Escravo Familiar: Capítulo 52 (Andrade Réquiem)
Era por volta das 23:00 quando desliguei tudo. Saí do meu quarto, encostando a porta atrás de mim, e fui para o banheiro fazer a rotina do sono.
Entrei acendendo a luz do banheiro, sentei-me na privada e fiz meu xixi bocejando.
Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
— Aaaaaaargh!!
Quando terminei de esvaziar a bexiga, levantei da privada e sequei meu pau mole com o papel higiênico, dei descarga e lavei minhas mãos.
Droga, havia esquecido de pegar o estojo das minhas lentes de contato, e também de ter perguntado se já teria planos para o dia seguinte ao meu dono.
Voltei para meu quarto e peguei o estojo da minha lente de contato e voltei para o banheiro. Abri a caixinha e, olhando no espelho, deslizei a lente da pupila para a base do olho e a removi, colocando-a em seguida no estojo. Repeti o movimento em um olho, depois no outro, e tampei o estojo. Saí do banheiro, carregando-o até meu quarto para guardar no guarda-roupa.
Abri a porta do quarto e entrei. Coloquei o estojo das lentes dentro do guarda-roupa, que havia deixado com a porta aberta, e o fechei. Retirei minhas roupas, já que só consigo dormir nu, e apaguei a luz do quarto e me recolhi na cama. Bom, papai não havia me chamado antes de eu dormir para dar alguma instrução, e também não me chamou para dormir com ele, então só saberia o que iria acontecer ao decorrer do próximo dia no horário da manhã.
Relaxei, aconcheguei-me na cama, fechei meus olhos e deixei que o sono me embalasse.
Na manhã seguinte, despertei por volta das 9:00. No andar de cima de casa, escutei papai conversar ao celular.
— Como é? E vocês não o encontraram? ... Desde que dia ele não volta?... Já avisaram a polícia? ... Tá bom, vou ajudar e, quem sabe, o encontro. Pufff! Onde será que esse homem se meteu?
Tum, tum, tum, tum, tum!
Papai saiu da sala de estar a passos rápidos e pesados, desceu as escadas para o primeiro andar da casa e veio até meu quarto.
TOC TOC.
— Filho, está acordado? Papai disse alto no corredor, batendo na porta do meu quarto.
Levantei-me e abri a porta.
— Bom dia, pai. O que aconteceu?
— Bom dia, querido, um está peladinho, que delícia!
Papai deu uma risadinha, mas logo ficou sério novamente. Vamos precisar sair depressa agora de manhã; seu primo Genilson desapareceu, a esposa dele, Neide, acabou de ligar para mim e pediu nossa ajuda. Ela já contatou a polícia e disse que faz três dias que ele não aparece em casa.
— Não sei se você sabe, mas seu primo enfrenta um quadro de depressão que está se agravando cada dia mais. Papai disse, andando pelo corredor até a cozinha, para tomar seu café preto e fumar um cigarro.
— Claro que sei, pai! Disse, pegando minhas roupas no meu criado-mudo e as colocando. Em seguida, calcei meus chinelos e fui pegar o estojo da minha lente de contato no guarda-roupa. Fechei a porta dele e saí pela porta do meu quarto, passando para o banheiro.
— Então, preciso que você vá comigo para ajudarmos a procurá-lo.
— Tudo bem, meu senhor!
Entrei no banheiro e fechei a porta, sentei-me na privada e fiz minhas necessidades. Em seguida, levantei, escovei meus dentes e devolvi minha lente aos olhos, abri o vidro do box e liguei o chuveiro. Tomei um banho rápido para lavar meu cuzinho e logo desliguei o chuveiro, me secando em seguida. Saí do box, recoloquei minhas roupas e saí do banheiro.
Quando saí de dentro do banheiro, papai já tinha saído da cozinha, e meu irmão Thiago já estava acordado, prostrado na cozinha, tomando café.
