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Os cunhados - a suruba inesquecível - Parte 15

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Lopedrinhofm

Eu travei com a mesma timidez de sempre, fiquei pensando se daria algum problema, a verdade é que eu não estava pronto, mas meu pau insistia em dizer ao contrário, eu fiquei duro feito pedra, e disse:
- Depois eu me preocupo com isso, vamos aproveitar.
Felipe tirou a toalha, eu segurei aquela rola pesada, e comecei a chupar, dessa vez eu já estava mais habituado, liguei o foda-se e agi pela primeira vez como uma puta, eu lambi tudo, sem miséria, até batia seu pau em minha língua, Felipe gemia bem gostoso, e aos poucos eu aceitava de que aquilo tudo me destruiria em breve.
Eu queria chupar mais, mas Felipe mandou parar, veio para trás de mim, e começou a lamber todo meu cu, eu empinava a bunda em sua cara, aproveitando cada centímetro daquela língua, eu senti quando ele começou a enfiar o dedo indicador no meu cu, como seu dedo é grande, já doía, mas eu me ajeitava e permitia ele me lacear para tentar aguentar toda sua rola, eu me acostumei rápido com seu dedo, não demorou muito para Felipe entrar em mim, ele meteu a cabecinha e eu já me arqueei de dor, ele fez:
- Shhhii, não grita, aguenta, sua putinha!
Não tinha muito controle do que estava acontecendo, mas tive a impressão de que meu cu estava sangrando, eu pedi pra parar, mas Felipe permaneceu imóvel, apenas relaxando a cabecinha dentro de mim, eu me enfraquecia, não estava sentindo prazer e sim desespero, comecei a implorar mentalmente para ele não entrar mais e só desejava que aquilo terminasse logo.
Aos poucos, Felipe se movia, eu não tinha reação, mas ele era cuidadoso, me acostumei com sua cabecinha, e já conseguia sentir prazer, mas na medida em que ele entrava mais, a dor voltava, comecei a sentir vontade de fazer coco, e disse:
- To sentindo a mesma coisa que a Sabrina, tira, tira, aiii caralho...
- Não quer cagar no meu pau que nem sua mulher?
- Não porra, tá doendo muito! Tira...
Felipe tirou, eu me lancei na cama com dor, olhei e vi que mesmo que eu não quisesse, tinha sujado seu pau, fiquei com vergonha e corri pro banheiro para me limpar, tinha sangue no papel, eu comecei a sentir ódio de mim mesmo, a outra vez que tinha dado pro Felipe tinha sido "mais fácil", mas agora eu tinha acabado de estragar uma bela foda, por não ter aguentado, eu me vesti, voltei pro quarto todo tímido, e Felipe ainda estava pelado.
- Não vai por a roupa?
- Tava esperando você sair pra me limpar...
Ele foi pro banheiro, demorou uns 10 minutos, e voltou... pelado.
- Porra mano, coloca uma roupa
- Vai ser assim? Se você não aguentou, beleza, mas vem mamar pelo menos
- To mal com isso, era pra ter sido melhor
- Relaxa, vem cá, vamos ficar só de broderagem
Eu fiquei olhando, e a vontade de chupar aquela pica me convenceu, Felipe e eu revezamos chupada, eu não me aguentava de tesão e falei:
- Você podia me dar seu cuzinho, né?
Felipe não aceitou, ele disse que não curtia e que não faria mais, ficamos ali, apenas nos boquetes, até cada um gozar na boca um do outro.
Na manhã seguinte, Felipe me levou pra tomar um café numa padaria bem luxuosa.
Conversamos bem e perguntei:
- Você já veio aqui quantas vezes?
- Aqui em Nova York é a primeira vez, eu já vim em Los Angeles, Filadélfia e Austin, minha vontade é conhecer Chicago, mas vai ficar pra uma próxima.
- Cara... sobre o que rolou
- Lá vem
- Eu gostei muito
- Já te falei que você é bi
- Será mesmo?
- Sim, e foi o que eu disse, você só curte ser ativo, não aguenta rola
- É estranho, não consigo te aguentar, eu aguentei o Gabriel de boa
- Aguentou... sentiu o prazer da próstata, mas gostou?
- Não... não gostei muito, eu curto o beijo grego, mas a sensação de um homem em cima de mim não é boa.
- Então não faz, respeita seu corpo.
- Mas e você? Você já falou que não curte dar e mesmo assim... às vezes dá
- Eu não curto, mas consigo focar no prazer, se for pra dar, eu consigo, mas não é algo que eu sou chegado, prefiro muito mais dominar alguém
