Enganado Pelo Malandro E Currado Por Um Monte De Machos
Moleque novinho é enganado pelo malandrão do bairro e vai acabar numa festa, onde terá várias surpresas e será arrombado por diversos machos.
ESTE CONTO PODE SER LIDO SEPARADAMENTE, MAS LER OS DOIS ANTERIORES VAI TE FAZER APROVEITAR MELHOR TODA A PUTARIA QUE VEM A SEGUIR. VAMOS AO CONTO DE HOJE.
*****
Depois de ser arrombado pelo segurança do colégio e pelo Edson Putão, eu fiquei uns dias sem aguentar sentar direito, mas confesso que só pensava na rola gigante daquele negão.
Assim que fiquei com o cuzinho inteiro e recuperado, eu voltei lá bem tarde da noite, saindo escondido de casa para que minha mãe e meu padrasto não vissem e, novamente, levei aquela tora imensa no rabo.
Nessa noite, depois de levar rola do negão, eu estava chegando na minha rua, quando ouvi a voz do Edson me chamando:
— Fala aê moleque gostoso. – Ele disse, com aquele jeitão cafajeste e um cheiro de cerveja na boca, estava saindo do boteco da rua de cima.
— Fala Putão, tá fazendo o que na rua essa hora? – Eu o cumprimentei.
— Eu estou sempre pela rua, moleque. Já tenho idade pra isso. Mas e você, tá vindo de onde a essas horas? Tava aprontando por aí? – Ele disse, me olhando com aquela cara de safado.
— Tava na casa de um amigo, fazendo um trabalho para a escola. – Eu menti descaradamente. Sentindo meu cuzinho inchado e dolorido.
— Então moleque, quero te ver com calma, curtir contigo. Sábado meus pais vão pra casa de meu irmão e vão passar o fim de semana por lá. Eu vou aproveitar e vou fazer uma festinha aqui para os manos. Pouca gente, só os mais chegados. Quero que tu venhas aqui pra gente brincar um pouco. – Ele me falou, parado em frente ao portão de sua casa, quase me intimando a comparecer.
— Não sei se consigo, cara. Meu padrasto pega muito meu pé quando eu quero sair à noite. Fala que o bairro é muito perigoso. – Eu expliquei.
— Teu padrasto é um pau no cu, moleque! Vai ver que ele tá querendo te foder também. – Ele falou com aquele jeitão malandro que me encantava e fazia meu cuzinho piscar.
— Você é muito doido cara! Mas eu vou dar um jeito. Mas vai ser uma festa? Como a gente vai brincar numa festa? – Perguntei, curioso.
— Vai ser só umas bebidinhas com uns manos. Dois ou três... Depois eu dou um jeito deles irem embora e a gente fica sozinho.
O fato de passar uma noite de sábado com aquele putão gostoso me deixou animado. O cara era muito gostoso e estava afim de ficar comigo. Fui pra casa animado e planejando um jeito de sair de casa sem causar confusão com o meu padrasto, que andava pegando muito no meu pé. Ele me criava desde pequeno, eu até o chamava de pai de vez em quando, mas ele estava muito chato, desde que desconfiou que eu estava aprontando na rua com outros machos. Acho que era cuidado devido à violência.
No sábado à tarde, minha amiga Aninha foi lá em casa, a meu pedido, e me convidou para passar a noite na casa dela, inventou que ia ficar sozinha e a gente podia adiantar o trabalho da escola. Tudo mentira, mas meu padrasto e minha mãe ouviram e concordaram.
Minha mãe sabia que eu era gay, mas não gostava de contrariar meu padrasto, um homem muito bom, mas meio antigo nos costumes. Tinha quarenta e cinco anos, mas, às vezes, parecia ter muito mais, devido a esses modos brutos.
Tudo armado com minha amiga, eu recebi uma mensagem do Edson putão no início da noite, me perguntando se eu iria. Eu confirmei que iria e ele me pediu para ir com uma calcinha bem safadinha, pois queria me foder de quatro, vestindo calcinha e uma máscara nos olhos. Até me mandou uma foto de uma cena que tinha visto na internet.
Meu cuzinho piscou na hora, eu peguei uma calcinha preta fio dental que eu tinha escondido na minha gaveta de cuecas e, as vinte e duas horas, eu estava entrando no portão da casa dele, depois de passar na casa da minha amiga, conforme o plano que tínhamos bolado.
