Meu pai me enrabou na estrada
a caminho da praia, Sheila é comida pelo pai
O sol do nordeste brasileiro castigava o asfalto, fazendo o ar vibrar em ondas de calor. Dentro do carro, o ar-condicionado lutava contra a temperatura lá fora, mas o clima entre os dois ocupantes era ainda mais quente.
— Sheila, filha, passa a garrafa de água pra mim — pediu o pai, com a voz grossa e autoritária, os olhos fixos na estrada.
Sheila, de 18 anos, pele morena, cabelos castanhos longos, corpo esguio mas com curvas que se destacavam sob o vestido leve de verão, obedeceu imediatamente. Ela sempre obedecia. Desde pequena, aprendera que o pai mandava e ela seguia. Mas agora, naquela viagem, algo diferente pairava no ar.
— Toma, pai — ela disse, entregando a garrafa, os dedos roçando os dele.
Ele segurou a mão dela por um instante, apertando de leve, e Sheila sentiu um arrepio subir pela espinha. O pai, Roberto, era um homem de 45 anos, alto, forte, ombros largos, braços musculosos, peito coberto por pelos escuros que apareciam no decote da camisa polo. O rosto tinha traços rústicos, mandíbula firme, olhos castanhos escuros que pareciam enxergar através dela. Ele exalava uma masculinidade bruta, dominante, que sempre fez Sheila se sentir pequena e protegida ao mesmo tempo.
— Tá gostando da viagem, filha? — ele perguntou, sem tirar os olhos da estrada, mas com um sorriso no canto da boca.
— Tô sim, pai. Tava precisando sair da cidade.
— E vai precisar de mais do que isso. Vou te mostrar o que é bom de verdade.
Sheila sentiu o coração acelerar. Ela sabia o que ele queria dizer. Nas últimas semanas, as brincadeiras tinham ficado mais ousadas, os toques mais demorados, os olhares mais profundos. Ela sabia que aquilo era errado, mas não conseguia evitar. O corpo dela respondia a ele de uma forma que ela não entendia.
A estrada ficou mais vazia, e Roberto diminuiu a velocidade, olhando para os lados.
— Vou parar ali pra esticar as pernas — disse, apontando para uma área de mata fechada ao lado da rodovia.
— Mas pai, ali é mato...
— Eu sei. Vem.
Ele estacionou o carro em um atalho de terra, escondido por árvores altas e vegetação densa. Desligou o motor, e o silêncio foi preenchido apenas pelo canto dos pássaros e o farfalhar das folhas. Roberto saiu do carro, e Sheila o seguiu, o coração batendo tão forte que ela achava que ele podia ouvir.
— Anda, filha. Vem cá.
Ele a puxou pela mão, afastando galhos, até um pequeno descampado coberto por grama alta e macia. A luz do sol filtrada pelas árvores criava um jogo de sombras e luzes. Roberto parou, virou-se para ela, e a encarou com um olhar que Sheila conhecia bem.
— Você sabe por que eu parei aqui, não sabe?
Sheila baixou os olhos, as bochechas corando.
— Acho que sei, pai...
— Olha pra mim quando eu falo com você.
Ela ergueu o rosto, os olhos marejados de desejo e medo.
— Eu quero você, Sheila. Agora. Aqui. E você vai me dar.
Não era um pedido. Era uma ordem. E Sheila, como sempre, obedeceu.
— Sim, pai.
Roberto a puxou para perto, as mãos grandes segurando a cintura dela. Ele a beijou com força, a língua invadindo a boca dela sem cerimônia, dominando. Sheila sentiu o gosto de café e cigarro, o cheiro de pele masculina e suor. As mãos dele desceram, apertando as nádegas dela por cima do vestido, puxando-a contra o corpo dele.
— Tira esse vestido. Agora.
Sheila obedeceu, levantando o vestido por cima da cabeça, ficando apenas de calcinha branca de algodão. Seus seios, médios e firmes, com mamilos escuros que já estavam durinhos, ficaram expostos ao ar quente. Roberto olhou para ela, os olhos percorrendo o corpo da filha com um apetite animalesco.
— Linda. Você é linda demais, filha.
Ele se aproximou, as mãos ásperas subindo pelo corpo dela, apertando os seios, beliscando os mamilos até Sheila gemer baixinho.
— Dói, pai...
— Dói e você gosta. Não nega.
