#Gay #Teen

Meu vizinho me viu dando o rabo

1.4k palavras | 1 | 5.00 | 👁️
Marqspzl

Seus pés, empurram meu short, até ele cair no chão. Em seguida, suas pernas vão forçando a abertura das minhas.

Oi gente...me chamo Marcos, sou moreno claro, e tenho duas historinhas para contar.
Sou fruto do relacionamento da época de adolescente dos meus pais. Meus avós construíram um sobradinho, nos fundos do terreno deles, e moramos lá até hoje.
Na época dos fatos, há quinze anos atrás, minha tia, irmã do meu pai, morava sozinha na casa da frente, meus avós já tinha falecido.
Bem... vamos à história.
Era uma segunda feira, cheguei da escola, tomei banho, almocei, e um pouco mais tarde, disse à minha mãe que iria brincar na rua.
Saí de casa a caminho do campinho, e assim que passei em frente à casa do seu Carlos, ele estava no portão, e me chamou.
_Marquinhos....me faz um favor?
_Pode falar seu Carlos...
_Preciso pegar uma caixa em cima do guarda roupas, mas minha coluna não está muito boa para subir na escadinha...
_Tudo bem seu Carlos...eu pego para o senhor...
Seu Carlos morava duas casas depois da minha, meus pais gostavam dele, moreno, 45 anos, estava atravessando um momento difícil, estava desempregado, a mulher trabalhando para manter as contas...e ele, meio perdido, vivia no bar bebendo.
Entrei na casa, e sentí o cheiro de bebida dele, mas fui até o seu quarto.
_Tá vendo? É aquela pequena lá em cima. Disse ele.
_Tá bom...pega a escadinha para mim. Falei.
Seu Carlos saiu, demorou um pouco para voltar, e quando voltou, me deu o maior susto, ele voltou peladão para o quarto, o pau dele era enorme, devia ter uns 20 cm, estava duro, e todo lambuzado, brilhando, parecia que ele tinha passado óleo.
_Que isso seu Carlos? O quê está acontecendo? Perguntei assustado.
Ele caminhou na minha direção, e eu tentei fugir, mas fui pego. Seu Carlos abaixou meu short, me jogou de bruços na cama, e já caiu em cima de mim.
Seu Carlos não era alto, devia ter 1,70m, embaixo dele, eu relutava tentando escapar. Seus pés, empurram meu short, até ele cair no chão. Em seguida, suas pernas vão forçando a abertura das minhas. Seu pau lambuzado, desliza pelo meu reguinho, tentando se encaixar na minha entradinha, que a essas alturas também já estava melecada.
_Pára seu Carlos....pára...o quê o senhor está fazendo???
Ele não falava nada, só tentava encaixar o pau. Eu resistia, mas minhas força já estavam se esgotando. Desesperado, falei:
_Eu vou gritar...se o senhor não parar eu vou pedir socorro...
_Não...você não vai gritar nem pedir socorro... sabe porquê? Porque você gosta...eu sei...eu sei que você gosta...e sabe como fiquei sabendo? Na semana passada vi você entrando na casa abandonada com o filho do Adauto.
Gelei na hora e parei de me debater. Ele se aproveitou e encaixou a cabeça bem na entradinha. Ainda tentei argumentar:
_Pára seu Carlos...sai de cima de mim...nesse dia a gente só estava brincando de esconde esconde...
_Kkkk...é...eu fiquei desconfiado, como ele é bem mais velho que você, fui lá dar uma olhadinha...kkkk...e você tem razão, eu vi você brincando de esconder...vi bem o que você estava escondendo...kkkk. Disse ele, já forçando a cabeça do pau.
Eu sabia que aquilo ia acabar dando errado, eu tinha falado para o Adilson(filho do Adauto).
Adilson tinha 16 anos, estava de férias do serviço, e ficava com a molecada no campinho. Quinze dias antes, caí na conversa dele, e lá na casa abandonada, ele me descabaçou. Alguns dias antes de terminar as suas férias, ele me chamou pra irmos lá novamente. Eu disse que era perigoso, que alguém ia acabar descobrindo, mas acabei indo, até porquê, eu tinha gostado da "coisa", tinha gostado de sentir aqueles 15cm dentro de mim.