Do corredor lateral eu já ouvi um burburinho e um cheirinho de maconha vindo de dentro da casa. Ele me recebeu na porta, me abraçou e me puxou para dentro.
Assim que eu entrei eu vi que tinha sido enganado, não tinha só dois ou três manos. Tinha uns dez caras lá dentro, alguns eu até conhecia e estranhei de estarem ali. Entre eles um vizinho da minha casa, homem casado, porteiro de um prédio no centro, pai de dois filhos adolescentes, quase da minha idade. Ao me ver fez cara de sonso e deu um sorriso meio de canto de boca. Tinha também uns manos bem largados, desses de periferia. Todos bebendo e alguns lá fora pelo quintal puxando um fumo, que deixava um cheiro forte no ar.
Percebi que alguns me olharam de maneira estranha, achei que era o espanto de ver um moleque ali no meio deles.
Tentei agir naturalmente, até tomei uma cerveja para relaxar. Como não tinha o costume de beber eu peguei leve e tomei devagar, não queria ficar bêbado.
Depois de um tempinho, alguns já tinham ido embora, restavam ainda uns seis caras, entre eles o meu vizinho. O Edson me chamou para ir no quarto dele, que ficava fora da casa, queria me mostrar o ambiente, falou em meu ouvido.
Ao passar pelo quintal em direção ao quarto, eu vi uns olhares e sorrisinhos baixos, vi que tinha uns dois caras num cantinho mais escuro, que eu não identifiquei quem era.
Assim que entramos no quarto o Edson me puxou, deu um cheiro em meu pescoço e me fez um carinho, o que me deixou todo arrepiado.
— Você veio com a calcinha, moleque? – Ele me perguntou.
— Vim sim cara. Do jeito que você pediu.
— Me deixa ver, moleque. Tô viajando aqui nesse teu rabinho gostoso. – Ele falou, já metendo a mão dentro de minha calça, tentando tocar em minha bunda.
— Calma cara! Tem um monte de gente aí fora. Alguém pode achar estranho. – Eu ponderei.
— Que nada, moleque! É tudo meus parceiros, meus manos. Ninguém entra aqui em meu quarto não. Fica sussa! Você já deu para um time de futebol, vai se fazer de tímido agora? – Ele falou meio brusco e eu resolvi colaborar. Eu estava muito excitado também.
Eu abri o zíper da calça e abaixei um pouco, até deixar a calcinha toda à mostra. Nessa hora ele até salivou e alisou minha bunda com aquelas mãos enormes e firmes. Puxou o fio para o lado e passou o dedo em minhas preguinhas. Eu gemi gostoso e ele puxou minha calça até embaixo, me deixando pelado, só com a calcinha minúscula.
— Calma Putão. Vamos esperar mais um pouco, deixa os caras irem embora. – Eu falei, mas ele me empurrou para a cama e acabou de arrancar minha calça fora. Agora eu estava só de calcinha e camiseta. De quatro na beirada da cama.
— Que calma nada, putinho! Eu estou no maior tesão aqui. Só tem uns três manos lá fora bebendo, ninguém vem aqui não. E se vier vai ser até mais gostoso. Tu não gostas de muita rola? – Ele disse isso e meteu a cara no meio das minhas polpas e já foi com a língua no meu cuzinho. Meu corpo levou um choque ao sentir aquele toque molhado e quente. Eu sabia que ele poderia fazer o que quisesse comigo. O tesão tomou conta do meu corpo. Eu estava entregue.
— Delícia cara! Assim eu me entrego. – Eu gemi, todo manhoso.
— Se entrega mesmo moleque! Hoje a gente vai foder bem gostoso. Espera um pouquinho. – Ele disse, depois de chupar bastante meu cuzinho, deixando tudo bem molhadinho.
Ele se levantou, pegou uma coisa na gaveta, que eu não sabia o que era, pois estava de costas e de quatro na cama. Em seguida ele se aproximou, colocou um vidro de gel na cama e amarrou um lenço preto em meus olhos, me deixando completamente vendado.
— Quero te foder assim, com os olhos vendados. Quero que você tenha uma sensação intensa. - Ele falou perto do meu ouvido, em seguida eu ouvi um barulhinho como se a porta tivesse sido aberta, mas como ele mexeu numa gaveta, achei que fosse um barulho do móvel sendo fechado. Ele passou bastante gel em meu cuzinho, metendo os dedos dentro para deixar tudo muito lubrificado.
