#Bissexual #Lésbica #Teen #Virgem

As Aventuras de Becca e Lui - Capítulo 14

2.4k palavras | 1 | 5.00 | 👁️
Becca e Lui

Ainda rejeitada por Gabi, busquei minha satisfação na videolocadora, entre fitas VHS e conversas carregadas de duplo sentido com Helô.

O sino tocou, marcando o fim da aula, mas eu mal ouvi. Meus olhos estavam fixos nos cabelos dourados de Gabi, três fileiras à frente. Durante toda a manhã, eu tentava criar oportunidades: um "acidental" encontro no corredor, uma pergunta sobre deveres, qualquer coisa para quebrar essa barreira invisível que ela ergueu entre nós. Mas cada vez que me aproximava, ela se movia com uma graça calculada, sempre se inserindo em grupos maiores, rindo alto com outras garotas, seus olhos deliberadamente evitando os meus. Ela sabia que, no meio daqueles grupos, eu não falaria nada sobre o que aconteceu naquela tarde, sobre seu sabor doce em minha boca, sobre como meu corpo tremia sob seu toque. E essa certeza era seu escudo.

Meu peito apertava a cada rejeição silenciosa. Na hora do recreio, tentei sentar perto dela na cantina, mas ela rapidamente se levantou, dizendo algo sobre precisar encontrar a professora. Vi pelas quinas dos olhos enquanto ela se juntava a um grupo de meninos do time de futebol, seu riso ecoando pelo salão como uma provocação.

A frustração queimava em meu estômago, uma mistura de desejo e raiva. Eu queria gritar, puxá-la para um canto e exigir saber por que estava me evitando. Mas em vez disso, eu fiquei parada, segurando minha bandeja com as mãos trêmulas, sentindo-me completamente impotente.

Quando a aula terminou, eu já tinha decidido. Gabi não me daria o que eu queria, então eu encontraria em outro lugar. O desejo que ela despertara em mim não desapareceu. Pelo contrário, cresceu, transformando-se em uma devassa insaciável. Meus pés me levaram diretamente para a videolocadora, o coração quase saltando olimpicamente. A sineta na porta tilintou quando entrei, e lá estava ela, atrás do balcão: Helô, com seu sorriso cúmplice e olhos que pareciam ver diretamente através de minhas roupas.

Fingi interesse pelas prateleiras, meus dedos percorrendo as capas das fitas VHS sem realmente vê-las. Minha atenção estava dividida entre as estrelas de Hollywood e a figura de Helô organizando caixas atrás do balcão. Cada movimento dela era calculado, cada vez que se curvava para pegar algo na prateleira mais baixa, eu sentia um calor se espalhar por entre minhas pernas. Havia outros clientes na loja, um casal discutindo comédias românticas, um homem sozinho procurando filmes de ação, e eu esperava, pacientemente, fingindo casualidade enquanto meu corpo pulsava de antecipação.

Finalmente, o último cliente saiu. O silêncio da loja ficou pesado, carregado de possibilidades. Eu não hesitei. Caminhei diretamente para o balcão, minha mão tremendo um pouco enquanto retirava a nota de cinco reais do bolso. Coloquei o dinheiro na madeira polida, empurrando-o na direção dela.

— Quero mais três filmes. — disse eu, minha voz mais firme do que esperava. — Do mesmo estilo.

Helô pegou a nota, seus dedos roçando os meus por um instante que pareceu durar uma eternidade. Ela sorriu. Um sorriso lento que começou nos lábios e chegou até seus olhos.

— Você já assistiu a tudo? — sua voz era baixa, adocicada, como mel quente escorrendo.

Engoli em seco.

— Só os dois primeiros. — respondi, com meus olhos encontrando os dela. — O terceiro vou assistir hoje à tarde.

Ela se inclinou para frente sobre o balcão, o decote de sua blusa revelando um vislumbre de pele negra dourada, com seus volumosos seios querendo rasgar o tecido.

— E aí? Aproveitou bem os filmes? — A pergunta flutuou no ar entre nós duas, carregada de duplo sentido.

Meu rosto queimou, mas algo em mim se recusou a recuar. Lembrei do orgasmo explosivo assistindo mulheres se tocarem, da fantasia com Carlinhos e Gabi juntos, da decisão de abraçar quem eu estava me tornando.

— Aproveitei cada cena — disse eu, minha voz ganhando uma confiança surpreendente. — Cada segundo.

O sorriso de Helô se ampliou. Ela gostou da resposta. Eu podia ver nos olhos dela.

— Qual deles você gostou mais? — perguntou ela, fazendo anotações em um caderno, como se nossa conversa fosse sobre qualquer coisa normal.

— Gostei muito dos dois, — respondi honestamente. — Cada um tinha seus momentos especiais.

Ela parou de escrever, olhando diretamente para mim.

