Os segredos de um gooner: punheta com o priminho no Flingster
João foi dormir na casa do Matheus. Entrei no Flingster e achei os dois. Batemos juntos e fomos afundando na perversão.
Parte 1: /2026/09/conto-135361
Eu passei o resto da semana fingindo normalidade, mas cada vez que via meu irmão eu lembrava que tínhamos gozado juntos e que ele tinha me passado fotos do meu priminho fazendo putaria. Cada vez que ele passava por mim, meu pau subia lembrando que ele também era um pervertido.
No sábado, eu ainda estava no banheiro quando a voz do João ecoou pela casa.
— Os tios foram passar o fim de semana fora. Eles ficam bem mais tranquilos se eu for ficar com o Matheus, então vou dormir lá. A gente joga e tal.
Desci com a toalha no ombro. Ele estava na porta, mochila nas costas, short preto baixo, cabelo ainda úmido. Meu pai só gritou da cozinha um “dirige direito”. João me olhou de relance.
— Qualquer coisa me chama no Whats.
O carro afastou. Eu fiquei parado no corredor sentindo o pau já latejar dentro da toalha.
O dia inteiro foi lento e quente. Treinei até falhar, tomei banho gelado duas vezes, tentei distrair e falhei. Toda vez que fechava os olhos via o corpo do João e a pele lisa do Matheus. Às onze e quarenta a casa estava morta. Tranquei o quarto, apaguei tudo e liguei só a luz fraca do abajur.
Abri o notebook, câmera bem baixa, só peito pra baixo. Cueca preta. Entrei no Flingster com as tags: goon, edge, perv...
Passei um tempo com outros. Um cara peludo que gozou rápido só de ver meu cu. Um novinho de 16 quieto que só gemia. Um com uma sovaqueira cheia que me manteve no edge quase quinze minutos me mostrando pornô de novinhos no seu celular. Eu já estava escorrendo quando apertei next.
A tela carregou os dois.
João deitado de lado, mão dentro do short. Matheus sentado mais à frente, pernas abertas, pele bronzeada sem um fio de pelo, só de cueca branca marcada.
Mensagem:
“Achou a gente.”
Respondi:
“Achei. Porra.”
Matheus perguntou baixo:
— É ele?
João fez que sim e puxou o short. O pau grande apareceu inteiro, cabeça escura já molhada. Matheus tirou a cueca devagar. O pauzinho rosado, fino, completamente liso, a capa ainda cobrindo um pouco. Ele puxou a pele com a mão inteira.
— Você escuta a gente? — Matheus perguntou. Eu fiquei quieto, fingindo que não escutava. Queria que eles falassem sem saber que eu ia ouvir tudo.
João mandou:
“Mostra. Quero esse cu de novo.”
Puxei a cueca. Pau grosso, pentelho preto denso. Abri as pernas. O rego apareceu inteiro. Cuspi nos dedos e rodeei o buraco.
Matheus batia devagar. João olhava minha tela e apertava o próprio pau.
“Mete. Ele tá vendo.”
Enfiei o médio até a segunda falange. Barulho molhado. Matheus soltou um gemido fino. João falou pra ele:
— Olha como o cu dele engole...
Coloquei o segundo dedo. Levantei o braço de propósito. Sovaco preto e úmido. João mandou na hora:
“Chega perto. Chupa.”
Aproximei, passei a língua, chupei os pelos. Matheus gemeu mais alto. João puxou o primo pela nuca.
Matheus virou de costas e empinou. João abriu as nádegas lisas. Cuzinho rosado, sem pelo. Cuspiu e enfiou o dedo. Matheus empurrou pra trás e engoliu até a junta.
Depois João virou ele de frente. Pegou os dois paus na mesma mão e bateu junto. Mão amiga molhada, cabeças se roçando. Matheus tentava retribuir com a mão pequena.
João se inclinou pra mamar. Matheus segurou o cabelo dele rápido:
— Não, João… o rosto vai aparecer.
João riu baixo e voltou a bater os dois com força. Meteu dois dedos no cu do Matheus. O primo enfiou um dedo no dele também.
Eu estava no limite. Dois dedos no meu cu, mão no pau, suor escorrendo.
Matheus gozou primeiro. Corpo inteiro tremendo, cu apertando os dedos do João, pauzinho latejando no vazio. Gozo seco. Nenhum jato. Só espasmos e respiração presa.
João digitou:
“Agora você.”
Gozai olhando. Jatos grossos no peito e nos dedos.
João gozou mirando o corpo do Matheus. Porra branca escorrendo pelo peito liso, barriga, pauzinho mole e coxa. Ele ainda espalhou e empurrou um pouco pra dentro do cu do primo.
Ficamos só respirando. Matheus se jogou de lado, coberto de porra.
João:
“Sessão foda. Não desliga o Tele ainda.”
Desconectamos do Flingster. Segundos depois a chamada de vídeo no chat secreto do Telegram tocou. Aceitei com a câmera ainda baixa.
João apareceu no quarto escuro do Matheus, ainda pelado, pau mole e sujo de porra. Matheus já estava dormindo ao fundo, de barriga pra cima, o corpo melado.
Ele falou baixo, voz rouca:
— Porra, brother… você gozou pra caralho olhando o novinho.
Começou a bater de novo, devagar, olhando pra mim.
— Fala a verdade. Tu é pedófilo, né? Fica louco por esse piupiu de 14 anos lisinho. Admite.
O pau dele foi endurecendo de novo enquanto falava. Eu também já estava duro outra vez.
— Continua me chamando disso — respondi, forçando a voz para ele não reconhecer, batendo junto.
Ele riu baixo e acelerou.
— Pedófilo de merda. Fica horas no edge só pra ver o cuzinho do menino. Quer mamar o pinto de criança dele? Quer gozar na cara dele? Fala.
A provocação só piorou tudo. A gente ficou se olhando, batendo forte, ele repetindo baixo “pedófilo” de propósito, a voz ficando mais ofegante. Matheus se mexeu dormindo ao fundo, o pauzinho mole balançando, e isso foi o bastante.
Gozamos quase juntos. Eu jorrei de novo no peito, gemendo preso. João gozou jatos menores, escorrendo pela mão, olhando fixo pra minha tela e ainda me chamando de pedófilo no meio do orgasmo.
Ficamos ofegantes um tempo. Ele limpou a mão no lençol e falou, já mais calmo:
— Ele já apagou. Vou te passar o Telegram dele. Se quiser bater com o novinho outras vezes, ele curte. Só não fala que fui eu, senão ele trava.
Mandou o contato na hora. Eu salvei olhando o Matheus dormindo ao fundo da tela, ainda sujo da porra do meu irmão.
João desligou logo depois com um “boa noite, pedófilo” rindo baixo.
Eu fiquei deitado no escuro, pau ainda latejando, o número do Matheus salvo, e a certeza de que a noite tinha só engrossado de verdade.
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