarçam. Eu adoro ser desejada. Qual mulher não gosta?
As coisas mudaram de verdade quando o Lucas fez amizade com o Marcelo.
Marcelo tinha 16 anos, um ano mais velho que meu filho. Educado, simpático, corpo de atleta de escola: ombros largos, braços definidos, aquele olhar de quem ainda não sabe bem o que fazer com a própria vontade. Começou a frequentar nossa casa quase todas as tardes pra jogar videogame.
Certo dia eu estava tomando banho. Não ouvi quando eles chegaram. Saí do banheiro ainda molhada, enrolada só numa toalha curta que cobria o essencial… e pouco mais. Desci as escadas carregando a roupa suja pra área de serviço. Foi aí que vi.
Lucas sentado no chão. Marcelo no sofá.
Os olhos dele se arregalaram no segundo em que me viu. O rosto ficou vermelho instantaneamente. Eu acenei, falei qualquer coisa pro Lucas e continuei andando, sentindo o olhar dele queimar nas minhas costas expostas, na curva da minha bunda marcada pela toalha molhada.
Aquela reação não saía da minha cabeça. Um garoto de 16 anos, olhando pra mim daquele jeito… só porque me viu de toalha. O foguinho acendeu rápido. Terminei o que tinha que fazer e, no caminho de volta, parei na cozinha. Decidi provocar.
Ajeitei a toalha, subindo-a de propósito até quase a base da bunda. Subi as escadas devagar. No meio do caminho, olhei por cima do ombro.
Bingo.
Marcelo estava olhando. Lucas mandou ele prestar atenção no jogo, mas o olhar dele já tinha visto o suficiente: a curva da minha bunda, a pele molhada, o pouco que a toalha escondia.
Voltei pro quarto com o coração acelerado e a buceta latejando. Me exibir daquele jeito, completamente nu por baixo da toalha, foi diferente de qualquer coisa que eu já tinha feito na praia. Lá eu estava de biquíni. Ali… ele viu o que quis.
Fiquei um tempo sozinha, pensando se parava ou se continuava. Foi quando o João mandou mensagem:
“Amor, tô levando um vinho. Quero você bem safada hoje. Capricha no vestido.”
Li a mensagem e sorri. Em vez de frear, aquilo me deu permissão.
Respondi: “Hummm… tá bom, safado. Vou colocar o seu preferido.”
O vestido que ele ama. Decotado, alças finas que vivem caindo, tecido leve, quase transparente, comprido o suficiente pra esconder… e curto o suficiente pra mostrar quando eu quisesse. Coloquei sem calcinha. Mandei foto.
Ele respondeu quase imediatamente:
“Gostosa… tá usando que calcinha?”
“Pra que calcinha? 😈”
“Delícia safada…”
Desci as escadas às 16h30. João chegaria só às 17h30. Os olhares vieram na hora. Fui direto pra cozinha, fingindo pensar na janta. Lucas pediu pizza. Aceitei. Combinei com o João. Pizza e vinho. Perfeito.
Fui até a porta da cozinha e olhei pra sala. Os pensamentos voltaram, mais fortes. Dessa vez eu cedi de verdade.
Sentei no sofá, do lado de Marcelo. Ele no meio, Lucas no chão na frente. Fiquei de lado, perna cruzada de leve. Aos poucos fui puxando o vestido pra cima, centímetro por centímetro, até a barra ficar acima do joelho. Depois, fingi coçar o ombro e deixei a alça escorregar pelo braço. O decote abriu. Meu seio quase inteiro ficou à mostra, o bico já duro de puro tesão.
Marcelo tentava disfarçar. Não conseguia. O pau dele já marcava a bermuda. Eu olhava pro celular, mas sentia cada vez que os olhos dele desciam pro meu peito, pra minha coxa, pro espaço entre as minhas pernas onde o vestido já não escondia quase nada.
Lucas se levantou e foi ao banheiro.
Na mesma hora me ajeitei… mas de um jeito discreto o suficiente pra ainda deixar o seio parcialmente exposto. Levantei, peguei o controle e disse:
“Quero jogar.”
Marcelo riu, nervoso. Deu play. Fez um gol. Lucas voltou puto, reclamando. Entreguei o controle e me sentei de novo, agora bem colada em Marcelo.
Enquanto eles jogavam, fui conversando. Em um momento, coloquei a mão na coxa dele. Firme. A feição mudou na hora. Ele ficou sério, vermelho, a respiração mais pesada. Ainda com a mão na perna dele, me reclinei no sofá. Ele olhou pra trás… mas não pro meu rosto. Olhou direto pros meus seios. O bico agora estava completamente à mostra.
Apertei a coxa dele um pouco mais forte. A alça caiu de vez. Ele olhou de novo e, dessa vez, o olhar era diferente. Escuro. Faminto. Como se estivesse a um segundo de me puxar e me foder ali mesmo, com meu filho a poucos metros.
Lucas falou alguma coisa com ele. Eu coloquei o dedo no queixo de Marcelo e virei o rosto dele de volta pra TV, sorrindo de canto. Levantei a alça devagar… mas já era tarde. Ele tinha visto tudo. O peito, o bico duro, a falta de calcinha quando o vestido subiu demais.
Levantei apertando a perna dele com mais força ainda. Senti o músculo tenso sob a minha mão. E o volume na bermuda.
Não demorou pra João chegar. Marcelo foi embora logo depois, quase correndo.
Naquela noite, enquanto o João me comia com vontade, o vinho na cabeceira e o vestido jogado no chão, eu não via o meu marido por cima de mim.
Via o Marcelo.
O olhar dele. A respiração presa. A mão na coxa. O pau marcado. E a certeza de que, se eu tivesse dado um passo a mais… ele não teria hesitado.
E eu… também não

Comentários (1)

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  • Torres: Muito bom continua, e mostra pra gente também, como vc é

    Responder↴ • uid:7xbysxw49j