As Meninas do Parquinho III
No outro dia, logo cedo pela manhã, eu vi as meninas passando para ir para a escola. A van já estava esperando no portão do condomínio. Estavam um tesãozinho naquela roupinha de escola; apesar de frouxa, dava para ver a bundinha delas bem formada na calça. Lembrando da noite anterior e de nossas brincadeirinhas, fiquei logo de pau duro.
Dona Suzana ia com elas até o portão. Minhas três bezerrinhas. Logo após deixar as meninas, ela veio até onde eu estava na porta do quartinho.
Caminhava rápido e já estava arrumada para o trabalho. Ela foi logo falando:
- Eu tô indo trabalhar, mas antes preciso acertar uma coisa.
- Pode dizer.
Enquanto eu falava com ela, segurava meu pau e ia deixando ele mais duro. Ela já podia ver ele estufando a calça.
- O que você tá fazendo?
- Nada demais! Só fiquei lembrando de ontem quando vi as meninas passarem.
- Filho da puta!
- Elas nem voltaram tarde demais pra casa, mas voltaram bem alimentadas e felizes! Elas estão bem?
- Estão bem sim, mas não precisa ficar falando nisso!
- Ué, você não disse que queria saber de tudo?
- Queria não, quero! E foi para isso que eu vim. - disse sem desgrudar o olho do meu pau.
- Pode falar!
- Você disse que ia me contar tudo. Pois bem, eu quero saber.
- Quer saber até de ontem? Quer saber como as suas menininhas se divertiram ontem?
- Seu merda! Você sabe do que eu tô falando! Eu quero saber como é essa história toda começou.
Nesse momento eu botei o pau completamente duro para fora da calça. Peguei a mão de Dona Suzana e coloquei sobre ele, começando lentamente a me masturbar usando a mão dela.
- Para com isso! Olha onde a gente tá...
- Pega aqui só um pouquinho!
- Não foi para isso que eu vim.
- Eu sei, mas já que você tá aqui...
- Eu já falei. Não foi para isso que eu vim - ela disse tentando tirar a mão, já com um pouco de raiva.
Peguei a mão dela e pus de novo no meu pau, voltando a me masturbar.
- Tá lembrando do nosso trato, não tá?
- Tô sim. As meninas desceram ontem, não desceram?
- Desceram sim. E ainda vieram de saia. Sua mãozinha no meu pau é muito gostosa, sabia?
- Não foi para isso que eu vim.
- Então fala! Você tá indo trabalhar agora, não tá? Então me diz como é que vai ser. Vai querer saber hoje à noite?
- Não! Nesse fim de semana as meninas vão ficar com o pai e vou ter os dois dias livres só para mim.
- Ótimo! Você vai querer que eu vá ao seu apartamento? Posso te foder de novo encostada na mesa, daquele jeitinho que você gosta.
- Não! Aqui não! Você ia ter que passar mais tempo lá em casa e alguém pode ver e começar a desconfiar.
- Então, onde vai ser?
- Eu tenho uma amiga que tem um apartamento no Centro. Ele tá fechado porque ela tá viajando, mas eu tenho a chave. A gente pode ir para lá no sábado pela manhã. Não é tão perto daqui, então não tem ninguém conhecido.
- Tudo bem! Como você quiser. Só não tira essa mãozinha gostosa do meu pau, que essa punheta tá muito boa.
- Seu merda!
Dona Suzana me xingava, mas eu sabia que era sua doce. Era uma maneira dela dizer a si mesma que não tinha cedido por completo, mas no íntimo ela sabia que não tinha mais resistência alguma. As meninas já se deliciavam no meu pau, mas seria ela que iria dominar a minha rola.
- Então, vai dar certo no sábado?
- Vai sim! Eu tenho uma folga, então a gente tem um dia livre.
- Certo. O pai vem buscar as meninas umas 8 horas da manhã. Então logo que elas saiam, você vai até a esquina da praça. São só quatro quarteirões. Você espera lá e eu passo para te pegar de carro. Não quero te levar daqui porque pode alguém ver.
- Tá feito então.
Suzana tentou tirar a mão do meu pau, mas eu segurei e acelerei os movimentos. Mesmo sem querer, ela já punhetava com gosto.
- É melhor a gente parar. Eu tenho que ir trabalhar e pode passar alguém e ver essa putaria.
- Espera só mais um pouquinho. Puxei ela para dentro do quartinho e a sentei numa cadeira, sem deixar que ela soltasse meu pau.