— Papai vai te levar também? Perguntei para meu irmão.
— Vai! Ele respondeu.
Fui para meu quarto e entrei, abri meu guarda-roupa e escolhi uma roupa toda preta. O dia estava ensolarado, mas não muito quente, então selecionei uma camiseta de manga. Curtas e uma calça jeans, um All Star, e peguei um chapéu que eu tinha guardado para me proteger do sol, preto simples com um véu de spikes. Ajeitei minha coleira no pescoço e saí do quarto, fechando a porta atrás de mim.
Passei pelo corredor e pela cozinha; meu irmão Thiago provavelmente estava se arrumando em seu quarto, já que a cozinha estava vazia e com a luz acesa. Subi as escadas para o segundo andar e fui para o quarto de papai.
Entrei, e papai estava terminando de calçar seu tênis.
— Estou pronto, pai, já vamos? Falei.
Ele levantou da cama, pegando seus chinelos na mão, e, ao levantar a cabeça, me viu e disse:
— Para quê essa produção? Vamos procurar seu primo. Você não vai satisfazer ninguém hoje, não precisa disso tudo.
— Eu sei, pai, mas gosto de me produzir quando saio de casa, mesmo que seja para procurar alguém.
Papai calou-se e entrou em seu closet, colocando o chinelo que estava em suas mãos no chão, embaixo de algumas de suas roupas penduradas. Depois, andando até a porta do closet, apagou a luz e, pegando no meu braço, levou-me para fora de seu quarto e trancou a porta.
— Tudo bem, meu filho, sem problemas, mas agora vamos. Ele disse, passando na minha frente no corredor, e começou a descer as escadas para o andar debaixo da casa.
Fui atrás dele; ele desceu as escadas para o segundo andar e depois desceu para a garagem, indo até seu carro. Meu irmão Thiago estava na cozinha e, quando viu pela janela que nosso pai já estava na garagem, saiu da cozinha e foi atrás dele, me alcançando na escada e me pegando pela cintura no caminho.
Entramos no carro, com papai no banco do motorista e meu irmão ao seu lado no banco do carona. Eu fui no banco de trás, sentado no meio. Papai deu partida no carro para ligar e saiu de dentro, deixando o combustível aquecer. E foi abrir o portão.
Um minuto depois voltou para o carro e deu marcha ré, retirou-o de dentro da garagem e veio e o parou no meio-fio, saiu novamente de dentro e foi flechar a garagem. Minutos depois retornou, engatando a primeira marcha e baixando o freio de mão, e acelerou o carro, fazendo-nos encostar bruscamente no banco do carro.
Saímos meio que sem direção a princípio, mas logo papai recebeu uma mensagem da esposa do meu primo.
"João, você pode ir verificar se ele está no cemitério mais próximo de nossa casa? Eu estou com a polícia indo para o clube atlético, onde ele ia de vez em quando, para saber se ele está lá ou passou por lá esses dias, para vermos se conseguimos alguma pista de onde ele está. Peço para vocês irem ao cemitério porque ele não anda muito bem, e talvez queira ter ido olhar o cemitério por alguma razão. Na verdade, estou desesperada e não custa pelo menos tentar. Agradeço se puder! "
— Filho, pega o celular aqui do pai e responda à esposa do seu primo, por favor! Papai disse, passando seu celular para mim, enquanto tentava manter a concentração na estrada.
— O que o senhor quer que eu escreva?
— Fala pra ela que ok, e que estamos indo para o cemitério mais próximo.
Digitei a mensagem.
"Oi, sobrinha, não se preocupe, estou indo e mando notícias quando chegar lá!"
— Pronto, papai!
— Certo, filhote! Papai disse.
Ele acelerou o carro e dirigiu com habilidade pelo trânsito, sempre costurando. Às vezes ultrapassava o limite de velocidade em pontos onde não havia radares e, quando estava próximo a um, reduzia com antecedência.
