#Gay #Zoofilia

Mathias, o mendigo e o cachorro

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Thiago P.

Mathias irá dar pro mendigo, pro cachorro e de brinde levará uma boa mijada

Mathias andava devagar pela calçada escura, mãos no bolso do casaco, o vento frio da madrugada cortando o rosto. A rua estava quase deserta, só o barulho distante de um ônibus passando na avenida principal. Foi quando viu o vulto no canto da esquina, encostado na parede da construção abandonada, meio escondido pela sombra de um muro baixo.
Um homem, uns trinta e cinco anos, barba por fazer, roupa suja e surrada. Ao lado dele, um cachorro vira-lata grande, pelo escuro e emaranhado, dormia enroscado num pedaço de papelão. Mathias parou alguns segundos, observando. O homem mexeu, acordou, tossiu baixo e se ajeitou. Mathias se aproximou, tirou o maço do bolso e estendeu um cigarro.
— Quer um?
Zé levantou o olhar, demorou um segundo pra aceitar. Pegou o cigarro com a mão suja, calejada, e levou à boca. Mathias acendeu pra ele. O cheiro de fumaça se misturou com o de terra molhada, mijo antigo e o odor forte do homem e do animal.
— Obrigado, rapaz… — a voz saiu rouca, baixa.
Ficaram em silêncio por um tempo. Zé puxou a tragada devagar, soltando a fumaça pelo nariz. A outra mão ficou entre as pernas, por cima da calça larga e suja, segurando o volume sem nenhuma pressa, coçando de leve os pentelhos por cima do tecido, como quem faz isso todo dia e não liga pra quem vê.
O cachorro se mexeu, abriu os olhos, farejou o ar e se levantou. Chegou perto de Zé, cheirou a mão dele, depois o volume na calça. Zé nem se incomodou. Continou fumando, olhando pro nada. O cachorro, na maior naturalidade, enfiou o focinho por baixo da barra da calça larga, puxou um pouco o tecido com o focinho e a língua grande e rosa saiu, passando devagar pelo pau do homem. Zé só abriu um pouco as pernas pra facilitar, como se fosse a coisa mais comum do mundo. A língua do animal subia e descia, lambendo a pele, os pentelhos, a base do pau, sem pressa nenhuma.
Mathias ficou parado, observando. O coração bateu mais forte, mas ele não disse nada.
Zé soltou outra tragada e falou, ainda olhando pro chão:
— Noite fria pra caralho hoje, né… Ventando desde ontem. Ontem à tarde ainda tava mais quente.
Mathias assentiu, a voz um pouco rouca:
— É… caiu bastante a temperatura. Vai chover ainda?
— Acho que sim. O cheiro de chuva já tá no ar. Quando chove aqui fica uma merda… o papelão molha, o canto enche de água. O bicho aí sofre mais do que eu.
O cachorro continuava lambendo, agora com mais vontade. A língua úmida fazia um barulho baixo, molhado. Zé soltou um leve suspiro, quase imperceptível, e coçou a barba com a mão livre. O pau dele já estava meio duro por baixo da calça, o volume mais evidente, mas ele não fazia nenhum alarde. Só deixava o animal lamber.
Ficaram mais um tempo assim. Mathias acendeu um cigarro pra si também. O silêncio era quebrado só pelo vento, pelo barulho distante da cidade e pelo som molhado da língua do cachorro.
Zé falou de novo, ainda casual:
— Tu mora por aqui perto?
— Mais ou menos… tava voltando pra casa.
— Boa hora pra andar, pelo menos. De dia o sol castiga e de noite o vento. Não tem jeito.
O cachorro parou um segundo, farejou de novo e voltou a lamber, agora subindo até a cabeça do pau, que já tinha escapado um pouco da calça. Zé ajustou o tecido com a mão, deixando mais à mostra, sem nenhuma vergonha. O pau grosso, sujo, semi-duro, recebia a língua do animal com naturalidade total. Mathias sentiu o próprio pau endurecer dentro da calça, o sangue subindo rápido. O cheiro forte do homem e do cachorro, o som da língua, a forma casual como tudo acontecia… estava ficando difícil disfarçar.