- Vem! Chupa!
- De jeito nenhum! Não posso! Eu tenho que trabalhar.
- Chupa!
- Eu vou chegar atrasada!
Passei a esfregar a cabeça do pau na boquinha dela enquanto ela tentava protestar.
- Abre a boquinha, Dona Suzana, abre. – Mas ela resistia!
- Para com isso! Tenho que ir trabalhar!
- Cadê aquela linguinha gostosa?
O batom já manchava um pouco a cabeça da minha rola, mas ela insistia em desviar a boca e não deixar meu pau entrar. Continuava dizendo que ia chegar atrasada, mas o tom de voz de protesto já ia cedendo. Segurei-a pelos cabelos continuando a esfregar a cabeça do pau na sua boca.
- Shhhhhh. Fica quietinha, abre a boca e fecha os olhos.
Dona Suzana obedeceu e relaxou a pressão dos lábios, engolindo meu pau até quase a metade. Vendo que não tinha keito, ela passou a chupar de forma cadenciada, sem pressa, deixando que a minha rola deslizasse para dentro e para fora. Quando ela parava para tomar ar, voltava a me punhetar e me olhava nos olhos com um jeitinho de muxoxo, mas já totalmente rendida. Logo a rola já tava na boca de novo.
- Você faz um boquete delicioso da Suzana. Suas meninas tem a quem puxar. Elas vão ser duas engolidoras de rola de primeira.
Ela ficou com um pouco de raiva, quando falei das meninas. Na verdade, não sei se a raiva dela vinha pelo instinto de proteção materna ou por ciúme de lembrar que, na noite anterior, suas filhinhas estavam com a mesma rola na boca. Ela voltou a falar, sem muita convicção na voz.
- Eu preciso ir trabalhar.
- Eu sei. Chupa mais um pouquinho. Suas filhinhas ontem chuparam foi muito.
- Seu merda! Não sei porque que você fica falando isso.
- Deixa de bobagem. Lembra do nosso trato. Amanhã eu vou contar tudo para você. Chupa!
Suzana voltou a botar a rola na boca e já chupava com mais vontade. Deixei que ela comandasse todo o movimento. Ela chupava na velocidade dela, do jeitinho que ela queria. Mulher experiente; apertava o meu pau na boca, massageando com a língua. Mal tive tempo de avisar a ela que ia gozar. Ela sequer teve tempo pra tirar o pau da boca; deixou que os jatos viessem fortes na boquinha e engoliu tudo, apertando o meu pau da base em direção à cabeça para aproveitar as últimas gotas. Depois que ela chupou bastante, tirei o pau já meio bomba da boquinha dela e guardei dentro da calça. Suzana limpou os cantos da boca do resto do meu leite e repôs seu batom.
- Pronto Dona Suzana. Agora a senhora já pode trabalhar.
- Filho da puta!
- Vai logo! Cuidado para não chegar atrasada.
Ela saiu amuada com a brincadeira, mas saiu bem alimentada.
- - - - -
No sábado pela manhã fizemos tudo como combinado. Quando vi as meninas passarem para passar o final de semana com o pai, esperei alguns minutos e sai normalmente para curtir a minha folga. Caminhei até a pracinha e fiquei na esquina esperando. Dona Suzana não demorou a chegar. Entrei no carro e rumamos para o apartamento da amiga. Realmente era um pouco longe do condomínio e havia bem menos perigo de sermos reconhecidos. Quando chegamos lá, subimos para o apartamento. Era um apartamento bonito, bem mobiliado e a nossa disposição por todo o dia.
Dona Suzana vestia uma calça jeans justa e uma camiseta branca. Logo que trancamos a porta aproveitei para dar-lhe um bom beijo e deixar minhas mãos passearem por aquele corpo. Ali pude ver com cuidado o quanto ela era gostosa. Desabotoei a calça dela e já tentei ir baixando. Fazendo velho joguinho de sempre, ela resistiu:
- Para, não foi por isso que a gente veio aqui. A gente veio para você me contar tudo.
E eu vou contar tudo. Mas por que não aproveitar o momento. Lembra do nosso trato. Você também faz parte dele.
