Muito mais que bons amigos - Parte 3
Assim que vi o Vinicius dando uma mexida de leve na cama e virando o corpo de lado, meu coração quase saiu pela boca. Saí de perto da porta no mesmo segundo, pisando fininho no corredor pra não fazer barulho nenhum, e desci as escadas correndo. Voltei pra sala e me sentei no sofá, tentando controlar a respiração e disfarçar o suor frio.
Uns dez minutos depois, a Giovana desceu as escadas com uma cara de vitória estampada no rosto. Ela veio andando rápido na minha direção, olhando pros lados pra ver se o Vinicius não estava vindo, e se jogou do meu lado no sofá.
— Conseguui, amor! — ela sussurrou no meu ouvido, dando um risinho safado e tirando o celular do bolso. — Ele tava cochilando pelado na cama e eu tirei. Dá uma olhada nessa ignorância.
Ela desbloqueou a tela e colocou o celular na minha mão.
Quando olhei pra foto, meu pau deu um tranco violento dentro do short. O Vinicius estava deitado de lado, completamente pelado, e a imagem focava perfeitamente naquela rola colossal, grossa, cheia de veias, repousando por cima da coxa dele. Ver aquela pica em alta definição, bem de perto, me deixou completamente maluco por dentro. A minha vontade era salvar aquela foto em uma pasta oculta pra poder bater punheta olhando só pra ele pelo resto da minha vida.
— Caralho, Gi... que foto do cacete — murmurei, disfarçando o meu desejo reprimido pelo anfitrião enquanto fingia que era só sacanagem de casal.
— Não te falei? O cara é um monstro — ela deu risada, me dando um selinho e pegando o celular de volta.
Nisso, ouvimos o barulho da chave girando na fechadura da sala. A porta se abriu e a Emilly entrou, cheia de sacolas de compras na mão, arrumada e cheirosa depois de ter passado a tarde fazendo as unhas.
— Oi, gente! Cheguei — a Emilly disse, sorrindo e colocando as sacolas em cima da mesa. — Cadê o Vinícius?
— Acho que ele tá descansando lá em cima, Emilly — a Giovana respondeu no tom mais natural do mundo, guardando o celular no bolso da calça como se nada tivesse acontecido. — Ele subiu faz um tempinho.
— Ah, entendi. Vou lá dar um beijo nele e já desço pra gente preparar algo pra comer — ela disse, super meiga, subindo os degraus devagar.
Ver a tranquilidade da Emilly, tão carinhosa e alheia ao que rolava debaixo do teto dela, me deu uma sensação estranha. Era um contraste doido entre a vida normal de casal que eles mostravam pro mundo e a sacanagem pesada que acontecia entre quatro paredes.
Assim que ouvi a porta do quarto deles fechar lá em cima, a Giovana levantou pra ir ao banheiro. Foi o meu momento.
Peguei o celular dela em cima do sofá, rápido e sem fazer barulho. Abri a galeria, selecionei a foto do Vinicius pelado e mandei pro meu próprio WhatsApp. Apaguei a mensagem do aparelho dela na mesma hora pra não deixar rastro nenhum e fechei o aplicativo.
Com a foto já no meu celular, meu coração disparou de verdade. A mão tremia um pouco no aparelho. Travei a tela, mas a imagem daquela rola enorme na minha tela não saía da minha cabeça. O desejo por aquele cara estava virando algo descontrolado, uma obsessão silenciosa que eu guardava sozinho.
A Giovana voltou do banheiro, me deu um beijo rápido no rosto e foi pra cozinha ajudar a Emilly que já estava descendo. Fiquei ali sozinho na sala, olhando pra tela do celular, criando coragem pro próximo passo.
Antes que eu pudesse inventar qualquer desculpa para ir ao banheiro, ouvi os passos na escada. O Vinicius descia arrumando a gola da camisa polo, com uma cara descansada e aquele jeito calmo de sempre.
— Boa noite, pessoal — ele disse, caminhando até a cozinha para pegar um copo d'água.
Ele voltou para a sala, sentou no sofá de frente para mim e ligou a televisão. Passava o jornal de esportes e a gente começou a conversar sobre a última contratação que o nosso time tinha acabado de fechar. Era uma resenha leve, boa, de dois caras apaixonados por futebol, trocando ideia sobre o esquema tático do técnico e as chances de título no ano.
No meio da conversa, ele tirou o telefone do bolso para checar uma mensagem de trabalho.
— Puts, descarregou bem na hora — ele resmungou, vendo a tela apagar de vez. Ele olhou para mim de um jeito super tranquilo. — Vitor, me faz um favorzinho rapidinho? Me empresta seu celular só para eu tirar uma foto do documento da empresa que tá ali na mesa? Preciso mandar no e-mail do sócio antes de colocar o meu para carregar.
Meu sangue gelou instantaneamente. A imagem da rola dele estava salva no meu aparelho, recente, bem no topo da galeria.
