#Gay #Incesto #Teen

Meu pai é um autor pervertido do ContosCnn

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Grok_o_perv

Leonardo encontra o computador desbloqueado do pai e descobre que ele é seu autor favorito do ContosCnn, além de descobrir que ele é muito mais pervertido.

Meu nome é Leandro. Tenho 14 anos, sou magrinho. Pele lisinha, quase sem pelo nenhum. Peito liso, barriga lisa, virilha lisa. Quando eu contraio a barriga o tanquinho aparece, seis gominhos discretos mas firmes. Meu pau é fino, a cabeça bem rosada e brilhante quando fica dura. E eu ainda gozo seco, mas meu pinto baba muito. Quando o orgasmo vem, não sai uma gota. Só o pau pulsando forte na minha mão, a cabeça inchando, o corpo inteiro tremendo e um prazer absurdo que me faz morder o lábio e gemer abafado.

Na noite anterior a casa tava quieta. Meu pai tinha ido dormir cedo. Eu tranquei o quarto, apaguei a luz e deixei só o brilho da tela do notebook. Entrei no ContosCnn como sempre. Meu perfil favorito: PaiSafado35. Eu já tinha lido quase tudo que aquele cara postava. Contos de pai e filho adolescente, goon, cheiro, punheta escondida, antes das regras do site mudarem tinha até macho com criança… sempre no mesmo clima sujo e confessional. E tinha um peso diferente neles. Um peso de quem é doente de verdade. Pedófilo de verdade. Do tipo de doente que escreve essas porras porque já praticou. Mas eu lia mesmo assim. E batia punheta gostoso pra caralho.

Abri o último conto. O título era algo tipo “O cheiro da cueca do meu filho”. Li devagar, a mão já dentro da boxer cinza. Meu pau fino endureceu rápido, a cabeça rosada espiando pela elástica. Passei o polegar por cima da glande, sentindo a pele macia e quente. Continuei lendo. A narrativa era detalhada pra caralho: o pai encontrando a cueca do filho no cesto, cheirando, batendo punheta pensando no menino lisinho de 14 anos que dormia no quarto ao lado. Tinha trechos que me faziam ficar ainda mais duro, trechos que só um doente escreveria daquele jeito. Eu gemi baixo. Imaginei o cheiro, o tecido úmido, a mão grande de um homem mais velho apertando o próprio pau.

Puxei a boxer até as coxas. Meu pau fino ficou totalmente exposto, ereto, a cabeça rosada brilhando com um fiozinho de pré-gozo. Cuspi na mão e comecei a masturbar devagar, o polegar passando de leve pela fenda. Meus olhos não saíam da tela. Lia cada parágrafo e apertava mais forte. O tanquinho contraía a cada respiração mais pesada. Quando o conto chegou no ponto em que o pai gozava cheirando a cueca, eu acelerei. O orgasmo veio seco, como sempre. Meu pau pulsou forte várias vezes na mão, a cabeça inchou, o corpo inteiro tremeu, as pernas se abriram mais, um gemido longo escapou da minha garganta… e nada saiu. Só o prazer intenso, o pau ainda latejando, a respiração ofegante. Fiquei ali um tempo olhando a tela embaçada, o pau mole e sensível na mão. Depois limpei o pré-gozo com um lenço, fechei o notebook e dormi pensando que aquele autor era um doente do caralho. O tipo de doente que eu nem sabia que existia de verdade. E eu gozava com isso.

No dia seguinte meu pai saiu cedo. Falou que ia resolver umas coisas e só voltava no fim da tarde. Eu ouvi a porta da frente fechar, esperei cinco minutos e desci. O notebook dele estava aberto na mesa da sala, a tela ainda acesa, o Windows logado. Meu coração acelerou. Eu sempre tive curiosidade, mas nunca tinha tido a chance de fuçar de verdade.

Sentei na cadeira. Abri o Telegram Desktop que estava minimizado. A tela carregou. Vários grupos com nomes explícitos: “Pais e Filhos”, “Goon Incesto BR”, “Pintinho de menino”, “Pervs Sem Limite”. Mensagens recentes, fotos, vídeos, áudios.

Minha mão tremeu quando abri as Mensagens Salvas. Ali estavam os rascunhos. Textos longos, quase idênticos aos contos que eu lia no site. Frases que eu reconhecia palavra por palavra. Um arquivo de texto chamado “conto_cueca_filho_v3.txt”. Outro com o título do último conto que eu tinha lido na noite anterior. A ficha caiu de uma vez.

O PaiSafado35 era o meu pai.

Fiquei parado alguns segundos, a respiração presa. Depois a excitação veio misturada com um choque gostoso e sujo. Meu pau fino já estava duro dentro da bermuda. Abri um dos chats privados. Meu pai trocava nudes com outros homens. Fotos do pau dele — mais grosso, veias marcadas, a cabeça mais escura — em ângulos diferentes, às vezes com a mão segurando, às vezes só o close. Em alguns áudios ele gemia baixo enquanto batia punheta, falando coisas como “quero ver o menino lisinho gozando seco” ou “manda foto daquela bundinha de criança”.