Essa foi a única coisa que conversamos a respeito do que rolou, Felipe não era de ficar falando putaria para constranger as pessoas, não tínhamos muito tempo, logo nosso voo de volta saiu, quando acontecia qualquer viagem ganhávamos o resto da semana de folga, a menos que voltássemos numa sexta, mas nesse caso, fomos segunda de manhã e estávamos voltando na terça de manhã, assim que chegamos no aeroporto de Guarulhos notei um semblante de preocupado em Felipe enquanto chamávamos o uber.
- Tá tudo bem?
- Tá sim
- Você tá estranho desde que pousamos, aconteceu alguma coisa?
- O Gabriel se mudou ontem a noite, me mandou um áudio de 6 minutos falando tudo que não gostou na reforma, pra eu trocar a pia, porque a casa estava na minha responsabilidade, que é pra eu trocar o portão, pintar o quarto dos meninos de azul... eu to pensativo se eu to errado, porque puta que pariu, todo dia uma novidade
- Nem responde mano, ele só faz essas coisas porque ele sabe que se ficar enchendo o saco você vai lá e acaba resolvendo
- Eu preciso falar com ele, mas uma conversa bem madura mesmo, vou ver com o sr. Medeiros se tem alguma vaga pro Gabriel com salário legal... ele tá todo enciumado que você tá trabalhando comigo
- Viu?! Já tá pensando em como ajudar uma pessoa ingrata, tem que deixar o Gabriel se foder
- Foda que eu gosto dele, mas essas palhaçadas dele me irritam
Nosso uber chegou, no caminho fomos conversando com o rapaz sobre a viagem, até o motorista perguntar:
- E vocês foram em viagem por pacote ou por empresa?
- Pela empresa, a gente trabalha no M...
Felipe me deu um soquinho na perna, como quem queria dizer pra eu não dar essas informações, o motorista começou a fazer muitas perguntas mais pessoais:
Motoristas: Mas qual o cargo de vocês lá? Pra uma viagem internacional deve ser importante
Felipe: A gente é chão de fábrica, é a primeira vez que a gente viaja pra fora
Motorista: E ganharam bem pra ir pra lá?
Felipe: Nada, só a passagem e hospedagem, disseram que iam pagar a mais no salário, mas só no dia do pagamento
Motorista: E vocês trabalham em qual unidade dessa empresa?
Felipe: No galpão de Cajamar
Percebi que Felipe passava informações erradas em tudo, e comecei a notar maldade no motorista, quando estávamos chegando, o motorista parou em um mercado, duas ruas antes e disse:
- É aqui?
Felipe: Sim, aqui
Motorista: Mas num mercado? Não vai direto pra casa?
Felipe: Precisamos comprar o leite das crianças né? Valeu pela corrida
Motorista: Beleza, chefe! Boa terça
Descemos do carro, e o motorista ficou parado "esperando outra corrida", Felipe e eu entramos no mercado, estávamos tensos.
Felipe: Na próxima vez, não fala que veio de fora, fala que foi visitar parente, esse cara tá estranho, e eu to desarmado
Eu: Você acha que ele tá com maldade?
Felipe: Tenho certeza, mas bora
Felipe e eu saímos na rua, dobramos a esquina errada de propósito, quando olhamos pra trás o ônix vinha devagar nos acompanhando.
Felipe se ajeitou e colocou a mão na cintura sob o celular e parou esperando o motorista, o rapaz passou com o vidro baixo, pensativo sobre a pose de Felipe e disse:
- Só uma informação, você sabe onde fica o acesso mais rápido pro rodoanel?
Felipe: Joga no GPS aí, bora, se tentar gracinha quem se fode é você
Na mesma hora, passava uns nóias conhecido do Felipe, ele levantou o braço chamando, o motorista pediu desculpas dizendo que não ia tentar nada, que Felipe interpretou ele mal.
Essa tensão toda aconteceu por eu ter falado mais do que devia, finalmente em casa, o dia foi mais tranquilo, até chegar a noite, umas 20h e Gabriel me mandar mensagem:
"O Felipe tá vindo aqui, vem vocês também, vou comprar umas carnes"
Chegamos lá, estranhamente antes de Felipe, Gabriel não estava, havia ido no mercado, Bruna se queixava dizendo que o Gabriel estava impossível de se conviver, mas que esperava que o Felipe conversasse de forma madura.
Ouvimos palmas no portão e Sabrina foi atender, achávamos que era o Felipe, mas era a Julia, ela entrou.
Julia: Boa noite, gente!
- Boa noite - dissemos todos
Julia: O Felipe tá aqui?
Bruna: Não, não chegou ainda, já era pra ele ter chegado
Julia: Ele me mandou mensagem dizendo que viria, pra eu pegar algo com ele, quando ele chegar você me grita?
Bruna: Vocês estão de rolo né?
Julia: Não, misericórdia! O Felipe nem olha na minha cara
