#Sado #Traições

O abusador do ônibus

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pretus

O que leva uma mulher casada, aparentemente feliz, apaixonar-se por um homem estranho e abusador ?

Como sempre fazia as 06:30 hs da manhã chegava ao ponto de ônibus próximo a minha casa, me posicionava a frente de onde provavelmente pararia a porta de entrada, era uma rotina, já praticada de forma inconsciente. Dali atravessaria a cidade de norte a sul me dirigindo para o trabalho numa viajem espremida a qual a gente não se acostuma nunca. Ali eu sou a gostosa anônima que todos querem tirar uma casquinha. A cidade é tão grande que mesmo pegando sempre o mesmo ônibus , no mesmo horário, as pessoas não se repetem. O que sabem essas pessoas sobre mim? Que sou casada! Minha aliança de casamento usada no dedo anelar da mão esquerda exibida pela pega do balaústre me denuncia. Sempre vestida com calcas de alfaiataria de tecido fino, de acordo com as exigências do emprego, uma secretária? Uma jovem mulher branca, rosto suave, cabelos castanhos longos penteados para atras. Mais nada alem disso.
Por que comigo? Foi o acaso? Ele encostou-se a mim, por trás, dei conta ao local cheio, logo pensei na massa ignara que se esfrega ao acaso... Dei um passinho de lado ele acompanhou, voltei a posição anterior, ele também. Olhei para ele pensando em reclamar, mas sua expressão e seu olhar me aterrorizaram não sei por que me intimidei. Nova tentativa de se desvencilhar, de um lado uma perna dele me barrou, do outro a outra perna, sem saída me encolhi fiquei quieta na esperança que descesse logo e seguisse seu caminho, sentia vergonha de mim, agia como as menininhas envergonhadas sofrendo abusos, desejava que ninguém percebesse.