Meu irmão, ao seu lado, o guiava pelo GPS do celular, avisando-o quando um radar estava próximo, ou até mesmo quando passariam por um posto policial.
Uma hora e meia depois, chegamos ao cemitério mais próximo da casa dele. Papai estacionou o carro e descemos rapidamente do carro. Atrapalhei-me com o cinto de segurança e papai precisou me ajudar, já que o botão não parecia querer soltar a fivela.
— Calma, filho, papai ajuda você!
Ele passou seu braço definido pela minha frente e apertou o botão. O cinto não soltou e ele deu uma chacoalhada e o puxou com força para trás.
PLAC!
— Bosta velha , depois vou ter que consertar. Ele esbravejou quando o cinto se partiu.
Meu irmão não esperou nem pela gente e já tinha pulado do carro e começado a explorar o local.
Eu e papai saímos do carro e finalmente adentramos o cemitério. O lugar tinha uma energia variada; estava vazio, a não ser por nossa presença.
Na entrada não havia nenhum monitor ou porteiro, nem nada do tipo. Passamos por fileiras e mais fileiras de túmulos, e acabei me afastando um pouco de papai.
Alguns minutos após nós olharmos o local, papai chamou minha atenção sugerindo:
— Filho, vem cá!
Aproximei-me mais dele e disse:
— Oi, pai.
— Vamos fazer o seguinte: explore por aí o cemitério e, se o encontrar, me liga ou manda uma mensagem. Se ficarmos juntos, talvez não cubramos tanto espaço do cemitério.
— Tudo bem !
Comecei a me afastar de papai e a explorar o local. Algumas covas chamaram minha atenção pelos seus ornamentos feitos em cimento e pintados com cores coloridas pelos seus entes queridos.
Outros apresentavam palavras de ofensa e pareciam que tinham sido urinados. "Que falta de respeito", pensei, mas vai lá saber o que esse ser aprontou durante a vida para ter o túmulo desse jeito.
Continuei a explorar o local e senti meu celular vibrar no bolso, avisando que tinha chegado uma mensagem.
Bzzzz!
Tirei do bolso e verifiquei; era do papai.
"Achou ele?"
" Não" respondi. "E meu irmão? Achou ele? "
"Não"
"Ok!"
Devolvi o celular no bolso e continuei a explorar.
Passei por mais algumas fileiras de túmulos e uma parede que dava acesso ao outro lado do imenso cemitério.
Passei por algumas fileiras de túmulos e avistei a manga de uma blusa preta de uma pessoa que parecia estar sentada no chão.
Aproximei-me devagar, indo para trás da pessoa. Quando cheguei mais perto, vi que era meu primo. Continuei andando em sua direção e, quando estava perto o suficiente, toquei seu ombro.
— Ãããh! Ele se espantou.
— Olá, primo! O que fazes aqui?
Meu primo Genilson é branco, tem por volta de 1,60 m, 45 anos, possui cabelos pretos ondulados com grisalhos curtos, cortados em estilo social. Ele tem olhos escuros, usa um cavanhaque aparado, ele é bem magro e possui uma pica gostosa de 19 centímetros, branca, cabeçuda e rosada, um saco farto e grande no meio das pernas. Sua bunda é magra e sem pelos, as pernas finas com pés magros, estreitos, com dedos compridos e quadrados. Ele estava usando uma camiseta de mangas curtas simples preta, uma calça jeans azul manchada, tênis preto e branco e o blusão preto com o capuz na cabeça.
Ele olhou-me nos olhos, com um olhar triste, caído, a barba desgrenhada por fazer, a roupa toda amarrotada, com os olhos vermelhos como se tivesse chorado. Fungou um pouco e disse:
— Oi, primo, estou refletindo sobre minha vida, estou angustiado. A minha vida profissional está uma merda, perdi muitos clientes e, para ajudar, a depressão está me consumindo. Então vim para cá com o objetivo de desaparecer.