A abracei por trás e dei uma bela sarrada naquela bunda gostosa. Aproveitei para descer a calça dela até os pés. Ela usava uma calcinha branca de algodão; deliciosa, ficava bem moldada no rabinho dela. Sentei-me no sofá e a puxei para que ela se sentasse entre as minhas pernas, de ladinho. Naquela posição, não só ela ficava no meu controle, entre meus braços, como suas pernas ficavam levemente abertas. Pode pela primeira vez pude admirar aquela buceta bem marcada na calcinha, cheia, com certeza já um pouco molhada.
Suzana apareceu um pouco desprotegida, sentada entre minhas pernas, vestindo só uma blusa de algodão e uma calcinha branca. Era ali mesmo que eu a queria. Comecei alisando suas coxas. Ela não se importou, só conseguiu me olhar nos olhos e dizer:
- Vai, me conta. Quero saber tudo!
- Tudo bem, lembra que foi você que pediu.
- Fala logo!
Dona Suzana me olhava ansiosa, na expectativa de ouvir o relato. Como prometi, comecei a contar tudo.
- Tudo começou no dia seguinte aquele dia que o ficante da Sarinha trocou pela amiga. Não sei ao certo, mas depois do fora que ela levou, no dia que ela chegou chorando em casa, acho que ela esperava reconquistar o garoto e até deixar que ele fizesse o que quisesse com ela, deixando ele enfiasse os dedos e até chupando o pau dele. Ela até desceu de saia no dia seguinte; com certeza tava pronta para levar umas dedadas e chupar uma rola.
- Eu lembro. Achei estranho ela descer com a mesma roupa.
- Pois é! O problema foi que o garoto já havia se esquematizado com a amiga dela. Quando ela desceu para o parquinho, a amiga já tava com a rola do ficante dela na boca lá perto da lixeira. Não sei se ele chegou a gozar na boca dela, mas com certeza ela chupou um bocado e deixou os dedos dele trabalharem bastante na bucetinha dela. Tudo que Sarinha não havia deixado. Ela viu quando o garoto voltou das lixeiras e passou com a amiga dela. Deve ter ficado puta e triste ao mesmo tempo!
- Como é que você sabe disso tudo?
- Não é importante agora. Depois você vai saber.
Continuei o relato.
- Um pouco mais tarde, quando todos já haviam saído ela entrou no quartinho perguntando se eu tinha alguma revista nova. Tava com os olhinhos cheios d’água, como se tivesse chorado. Ela e ouras meninas sempre vinham ver se tinha algo novo. Realmente eu guardo várias revistas que os condôminos jogam no mato. Às vezes serve de diversão para mim; às vezes utilizo para outras coisas. Eu disse a ela que tinha uma pilha de revistas em cima da mesa onde eu consertava as coisas. Sarinha foi até a mesa e ficou mexendo. Até aí eu não tinha olhado diferente para ela em relação às outras garotas. Todas ninfetinhas gostosas; Sarinha era só mais uma.
- E a Júlia? Ela tava junto?
- Não! Julinha só entrou no jogo depois. Você vai saber. – Nessa hora eu já esfregava gostoso meus dedos por cima da calcinha de Suzana. Sua buceta já tava quente, úmida. Dava pra sentir nos dedos.
- Continua! Fala!
- Então. Enquanto Sarinha estava parada, escorada na mesa olhando as revistas, não pude deixar de notar suas colchas roliças e a bundinha empinada, mal coberta com uma saia curta. Lembrei da sacanagenzinha das meninas lá perto da lixeira, de como elas eram safadinhas. Deu até uma certa raiva da sorte desses moleques de merda, que ficam dedando e sendo chupados por essas meninas.
Nesse momento, botei meu pau pra fora e mandei Suzana me punhetar.
- Vem, pega aqui!
- Não foi pra isso que a gente veio.
- Claro que foi! Você quer saber de tudo, não quer?
- Quero!
- Então, seja boazinha e obediente. Lembre da última vez que me desobedeceu?
- Lembro. – disse baixando os olhos.
- Quer levar outro tapa? Quer apanhar de novo?
- Não, por favor! Não me bate mais! – disse Dona Suzana, baixando os olhos.
- Então seja boazinha. Pega no meu pau.
Ela pegou. Aproveitei pra lhe beijar, dessa vez com carinho, pra que ela ficasse mais calma e relaxada.
- Não fica chateada, Dona Suzana. Eu vou cuidar bem de vocês. De você e das suas menininhas.
Ela me olhou com os olhos cheios d’água e me beijou de novo. Agora, já mais entregue. Sua mão já massageava meu pau devagarzinho.
- Quer continuar a ouvir?