Seu pau começou crescer, o contato era tão próximo que pude sentir toda transformação, possivelmente tinha sido ajeitado por que apontava pra cima. Olhei de novo para trás só eu pude sentir o leve sorriso dominador. Seu pau continuava a me cutucar, a vergonha me consumia, lamentava ser tão covarde. Por que fazia isso comigo se haviam outras mulheres loucas de desejos e vestidas para essas ocasiões, como passageiras?
Agora não obedecia mais o sincronismo do ato com o balanço do ônibus , já era quase uma foda, tinha que me segurar no balaústre para na cair em cima das pessoas sentadas, era grande a pressão sobre minhas nádegas. Algumas pessoas viam mas não tinham coragem de se manifestar, ele realmente intimidava. Um assopro no meu ouvido que me arrepiou, no seu hálito se misturava cigarro e menta, Olhei novamente pra traz, mascava um chiclete exibindo toda a autoridade sobre mim. Era um homem arrogante.
Meche! Pela primeira vez escutava sua voz, forte, metálica, dita num sub-tom, não obedeci na primeira chamada, mas veio a segunda mais autoritária, “_Mecheee!” Sem saber o que fazer joguei o bumbum pra um lado e para o outro, de um jeito tímido, sua pica dura roçava minhas nádegas. “_ Vamos você pode fazer melhor” Me lembrei de quando menina jogar bambolê. Enquanto minha vergonha diminuía ia pegando jeito, precisei de uma justificativa moral ao meu comportamento. A primeira que era um homem violento, a segunda se fizesse logo o que queria desceria no próxima ponto, me livraria dele!
Aquela coisa dura massageava minhas nádegas, a ponta se alojava no meio das nádegas afundando minhas calças para dentro, sua respiração se acelerou, era impossível que as pessoas não percebessem, tanto que se afastaram um pouco. Era um animal, sem consciência social agia como os cachorros na rua, pegava a cadela em qual quer lugar e a cobria. Estaria eu no cio e ele me farejou? Mais tarde descobri, uma amiga me disse que aquelas calças de alfaiataria me deixavam com a bundinha extremamente arrebitada, bem desenhada!
De repente aquele silencio que antecede o gozo, a respiração presa, é o organismo concentrando forças na genitália a seguir uma explosão de um gozo incontrolável, enlaça minha cintura com força, levanta um pouco minha blusa para que eu sinta nas costas seus pelos da barriga, a sensação é que meu corpo se funde ao dele pela sua barriga. Pelas minhas nádegas sinto os espasmos de seu corpo, o pau duro lateja, sinto minha calça molhar, como um esponja que suga um liquido quente, o maldito esporrou tanto que atravessou sua calça e sujou a minha.
Desceu no primeira ponto e ficou olhando para dentro até que o ônibus desaparecesse no transito. Levo a mão para trás, me sujo com a gosma que deixou. Uma velhinha sentada se manifesta indignada: “_Se queixa com o cobrador, olha ele ali!” De mim só extraiu uma cara desenxabida. Tive pesadelos a noite toda, em meus sonhos corria nua pelas ruas e um monstro atrás de mim, se me pegasse me devoraria, no sonho eu tinha tetas enormes.
Pela manhã me preparava para um novo dia. Depois daquele banho me olhei no espelho grande do guarda-roupa, de fato com a idade e algum exercício a noite, eu tinha ficado com uma bunda lisa e arrebitadinha. Alisei minha bunda com suavidade e comecei a escolher a roupa, uma calça de um tecido bem leve e folgado, dispensei a calcinha.
Ansiosa no ponto esperei alguns ônibus passarem. Ansiava por um reencontro que não acontecia, dia após dias vestida do mesmo jeito, desaprendi a usar calcinha e sutiã, subi um pouco o cavalo da calça, comprei um sapato com salto mais alto, fiquei maior! Minha bunda também ficou acima do normal, como conseqüência!
Minha vida tornou-se a preparação para quando aquele momento se repetisse, me habituei a deixar minha bunda arrebitadinha, comprei um bombolê para me exercitar, queria rebolar de um jeito gostoso, fiz flexões com as nádegas, pensava em adquirir força para prender aquele mastro em mim.
Nada acontecia! A espera era longa minha ansiedade era tanta que já começava a sentir raiva do meu marido, era insuportável quando me procurava, se eu não tinha prazer por que dar a outrem.
Aquele dia seria diferente já sentia isso em sair de casa e ver o sol da manhã, era primavera e os jardins das casas estavam floridos, rosas, margaridas, bromélias, brigavam pelo odor do ambiente, mas era o cravo que ganhava essa briga do mesmo jeito que aquele homem.
Minha intuição fez que ficasse um tempão naquele ponto vendo os ônibus chegarem e partirem. Como já tinha rastreado a rua varias vezes não tirava o olhar da travessa do outro lado da rua.