— Ah? E o segundo filme? Onde os Garotos Não Estão... — disse ela, pronunciando o título com uma lentidão deliberada. — Sem homens. Apenas mulheres. O que você achou dele?

O desafio estava claro em seus olhos. Ela estava testando, sondando, querendo saber exatamente o quanto eu estava disposta a admitir. E naquele momento, decidi que não teria vergonha. Não com ela.

— Não consegui me segurar, — confessei, minha voz baixa mas firme. — Enquanto assistia, eu explorei meu próprio corpo. — Fiz uma pausa, deixando o peso de minhas palavras preencher o silêncio. — Até explodir em… Sensações extremas!

Helô prendeu a respiração por um segundo, seus olhos se escurecendo de desejo. Ela estava me seduzindo, eu percebia agora cada movimento calculado, cada palavra escolhida. E o mais incrível era que eu estava retribuindo, jogando o mesmo jogo dela.
A diferença de idade entre nós nunca pareceu tão irrelevante e tão eletrizante ao mesmo tempo. Ela, com sua experiência óbvia, uma mulher já feita, certamente com muito sexo em sua bagagem, e eu, uma pirralha franzina descobrindo um mundo de prazer que mal começara a explorar.

— Sensações extremas, — repetiu ela, sua voz com um sussurro rouco. — Gosto de como isso soa. — Ela guardou meu dinheiro lentamente, seus dedos traçando padrões invisíveis no balcão. — Você é muito mais interessante do que parece, Becca.

Meu nome em seus lábios soou diferente, mais íntimo, mais perigoso.

— Ainda tenho muito para descobrir. — respondi, meu coração disparando enquanto percebia onde essa conversa estava nos levando. — Ainda preciso aprender muitas coisas. Sobre tudo…

Helô sorriu, um sorriso genuíno desta vez, cheio de promessas não ditas.

— Tenho certeza que sim. — disse ela, sua mão se estendendo sobre o balcão, seus dedos quase tocando os meus.

Helô saiu por trás do balcão, o que me assustou e me fez perder um pouco de minha postura de firmeza, duramente construída em cima de um pilar de pânico e incertezas. Ela caminhou até a porta da loja e a encostou contra o batente.

O estalo da fechadura soou alto demais no silêncio da loja vazia, um som final, decisivo. Helô não disse nada, apenas me olhou por cima do ombro, um sorriso meio canino, antes de se virar e caminhar em direção ao corredor escuro nos fundos.

Eu a segui, meu coração parecia um tambor de guerra que só eu podia ouvir. O ar lá atrás era diferente, mais pesado, cheirando a plástico envelhecido das capas das fitas e a uma poeira que nunca era incomodada. As prateleiras estavam abarrotadas de caixas com imagens explícitas, corpos entrelaçados em todas as posições imagináveis, um testemunho mudo de todos os desejos do mundo.

— É aqui que as experiências mais interessantes podem ser descobertas. — disse Helô, sua voz num sussurro baixo e vibrante que parecia roçar minha pele.

Ela parou diante de uma seção específica, e seus dedos, com as unhas pintadas de vermelho escuro, passaram casualmente pelas capas de fitas com apenas mulheres.

— Você tem um olhar que devora, Becca. Sabia disso? Parece que você está sempre faminta. — Ela se virou para mim, encostada na prateleira, e seu corpo formou uma linha curva e convidativa sob a luz fraca. — E eu adoro uma garota faminta.

Engoli em seco, com meu pescoço rígido. O jogo estava claro, e eu estava disposta a jogar.

— Faminta por quê? — perguntei, com minha voz soando mais inocente do que eu me sentia. — Eu só queria saber o que tem nessas fitas que é tão diferente do que eu já vi. — Olhei para as capas, para os rostos de prazer contido, para as bocas abertas. — Tudo bem que eu nunca tinha visto nada assim antes, só com mulheres. Ainda tem algo diferente disso?

Helô riu, um som baixo e quente.

— Ah, Becca. Isso é porque você só viu o básico. — Ela deu um passo em minha direção, fechando o espaço entre nós. O cheiro dela era uma mistura de perfume barato e algo mais, algo feminino e animal. — Há um mundo inteiro de coisas para descobrir. Coisas que seu corpo sabe que quer, mesmo que sua cabeça ainda não tenha nome para elas. — Sua mão subiu, e seus dedos roçaram meu queixo, traçando a linha da mandíbula. — Você quer que eu te mostre?

A troca de olhares foi o estopim. O ar entre nós pareceu inflamar, o som de nossas respirações ofegantes preenchendo o corredor apertado. Não foi uma decisão, foi um impulso. Eu me inclinei e meus lábios encontraram os dela. O primeiro contato foi suave, um teste, mas em segundos se transformou em algo desesperado e faminto. A boca de Helô se abriu, e sua língua encontrou a minha, uma dança úmida e possessiva que me tirou o fôlego. Minhas mãos subiram até o cabelo dela, prendendo-a, enquanto as dela desabavam pelas minhas costas, puxando meu corpo contra o dela com uma força que me deixou tonta.

