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Meu brother comeu o próprio filho - Parte 1: A Confissão

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Grok_o_perv

Encontro meu amigo de infância pra bater punheta como sempre e ele finalmente conta, em detalhes sujos, como tirou o cabaço do próprio filho de 15 anos.

A gente se encontrou no apartamento dele quase às nove da noite. Quarta-feira, como sempre fazia anos. Eu inventei reunião de trabalho pra mulher em casa, ele já tava sozinho desde o divórcio. Trinta e três anos os dois. Eu casado, hetero de carteirinha pra todo mundo. Ele separado, hetero pra quem perguntasse. Só a gente sabia o que rolava nessas noites escondidas.

Mal fechei a porta e o cheiro dele já me bateu: sabonete barato misturado com tesão acumulado. Ele tava de bermuda cinza, camiseta preta largada, o volume do pau marcado grosso e pesado do lado esquerdo. Eu tirei a camisa devagar, abri o cinto, puxei a calça e a cueca de uma vez só. Meu pau já tava semi-duro só de saber o que vinha. Ele fez o mesmo. A bermuda caiu no chão e o pau dele saltou pra fora: veias saltadas, cabeça larga e rosada, já brilhando de pré-porra na fenda. A gente sentou no sofá velho, um de frente pro outro, pernas bem abertas, joelhos quase se tocando. Mãos no pau.

Começamos devagar, só puxando a pele pra cima e pra baixo, se olhando nos olhos. O barulho molhado já enchia a sala pequena. O meu pau latejava na mão, o dele também. Eu sentia o calor subindo pela barriga.

— Conta tudo — eu falei, a voz baixa, rouca. — Cada porra de detalhe. Quero gozar escutando.

Ele apertou a cabeça do pau com o polegar e o indicador, escorrendo o líquido transparente pela glande, e sorriu daquele jeito sujo que eu conheço desde moleque.

— Sábado à noite. O mlk completou quinze há pouco tempo. A gente tava tomando uma cerveja, só nós dois na sala. Ele bebeu mais do que devia, ficou com a cara vermelha e do nada soltou, olhando pra mim: “Pai… eu bato punheta pensando em você desde os nove. Sou bi. E quero que você me foda. Quero teu pau no meu cu e na minha boca. Quero te chupar e quero que você me arrombe.”

Meu pau latejou forte na mão. Eu escorri o polegar pela fenda, espalhando o pré-porra, sentindo ele tremer.

— E você? — perguntei, a respiração já mais pesada.

— Eu fiquei duro na hora, mano. Duro pra caralho. Anos. Anos te ouvindo falar dele enquanto a gente batia. Desde que ele nasceu, porra. Tu lembrava do pinto dele quando ele era pequeno, depois quando começou a crescer, quando ficou adolescente… tu descrevia o pau do meu filho detalhado: o tamanho, a grossura, a cabeça, como devia ser o gosto, como devia cheirar. E eu gozava. Toda porra que eu gozei nesses quinze anos ouvindo você falar do pinto do meu filho foi por tua causa. Tu tirava leite de mim com essa fantasia desde o dia que eu engravidei a mãe dele. Eu sempre quis mamar aquele pau. Sempre. E tu sabia. Toda vez que a gente se encontrava tu falava “e o pinto do teu filho, hein? Já deve tá grosso…” e eu gozava escutando, gozava pensando em engolir ele.

Ele batia mais firme agora, olhando pro meu pau com fome. Eu também, a respiração já ofegante, o barulho das mãos molhadas mais alto.

— Aí eu levantei, puxei o short dele pra baixo. O pau do mlk tava rígido, virgem, liso, a cabeça rosada e úmida, uma gota escorrendo. Eu ajoelhei na frente do meu próprio filho e engoli até o fundo. Primeira vez que ele sentiu boca quente. Ele agarrou meu cabelo com as duas mãos e gemeu “pai… pai… caralho, pai…” e gozou em menos de um minuto, jato grosso e quente direto na minha garganta. Eu engoli tudo. O gosto dele… porra, era doce e salgado ao mesmo tempo. Eu chupei até a última gota, olhando pra cima, vendo a cara dele de prazer.