Ele se ajoelhou na frente dela, puxou a calcinha para baixo, e Sheila sentiu o ar quente tocar sua pele. Ela estava úmida, o calor entre as pernas pulsando. Roberto olhou para a buceta da filha, os lábios rosados, os pelos escuros e aparados, o clitóris já inchado.
— Tá molhada, filha. Tá pronta pro pai.
Ele aproximou o rosto, e a língua grossa e quente dele tocou o clitóris dela. Sheila arquejou, as pernas fraquejando. Ele chupou, lambeu, mordiscou, os dedos abrindo os lábios da buceta dela, explorando por dentro. Sheila segurou nos cabelos dele, os dedos se enroscando nos fios escuros, os gemidos ecoando na mata.
— Pai... ai, pai... tá tão bom...
— Isso, filha. Geme. Quero ouvir você.
Ele continuou chupando, os dedos entrando e saindo dela, o polegar pressionando o clitóris. Sheila sentiu o orgasmo se aproximar, uma onda de calor subindo do ventre.
— Pai, eu vou gozar... eu vou...
— Goza, filha. Goza na boca do pai.
Ela explodiu, o corpo tremendo, os líquidos escorrendo pela mão dele. Roberto se levantou, lambendo os lábios, e começou a desabotoar a calça. Sheila viu o pau dele saltar para fora, enorme, grosso, a cabeça vermelha e brilhante, as veias pulsando sob a pele. Ela sempre imaginara, mas nunca tinha visto tão de perto.
— Suga, filha. Suga o pau do pai.
Sheila se ajoelhou, as mãos tremendo, e envolveu a cabeça do pau com os lábios. O gosto era salgado, quente, masculino. Ela começou a chupar, a língua percorrendo a glande, os olhos erguidos para o pai, que a observava com um olhar de pura posse.
— Isso... mais fundo... engole tudo.
Ela obedeceu, levando o pau inteiro até a garganta, engasgando, mas continuando. Roberto segurou a cabeça dela, guiando os movimentos, cada vez mais rápido, mais profundo.
— Tá quase, filha. Vou gozar na sua boca.
Ele empurrou a cabeça dela para baixo, segurando firme, e gozou, o líquido espesso e quente jorrando na garganta dela. Sheila engoliu tudo, sem reclamar, lambendo a cabeça do pau até o último fio.
— Boa garota. Agora vira.
Ele a virou, colocando-a de quatro na grama. Sheila sentiu as mãos dele abrirem suas nádegas, o olhar fixo na buceta exposta.
— Vou te comer agora, filha. Vou te marcar.
Ele alinhou o pau na entrada dela, a cabeça pressionando, e empurrou com força, sem hesitação. Sheila gritou, o corpo se esticando, a dor e o prazer se misturando. Ele era enorme, e ela sentia cada centímetro entrando, esticando suas paredes internas.
— Ai, pai... é tão grande...
— Cala a boca e aguenta. Você aguenta.
Ele começou a se mover, estocadas fortes e profundas, as mãos segurando os quadris dela com força. Cada investida fazia o corpo de Sheila balançar, os seios balançando, os gemidos abafados pela mão que ele colocou na boca dela.
— Tá sentindo, filha? Tá sentindo o pau do pai te preenchendo?
— Tô... ai, pai... tô sentindo...
Ele aumentou o ritmo, as estocadas rápidas e brutais, o som úmido da penetração ecoando na mata. Sheila sentiu o orgasmo se aproximar novamente, mais intenso, mais profundo.
— Goza comigo, filha. Goza no pau do pai.
Ela explodiu, o corpo se contraindo ao redor do pau dele, e Roberto gozou logo em seguida, o líquido quente jorrando dentro dela. Ele ficou ali, imóvel, por um momento, depois se retirou, o pau ainda duro, o gozo escorrendo pelas coxas dela.
— Levanta, filha. Ainda temos estrada pra percorrer.
Sheila se levantou, as pernas tremendo, o corpo dolorido e satisfeito. Ela se vestiu, sem olhar para o pai, e voltou para o carro. Durante o resto da viagem, nenhum dos dois falou sobre o que aconteceu. Mas o olhar de Roberto dizia tudo: aquilo era só o começo.
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Comentários (3)
Solteiro: Delícia de conto , não tenho filhos pois não casei ,as em compensação já comi muita enteada de amigos com eles ,sobrinhas com tios , primas com primos , neta e avó
Responder↴ • uid:8ef56rn209Francielle: Dar pra pai e maravilhoso
Responder↴ • uid:1d926ei5b705Nramos: Maravilhoso!
Responder↴ • uid:ona0oroxib