- Quero sim. Fala!
- Eu fiquei só olhando ela encostada na mesa. Quase dava pra ver a calcinha dela. Lembrei de como o garoto tentava enfiar a mão entre as coxas dela, mas ela não deixava. Só permitia nos peitinhos. Meu pau tava duro nessa hora.
Dona Suzana me olhava ansiosa, a boca levemente aberta, imaginando o que iria acontecer com sua filhinha. Sabia que ela tava ficando excitada em ouvir tudo. A buceta tava úmida nos meus dedos. Num movimento rápido levantei um pouco o corpo dela e retirei sua calcinha.
- Espera! O que você tá fazendo?
- Calma! Você vai gostar!
Sem calcinha, com as pernas levemente abertas, pude ver como a buceta de Dona Suzana era linda. Rosadinha, de poucos pelos. Meti a mão entre suas coxas e enfiei dois dedos fundo na buceta. Ela deu um gemido forte, apertando meu pau. Tava excitada, ouvindo a história das filhas. Entre os gemidos que ela dava enquanto meus dedos a fodiam, só consegui ouvir um pedido:
- Fala mais, por favor!
Olhei seus olhos fechados, gemendo nos meus dedos, e continuei:
- Um certo momento eu tive que passar por Sarinha, em direção ao local onde eu dormia para pegar umas coisas, e com uma passagem apertada, foi inevitável esfregar um pouco na sua bundinha. A menina nem se mexeu, continuou olhando as revistas. Na volta, me esfreguei de novo; ela também não reclamou.
- Ela deixou você se esfregar?
- Eu não me esfreguei realmente, foi só uma passada de pica pela bunda dela.
- Continua, por favor! Disse Suzana, enquanto meus dedos passeavam entre o interior de sua buceta e seu grelinho.
- Vendo que ela não achou ruim minha esfregada, eu passei de novo, só que dessa vez passei mais devagar e esfreguei meu pau na bundinha dela. Na volta fiz a mesma coisa, só que dei uma leve imprensada nela; meu pau já estava duro, com certeza ela sentiu minha rola pressionando o rabo dela. Dessa vez ela largou a revista, dizendo que precisava ir para casa e saiu porta afora. Confesso que nessa hora achei que ia dar merda e que talvez ela lhe contasse tudo quando chegasse em casa.
- Eu lembro desse dia que ela brigou com o namoradinho dela. Mas quando ela entrou em casa, não disse nada, só passou para o quarto onde a irmã já estava. - disse Dona Suzana, com um olhar arregalado para mim enquanto eu contava tudo.
- No dia seguinte fiquei mais calmo quando vi que ela tinha descido de saia novamente.
- Eu lembro. Mandei ela trocar e vestir outra roupa, mas ela não quis. Insistiu em ir da saia.
- Se ela sentiu meu pau e ainda veio de saia é por que tava querendo.
- Ela foi no seu quartinho no outro dia?
- Sim. E quando chegou foi logo se encostar na mesa, olhando as revistas e na mesma posição do dia anterior. Parecia até que a saia tava menor ou ela tivesse querendo me provocar empinando mais a bunda.
- Então, ela tava querendo ser sarrada de novo! – disse Suzana, apertando mais meu pau e já mais excitada.
- Claro que tava. O joguinho continuou. Eu fingia que ia pegar alguma coisa e na passagem esfregava meu pau na bunda dela. Como ela não dizia nada e nem saía da mesa, numa das passagens eu parei atrás dela e imprensei ela um pouquinho na mesa. Ela deu um suspiro de espanto e empinou mais o rabo. Finalmente, ouvi ela dizer algo: “Tio, o senhor tá me imprensando!”. “Olha a revistinha, olha meu bem! Tem todas aqueles doramas que você gosta, não é?”. “Tem sim, tio.”
- Você forçou ela?
- Claro que não! Ela fingia que não tava acontecendo nada demais e eu fazia o mesmo. Aqueles momentos, duraram uma eternidade, roçando minha rola naquele rabinho juvenil. Eu perdi tanto a noção nessa hora, que já roçava no tabo dela segurando-a pela cintura. Foi ai que acho que ela sentiu que já tinha ido longe demais e disse que tinha que ir pra casa. Eu voltei à razão das coisas e a soltei. Notei quando ela se virou tentando ver meu pau duro, mas eu virei o corpo e não deixei.