Quando surgiu... vi primeiro a cabeça, depois o corpo, na minha mente foi como uma câmara lenta se processando quadro a quadro. Pude delinear parte por parte, o rosto marcado, barba por fazer, queixo quadrado exibindo dureza, os olhos apertadinhos refletindo a maldade da alma, o pescoço curto e grosso como daqueles lutadores, vários botões abertos na camisa clara, aquele peito peludo, a falta de barriga realçava mais ainda seu tórax. Pelo tamanho a calça não escondia aquela enorme protuberância caída do lado esquerdo, o andar demonstrava ter coxas grossas. Era um homem que não tinha medo de nada, estava ali para demolir! Para derrotar! Seu lema era vencer e vencer, dali vinha toda segurança.
Sorri para ele como uma menina, achei que seria o suficiente para uma aproximação. Não me reconheceu, algumas vezes olhou para o meu lado, mas nunca direto nos meus olhos, às vezes de lado outras por cima, parecia procurar por alguém tanto que esticava o curto pescoço, fiquei receosa de não ser a escolhida.
Um turbilhão, gentes apressadas, a turba ignara avançava sobre a porta do ônibus atropelando os que já estavam dentro, eu no meio me deixo levar, lutar para que? Fico de olho num balaústre para que possa pegar, será minha ancora por toda viajem! Perco de visão o homem que desejo, procuro de um lado e do outro, tinha sumido! Na rua não ficou, estava vazia.
O ônibus partia, como moléculas de água todos se moldavam ao recipiente, Apenas aceleração ou paradas bruscas movimentava a turba. Lamentava... Tinha perdido a oportunidade.
Um cheiro de cigarro e menta chama minha atenção, um brilho de esperança emana dos meus olhos! Reacendo como uma brasa recebendo um sopro de ar. Logo a seguir um cutucão na bunda! Abri um sorriso, foi como uma folha de papel conduzida pelo vento ao léu chegando até mim! Aquele cutucão tinha digital, eu reconhecia. Não procuro disfarçar a alegria, só não olho para traz. Se for apenas um sonho não quero acordar.
Começo a executar tudo que treinei mentalmente. Primeiro abrir bem as pernas, depois relaxar bem a bunda para que não ofereça resistência, assim que sentir o pau forçando a porta da buceta ou quem sabe do cuzinho, fechar bem as nádegas para mantê-lo preso, depois rebolar bastante, sei que com o aumento do tesão vai dar uma baforada em minha nuca me arrepiando, seguido de um assopro na orelha, fazendo com que gemo baixinho, a mão forte vai me enlaçar, o bíceps vai crescer com o forte abraço, entre o olhinho do meu cu e seu enorme cacete apenas o tecido leve de minha calça, meus olhos fechados não queriam ver ninguém Queria só sentir o prazer da pica tentando perfurar o tecido e destruir minhas carnes, o toque de minhas nádegas com sua pélvis, o calor de seu corpo se transferindo pro meu, o beijo na boca com que sonhava, sim ele teve a coragem de fazer indiferente aos outros... Se não fez! Ficou por conta da minha querência e imaginação. Ali eu era uma menina toda candente protegida por seu macho.
O ônibus se esvaziava... me largou... Fez um sinal para que o acompanhasse, desceu no próximo ponto, segui-o a uma certa distancia, como uma gueixa segue seu amo. Andava devagar dando tempo a que a rua se esvaziasse, parou um pouco mais a frente e olhou para trás por alguns momentos, fiz o mesmo, já estava ali do lado sentindo o seu cheiro que me inebriava. Entrou na próxima rua e eu fui atrás, parou em frente a um hotelzinho esperando meu comportamento, testava o ponto de minha submissão sabia o que eu íria fazer, me coloquei ao seu lado e peguei em seu braço. Entramos e fomos direto para um quartinho nos fundos, me surpreendi pois o carinha recepção o conhecia. Já dentro do quartinho e em silêncio ele abriu totalmente a camisa, o zíper e colocou o pau para fora. Nunca tinha visto um homem tão peludo e bem dotado como ele. O prazer transpassava meu rosto, punhetei-o de vários jeitos e por longos minutos, ele de olhos fechados soltava grunhidos feito animal. Virou de frente para mim, sabia o que esperava de mim, não deixei que o tesão esfriasse, fiquei de cócoras frente ao seu pau, segurava suas coxas por traz e abocanhava o pau gulosamente, minha gula era tanta que meu gemidos se misturavam com os sons onomatopéicos das chupadas, meu homem gemia alto não se importava com os outros que por ventura passavam pelo corredor, ousaram reclamar e ele com um forte grito silenciou a pessoa, ninguém mais ousou reclamar sabiam que eu tinha um dono. Não quiz a cama, preferiu ficar em pé. Segurou a porta do banheiro aberta para que eu entrasse, comigo era educado e carinhoso. Dentro do banheiro sem que me pedisse abaixei minhas calças, minha bunda lisinha e arrebitadinha reforçou sua pica grossa, agora completamente tesa. Entrou e encostou a porta atrás de si. Tocou minha bunda com