Engoli seco. Abri as mídias salvas. Tinha vários vídeos curtos de meninos lisinhos. Corpos magros, peitos lisos, paus finos ou médios, alguns gozando seco igual a mim, o pau pulsando sem jorrar nada. Em um dos vídeos o menino estava de quatro, a mão batendo no próprio pau enquanto gemia “pai…”. Em outro, só o close da cabeça rosada sendo esfregada devagar até o orgasmo seco.

Meu pau doía de tão duro. Abaixei a bermuda e a boxer de uma vez. O pau fino saltou, a cabeça rosada já úmida. Puxei a cadeira mais perto da mesa, abri as pernas e comecei a masturbar devagar enquanto rolava as fotos e os vídeos. Olhava o pau do meu pai nas fotos e apertava o meu. Imaginava a mão dele — aquela mesma mão que às vezes batia no meu ombro — segurando aquele pau grosso e gozando pensando em meninos lisinhos que pareciam o próprio filho. O mesmo doente. O pedófilo.

Passei para os grupos. Mensagens e mais mensagens sobre cheiro de cueca, sobre filhos que ainda gozavam seco, sobre o tesão de ter um menino magrinho com tanquinho em casa. Eu lia e batia mais forte. O polegar esfregava a fenda rosada, espalhando o pré-gozo. O tanquinho contraía. Abri de novo as Mensagens Salvas e li um rascunho completo. Era um conto em que o pai descobria o filho batendo punheta e os dois acabavam se tocando. Tinha a cara de pedófilo em cada parágrafo. Eu gemi alto, sem me importar.

A mão acelerou. Eu olhava uma foto do pau do meu pai e depois um vídeo de um menino lisinho gozando seco, o pau pulsando exatamente como o meu. Pensava: “Meu pai é um pedófilo… o tipo de pedófilo que tem tesão em mlk que parece o filho… que escreve essas porras… que troca nudes… que goza vendo meninos iguais a mim… goza vendo pornografia infantil”. O orgasmo veio forte. O corpo inteiro tremeu, as coxas fecharam por um segundo e depois se abriram de novo, meu pau fino pulsou violentamente na mão várias vezes, a cabeça rosada inchou e latejou, um gemido longo e rouco saiu da minha garganta… e nada jorrou. Só o prazer seco, intenso, que fez meus olhos marejarem e as pernas tremerem.

Fiquei ali, ofegante, o pau ainda latejando na mão, a tela do notebook mostrando as conversas do meu pai. O cheiro de sexo no ar, mesmo sem porra. Passei o dedo pela cabeça sensível e senti outro espasmo. Continuei olhando. Abri mais um vídeo de um menino lisinho, magrinho, tanquinho discreto, pau fino, gozando seco enquanto gemia. Bati de novo, mais devagar dessa vez, só para sentir o pau voltar a endurecer. Li mais um rascunho. Imaginei meu pai digitando aquelas palavras na mesma cadeira em que eu estava agora. Pedófilo. Completamente pedófilo. Tesão em corpo de mlk que parece o filho. E eu ali, gozando com isso.

A segunda punheta foi mais longa. Eu abria as fotos do pau do meu pai, dava zoom na cabeça, depois voltava para os vídeos dos meninos. Achei um chat secreto aberto com um usuario "Perv_babão". Era mais pesado. Vídeos de meninos sendo estuprados por adultos, adultos de quatro para que um menino enfiasse seu piruzinho nele, meninos da minha idade botando no cuzinho choroso de meninos mais novos.

Pensava no cheiro que ele devia ter quando batia punheta, no gemido que ele soltava nos áudios, na forma como ele falava de “menininho". Pensava no tipo de pedófilo que ele era, daqueles que não param, que escrevem, que trocam, que fantasiam sem limite. Pensei em todas as punhetas que ele deve ter tocado ouvindo meu choro e pensando em me estuprar.

Quando o segundo orgasmo seco chegou, eu tive que morder o próprio braço para não gritar. Meu pau pulsou tanto que doeu gostoso, a barriga contraiu, o tanquinho ficou marcado, as pernas tremeram sem parar por quase um minuto.

Depois fiquei sentado, a bermuda ainda nos tornozelos, o pau mole e sensível descansando na coxa. A tela ainda aberta. Os grupos, os nudes, os rascunhos, os vídeos. Tudo ali. Meu pai ia voltar no fim da tarde. Eu sabia que precisava fechar tudo, apagar o histórico de visualização se possível, deixar como estava. Mas fiquei mais um tempo só olhando. O coração ainda batia forte. Meu pau deu um último pulinho quando li a notificação de mensagem nova de um perv: “Acabei de gozar pra um videozinho muito gostoso. Quer ver?”.

Fechei o Telegram, fechei as abas, deixei o notebook exatamente como ele tinha deixado. Subi para o quarto com as pernas ainda moles. Deitei na cama, a mão dentro da boxer, o pau ainda sensível. Fechei os olhos e pensei, só para mim, enquanto me esfregava na cama, me masturbando outra vez:

“Meu pai é um pedófilo do caralho… o tipo de pedófilo que tem tesão em mlk que parece o filho.”

Tomei coragem, mesmo estando sozinho e verbalizei. Falei em voz alta, sabendo que não tinha ninguém para ouvir:

—Meu pai é pedófilo. E eu vou dar o cu pra ele.

Comentários (1)

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  • vitto: finalmente voltou, venho todo dia ver se tem contos seus novos

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