Zé puxou a última tragada, apagou o cigarro no chão e só então olhou de verdade pra Mathias. Notou o olhar fixo, a respiração um pouco mais pesada, o volume na calça do outro.
Demorou mais uns segundos. Depois falou, ainda baixo, mas já com outro tom:
— Tá olhando bastante, né…
Mathias não respondeu logo. O tesão já estava batendo forte demais.
Zé passou a mão no pau, puxando a pele pra baixo, deixando a cabeça aparecer melhor pra língua do cachorro, que continuava lambendo sem parar.
— O bicho faz isso todo dia… quando eu acordo com tesão, ele já sabe. Às vezes eu deixo ele lamber até eu gozar. Outras vezes eu enfio nele também. Ele já tá acostumado.
Mathias engoliu seco. O pau latejava.
Zé olhou pra ele de novo, a voz ainda calma, mas direta:
— Tu tá com cara de quem topa. Se quiser… pode satisfazer a gente dois. Eu e o cachorro. Não precisa ter pressa. A rua tá quieta.
O silêncio que seguiu foi curto. Mathias sentiu o sangue quente na cara, o tesão apertando a garganta. Olhou pro pau do mendigo sendo lambido, pro focinho molhado do animal, pro jeito natural e sujo de tudo aquilo.
E topou.
Zé puxou a calça de Mathias até os tornozelos de uma vez só. O frio da madrugada bateu na bunda exposta. O cheiro forte de homem sujo, de cachorro e de mijo velho subiu pelo nariz de Mathias.
— Ajoelha direito, porra. — Zé empurrou a nuca dele pra baixo. — Abre essa boca e engole o pau do bicho. Agora.
O cachorro já estava em cima, pau vermelho e molhado saindo inteiro da bainha, latejando. Mathias abriu a boca. O gosto veio imediatamente: salgado, quente, com cheiro forte de animal. A língua dele encontrou a carne escorregadia e Zé empurrou a cabeça pra frente.
— Isso… engole até o fundo, putinha. Chupa essa pica de cachorro como se fosse a melhor coisa do mundo.
Enquanto a boca de Mathias se enchia do pau do animal, Zé cuspiu nos próprios dedos e enfiou dois de uma vez no cu dele. O anel apertou, quente, e o dedo médio e o indicador entraram até a junção. Mathias gemeu em volta do pau do cachorro, o som vibrando na garganta. Zé abriu os dedos dentro dele, esticando, girando, sentindo o calor úmido apertar.
— Porra, que cu apertado… tá tremendo já. Continua chupando, não para. Quero ver essa boca babando no pau do bicho enquanto eu abro essa bunda pra ele foder.
Os dedos entravam e saíam mais fundo, agora três. O barulho molhado de saliva e de cu sendo aberto misturava com o som úmido da boca de Mathias no pau do cachorro. A língua do animal escorria saliva quente no queixo de Mathias. Zé enfiou os dedos até o fundo e abriu em tesoura, esticando o anel até arder.
— Olha esse cu se abrindo… pronto pra levar a pica do cachorro. Você tá babando tudo, viado. Chupa mais forte. Quero ver essa garganta engolindo.
Zé tirou os dedos de uma vez. O cu de Mathias ficou aberto, pulsando, escorrendo saliva. Ele puxou Mathias pelo cabelo, tirou a boca do pau do cachorro e empurrou a bunda dele pra trás, alinhando.
— Agora ele vai te foder. Fica quieto.
O cachorro montou. As patas dianteiras pesaram nas costas de Mathias. O pau quente e escorregadio bateu no cu aberto, procurou e enfiou de uma vez. Mathias soltou um gemido alto, o ar saindo todo do peito. A carne do animal entrava quente, grossa, molhada, abrindo tudo de novo.
Zé segurou a nuca de Mathias e falou rente ao ouvido, a voz rouca e suja:
— Isso… leva essa pica de cachorro até o fundo. Sente ele te arrombando. Olha como ele tá te fodendo gostoso, porra. Seu cu tá engolindo tudo.
