#Gay

Duas coisas que hoje, eu não consigo negar a quem me pede: um copo de água

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BumbumGGSP

_Essa bundona gosta de pica? Hein...gosta? Perguntava, enquanto lambia meu cuzinho, e batia na minha bunda.

Oi gente...voltei para contar mais uma aventura inusitada que aconteceu comigo esses dias... espero que gostem...
Era sábado, estava em casa assistindo tv, sem camisa, só com uma samba canção, quando tocaram a campainha.
Achei que fosse minha esposa, ela tinha acabado de sair para ir ao cabeleireiro, achei que tivesse esquecido algo.
Abro a porta, e vejo um cara moreno, barbudo, aparentando uns 30 anos, ele estava mal arrumado, calça rasgada, camiseta surrada, tênis todo acabado, com uma mochila nas costas. Achei até que fosse mendigo, mas logo ele alertou:
_Não sou mendigo, nem usuário de drogas não doutor...sou andarilho, só queria um prato de comida.
Eram 10h30, em casa não tinha nada pronto.
_Desculpa meu camarada, mas aqui o almoço sai tarde, não tem nada pronto.
_O doutor pode me dar pelo menos um copo com água?
_Claro...espera um pouco.
Peguei uma jarra, um copo, e fui até o portão.
_Posso encher a garrafinha? Pediu.
_Claro...fique à vontade...
_Tempo estranho né doutor...esfria...esquenta...
_É...essa época é complicada...você disse que é andarilho, você está indo para onde?
Ele disse que estava indo para a casa da irmã dele, em Taubaté. Disse que tinha perdido tudo onde morava, em Osasco, tinha saído só com a roupa do corpo, e a que ele estava usando, já era doação.
_Caramba...Taubaté é longe...pela rodovia não seria mais rápido? Falei.
_Até seria doutor, mas seria mais difícil de conseguir algum prato de comida, água... entendeu?
_Entendi...e você tem mais roupas nessa mochila? Esse tênis não vai aguentar chegar até lá...
_Não doutor...só tenho uma escova de dentes, um sabonete e uma blusa...sempre aparece uma alma boa, e acaba me ajudando...
Ele encheu a garrafinha, agradeceu, e quando ia embora, eu falei:
_Espera, temos a mesma altura, acho que tenho algumas roupas aqui...te interessa?
_Claro doutor...mas se não for incômodo...
_Que isso, incomodo nenhum...vem entra...
Abri o portão, o levei até o fundo do quintal, e falei:
_Olha...não tenho almoço, mas sobrou um pedaço de torta do café da manhã, e um golinho de café, você quer?
_Claro doutor...
Ele ficou numa mesinha, no fundo do quintal tomando o café, e eu fui no quarto pegar umas roupas.
Voltei com duas bermudas, duas calças, três camisetas, e um par de tênis.
_Olha...trouxe essas bermudas aqui, nos dias de calor igual hoje, dá para usar...
_Pôxa...legal doutor...obrigado.
Conversamos rapidamente, até ele terminar o café, soube o seu nome, Deocleciano, mas preferia ser chamado de Déo. Eu falei o meu, mas ele só me chamava de doutor.
Ele terminou o café, agradeceu muito, e antes de ir embora ele falou:
_Doutor...minhas roupas estão bem surradas, se incomoda se eu colocar as que você me deu?
_Que isso Déo...são suas agora...
_Posso me trocar aqui mesmo?
_Sem problemas...os muros são bem altos...
Ele tirou a camiseta, eu peguei, e joguei no cesto de lixo.
Notei seu corpo, com bastante pelos, mas juro que era só isso, não havia se passado nada na minha cabeça, a não ser, a vontade de ser solidário com aquele homem necessitado.
O problema começou, quando ele tirou a calça, o homem não usava cueca, fiquei de frente com uma rola enorme, muito semelhante à do Alicate(lembram?). Aí a coisa mudou, fiquei de queixo caído, e com a boca babando. Não tive como ficar indiferente, comentei:
_Puta que pariu...uns com tanto e eu com pouco...
Déo percebeu que estava falando do pau dele, até porque, continuei olhando fixo para aquele monumento.
O homem tinha uma fala mansa, era humilde, mas não era bobo, ele viu o estado em que fiquei, deu um sorrisinho, e foi ao ataque:
_O doutor curte?
_Só um pouquinho...
_Quer dar uma pegadinha?
_Posso? Perguntei já me aproximando.
Ele levanta os braços e diz:
_Fica a vontade.
Sem pudor e sem constrangimento, peguei. Alisei, punhetei, e a danada começou a crescer na minha mão.
Quando ela ficou dura, não tive dúvidas, inclinei meu corpo, e abocanhei sua rola. Déo soltou um gemido, e colocou a mão na minha cabeça, fazendo um cafuné.
Totalmente à vontade com a situação ali no fundo do quintal da minha casa, sua mão se movimenta, massageia meus ombros, desce pelas minhas costas, e vai até minha samba canção. Ousado, ele enfia a mão por dentro da minha samba canção, e leva seu dedo até tocar meu cuzinho. Agora foi a minha vez de gemer.