Mas agora, ali, embaixo do seu Carlos, com seus 20cm, e grosso, eu estava super confuso, assustado, sem saber direito o quê fazer.
Só que o seu Carlos, já tinha tudo definido, com certeza ele tinha premeditado tudo aquilo. Com a situação sob controle, ele deu a cartada final:
_Será que seu pai sabe dessa "brincadeira"?
_Não...claro que não...o senhor não vai contar né? Perguntei todo sem graça.
Ele debruçou sobre mim, beijou meu rosto, e de forma cínica, falou:
_Que isso Marquinhos...é por isso que estamos aqui...desse jeito...quero te mostrar que sou bom em guardar segredooooos...
_Aaaaaiiiiiiiiii. Gritei, ele enfiou a rola...a cabeça e um pouco mais.
Eu me debatendo tentando escapar, e ele me pedindo calma, e enfiando o resto.
_Pára.....pára...tá me machucando. Pedia.
_Relaxa...já já você se acostuma. Disse ele, colando as bolas na minha bunda.
Um pequeno alívio na dor, ele ficou parado por um tempo, mas foi por pouco tempo, logo depois, seu Carlos passou a fazer o vai e vem.
A dor voltou, mas não tão intensa quanto na hora da penetração. Agarrado ao colchão, suporto suas estocadas.
Seu Carlos acelera as estocadas, e crava a rola, prensando as bolas na minha bunda.
_Aaaaiiiiiiiii. Soltei um gemido de dor na hora da cravada.
_Uhhhhhhhh. Foi o gemido dele, de prazer.
Instantes depois, seu pau vibra dentro de mim, e sinto seu líquido quente sendo despejado.
A dor vai diminuindo, na medida em que o pau começa a murchar.
Apesar do desconforto e da dor, meu pau ficou durinho, eu tinha gostado...e sinceramente, eu queria mais.
Seu Carlos sai de cima de mim, tirando o pau da minha bunda, e fica deitado de costas na cama. Ele fica me elogiando, enquanto sua mão passeia pela minha bunda.
Sentindo muito tesão aos seus toques, minha mente vagueia, confusa com o que estava sentindo, tentando entender se aquilo era certo ou errado, afinal de contas, seu Carlos era um homem adulto.
_E aí...ainda está doendo? Perguntou ele, quebrando o silêncio.
_Não...tô bem. Respondi falando baixinho.
_Tá pronto para outra? Perguntou.
Virei para o seu lado, olhei para baixo, e vi seu pau todo lambuzado, pulsando, dando sinal de vida. Resolvi mostrar a ele, outra coisa que o Adilson tinha me ensinado...abocanhei sua rola.
_Uhhh...ahhhhh....nossa....pelo jeito você aprendeu muita coisa na brincadeira de esconde esconde.
Foi gostoso sentir o pau inchando e ficando duro na minha boquinha.
_Fica de quatro! Pediu ele.
Obedeci, e ele se aproveitou do meu cuzinho escorrendo porra, e enfiou a rola com tudo.
Segurando firme o meu quadril, ele soca sem dó. Ardia um pouco, mas o tesão era maior.
Minutos depois, ele volta a se deitar de costas, e pede para que eu sente no seu pau. Aprendi a cavalgar...era muito bom.
Inquieto, alguns minutos depois, ele me coloca na posição de frango assado, e soca fundo dentro de mim.
Suas estocadas eram fortes, e profundas, as bolas estralam batendo na minha bunda. Ele ficou assim, sem parar, por vários minutos, até que anunciou o gozo, e me entupiu com a sua porra.
Exaustos, ficamos um tempo deitados na cama, recuperando o fôlego. Depois, fomos tomar banho, e lá, voltei a abocanhar sua rola, e tomei seu leitinho.
Voltei para casa saciado, e com as pernas bambas.
Na terça, ele tinha uma entrevista de emprego, e marcamos de nos reencontramos na quarta.
Acabei viciando, e passei a visitá-lo de duas a três vezes por semana...pena que não durou muito, uns cinco meses depois, ele voltou a trabalhar. O serviço era longe, e um tempo depois, ele se mudou....

Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Ralph: Conto muito bom... continua certamwnte vc nai parou por ai pois tomou o gosto em pau de macho adulto.....

    Responder↴ • uid:1g69mwn2d9b