Papai é pervo no telegram
Pedro descobre o Telegram escondido que seu pai usa para bater punheta com homens e gozar para novinhos
Pedro tinha quinze anos e ainda não se acostumara com a casa vazia. Depois da separação, o apartamento do pai ficara estranhamente silencioso. Naquela tarde de sábado, enquanto o sol entrava pela janela, ele abriu a gaveta da escrivaninha procurando um carregador velho. Em vez disso, seus dedos tropeçaram num celular antigo, tela rachada no canto, capa de couro gasta.
O aparelho ainda ligava. Bateria fraca, mas suficiente. Pedro desbloqueou por curiosidade e abriu o Telegram. O nome de usuário era genérico. Os grupos recentes não eram: “Punheta coletiva”, “Novinhos safados”, “Pais e filhos (roleplay)”, “Incesto fetiche”. A conversa privada mais recente estava aberta. O contato se chamava **Luquinhas**. Pedro começou a ler.
---
Rogerio, [12 de julho de 2026 às 21:14:03]:
Tô deitado na cama, filho. Acabei de sair do banho. Só de toalha. Você tá aí?
Luquinhas, [12 de julho de 2026 às 21:14:47]:
Tô sim, pai. Na minha cama. Sem camisa, só de cueca. Tá pensando em mim de novo?
Rogerio, [12 de julho de 2026 às 21:15:22]:
Sempre. Você é o menino que eu queria ter em casa. 14 aninhos, lisinho, pinto ainda pequeno e rosado… exatamente como eu imagino. Manda foto pra eu ver como tá hoje.
Luquinhas, [12 de julho de 2026 às 21:16:05]:
[foto]
Torso magro, peito sem um fio de pelo, mamilos rosados. Cueca cinza puxada, mostrando a base do pau ainda mole, pequeno, pele lisa sem nenhum pelo pubiano.
Rogerio, [12 de julho de 2026 às 21:16:41]:
Porra… olha isso. Que pintozinho bonito. Cabe inteiro na minha mão. Eu seguraria ele assim, apertando de leve, enquanto te puxava pro meu colo. Você deixaria?
Luquinhas, [12 de julho de 2026 às 21:17:18]:
Deixava, pai. Gosto quando você fala assim. Queria sentir sua mão grande em cima. Manda foto sua agora. Quero ver o peito e a barriga.
Rogerio, [12 de julho de 2026 às 21:18:02]:
[foto]
Tronco largo, peitorais densos, alguns pelos escuros no meio do peito descendo até o umbigo. Barriga firme. Pau semi-duro, grosso, veias aparentes, glande avermelhada. Pelos escuros na base.
Rogerio, [12 de julho de 2026 às 21:18:15]:
Pronto. Olha o que você faz comigo. Tô duro só de imaginar que esse pinto pequeno é o seu… e que você é o meu filho. Me fala o que tá fazendo agora.
Luquinhas, [12 de julho de 2026 às 21:19:03]:
Tô deitado de lado, pai. Cueca abaixada até as coxas. Segurando o pauzinho com dois dedos. Ele já tá um pouco duro, mas continua pequeno. Fico com vergonha às vezes… parece que nunca vai crescer direito.
Rogerio, [12 de julho de 2026 às 21:19:48]:
Não precisa ter vergonha. Eu gosto exatamente assim. Se você estivesse aqui, eu te colocaria de quatro na minha cama, abriria essas perninhas lisinhas e chuparia esse pauzinho inteiro, engolindo até a base. Depois te viraria de frente e te faria olhar pra mim enquanto eu te chupasse devagar. Você gozaria na minha boca, filho?
Luquinhas, [12 de julho de 2026 às 21:20:33]:
Gozaria… eu gozo rápido quando penso em você. Manda outra foto. Quero ver o pau de perto, a cabeça.
Rogerio, [12 de julho de 2026 às 21:21:11]:
[foto]
Close da glande úmida, uma gota de pré-porra escorrendo. O polegar segurando o pau pela base, puxando a pele.
Rogerio, [12 de julho de 2026 às 21:21:24]:
Tá vendo? Já tá pingando por sua causa. Eu ficaria te olhando enquanto bato uma, imaginando que essa porra toda ia cair no seu peito lisinho ou na sua cara de menino. Você deixaria eu gozar na sua boca?
Luquinhas, [12 de julho de 2026 às 21:22:05]:
Deixava. Eu abriria a boca e ficaria quietinho esperando. Queria sentir o gosto. Manda áudio, pai. Quero ouvir sua voz.
Rogerio, [12 de julho de 2026 às 21:22:51]:
[áudio]
“Olha só pra você… 14 aninhos, pauzinho pequeno, corpo todo lisinho… e eu te chamando de filho. Vem cá, sobe na cama do papai. Deita de costas. Eu vou passar a mão no seu peito, descer até esse pinto pouco desenvolvido e masturbar ele devagar enquanto te beijo no pescoço. Você vai gemer baixinho pra ninguém ouvir… porque é segredo nosso. Depois eu vou te virar e esfregar meu pau grosso na sua bunda lisa até gozar entre as suas nádegas. Quer isso?”
Luquinhas, [12 de julho de 2026 às 21:23:40]:
Quero… porra, quero. Tô batendo uma agora. Segurando o pauzinho inteiro na mão, subindo e descendo. Ele tá todo molhadinho. Manda mais foto. Quero ver você apertando as bolas.