Bruna: Se você quiser algo, tem que ser agora que ele tá solteiro... não vacila
Julia corou, muito acanhadinha, e foi pra sua casa.
Gabriel chegou, acendeu uma churrasqueira improvisada em alguns blocos e uma grelha, e colocou as carnes para assar.
Gabriel: Cadê o Felipe?
Eu: Até agora não chegou
Gabriel: O Bruna! Liga pro Felipe aí
Bruna foi ligar, mas no mesmo instante ouvimos o carro de Felipe parar na frente da casa, mas ele não chamou, pelo contrário, estava demorando.
Gabriel: O Pedro, vai ver o que o Felipe tem que não entrou ainda.
Fui ver... Felipe estava tirando muitas sacolas do porta malas e entregando a dona Silvana e a Julia, compras de mercado, eu acabei ajudando, elas estavam felizes com a atitude de Felipe, e meu coração se aqueceu naquele momento, eu percebi que agora, ganhando bem, eu também podia ajudar mais as pessoas, e o melhor... ajudar sem sair falando.
Entramos e Gabriel já começou com grosseria.
Gabriel: Porra, por que demorou pra entrar?
Felipe: Estava conversando com a dona Silvana
Gabriel: Então, você ouviu meu áudio?
Felipe: Ouvi
Gabriel: O que vai fazer?
Felipe pegou uma caixa de madeira e se sentou ali no corredor mesmo, e disse:
- O que você quer que eu faça?
Gabriel: Você fez tudo sem me perguntar qual era o piso que eu queria, a cor da parede, qual tipo de torneira... tudo bem que você pagou tudo sozinho, mas podia pelo menos ter perguntado
Felipe: Beleza, me desculpe não ter perguntado seus gostos, eu comprei tudo online, nem vi muita coisa, mas a casa tá muito boa, aproveita que agora não vai pagar aluguel e arruma as coisas que não gostou aos poucos
Gabriel: Você não pode pelo menos pintar o quarto dos meninos de azul e colocar o papel de parede?
Felipe: Posso, Gabriel, posso... escolhe a tinta e o papel e me manda que eu compro
Gabriel: Os caras podem vir pintar sábado?
Felipe: Não... eu vou comprar a tinta, aí você mesmo pinta, ou paga alguém pra pintar
Gabriel: Não, assim não... pede pro rapaz vir pintar
Felipe coçou a cabeça...
Felipe: Você realmente fala essas coisas sem perceber ou é de propósito?
Gabriel: Eu acho justo você resolver o quarto pra mim, porque se fez a casa toda sem me falar nada, eu to pedindo um cômodo só.
Bruna: Não amor, só a tinta e o papel já tá ótimo
Gabriel: E eu vou ter que pagar pintor?
Bruna: É... paga
Felipe: Você não sabe pintar?
Gabriel: Não
Felipe: Beleza... eu venho pintar
Gabriel: Não, manda um profissional
Felipe: Gabriel, eu vou mandar só a tinta e o papel, aí você se vira, beleza? Não quero reclamação disso
Gabriel: Tá, tudo pra mim é feito de qualquer jeito mesmo
Ouvimos um carro chegar, Bruna foi atender... era Fernanda e Will, na hora que eles entraram o clima ficou tenso, Felipe encarou o Gabriel, visivelmente ele se constrangeu com o olhar, mas falou baixo:
- Ela é irmã da Bruna, uma hora o encontro ia acontecer, não convidamos, acredite em mim
Felipe ia embora, mas Bruna insistiu que ele ficasse, ficamos todos ali no quintal comendo as carnes que Gabriel salgava ou deixava crua.
Bruna: Já sabe o sexo do bebê?
Fernanda: É menina
Bruna: Que bênção! E como vai se chamar?
Fernanda: Ana Clara
Will: Deve ser chato ver sua ex no churrasco na casa do seu irmão, grávida do amante
Felipe respirou fundo, e deu uma de bobo:
- Não, é super legal ver o que ela fez com a vida dela
Fernanda: Minha vida tá ótima agora
Felipe: Imagino o quanto
Will: Dinheiro não compra tudo não
Felipe: Justamente por isso que ela tava me pedindo uma cama
Fernanda: Felipe, não começa
Will: Não vamos estragar o churrasco
Felipe: Tem razão, pra que me estressar com isso?
Gabriel: Bruna, chama a Julia e a Silvana pra comer uma carne
Bruna foi chamar... Felipe entrou pra sala, saindo de perto de Will e Fernanda, Julia e Silvana chegaram, Silvana ficou do lado de fora, Julia entrou pra sala, e nessa hora, Bruna tirou o peito pra fora para amamentar, Julia a repreendeu:
- Bruna... tá cheio de homem aqui, põe um paninho
Bruna: Como se eles nunca tivessem visto meus peitos
Julia: Então você faz isso sempre?
Bruna: Sempre, o Fe e o Pedro até provaram meu leite
Julia entendeu como uma brincadeira, eu fiquei sem graça, e Felipe fechou a cara com os comentários bestas de Bruna.