Só que enquanto eu falava aproveitava para excitar mais ainda Suzana. Acariciava suas coxas e às vezes beijava um pouco seu pescoço. Com meus dedos em sua buceta e sua mão apertando o meu pau, dona Suzana mal conseguia pensar.
- Meu Deus, seu Cláudio. O que é que a gente está fazendo. A minha menininha sendo sarrada desse jeito.
- Vem cá! Que ainda tem mais para você saber. - disse esfregando mais ainda meus dedos em sua buceta.
- Fala logo! Eu quero saber tudo!
- No dia seguinte Sarinha voltou, mas fiquei um pouco decepcionado porque dessa vez ela veio de bermuda. Achei até que tinha dado alguma merda, mas assim que ela entrou já assumiu a posição de sempre, encostadinha na mesa. Foi o mesmo joguinho outra vez, só que dessa vez eu não passava mais. Ficava parado atrás dela, olhando a revista, enquanto pressionava meu pau naquela bundinha. Era uma delícia. A gente fingia que nada estava acontecendo, que tava só olhando a revista, mas dava para sentir o calor daquele rabo no meu pau. Eu comecei a bolar um plano, tinha que aproveitar a situação. No dia seguinte Sarinha veio de saia de novo.
- Eu lembro. Ela insistiu para usar a saia de novo, apesar de eu dizer para ela usar outra roupa. Não teve jeito.
- De saia ela sentia mais a minha rola.
- Agora eu tô entendendo porque que ela insistiu. Até briguei com ela, mas ela disse que tinha que descer de saia.
- Quando ela chegou, já foi logo para mesa. Mas eu tinha outra coisa em mente. Eu tava sentado na poltrona e disse a ela que tinha uma revista nova. Quando ela veio ver eu disse a ela para sentar nas minhas pernas. Ela sentou de ladinho nas minhas pernas. Com ela sentada de saia, dava para ver bem aquelas coxas roliças. Já podia imaginar a bucetinha toda molhada. Eu tinha colocado uma calça mais frouxa, para o meu pau ficar mais à vontade. Eu puxei o corpinho dela para que ela ficasse sentada de costas para mim, bem em cima da minha rola, deitando o corpo em cima do meu. A menina rapidamente entendeu e fez o que eu mandei. Quando ela foi ajeitar o corpo eu aproveitei para baixar um pouco a minha calça e levantei um pouco a saia dela. Deu para ver rapidamente uma calcinha branca com pinturas dos Ursinhos Carinhosos. Agora, só a minha cueca separava meu pau daquele rabo e daquela bucetinha virgem.
- Meu Deus, eu não tô aguentando mais! Eu quero rola! Eu quero rola
Dona Suzana tinha chegado ao auge da excitação. Eu sabia que o relato a deixava mais e mais molhada. Num movimento puxei seu corpo pra que ela montasse na minha pica. Ela tava tão molhada que a rola entrou de uma vez só. Ela travou; gozou tão logo meu pau entrou até o fundo, tocando seu útero. Seu corpo todo travou; ela ficou rígida até passar os espasmos do gozo e ela relaxar em cima de mim.
Um pouco depois, mais relaxada, sentadinha na rola, rebolando de mansinho, ela pediu:
- Fala mais, por favor!
- Sarinha remexia devagarinho como se tivesse procurando o melhor lugar para ajustar o meu pau entre as bochechas da sua bunda. Minha mão alisava as coxas dela, cada vez mais próximo da buceta; mas sempre que eu chegava pertinho, ela afastava minha mão. A menina tava adorando tudo, mas tava atenta ao que eu tava fazendo. "É bom ficar sentadinha aqui meu amorzinho?". "É sim, tio!". "Melhor do que lá na mesa?". "É. aqui eu gosto mais!"
- Conta! Eu quero saber! Conta! – Disse Suzana, já voltando a rebolar na minha pica,
- Eu a abracei forte, me aproveitando pra esfregar um pouco seus peitinhos. Comecei a beijar seu pescoço. "Você tá tão cheirosa meu amorzinho!". "Ai tio, tá fazendo cócega!". "É só um beijinho!". Sarinha se remexia já nervosa em cima da minha rola, mas tinha chegado a hora dela ir para casa. Ela levantou da posição e voltou a ficar sentada de lado nas minhas pernas; só que agora ela podia ver claramente a minha rola dura dentro da cueca, com a cabeça saindo um pouquinho para fora. Não fiz questão de esconder. Ela ficou encarando o meu pau; nem conseguia piscar. Peguei a mãozinha dela e coloquei em cima. Ela me olhou assustada, mas não tirou a mão de lá. Eu baixei a cueca, liberando meu pau. Sua mãozinha envolveu meu cacete, mal conseguindo fechar os dedos em torno dele, de tão duro que tava!