O cachorro começou a meter rápido, curto, fundo. O barulho era molhado, pesado, pele batendo em pele. Mathias gemia a cada investida, a boca aberta, baba escorrendo. O pau do animal entrava inteiro e saía quase todo, só pra enfiar de novo com força.
Zé riu baixo, a mão apertando a bunda de Mathias, abrindo as nádegas pra ver melhor.
— Olha esse nó inchando… já tá quase. Vai entrar, putinha. Vai doer pra caralho e você vai chorar.
O nó começou a pressionar. A carne grossa e inchada empurrou contra o anel já aberto. Mathias sentiu a pressão aumentar, quente, impossível. O nó forçou, esticou, ardeu. Mathias soltou um grito abafado quando a parte mais grossa passou de uma vez e travou dentro.
A dor veio aguda, profunda, latejando. Lágrimas escorreram imediatamente. Mathias chorava de verdade, o corpo tremeu, o cu apertando desesperado em volta do nó engatado. O cachorro empurrava ainda, curto, preso, o nó inchado pulsando lá dentro, impossível de sair.
Zé segurou o cabelo de Mathias com força, puxando a cabeça pra trás, e falou bem perto da orelha, a boca suja de cuspe e de tesão:
— Chora, porra. Chora com o nó do cachorro te arrombando. Seu cu tá engatado, trancado, cheio da pica desse bicho. Sente ele latejando dentro de você. Vai gozar com o nó do cachorro te abrindo, sua puta suja. Olha só… tá tremendo e chorando e ainda assim o cu tá sugando. Que delícia de viado fodido.
O cachorro gemeu baixo, o corpo pesado nas costas de Mathias, o nó latejando forte dentro do cu esticado e dolorido. Mathias chorava, baba e lágrimas misturadas no queixo, o corpo inteiro tremendo enquanto o animal ficava engatado, pulsando, sem conseguir sair.
Zé agarrou o cabelo de Mathias com as duas mãos e enfiou o pau na boca dele de uma vez. O gosto veio forte: suor, sujeira, pré-porra acumulada. Mathias engasgou, lágrimas ainda escorrendo do rosto enquanto o nó do cachorro latejava preso dentro do cu.
— Chora e engole, porra. — Zé meteu fundo, a cabeça batendo na garganta. — Seu cu tá engatado no nó do cachorro e a boca engolindo pica. Que putinha perfeita.
O pau de Zé entrava e saía molhado de saliva e de lágrimas. Mathias gemia e soluçava em volta da carne, o som abafado, a baba escorrendo pelo queixo e pingando no chão sujo. O cachorro ainda empurrava curto, o nó inchado apertando tudo por dentro, cada pulsação mandando uma fisgada de dor que fazia Mathias tremer.
Zé fodia a boca sem piedade, segurando a cabeça firme.
— Isso… chora gostoso. Sente o nó latejando enquanto eu arrombo essa garganta. Sua boca tá quente pra caralho.
O cachorro começou a se mexer com mais força. O nó, depois de longos segundos, afrouxou o suficiente. Com um puxão molhado e pesado, o pau do animal saiu de uma vez. Um rio grosso de porra branca e quente escorreu imediatamente do cu aberto de Mathias, escorrendo pelas bolas, pelas coxas, pingando no chão em fios longos e viscosos. O buraco ficou escancarado, pulsando, vazando sem parar.
Zé tirou o pau da boca de Mathias, cuspiu nele e se posicionou atrás.
— Olha esse rio de porra saindo… que delícia de cu arrombado.
Ele enfiou o pau de uma vez no meio da porra que ainda escorria. O cu estava largo, molhado, quente, e engoliu tudo fácil. Zé meteu fundo e começou a bater forte, a pele estalando. A cada estocada ele dava um tapa seco na bunda de Mathias, a mão suja deixando a marca vermelha.