Julia: Obrigada, viu senhor Felipe?
Bruna: Obrigada pelo que?
Julia: Ah, o Felipe ele trouxe umas coisas pra mim e pra minha mãe
Bruna: E pra cunhada não trouxe uma coca cola né?
Felipe: O Bruna, tem horas que eu percebo o quanto você e o Gabriel se completam
Bruna riu, um sorrisinho de quem queria irritar o Felipe, brincando, e disse:
- Eu gosto de ver você bravinho, que depois você desconta tudo
Julia: Bruna, o Gabriel vai ouvir essas brincadeiras
Bruna: O Gabriel gosta de ser corno
Julia: Oi? O que?
Bruna: Isso mesmo... o Gabriel ama um chifre
Felipe: O Bruna, para, por favor.
Silvana entrou, ainda bem, na presença de uma pessoa mais velha a Bruna se comportava. Silvana e Felipe conversavam sobre as histórias do passado da família dele, até dona Silvana perguntar:
Silvana: E você tá com alguém? Você estava noivo de uma moça, o que houve?
Will: Ela tá falando da Marina?
Felipe: Sim, da Marina... a gente não deu certo...
Will: Parando pra pensar, a Fernanda é sua segunda ex que vem pra mim
Felipe: Legal cara, parabéns, você tá chupando as bucetas que eu meti o pau
Will: Poxa, desculpa, só falei brincando
Felipe: Desculpa, dona Silvana, isso aqui é inconveniente demais pra mim
Silvana: Fica tranquilo, mas você tá namorando?
Felipe: Não, eu to focado no trabalho ultimamente e estudando bastante
Silvana: Eu percebi, e onde você tá morando?
Felipe: Ali perto do (...)
Silvana: Olha, a Julia gosta muito de você...
Júlia: MÃE!
Bruna, Sabrina, Gabriel e eu começamos a rir, e brincar com a situação dizendo que já tínhamos percebido.
Silvana: Você é um bom rapaz... e só acho que vocês podiam... conversar mais
Felipe: Dona Silvana... a gente tem 8 anos de diferença, a Julia é uma menina perto de mim
Silvana: 20 anos não é mais menina, Felipe
Júlia: Senhor Felipe, desculpa minha mãe, ela não tá bem da cabeça
Silvana: To bem sim! Ela fica o dia todo: "Ai, mãe! O Felipe é lindo, o Felipe é forte, o Felipe tá viajando, como eu queria um marido igual o Felipe!" Mas essa besta não fala, daqui a pouco vem uma interesseira e pega, então prefiro falar, pelo menos eu empurrei minha filha pra uma pessoa boa
Felipe riu de tudo isso, e disse:
- Amanhã eu vou levar sua filha pra sair e a gente conversa melhor
Foi uma comemoração naquela sala, parecendo final de campeonato, Will e Fernanda ficaram na deles, em poucos minutos Felipe foi embora e eu aproveitei pra ir também, já em casa, a noite, Sabrina comia todas as unhas.
- O que foi, amor?
- Você acha que o Felipe vai dar certo com a Julia? Ela é tão sem graça
- Acho que pode dar certo, justamente por ela não ser "vivida", deve ser justamente o que o Felipe precisa
- E se eles começarem a namorar, como a gente fica?
- A gente?
- Ele ainda vai... ficar comigo?
- Você tá com ciúmes do Felipe?
- Eu... eu estou
- Não acredito...
- Desculpa, mas eu estou sentindo ciúmes mesmo... não que eu queira ter ele, mas também não quero perder
- Acho que a gente tinha que se preparar pra uma despedida...
- Então... manda mensagem pra ele, pra uma última vez
Mandei mensagem:
- Fe? Tá acordado?
- Pra ir aí agora?
- Como você adivinhou?
- Você não me manda mensagem essas horas a toa
- Encosta aqui, a Sabrina quer uma despedida
- Despedida? Por que? Não vão fazer outras vezes?
- É que tem a Julia, se vocês namorarem, não vai rolar...
- Não se preocupa com isso agora
- Vem pra cá
Felipe demorou umas meia hora, ele trouxe uma sacola... fomos pro quarto, Sabrina estava toda emotiva perguntando se ele a abandonaria, e ele disse que não, quando finalmente começamos, Felipe abriu a sacola e disse baixinho:
- Eu encontrei isso... você esqueceu nas minhas coisas, veste pra mim!
Era a coleira, e o plug de pelinhos da primeira vez!
Sabrina foi ao banheiro com brilho nos olhos, eu me excitei como nunca antes.
Ela abriu a porta e disse: - Estou pronta.
Felipe e eu tiramos a roupa, ele foi até a porta e a pôs de quatro, pegou em sua coleira e a trouxe para a cama, fazendo-a circular e volta da cama, Felipe não soltou a coleira, foi guiando Sabrina pra mim, segurou o cabelo dela tirando do rosto enquanto ela me chupava, ele não foi chupá-la, ficou ali, depois que ela me mamou, ele guiou a cabeça dela para a piroca dele, Sabrina estava submissa, eu me pus atrás dela, e comecei a chupar sua bunda e bucetinha, que escorria de tão melada.