suas mãos poderosas e cheias de calos, possivelmente pelas lidas das barras de exercícios ou de algum emprego pesado. Apalpou e alisou, deu um tapa forte excitado pelo fascínio que aquela bunda firme e lisa lhe provocava, disse que queria me cu, a buceta ficaria para a próxima vez. Me puxou contra si, senti o calor de seu membro esmagado entre minhas costas e seu corpo, um frio me percorria a espinha, um tremor bambeava minhas pernas e o calor do meu rosto ruborizava as faces. Minha mão voltada para trás alisava sua face barbada e seu tórax absurdamente peludo, como que agradecendo por ter me escolhido, seu braço enlaçado no meu pescoço e eu beijando seu bíceps, um jeito de me sentir subjugada a sua força, mas também um jeito dos dois retardar o momento, ir sentindo cada pedaço de prazer, paulatinamente... Enfiou o dedo em minha boca e deixou que eu chupasse, enfiei eu mesma o outro dedo, queria que minha boca fosse toda ocupada, havia um gosto de fumo e de homem, chupei como a um pinto, sem nenhuma vergonha pedia para ser enrrabada.
Senti que o ato ia começar quando com uma mão me prendeu pela cintura e a outra jogou meu tronco para frente me dobrando como uma pelúcia, minhas mãos se escoravam na parede pronta para agüentar a investida do homem forte e de seu peso.
Cuspiu na mão e untou o cacete, repetiu o gesto até que o pau estivesse todo lambuzado, disse que era pra eu sofrer menos, pois queria comer apenas meu cuzinho, não precisava tanto carinho eu só queria estar ali embaixo dele. Agora molhou só o dedo e procurou meu cuzinho enfiou a ponta do dedo e forçou as paredes do meu anelzinho isso me fazia tremer mais e dizer asneiras, nessa hora quis ser tua mulher, casada... Papel passado... ele rio disse que eu era apenas uma vadiazinha, foi prolongando... Punha a pontinha do pau e sentia meu cuzinho piscar, depois aliviava aumentando minha agonia, falava em desistir só pra ouvir minhas súplicas com insistência, repetidas vezes eu pedia: “_ por favor! Me coma! Te amo! Sou tua! Faça o que quiser comigo!” Ele ria e mordia meus ombros e nuca. De repente uma única mordida forte ao mesmo tempo que me penetrava de um jeito lento e constante só parando quando terminou, pela dor da mordida me encolhia e liberava meu cuzinho para ser rasgado. Meus olhos marejados pela dor que senti sem reconhecer de onde vinha se da mordida ou da defloração que sofria. Nossos comportamentos em conflito, que desejo forte era esse que nos faziam gostar de sexo com estranhos!?
Depois dos primeiros: “_Para!Tira! Não estou agüentando!” Veio o prazer, sob suas ordens comecei a rebolar, timidamente, depois do jeito que ensaiara tantas vezes pensado naquele momento. Metia como um cavalo, presa, só sairia de lá quando esporrasse aliviando seu tesão, exigiu que eu gozasse junto, como se estivesse me pagando. Metia tão forte que eu era arremessada para frente e minha cara era esmagada na parede. Se segurou até que percebeu meus sinais, emitidos através de gritos e gemidos alucinados, do corpo que não se sustentava, do meu gozo sem que ao menos me tocasse. Encheu meu cu de porra, senti um calor interno e meu estomago virou. Quando começou me empurrar me dei conta que tinha prendido seu corpo pela nádegas para que não se separasse de mim. Tirou o pau pra fora produzindo uma pequena dorzinha, um espocar de champagne nos separou, a porra junto com sangue escorreu em forma de um filete enquanto meu cu se fechava lentamente, jamais seria como era antes tinha adquirido elasticidade, seria eu mais uma daquelas vadias procurando por picas nos ônibus ou metrô?
Disse que minha bundinha era fresquinha e deliciosa, se apaixonara por ela. Saiu sem se despedir e deixou um cartão de contato e a conta do quarto para eu pagar.

Comentários (4)

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  • Marina: Fernandinho eu amo quando meu pai me mostra peladinha para is amigos dele Ele até abre um pouco minhas pernas para que vejam direitinho minha bucetinha

    Responder↴ • uid:6oeewvjbd1
  • Tasag: Parabéns, dialética perfeita, tesão a cada vírgula.

    Responder↴ • uid:10yqtmjxj3po
  • Nila: Que delícia e que inveja, sempre quiz encontrar um tarado com essas características. Parabéns pelo conto, ele foi muito bem elaborado e escrito.

    Responder↴ • uid:xotc6w1ruhr
  • Mario: Dentro do ônibus já comi um cuzinho com permissão do corno q permitiu q a mulher dele viesse por cima e ainda guiou o pau para dentro do cuzinho com a mão do corpo a mulher chorou na rampa e depois ainda chutou a piça e deixou tudo limpo. Mas q mulher gostosa ainda me deu seu endereço para passear em Varginha MG. Q fora maravilhosa.

    Responder↴ • uid:1d5ke06o7uxs