Submissa a BBC e sadomasoquista de machos negros
Início das histórias de minha submissão a machos negros, sexo interracial, BBC e sadomasoquismo
Conto erótico
Vou contar como surgiu a minha submissão, desejo e obsessão por homens negros, e também como fiquei extremamente submissa e cheguei ao nível da psicopatia sexual
Desde os meus 12 anos eu já tinha certeza que era gay, que gostava de garotos, não sentia atração por meninas, e muitas vezes desejava estar no lugar delas e viver de uma forma delicada
Eu sempre ia no campinho de futebol da favela próximo onde eu morava, gostava de assistir os garotos jogarem futebol, eu sempre ficava sentado a observar os meninos, e vê-los sem camisa, chama muita atenção
Notei que o meu olhar sempre se fixava nos rapazes negros e mulatos, notava que os corpos deles eram mais desenvolvidos que o meu, que eles haviam mãos e pés grandes, músculos, corpo definido e a cor negra me trazia admiração e virilidade
Eu chegava em casa, e no banho notava o quanto o meu corpo não era desenvolvidos igual o deles, comecei a desejá-los ardentemente
De madrugada, passava uma série chamada OZ, uma ficção que se passava num presídio, assisti um episódio onde um negão nigeriano enorme estuprava um racista branco na cozinha do presídio, e aquela cena não me trouxe terror, trouxe-me tesão, desejo e um sentimento inexplicável dentro de mim
Com o tempo cai no antigo Twitter, conheci diversas páginas de conteúdo BBC, superioridade negra, sexo interracial, dominação e submissão, sadomasoquismo e muito conteúdo interracial gay
Aquilo foi mexendo com a minha cabeça profundamente, transformando o meu ser num ser psicopata sexual e sadomasoquista
Entre os 14 e 15 anos eu já tinha decidido oficialmente que eu só ficaria com homens negros, acabei viciando completamente
Então conheci Gustavo, um vizinho que morava relativamente próximo de casa, era ele um negro, alto, magro, fisicamente com já um pouco de músculos sobresaíndo, de rosto não era bonito, mas pra mim ele era tudo
Ele ficou sabendo que eu era viadinho, putinha mesmo, descobriu que outros garotos tinham me comido na casinha abandonada do final da rua, histórias que contarei noutros capítulos
Ele passou a me chamar para jogar vídeogame, e começou a me comer às escondidas
Ele era flamenguista fanático, havia uma bandeira enorme do Flamengo no seu quarto, e ele sabia que eu era tricolor, então nasceu o sadismo dele em me bater e me comer com força
Nós sempre conversávamos e ele sabia que os garotos me comiam com pressa, sem pena e eu aguentava a dor, e ele passou a não ter piedade nenhuma comigo
Entre nossas conversas amostrei a ele o Twitter e o conteúdo interracial que eu gostava, ele foi aumentado seu ego e no direito dele se sentiu um rei e o meu dono
Passei a ser praticamente estuprado por ele todos os dias, um estupro com consentimento, ele me comia violentamente, fui sendo usado como um depósito de porra
Ao longo do tempo nossas fodas foram ficando mais selvagens, brutas e violentas, e eu passei a gostar de tudo isso, acabei viciando em apanhar, levar porrada
Eis que ele começou com os fetiches sadomasoquistas e eu aprendi a gostar ainda mais
Aprendi a gostar de levar tapas, socos, chutes, viciei em apanhar do meu negão
Uma vez ele me amarrou na cama, amordaçou a minha boca, e começou a me penetrar literalmente à seco
Eu gritei abafado, me recontorci de dor, chorei loucamente, uma dor dilacerante, senti meu cuzinho queimar em brasa
Lentamente meu corpo foi relaxando, fui lentamente suportando a dor, ainda assim doía muito
Ele me batia e me comia à seco, meu cuzinho ficou extremamente arrombado
No final, ele me desamarrou, fui tomar banho com o cuzinho pingando leite e sangue
Me senti uma vadia, usada e abusada, mas isso me deixava viva
Por muitas vezes ele me comeu assim, à seco e com força, com a intenção de machucar, mas ele sabia que eu gostava e ele fazia questão de testar até onde ia o meu limite de dor
Após alguns poucos meses, eu era não só a putinha dele, a fêmea submissa de um negão devorador e dominador, mas passei a ser o saco de pancada dele e isso foi se intensificando
No sexo ele começou a dar pequenos tapas em minhas bolas, causando dor imensa, mas fui aguentando
Ele como um bom negão dominador queria me destruir por completo e me transformar num buraco para uso, e ser submissa a ele era o máximo do prazer pra mim
Por vezes ele falava que eu não podia ter bolas e pinto, que eu deveria ser uma menininha, deveria ser castrada, receber castigo e eu amava todo esse discurso
Ele foi ficando radical e sadomasoquista a medida que eu também fui ficando
Entender que ele era o macho Alfa, o negro superior deixou me hiper excitada e levamos a dominação e submissão a níveis extremos
Chegou o dia que ele resolveu testar o meu limite de dor, e eu já esperava o que ele iria fazer
Ele mandou eu ficar de 4 e começou a dar leves chutes nas minhas bolinhas
Foi uma dor indecifrável, muito forte, mas eu me mantive de 4, no segundo chute chorei e gritei de dor, era imensa dor
No terceiro chute mais forte fui ao chão, chorando, deitada no chão encolhida
Ele então começou a ver onde ia o meu limite, mas jurou pra mim que iria tentar mais
Muitas vezes ele me abraçava só para bater nas minhas bolinhas rosadas, sentir sua mão negra batendo em minha pele rosada, em minhas bolinhas era excitante demais, sentir cada parte do meu corpo doer com o prazer dele e a satisfação era maravilhoso
Gustavo: Você é uma putinha branca, você merece isso, merece ser tratada assim, igual uma cadela
Eu: Mereço sim amor, sou sua fêmea submissa, sou tua putinha
Gustavo: Gosta de apanhar, não é vadia
Eu: Eu amo apanhar, meu mestre, adoro apanhar igual uma vagabunda
Gustavo: Você não deveria ter bolas, só eu que tenho bolas aqui, você tem um grelinho minúsculo aí
Eu: Nasci para servir a você, amor
Gustavo: Gosta de sentir dor?
Eu: Sim amor, eu amo, quero apanhar
Gustavo: Ainda vou levar você ao limite, vou arregaçar você por completo
Eu: Destrói o meu cuzinho, com força, eu gosto
Passado alguns dias meu corpo foi acostumando as dores, a tortura, a apanhar e muitas vezes ser constantemente estuprada
No começo eu implorava pra parar, mas com o tempo, eu já não pedia pra parar, pedia pra continuar
Meu cuzinho ficou extremamente arrombado, arregaçado e muitas vezes pingava sangue e porra, era nessas horas que eu tinha que usar absorvente no cuzinho, e assim eu me sentia uma fêmea submissa, uma menininha
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