Enquanto massageia meu orifício, minha samba canção vai descendo, e logo, ela vai parar no chão. Pronto...nós dois estávamos peladinhos no fundo do quintal.
Sem notar nenhum tipo de resistência da minha parte, ele vai além, e enfia o dedo no meu cuzinho.
_Ahhhhhhh. Soltei um gemido mais alto, engolindo metade do seu pau.
Ele se deliciou socando o dedo no meu cú, até que falou:
_Levanta...deixa eu ver essa sua bundona direito.
Obedeci, me apoiando na mesinha. Aproveitei, abri as pernas, e empinei a bunda, me expondo por completo para ele.
_Rabão gostoso da porra. Disse ele, passando a mão e apertando as bandas.
O homem se agachou atrás de mim, segurou minhas bandas abertas, e socou a língua no meu cú.
_Ahhhh...ahhhh....ai que gostoso. Gemia e rebolava na cara dele.
Ele mordia, chupava, lambia, estava me levando à loucura.
_Essa bundona gosta de pica? Hein...gosta? Perguntava, enquanto lambia meu cuzinho, e batia na minha bunda.
Atordoado de tanto tesão, implorei:
_Sim...sim...adora...vem...mete... vem meter gostoso no meu rabo vem...mete gostoso...
Déo se levantou, cuspiu na cabeça da rola, encaixou, e forçou a entrada. Em segundos, estava com a rola toda alojada.
_Uhhhh...fazia tempo que eu não metia num rabão gostoso como esse....ahhhh...vai rebola minha puta...rebola...
Submisso, obedeci, rebolei gostoso no pau.
_Isso..isso...putinha ..rebola...rebola gostoso que já já vou encher seu cuzinho de porra...ahhhh.
_Não...não...você está sem camisinha, quando for gozar tira.
_Tá bom...tá bom...vou deixar esse bundão todo lambuzado...
Continuei rebolando, e acabei gozando, sem nem tocar no pau.
_Ai caralho...ahhhh...vou gozar...ahhh...
_Já safadinha...já gozou...ainda nem comecei...
Dei uma parada na rebolada, e Déo começou a me foder. Segurando firme na minha cintura, ele mete sem parar. Sua rola entrava e saía tão gostoso, que meu pau ficou duro rapidinho.
_Ahh...ahhh...é assim que você gosta? Ahh...ahh...quer mais forte...fala...me fala...
_Ai..ai...ai..vai..mete...mete com tudo..vai...me fode sem dó...ai...ai...vai...
O homem aumentou a frequências das batidas e a rola entrava e saía frenética na minha bunda.
Uns dez minutos depois, me deu um tesão louco, que resolvi gozar, batendo uma punheta, aproveitando aquele entra e sai delicioso.
Comecei a me acabar na punheta, e pedia para ele meter mais e mais, só que ele deu uma parada.
_Não...não pára...vai...vai...continua...não para não...vai...me faz gozar...ahhh...
Déo parecia estar cansado, e não tive dúvidas, doido para gozar, apertei o pau dele com o cú, e rebolei em busca do orgasmo.
_Ahhh...ahhh...delícia...ahhh...vou gozar caralho ...vou gozar...ahhhh....
_Caramba doutor...assim eu não tô aguentando, vou gozar também...
_Espera...deixa eu gozar aí você continua...ahhh.
_Não vou aguentar..ahhh...tá chegando solta... solta...
_Só um minutinho aguenta...ahhhhhh....já tô gozando... ahhhhhhh ...caralho...ahhhh...ô pau gostoso...
Só que Déo não aguentou, no momento em que eu gozava, sentí seus jatos fortes me invadindo.
_Ahhhh...uhhhh... desculpa doutor...ahhh não aguentei...não deu...ahhhh....
_De boa Déo...ahhh...de boa a culpa foi minha...
Déo tirou o pau todo melado de porra da minha bunda, e reparei que ele não tinha invergado para baixo, ainda estava meia bomba. Não tive dúvidas, me agachei à sua frente, e fui terminar o serviço, meti a boca no pau dele.
O homem se apoiou de costas na parede, e se deliciou com o boquete. Ele se contorceu e gemeu, até gozar na minha boca.
Saciado, Déo colocou as roupas "novas", me agradeceu por tudo que fiz, e se foi.
Eu corri para o banheiro, fui tomar um banho, e ver o estrago feito.
Depois, voltei para o quintal, limpei a bagunça, e voltei para a sala, satisfeito com a foda inesperada....

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Comentários (3)

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  • Beto: Tudo começou com uma brincadeira de dedar. Meu amigo brincando disse tu faz questão por merda eu falei não aí ele disse deixa eu tirar um pouquinho aí eu deixei ele enfiou o pau no meu cu mas não saiu merda entrou foi esperma

    Responder↴ • uid:g62bi2fv1
  • Beto: Também não consigo negar. Se me pedir eu dou

    Responder↴ • uid:g62bi2fv1
  • BumbumGGSP: Ai gente desculpe...faltou uma parte do título Duas coisas que hoje não consigo negar a quem me pede: um copo de água e meu cuzinho.

    Responder↴ • uid:1dsawba34g4s