Sentei-me ao seu lado no túmulo e resolvi conversar um pouco com ele.
— Olha, primo, eu sei que a sua situação atual não é boa. Papai já havia comentado, se eu não me engano, em alguma festa de família, mas podemos te ajudar. O que você precisa agora para, pelo menos, voltar para sua casa e sua vida?
Ele olhou para o longe, fungou novamente e limpou o nariz com o dorso da mão, e disse:
— Não sei, por agora gostaria pelo menos de esquecer essa dor da existência e me perder em algo que me cale internamente. Ele disse, cabisbaixo.
Hum! Nesse caso, eu posso ajudar! Pensei comigo mesmo: "Vou usar o que sempre uso, o sexo, para distrair. Quem sabe, fazendo meu primo gozar, ele pelo menos relaxe um pouco."
— Tenho uma sugestão para você! Eu disse.
— Qual? Ele me perguntou baixo.
— Você pode me usar, me foda e desconte toda sua angústia no sexo comigo. Eu sou um escravo para o seu prazer, e você tem o direito de me usar para se esquecer dos problemas. Goze, primo, encha-me com seu leite, subjulgue-me se isso for te fazer feliz, mas tente pelo menos se entregar a outros prazeres da vida.
Ele me olhou nos olhos, virando-se de lado em cima do túmulo de sabe-se lá quem era, já que não me dei nem o trabalho de olhar a placa, e passou a mão na minha bochecha direita, fazendo uma carícia.
Ao longe, escutei passos, e papai parou a alguns centímetros de nós e disse:
— Filh... Olhei para ele de canto de olho e fiz um sinal de "sai, eu resolvo", e ele saiu.
"Bom, depois converso com ele." Pensei.
Meu primo Genilson continuou a acariciar minha face com a mão direita, depois levantou a esquerda e segurou firme meu rosto, olhou fundo nos meus olhos e, ofegando baixinho, tascou um beijo de língua na minha boca.
Seu bigode se juntou ao meu, sua barba roçou a minha, nossos lábios se tocaram e nossas línguas se encontraram em nossas bocas, duelando-se para saber quem tinha mais força no beijo.
Comecei a acariciar seus braços magros e levei minhas mãos para a barra da sua camiseta e a puxei, fazendo nosso beijo se interromper por um instante. Quando ela passou, voltei a atacar sua boca e já providenciei de ficar sem a minha camiseta também. Interrompi novamente nosso beijo, pegando a barra da minha camiseta e passando pela minha cabeça. Joguei as duas camisetas no chão do cemitério e voltei a beijá-lo.
Minhas mãos o acariciavam, seu tronco magro e despido, e logo saí de sua boca e fui descendo, beijando seu corpo. Comecei pelo pescoço, depositando vários beijos e lambidas em sua pele, e logo desci para os ombros, beijei-os, lambi-os e os cheirei. Logo voltei-me para seu peito magro, acariciei com os dedos das mãos e logo comecei a beijar a pele dos seus peitos magros, lambi-os, fazendo-o se arrepiar todo, e logo coloquei seus mamilos na boca e os suguei forte, tirando um forte gemido da sua garganta.
— Huuuuuuuuuum!
Olhei para cima, para seu rosto, e pude ver sua confusão emocional. Ele se entregava a mim, mas com os sentimentos de medo e de satisfação se duelando internamente, fazendo-o se questionar se devia continuar com nossa transa ou não.
Aproveitei sua indecisão e desci lambendo e beijando sua barriga, enfiei minha língua no seu umbigo, fazendo seu pau fisgar, e o induzi a não desistir. Já tínhamos chegado longe demais para parar agora.
Ele travou os dentes e levou as mãos até minha cabeça careca, e começou a alisar. Entendi como se tivesse permissão para continuar e desci para sua virilha, abri seu cinto, o botão da calça jeans e o zíper. A calça caiu e se enrugou em seus tornozelos, e puxei sua cueca boxer para baixo, liberando seu caralho duro, grande, não circuncidado, que bateu no meu rosto.