Felipe a puxou um pouco pra cima, esfregando o pau no meio dos peitos dela, comecei a penetrar a Sabrina, enquanto os dois se beijavam lentamente, Felipe me entregou a corda da coleira, dei algumas voltas na mão e puxei para trás, metendo mais forte na buceta encharcada da Sabrina.
Enquanto ela gemia firme, Felipe a pegou pelo pescoço, apertou, não ao ponto de sufocar, mas apertou bem, Sabrina gemia mais na medida em que Felipe a dominava.
Quando eu cedi o lugar a ele, Felipe soltou a coleira de Sabrina, colocou o rabinho de pelo pra cima, e meteu forte na buceta dela, a pele de Sabrina brilhava com o suor aguentando 22cm dentro dela, ela não soltava nenhuma palavra, apenas gemidos, Felipe a destruiu, ele não saiu de dentro dela por uns 20 minutos naquela mesma posição, eu até tentava por meu pau pra ela chupar, mas ela ficava uns 3 segundos com ele na boca e tirava para conseguir gemer, quando Felipe saiu de trás dela, ele se deitou, e já pôs Sabrina para cavalgar, eu tirei o plug do cuzinho de Sabrina e comecei a fodê-la, naquela DP Sabrina se rendeu a nós dois, ela beijava Felipe apaixonadamente, e ele não se importava comigo ali, a abraçava e retribuía com toda a língua na boca dela, era estranho ver minha mulher beijando ele, ainda mais que eles praticamente foram casados, mas me dava um tesão essa conexão.
Acabei gozando, Sabrina se empinou e perguntou:
- Você vai querer comer meu cuzinho também?
Felipe: Hoje não, vou te dar um descanso, mas vou gozar nele
Sabrina mordeu os lábios, feliz por não precisar sofrer na rola de Felipe, ele metia, e conforme ele metia eu vi o líquido branco sair do cu de Sabrina e começar a descer pro pau dele, ele não tirou, não limpou, meteu pra dentro mesmo assim, em alguns minutos Felipe abriu a bunda de Sabrina, encaixou a ponta da cabecinha e gozou dentro lado, Sabrina se empinou ao máximo para não pingar no lençol, eu corri ao banheiro para pegar papel e limpá-la, Sabrina foi pro banho, Felipe me pediu desculpas pelos beijos e eu disse que não tinha problema.
Assim que ela saiu, ele a abraçou desejando uma boa noite, Sabrina me olhou, olhou pra Felipe e disse baixinho:
- Não vai embora hoje... fica com a gente.
Felipe me olhou e eu fiz o mesmo pedido:
- Fica aí, vai ser bom
Felipe concordou, a cama não é nenhuma queen size, é uma cama box casal normal, ele deitou em uma ponta, eu em outra, e Sabrina ao meio, estava apertado, mas muito gostoso.
Sabrina dormiu nos peitos de Felipe, com a bundinha virada pra mim.
Pela manhã, Sabrina me acordou me punhetando, e disse baixinho:
- Posso acordar ele também?
- Pode...
Sabrina pegou no pau de Felipe, ali no meio ela nos punhetava ao mesmo tempo, Felipe sorria, Sabrina não perdeu tempo com sexo oral dessa vez, e nem precisava... ela subiu em cima de Felipe e começou a cavalgar, eu olhava aquilo com muito tesão, me aproximei deitando mais perto de Felipe, Sabrina enterrou o rosto em seu ombro olhando pro outro lado, Felipe virado pra mim olhou pra baixo, e com sua mão esquerda segurou meu pau me ajudando, ele me punhetava enquanto Sabrina quicava firme em sua pica.
Quando ela viu aquilo, sorriu, e disse:
- Nós somos um bom trio...
Sabrina saiu de Felipe e veio sentar em mim, ele não soltou minha rola imediatamente, pelo contrário, foi ele quem encaixou meu pau na buceta dela, em seguida eu retribui, Sabrina sentava em mim e eu o punhetava, Felipe gozou enquanto eu o masturbava, que sensação gostosa ter um pau pulsando em suas mãos, a barriga dele ficou cheia de porra, Sabrina se inclinou lambendo todo aquele tanquinho, gota por gota, eu não me aguentei e gozei, gozei dentro dela, sabendo dos riscos, mas estava muito gostoso.
Felipe ficou mais alguns minutos com a gente, quando ele foi embora, Sabrina ficou triste e me disse:
- Eu acho que ele deveria ser nosso, e não da Julia.
- Nosso? Você tá sugerindo que a gente seja um trisal?
- Sim... você também gosta dele
- Não, eu sou homem, não gosto de homem!
- Pensa bem, amor... pensa bem, o Felipe é imprevisível, e a gente está para perde-lo.