Meu pau latejava tanto que doía. Eu estava batendo mais rápido, a outra mão apertando as bolas, sentindo elas pesadas.

— Depois eu joguei ele de quatro no sofá. Abri as nádegas com as duas mãos, lambi o cuzinho apertado até ele ficar molhado, brilhante, e pedindo. Ele gemia “mete, pai, mete”. Encostei a cabeça do meu pau e fui entrando devagar, centímetro por centímetro. Ele gritou, apertou o travesseiro, mas empurrou o cu pra trás. Eu meti até o saco bater na bunda dele. Fodi o cabaço do cu do meu filho com força, segurando o cabelo, falando baixo no ouvido dele “toma, filho puto, toma o pau do pai, aperta esse cuzinho”. Ele gozou de novo sem tocar no pau, só de levar no cu, jatos escorrendo no sofá. Eu gozei fundo, enchi o rabo dele de porra quente. Quando tirei, escorreu branco pela coxa, pingando no sofá, no chão. Ele ficou ali, tremendo, com o cu aberto e escorrendo.

Eu não aguentei mais. Me levantei e fui até ele. Fiquei de pé entre as pernas abertas dele. Ele largou o próprio pau e segurou o meu com as duas mãos. Eu segurei o dele. Os dois paus quase se tocando, as cabeças se esbarrando, molhadas, escorregadias de pré-porra. A gente se masturbava um ao outro, mãos firmes, rápidas, se olhando nos olhos. O cheiro de sexo já enchia a sala.

— Ele já quer de novo — meu amigo falou, a voz falhando, a mão apertando meu pau com força, o polegar esfregando a cabeça. — E eu quero trazer ele pra cá. Pra bater com a gente. Tu falando merda do pinto dele há quinze anos… agora ele vai ver. Vai ver o pau que o pai dele goza há anos escutando falar dele. Vai ver a gente se tocando. E eu ainda quero mamar ele de novo na tua frente. Quero que ele veja como tu tira leite de mim desde que ele nasceu.

Eu gemia baixo, a mão no pau grosso dele, sentindo as veias latejando, a cabeça inchada e quente. Ele fazia o mesmo no meu. Os dois paus latejando um contra o outro, pré-porra escorrendo e se misturando entre os dedos. A gente batia cada vez mais rápido, o barulho molhado alto, a respiração ofegante.

— Goza na minha cara — eu pedi, ajoelhando no sofá na frente dele.

Ele se levantou, ficou de pé. Eu continuei batendo no pau dele com as duas mãos agora, rápido, apertado, enquanto ele batia no meu com força. O cheiro de porra e suor enchia o ar. Ele gemeu fundo, agarrou meu cabelo com uma mão e gozou. Jatos quentes e grossos bateram na minha boca, no queixo, na bochecha, escorrendo pelo pescoço, pingando no peito. O gosto salgado e amargo pingou nos meus lábios. Eu continuei batendo frenético, sem parar, e gozei logo em seguida, mirando o peito e a barriga dele. Minha porra espirrou forte, escorreu pelo corpo suado, misturando com o suor e com a porra que ainda pingava do pau dele.

A gente ficou ali, ofegante, porra escorrendo. Ele passou o dedo no meu rosto, pegou um filete grosso da porra dele e colocou na minha boca. Eu chupei o dedo sem pensar, olhando pra ele, sugando até limpar.

— Próxima vez ele vem — ele falou, ainda com o pau semi-duro, a voz rouca, o peito subindo e descendo. — E a gente vai ver o que acontece quando o mlk descobrir que tu tira leite do pai dele falando do pau dele desde que ele nasceu. Vai ver tudo.

Eu limpei o rosto com a camiseta, o coração batendo forte, o pau ainda latejando, a porra dele secando na minha pele, o gosto ainda na boca.

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