Rogerio, [12 de julho de 2026 às 21:24:28]:
[foto]
Mão grande apertando o saco, testículos pesados, pau apontando pra cima. Linha de pelos do peito descendo até a base.
Rogerio, [12 de julho de 2026 às 21:24:41]:
Tá vendo como tá inchado? É por sua causa. Imagina se você estivesse ajoelhado na minha frente agora. Eu seguraria sua cabeça e enfiaria esse pau na sua boca até você engasgar um pouco. Depois tiraria e te faria lamber as bolas enquanto eu batesse uma na sua cara. Você aceitaria ser meu filho safado assim?
Luquinhas, [12 de julho de 2026 às 21:25:19]:
Aceitaria. Eu seria o filho mais puto do mundo pra você. Tô quase gozando… espera.
Luquinhas, [12 de julho de 2026 às 21:26:07]:
[foto]
Pauzinho completamente duro, ainda curto e fino, glande descoberta e brilhante. Dedos apertando a base. Coxas abertas, pele lisa sem nenhum pelo.
Luquinhas, [12 de julho de 2026 às 21:26:14]:
Tá latejando… tô imaginando sua boca em cima. Sua barba raspando na minha barriga. Sua mão grande segurando meu pau inteiro… ele cabe todo. Eu…
Rogerio, [12 de julho de 2026 às 21:26:52]:
Não segura. Goza pra mim. Quero ver a porra saindo desse pauzinho. Fala o que tá sentindo.
Luquinhas, [12 de julho de 2026 às 21:27:38]:
[foto]
Jatos curtos e brancos saindo do pauzinho, caindo sobre o peito liso e a barriga. Alguns fios escorrendo até o umbigo.
Gozando, pai.
Rogerio, [12 de julho de 2026 às 21:28:15]:
Boa, filho. Que porra bonita. Agora é minha vez. Fica aí olhando. Vou gozar te chamando de filho.
Rogerio, [12 de julho de 2026 às 21:29:04]:
[vídeo]
Mão subindo e descendo rápido no pau grosso, glande inchada. Voz embargada:
“Isso… toma, filho… toma a porra do papai… você é meu novinho… meu menininho com esse pinto pequeno… eu te foderia devagar e gozaria fundo… ou na sua cara… porra…”
O jato sai forte, espesso, atingindo o peito peludo e a barriga. A mão aperta as últimas gotas.
Rogerio, [12 de julho de 2026 às 21:29:41]:
Pronto. Gozei todo pensando em você. Imagina se fosse o Pedro… meu filho de verdade. Ele tem quase a mesma idade. Mesmo corpo lisinho. Às vezes eu fecho o olho e finjo que é ele do outro lado. Você topa continuar fingindo?
Luquinhas, [12 de julho de 2026 às 21:30:22]:
Topo. Pode me chamar do nome dele se quiser. Eu gosto. Quero ser o filho que você imagina.
Rogerio, [12 de julho de 2026 às 21:31:05]:
Então é isso. Amanhã a gente continua. Agora vai dormir, filho. E deixa o pauzinho descansar. Amanhã eu quero ver ele de novo, mole e pequeno, pra eu falar putaria até ele endurecer.
Luquinhas, [12 de julho de 2026 às 21:31:48]:
Boa noite, pai. Sonha comigo.
Rogerio, [12 de julho de 2026 às 21:32:10]:
Sempre.
---
Pedro fechou o aplicativo. O celular ainda quente na mão. A conversa inteira estava ali, salva, com todas as fotos e o vídeo. O pai, trinta e cinco anos, corpo forte, alguns pelos no peito, tinha passado a noite trocando nudes e gozando com um novinho de 14 que ele confessava imaginar como o próprio filho.
O coração batia forte. Pedro deixou o celular de lado e foi até o cesto de roupa suja no canto do quarto. Mexeu entre as peças até achar uma cueca preta usada do pai, ainda com o cheiro forte de suor e virilha. Sem pensar muito, baixou a própria calça, puxou o pau já duro e enfiou a cabeça dentro do tecido gasto.
Começou a masturbar devagar, apertando a cueca contra a glande, sentindo o tecido áspero e o cheiro invadir o nariz. As imagens da conversa voltavam: o pai chamando o outro de filho, fantasiando com ele, desejando o corpo lisinho de 14 anos.
— Pedófilo… — murmurou baixinho, a voz embargada de ódio e excitação misturados. — Você quer o gozo do teu filho então toma…
Acelerou o movimento, a mão subindo e descendo rápido, a cueca enrolada na cabeça do pau. Os jatos saíram fortes, quentes, encharcando o tecido por dentro. Pedro gozou fundo, gemendo entre os dentes, espremendo até a última gota dentro da cueca suja do pai.
Ficou parado por alguns segundos, respirando pesado, a mão ainda apertando o tecido molhado. Depois largou a cueca de volta no cesto, como se nada tivesse acontecido, e saiu do quarto com o gosto amargo da palavra ainda na boca: Pedófilo.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (2)
Novinho16y: Crlh to louco pela continuação
Responder↴ • uid:cnd92p15kdcO Professor FTZ: Delicia de relato, novinhos de Fortaleza que curtem a r r o b a l e o 2 0 1 4
Responder↴ • uid:beml65tfi9