Ele pincelou aquele pauzão em meu cuzinho e eu pude sentir a fome que aquele puto estava. Logo ele começou a forçar minhas preguinhas e o pauzão deu um pulo pra dentro de meu buraquinho, me arrancando um gemido alto.
— Ah caralho! Meu cuzinho! Tá me arrombando, putão. – Eu gemi.
— Isso mesmo moleque putinho. Hoje você vai ser bem arrombado. Empina esse cuzinho pra levar rola de macho. – Ele disse isso, segurou em minha cintura e começou a bombar. Meteu firme e forte. O barulho de suas coxas batendo em minha bunda era uma delícia. Se tivesse alguém ali perto da porta estaria ouvindo tudo, eu pensei.
Ele bombou bastante, entrando rápido e fundo. Eu só gemia e me abria para receber aquele macho gostoso. Ele meteu mais um pouco e tirou o pau de dentro de meu cu, eu senti uma sensação de vazio, mas logo senti o calor de um caralho na minha portinha novamente. Quando as duas mãos seguraram minha cintura e o pauzão foi empurrado pra dentro, eu percebi que era outra pessoa que estava me fodendo. O filho da puta tinha passado meu cu para outro macho foder.
— Quem tá me fodendo seu Puto? Eu sei que não é você. – Eu falei, já levando a mão ao lenço nos meus olhos. Ele segurou minha mão e falou brusco:
— Não tira a venda não, moleque! Fica assim. É só um parceiro meu que vai brincar com a gente. Você gosta de rola. Relaxa e aproveita. Bebe um pouquinho pra relaxar. – Ele falou isso e encostou uma latinha de cerveja em minha boca. Eu bebi tudo. Queria ficar relaxado e sabia que o efeito do álcool ia me deixar mais leve.
O cara que me fodia tinha o pau muito gostoso e metia com força, me abrindo inteiro. Eu gemia forte e alto, mas estava gostoso ser usado daquele jeito.
— Tesão da porra o cuzinho desse veadinho! É muito bom arregaçar cu de moleque. - O cara falava, enquanto metia. Ele deu mais algumas estocadas e arrancou o pau de dentro. Novamente senti um vazio que logo foi preenchido por outro caralho e, mais uma vez, eu percebi que era um caralho diferente. Tinha outro macho me fodendo. Quis reclamar, mas estava gostoso e eu pensei comigo: já que fui enganado vou aproveitar e gozar. Empinei o rabo e fui estocado sem dó.
— Puta que pariu! Sempre quis comer esse putinho, desde que ele era menor. Sempre com esse jeitinho de veadinho. Esse rabo é uma delícia. – Nessa hora eu reconheci a voz do meu vizinho casado, que estava lá na sala.
O tempo foi passando e eu fui sendo fodido por vários cacetes diferentes, uns maiores, outros mais longos, outros mais finos, mas todos metiam com muita força.
Aquele bando de machos, estavam com muita fome de cu. Teve uma hora que eu me concentrei no ambiente e, mesmo vendado, eu percebi quatro machos ao meu redor, todos metendo em meu cu alternadamente e mais o Edson, que me trazia umas cervejas de vez em quando, me deixando bem alterado pela bebida. Eu já gemia alto e pedia pra ser arrombado.
— Caralho! Esse putinho gosta mesmo de levar rola. - Alguém falou.
— Eu falei pra vocês que a festinha ia ser animada. Mas nada do que aconteça aqui pode vazar. Todo mundo de bico fechado, senão não tem mais. – Ouvi a voz do Edson Putão falando.
Teve uma hora que alguém tirou o pau de meu cu e logo falou:
— O moleque está arregaçado. Bem abertinho. Olha o buraco no cuzinho dele.
— Ele tá pronto então. Vai lá parceiro, chama o Jamaica pra vir meter. – Falou a voz do Edson.
Nessa hora eu tremi na base. Eu não tinha visto ele na casa, mas sabia muito bem quem era o Jamaica. Era um negro de uns quarenta anos, entroncado, babeiro do bairro, que cortava o cabelo de todos os boys. A fama do cara era a de ter um pau que parecia uma garrafa de Coca-Cola de 600ml. Corria o boato de que nenhuma mulher conseguia dar para o Jamaica.