- Foi aí que ela bebeu seu leite pela primeira vez? – Disse Suzana, já nervosa, cavalgando meu pau.
- Não! Espera, vou contar.
- Fala! Eu não tô aguentando mais!
- Eu não precisei dizer nada. Ela começou a punhetar minha pica. Eu já tinha visto ela fazer isso com o namoradinho, mas dessa vez ela tinha uma verdadeira rola nas mãos, bem maior que daquele moleque. Eu só olhava sem dizer nada. Só que com a mão no meu pau, Sarinha não evitou mais minha mão na sua bucetinha. Meus dedos entraram por dentro de sua saia e senti pela primeira vez o calor de sua buceta. A xotinha dela tava pegando fogo. Sarinha começou a gemer baixinho enquanto eu esfregava de leve sua buceta, por cima da calcinha. Aquela mãozinha pequena, agarrando minha rola, com olhos fixos, respiração acelerada, tava me deixando louco. Sabia que não ia demorar a gozar.
- Fala!
- Senti que o gozo tava chegando. “Meu amorzinho, eu vou gozar!”. “Quer que eu pare, tio?”. “Claro que não, mas é que eu gozo muito; quando eu for gozar aponta meu pau pro lado, pra não sujar sua roupinha.”. “Tá certo, tio.”.
- Você gozou com ela punhetando?
- Gozei muito! A mão da sua filhinha é uma delícia.
- Ai meu Deus! Me fode! – Disse Suzana acelerando o ritmo da cavalgada. – Me fode! Conta como você gozou.
- Eu não aguentei e avisei a ela. “Vou gozar Sarinha, vou gozar!”. Ela apontou meu pau pro lado e vários jatos caíram no chão. Ela olhava assustada: “Tem muito leite, tio. Tem muito leite!”. Quando os jatos pararam, Sarinha colocou meu pau em pé e o resto do leite escorreu pela cabeça do meu pau e melou seus dedos. Minha mão ainda esfregava de leve sua buceta, chegando até quase ao cuzinho. Ela levou os dedos melados até o nariz e os cheirou; levou um até a boca e lambeu com a ponta língua. “Gostou, meu amor?”. “Gostei, tio.”. “Prova mais.”. Sarinha enfiou um dedo na boca, depois outro limpando todo o leite.
- Ai, Meu Deus! Eu não tô aguent... – Disse Dona Suzana já descontrolada em cima do meu pau. Fala mais, fala mais. Eu vou gozar.
- Sua filhinha voltou a punhetar meu pau. Um resto de leite escorria da cabeça para os seus dedos e meu pau já quase dava sinais de vida de novo. Eu tava pronto pra afastar a calcinha dela e esfregar os dedos direto na buceta. Também queria provar do gosto dela. Quem sabe, enfiar um dedo no rabinho virgem. Mas tão logo eu afastei a calcinha dela, ouvi uma voz: “Sara, a mãe mandou te chamar pra subir!”. Era Julinha, em pé na porta, olhando assustada a irmã segurando meu pau, com minha mão enfiada dentro da sua saia. Sara tomou um susto; pulou do meu colo, pegou Julinha com a mesma mão melada do meu leite e correu porta a fora com ela. Só me restou os dedos com o cheiro da buceta dela.
Foi demais pra Dona Suzana.
- Meu Deus! Eu vou g-gozar!
Ela teve um novo orgasmo, tão forte que tive que abraça-la pra lhe conter enquanto ela chorava agarrada comigo. Descobri ali algo que já suspeitava. Suzana tinha tesão nas filhas; em ouvir suas experiências. Um novo mundo de prazeres se abria e eu ainda não havia contado nem a metade.
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Comentários (5)
Rita: Vim-me toda, que tesão!
Responder↴ • uid:8ihimnxmg3aNeto: Seu padre você escreve muito bem cada um melhor que outro, não demora a postar mais!
Responder↴ • uid:2sosh15n28rGordinho: Muito bom
Responder↴ • uid:1dgfppxnb6wucobra: execelente , continue por favor .
Responder↴ • uid:y8i5kd9iHugo: Mas x favor
Responder↴ • uid:4a205r0nt0k