Segurei-o com a mão direita e expus a cabeça rosada, aproximei mais meu rosto do seu púbis com pelos aparados e o cheirei.
FSSSS!!
Caralho, que cheiro de macho gostoso. Cheirei-o até a ponta da cabeça e o coloquei na boca, sentindo seu gosto, e o pré-gozo que começava a emanar da cabeça rosada.
— Hãã! Ele gemeu, contorcendo os dedos dos pés dentro dos tênis.
Fui deslizando com a boca na sua pica até a base, fazendo a cabeça bater na minha garganta. Esperei alguns segundos e voltei com calma até a cabeça quase sair da boca. Logo comecei a mamá-lo.
GLUB Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub...
Eu ia para frente e para trás em um ritmo brando, calmo, porém não lento demais. Ele se contorcia na minha boca, gemendo e ajudando minha cabeça a deslizar no seu pau duro com a mão que ele colocou atrás dela.
Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt...
GLUB Glub Glub Glub Glub Glub Glub…
Eu salivava gostoso, deixando seu pau brilhoso com minha baba grossa. Ele gemia alto, com a cabeça para trás, sem se importar se fosse escutado.
— Hãããããããããããã!!
Depois de chupar bastante, não permiti que ele gozasse e ajudei-o a retirar o resto da calça e seus tênis.
Tirei um pé e cheirei seu tênis.
— Fssssssssssssssssssss!
Tirei o outro e repeti o ato.
— Fssssssssssssssssssss!
Seu chulé era divino, quente, um pouco doce, um pouco salgado, era confortável, cheiro de pé bem cuidado, mas que apresentava um pouco de chulé por estar há muito tempo dentro do tênis.
Retirei suas meias suadas com delicadeza e levei-as ao meu nariz e aspirei fundo. — Fssssssssssssssssssss — aquelas delícias macias, brancas, encantavam meu nariz. Larguei as meias dentro de seus tênis e peguei seus pezões de dedos quadrados, brancos e largos e os levei para meu rosto.
Enfiei a cara nas suas solas e puxei o ar com força, deixando o seu chulé invadir minhas narinas.
— Fssssssssssssss!
Logo substitui meu nariz pela minha boca e comecei a beijar seus pés.
Muá, muá, muá, muá, muá, muá...
Depois os lambi e chupei seus dedos com vontade, cheirei o chulé entre seus dedos e logo os deixei limpos com o banho de língua que dei em cada pé. O dorso veiado dava um tesão absurdo; as solas macias são a parte que mais gosto, então lambi sem pudor.
Logo fui erguido por ele pelas axilas; com o semblante desesperado, ele me colocou de costas para ele, apoiando-me no túmulo ao nosso lado, agachou-se, ficando com o rosto na altura da minha bunda, e abriu minhas nádegas.
Pisquei meu cuzinho várias vezes para ele, e ele, olhando, deu-me um tapa na nádega.
PLAFT!!
E, sem pudor, meteu a boca no meio da minha bunda, enfiando a língua no meu cuzinho rosado, raspadinho.
— Hãããããã! Gemi com sua língua quente e molhada dentro do meu cu e comecei a rebolar na sua cara.
Ele caprichava na lambida e, às vezes, sugava meu cuzinho.
— Fuuuuussssss!!
Rapidamente, ele se levantou e deu um tapinha na minha bunda.
PLAFT
Segurou na base do seu pau duro e cuspiu na mão.
Pufff!
Passou no seu caralho e depois repetiu o gesto, passando um pouco no meu cuzinho, enfiou um dedo, depois dois para preparar meu rabo, enfiando o cuspe no meu cu, em seguida, deu uma pincelada na portinha e apontou a cabeça na entrada do meu cu e começou a forçar.