— Porra, que delícia! Me disseram que tem surpresinha aqui na festinha do meu parceiro. – Eu ouvi a voz do Jamaica entrando no quarto.
— Um presentinho especial pra você, meu Brother! Todo mundo aqui tá louco pra ver esse moleque sendo estourado por tua garrafa. – O Edson Putão falou. Pensei em protestar, mas já era tarde. Fui segurado pela cintura e logo senti a cabeça quente de um caralhão encostar em minha portinha.
— Que presentão cara. Esse moleque é uma delícia. Nunca pensei em encontrar ele por aqui. Mas já que está assim prontinho, eu vou foder. O Padrasto dele é meio invocado, mas como ele não tá aqui a gente pode foder o putinho.
O cara foi forçando o pau no meu cu e eu senti minhas preguinhas se alargando, estourando uma a uma. Mordi meu antebraço para aguentar o arrombamento e logo aquele tronco estava alojado no fundo do meu cu.
— Caralho, o moleque aguentou, cara! – Uma voz falou admirada.
— Eu falei pra vocês que ele aguentaria. Esse é meu putinho. – O Edson falou e passou a mão em meu rosto, fazendo um carinho.
O Jamaica começou a puxar o pau pra fora e eu sentia como se meu cu fosse ser arrancado do corpo. Aí ele socou pra dentro de novo e eu soltei um grito. Ele fez isso umas três vezes e eu soltei três gritos de dor e prazer ao mesmo tempo.
— Dá de mamar para o puto. Põe um consolo familiar na boquinha dele. – Ouvi o Edson falar e logo um pau duro estava entrando em minha boca, se alojando em minha garganta, enquanto o Jamaica estourava meu buraco.
O pau que estava em minha boca foi retirado e eu senti a boca se aproximando do meu ouvido, falando num sussurro:
— Mama o pau do Titio, meu putinho. Eu sempre soube que você era um veadinho guloso. Engole o meu pauzão. – Era a voz do irmão marginal do meu padrasto. Ele era gente boa, mas meu padrasto evitava falar com ele, pois ele já tinha sido preso e sempre estava metido em encrencas. Era um macho gostoso, mas eu jamais pensei em estar nessa situação com ele. Acho que ele e o Jamaica eram os dois vultos que eu tinha visto num cantinho escuro, antes de entrar no quarto.
Eu tinha realmente caído numa armadilha, mas agora era tarde. Só me restava aproveitar.
O Jamaica me arrombou por algum tempo, e o machos vibravam ao redor, excitados feito bichos, ao ver um moleque sendo arrombado pelo pau de jumento do negão.
O Jamaica soltou um urro forte. Atolando o pau bem no fundo do meu cu.
— Gozei caralho! Gozei muito! Foi uma delícia estourar esse cuzinho.
— Agora é a vez do Titio sentir o calor desse cuzinho. - O Ivan, irmão do meu padrasto, entrou em meu cu e meteu bastante até gozar. Os outros machos fizeram fila e gozam no meu cuzinho. Um deles gozou em cima de minha bunda e o Edson me deu leite na boquinha.
O lençol da cama estava ensopado com o meu gozo. Soltei muito leite quando fui penetrado pelo Jamaica. Ninguém percebeu, mas eu gozei sem tocar no pau.
Eu amanheci o dia na casa do Edson, estava destruído, mas tinha gozado muito. Fui enganado, mas foi uma aventura deliciosa.
Dormi o domingo inteiro. Meu cu pulsava e doía, mas eu tinha colocado uma pomadinha e sabia que em dois dias eu estava recuperado.
Cinco dias após a minha aventura na casa do Edson, eu estava chegando em casa depois do colégio e encontrei meu padrasto sem camisa, só de calção, sentado no sofá, com as pernas abertas e cara de poucos amigos. Ele me olhou e falou sério, com aquela voz de macho bravo:
— Eu encontrei meu irmão Ivan, hoje lá no mercado. A gente precisa ter uma conversa séria mocinho.
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Demorei, mas trouxe uma aventura muito quente para vocês.
Votem e comentem, para me incentivar a contar mais.
Abraços a Todos!!!
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Comentários (1)
Yuii: Ótimo
Responder↴ • uid:f7vsdji8l