Ela sabia que era errado, eu podia sentir nas hesitações de seus toques, na forma como seus dedos se cravaram na minha pele como se estivesse se agarrando a um último fio de razão. Mas a razão se perdeu.

Helô me guiou para trás, até minhas costas baterem contra a prateleira de fitas, que chacoalharam com o impacto. Sem soltar meu beijo, suas mãos encontraram a bainha da minha camiseta branca de botões, e a puxaram para cima, revelando meu peito reto, nú. O ar frio bateu em meus mamilos, que já estavam entumescidos, e um gemido baixo escapou da minha garganta quando ela quebrou o beijo para olhar.

— Sem sutiã? — ela murmurou, e seus olhos brilharam.
— Eu não tenho o que guardar. — respondi ofegante e aflita .— Não cresceram ainda, não tenho porque usar.
— Que menina esperta. — E então, ela se ajoelhou.

Meu cérebro entrou em curto-circuito. Helô, ali, de joelhos no chão sujo da videolocadora, os olhos fixos na minha saia xadrez, o uniforme descomposto aós os amassos. Suas mãos subiram pelas minhas coxas, e seus dedos encontraram o botão central. O zíper desceu com um rangido alto e sinistro. Ela puxou a saia para baixo, junto com minha calcinha, e o ar frio me envolveu por completo. Eu estava exposta, vulnerável, no meio daquele corredor de pecados.

Minha buceta estava ali, lisa, fechada, internamente encharcada, próxima aos lábios de Helô. Eu estava me expondo para uma mulher adulta, que me olhava com um pedaço de carne suculenta. E isso me excitava ainda mais.

— Olha para mim, Becca. — Ela ordenou, e seus olhos encontraram os meus. — Aprenda.

E então, ela mergulhou. A primeira passada da língua dela pela minha buceta foi um choque elétrico. Molhada, quente, incrivelmente hábil. Ela não teve pressa no começo. Explorou, descobriu, usou a boca como eu nunca poderia ter imaginado. Sua língua traçou círculos lentos no meu clitóris, uma pressão insistente que fez minhas pernas tremerem. Eu me agarrei às prateleiras, as caixas de fitas cortando minhas mãos, mas eu não sentia dor. Só sentia aquela língua, aquela boca, me devorando viva.

— Você é tão gostosa — ela sussurrou contra minha pele, antes de chupar meu clitóris com força.

Um grito agudo escapou, e eu tive de morder o lábio para não gritar mais alto. Ela alisou com um dedo, depois dois, quase dentro de mim, curvando-os de uma forma que me fez ver estrelas. O ritmo aumentou, a língua e os dedos trabalhando em uma perfeita e selvagem harmonia. Era fútil tentar segurar. O orgasmo me atingiu como uma onda, um tsunami de prazer que me deixou sem fôlego, fazendo meu corpo se contorcer e se sacudir contra a prateleira.

Eu fiquei ofegante, as pernas bambas, enquanto Helô se levantava e limpava o rosto com as costas da mão, um sorriso de satisfação nos lábios.

— Agora é a sua vez de aprender a dar prazer. — Disse ela, pegando minha mão e a levando para entre as pernas dela. — Vem. Não tenha medo. Apenas sinta.

Meus dedos tremiam quando a toquei, sentindo o calor e a umidade através da calcinha dela. Ela me guiou, me ensinou o ritmo, a pressão certa. Foi rápido, desajeitado e absolutamente eletrizante.

Sua buceta era diferente da de Gabi, Negra, com pêlos crespos bem aparados, muito molhada, com um clitóris grande e rosado coberto por um capuz arroxeado que se estendia formando carnudos pequenos lábios. O cheiro de sexo tomava conta do local.

Seis enormes seios, lindos e fartos, com grande auréolas escuras, os mamilos pontudos, eu não apenas chupava-os. Eu me sentia uma filhote mamando esfomeada.O calor de nossos corpos colados e molhados contrastava com o ambiente frio criado pelo ar condicionado. E em momento nenhum eu deixei de acariciar aquela deliciosa buceta adulta e experiente, mesmo enquanto eu me afagava em suas mamas.

Quando ela finalmente gemeu e se contorceu contra minha mão, um sentimento de poder cru e intenso me inundou. Olhei em seus olhos e me abaixei. Trocamos os olhares e ali selamos um pacto naquele chão sujo, rodeadas por filmes pornôs. Um pacto de carne, de desejo, sem promessas e sem amanhãs. Era só aquilo. Puro e selvagem.

Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • DaniTBT: Agora o bicho pegou. Sabia que essa Helô estava tramando algo desde o início. A chapa tá cada vez mais quente. Nao demore pra continuar.

    Responder↴ • uid:2sosh15noqr