— Hãããããã! Gemi conforme sua pica foi invadindo meu cuzinho.
Sua pica deslizava lentamente para dentro de mim, e meu cuzinho, piscando, começou a se moldar no seu cacete. Eu gemia e rebolava para facilitar a entrada; o pau às vezes dava uma travada por pouca lubrificação, então eu cuspia um pouco na mão e levava para a entrada do meu cu.
Ele deslizou, deslizou, até seu saco encostar nas minhas nádegas. Esperou um pouco e deu uma pequena rebolada. Eu apertei o botão de hormônios da minha coleira e esperei que meu corpo ganhasse o gás de sempre. Quando sentiu que estava pronto, ele lentamente começou a bombar.
PLOC, PLOC, PLOC...
Seu pau entrava e saía com calma, deslizando como manteiga na faca quente. Ele segurou firme na minha cintura, apoiou melhor seu pé no túmulo e fodeu, fodeu, fodeu. Naquela posição, seu cacete entrava fundo, fazendo eu delirar, revirar os olhos de prazer. O hormônio da minha coleira, mais as bombadas, causavam algo que já era meu conhecido, mas ali era diferente, porque ele me comia com uma certa paixão, não como um objeto; era mais como se eu fosse seu bote salva-vidas.
Ele me fodia com paixão, com uma necessidade imensa de estar dentro de mim, beijava meu ombro e meu pescoço enquanto sua virilha batia no meu rabo.
Eu me sentia no paraíso; fazia tempo que não tinha uma foda gostosa de verdade, e só me restava aproveitar o máximo possível.
Mas então, um pouco cedo demais, ele começou a tremer e anunciou:
— Vou gozar, Pedro, vou gozar. Huuuuuuuuuum! Aaargh!
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Meu cu encheu com sua porra e começou a vazar pelas beiradas do seu pau, que estava atolado fundo no meu cu.
Comecei a bater punheta desesperadamente para acompanhar seu orgasmo e, com uma certa dificuldade, gozei, tremendo e implorando para que aquele orgasmo durasse mais.
— Aaaaaaaaaaaah!
— Aaaaaaaaaaaah!
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Depois de gozar tremendo violentamente, ele se agarrou em mim, suspirando, e deixou seu pau amolecer e deslizar para fora do meu cu.
Me endireitei e me virei para ele. Ele parecia mais feliz, exalava um pouco de prazer enquanto ofegava.
Nós abaixamos, juntamos nossas roupas e as colocamos, sujos mesmo de porra. Nós nos recompusemos e fomos atrás de meu pai e meu irmão na entrada do cemitério.
Quando os encontramos, papai disse:
— Finalmente, achei que dormiríamos aqui!
Sorrimos com um sorriso de canto de boca e papai nos conduziu para o carro. Entramos e papai deu partida, e fomos para a casa do meu primo.
Ao chegarmos, sua esposa correu para o carro. Ele desceu do carro e a abraçou, beijou-a. Os dois começaram a chorar, parados na rua ao lado do carro, mas logo os dois juntos foram abraçados para dentro de casa.
Papai pegou seu celular e mandou uma mensagem para ela.
"Estamos partindo, vou voltar para casa. Até mais."
Deu partida no carro e voltamos para casa.
*** Notas do autor: dei o nome ao conto de Réquiem por meu primo estar à beira da morte, tentando lidar com seus conflitos. Mas Réquiem, para quem não sabe, significa descanso; e é a missa fúnebre de sétimo dia após o falecimento de uma pessoa.
Esse conto não tem nenhum conteúdo fora das normas do site. Além disso, esse conto seria uma ponte para um crossover que estou desenvolvendo, porém, ele será adiado até eu terminar de foder com todos os machos da família, e tem personagens que ainda não apareceram, que irão aparecer em breve.
Obrigado por lerem, e espero que tenham gostado. Até breve.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)