Comentários (8)

Regras
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  • Pirocao grosso: Espero que Pedro não se torne um viadinho e passe a ser mulher do Felipe , tava maneiro enquanto era pela putaria, uma troca vai se tornar mais uma história clichê de corno submisso

    Responder↴ • uid:1etod1amb7fl
    • Mais um: Vdd mano tá começando a se perde no conto.

      • uid:1eu5281i5m8e
  • Furious: A única coisa que falta é o Felipe e o Pedro se beijarem tbm

    Responder↴ • uid:1e3u9oo226yl
    • Larys: Um chupando a buceta, o outro o cu da Sabrina e de repente as línguas se encontrammm.. deliciaaaann

      • uid:1e3u9oo226yl
  • putinha: traz a Nayara de volta ela e Pedro fodendo de novo

    Responder↴ • uid:e4it6foxpzb
  • Corninho submisso: Acho que não seja a proposta da história, mas seria super interessante se de fato fizessem um trisal e aos poucos o felipe começasse a impor essa dominância natural dele com a sabrina e o pedro, até de fato fazer pedro mais submisso, obediente, o restringir com castidade, um pouco de humilhação e dominância do felipe, da Sabrina, pra ter essa pegada de "corno" kkkk

    Responder↴ • uid:1ehif5o74hkp
    • qualquer: seria bom mesmo, queria mais do Pedro e do Felipe sozinhos, se curtindo

      • uid:e4it6foxpzb
    • Durão: Acho que vai ser assim que o Felipe vai arrancar o Pedro de vez do armário. Com o Felipe carinhoso ele fica fazendo cu doce.. quando for dominado ele vai gozar pelo cu sem nem encostar no pau.

      • uid:1e3u9oo226yl