— Toma, puta. Toma essa pica agora. Seu cu tá escorrendo porra de cachorro e ainda assim aperta gostoso. — Tapa. — Isso… geme. — Tapa mais forte. — Quero ouvir.
Mathias gemia alto, o corpo balançando pra frente a cada investida. Zé metia sem ritmo, fundo, pesado, a porra do cachorro fazendo barulho molhado a cada entrada. Os tapas continuavam, a bunda de Mathias ardia, quente, vermelha.
Zé acelerou, o pau latejando.
— Vou gozar dentro… toma tudo, sua puta suja.
Ele enterrou até o fundo e gozou com um gemido rouco, jatos quentes enchendo o cu já cheio. Ficou parado, o pau ainda pulsando, sem sair.
— Não tira… fica aí. Preciso levar o intestino também.
Mathias sentiu a pressão mudar. O pau de Zé ainda duro dentro dele começou a tremer de leve. Depois veio o jato quente, forte, constante. Mijo quente inundando o cu, subindo, apertando por dentro com uma pressão insana. Mathias arquejou, o ventre pesando, a sensação de estar sendo preenchido além do limite. O líquido quente vazava pelas laterais do pau, misturando com a porra, escorrendo pelas coxas em fios quentes e fedorentos.
Zé soltou um suspiro longo, ainda mijando dentro, a mão apertando a bunda vermelha de Mathias.
— Porra… que puta boa você foi. Chupou o cachorro, levou o nó chorando, engoliu minha pica e agora tá com o cu vazando porra de cachorro e mijo. Olha esse buraco… aberto, sujo, escorrendo tudo. Perfeita.
Mathias ainda tremia quando tentou se levantar. As pernas bambas, o cu latejando aberto, porra e mijo escorrendo pelas coxas. Ele puxou a calça devagar, tentando se vestir, o corpo sujo e cheirando forte.
Zé segurou o braço dele com força e puxou de volta pro chão.
— Onde tu pensa que vai, porra? Limpa o serviço, puta.
Ele empurrou Mathias de joelhos de novo e enfiou o pau sujo direto na boca aberta. O gosto veio imediatamente: porra, mijo, saliva, o sabor forte e amargo de tudo que tinha saído dele. Mathias engoliu, a língua passando pela cabeça, pela glande ainda sensível, limpando cada centímetro.
— Isso… chupa direito. Limpa tudo. Quero essa pica brilhando de novo.
Enquanto a boca de Mathias trabalhava, o cachorro se aproximou por trás. O focinho quente farejou o cu aberto e a língua larga e áspera começou a lamber. Passava devagar pela fenda, recolhendo a porra misturada com mijo que ainda escorria, entrando um pouco, limpando o anel inchado e sensível. Mathias tremeu, o corpo inteiro reativo, um gemido abafado saindo em volta do pau de Zé.
Zé segurou a nuca dele e meteu mais fundo, a cabeça batendo na garganta.
— Olha o bicho te limpando… língua quente no cu sujo. Que putinha bem usada.
Ele tirou o pau quase todo da boca, só a cabeça restando nos lábios de Mathias, e falou baixo, a voz rouca:
— Guardei um pouco pra você beber.
O jato veio quente e forte, direto na garganta. Mathias engasgou no primeiro segundo, mas Zé segurou a cabeça firme e continuou mijando. O líquido quente encheu a boca, escorreu pelas laterais, desceu pela garganta em goles forçados. Mathias bebia, os olhos marejados de novo, o gosto amargo e salgado dominando tudo.
Ao mesmo tempo a língua do cachorro continuava lambendo o cu aberto, entrando, limpando, a textura áspera passando no anel ainda dolorido e vazando. A sensação foi demais. O pau de Mathias, que estava duro e latejando sem ser tocado, disparou. Ele gozou forte, jatos quentes sujando o chão sujo enquanto engolia o mijo de Zé e sentia a língua do animal limpar o cu arrombado.
Zé soltou o último fio de mijo na boca dele e só então tirou o pau, passando a cabeça pelos lábios sujos de Mathias.
— Boa puta… limpou tudo e ainda gozou bebendo. Agora sim.

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