— Claro... perfeitamente — respondi, tentando disfarçar o pânico que tomou conta do meu peito.
Entreguei o aparelho desbloqueado para ele. O Vinicius pegou o celular, caminhou até a mesa de jantar, enquadrou o papel e bateu a foto. Só que, por puro hábito de checar se a imagem tinha ficado nítida, ele tocou no quadradinho do canto da tela para abrir o visualizador de fotos.
Vi o rosto do Vinicius mudar devagar. Ele encarou a tela por alguns segundos, em absoluto silêncio. A foto do corpo dele pelado, gravada no meu aplicativo, estava ali em destaque.
Ele não esbravejou e nem fez alarde. Ele apenas fechou a galeria, colocou o meu celular sobre a mesa com calma e se virou devagar para me encarar. O olhar dele sobre mim agora era diferente de tudo o que eu já tinha visto: profundo, atento e absurdamente dominador.
O Vinicius apenas travou a tela do meu celular e caminhou de volta para a sala com a passos lentos. Ele me entregou o aparelho na mão, sem soltar uma palavra sobre o documento ou sobre a foto. O olhar que ele me deu ao devolver o telefone foi tão pesado, tão cheio de significado, que meu estômago embrulhou de puro nervosismo.
A noite seguiu na mais perfeita ordem para quem olhava de fora. O Vinicius cumpriu a risca o papel de anfitrião impecável: não deu nenhuma indireta, não mudou o tom de voz e não fez absolutamente nada que pudesse deixar transparecer o que tinha acabado de ver. Ele poupou qualquer constrangimento na frente da Emilly e da Giovana.
— Galera, o que vocês acham de a gente pedir um lanche? — a Emilly sugeriu da cozinha, quebrando o silêncio. — Tô sem vontade nenhuma de cozinhar hoje.
— Excelente ideia, amor — o Vinicius respondeu da sala, com a voz firme e tranquila de sempre.
— Pede aquele hambúrguer artesanal que a gente gosta. Pede para todo mundo.
Enquanto as meninas escolhiam os lanches no aplicativo, o clima na sala parecia o mais humano e cotidiano possível. O Vinicius voltou a comentar sobre o jogo do final de semana, dando risada de uma jogada bisonha do atacante, exatamente como qualquer amigo faria numa conversa de bar.
Mas entre nós dois, o ar tinha ficado denso. Toda vez que o olhar dele cruzava com o meu, eu sentia minhas pernas bambearem. Ele sabia. Ele tinha visto a foto da própria rola no meu celular, sabia que eu guardava aquilo e, agora, sabia o tipo de desejo que eu escondia por trás da minha fachada.
O lanche chegou, nós comemos juntos na mesa da cozinha, conversando sobre coisas banais do dia a dia, até que todos decidiram subir para dormir.
Na manhã seguinte, a casa acordou num ritmo devagar. A Emilly saiu cedo para resolver pendências da empresa e a Giovana aproveitou para ir ao mercado fazer umas compras. Eu fiquei na sala, com o notebook aberto, mas sem conseguir focar em nenhuma linha de trabalho.
A porta do escritório do Vinicius se abriu e ele apareceu na sala. Estava só de bermuda e camiseta, trazendo uma xícara de café na mão. Ele caminhou até mim, puxou a cadeira da mesa de jantar e sentou bem na minha frente, em silêncio.
Meu estômago deu um nó instantâneo.
— Vamos conversar, Vitor — ele começou, com a voz grave, calma e sem nenhum tom de raiva ou ameaça. Ele deu um gole no café e me encarou fixamente. — Sobre ontem. A foto no seu celular.
Engoli a saliva em seco, encarando a mesa sem saber onde enfiar a cara.
— Vini... me desculpa, cara — comecei a balbuciar, sentindo o rosto queimar de vergonha. — A Gi tirou essa foto e eu... eu passei pro meu celular. Eu sei que foi errado, uma putaria sem tamanho, mas eu...
— Calma — o Vinicius me cortou, num tom surpreendentemente humano e tranquilo, repousando a xícara na mesa. Ele suspirou fundo e me olhou com uma sinceridade que me pegou completamente de surpresa. — Eu não tô bravo com você. Só fiquei surpreso. Mas depois passei a noite pensando sobre isso.
Levantei os olhos devagar, sem entender.
— Pensando no quê?
— Na verdade, Vitor... essa foto só confirmou uma coisa que eu já vinha reparando em você — ele disse, inclinando o corpo para frente. O olhar dele sobre mim era intenso, mas acolhedor. — E eu vou ser bem sincero com você, de homem pra homem. Eu sempre fui um cara centrado, seguro da minha masculinidade, mas eu não sou cego. Eu também sinto curiosidades bissexuais. Já faz um tempo que isso passa pela minha cabeça.
O sangue sumiu da minha cabeça. Fiquei paralisado na cadeira, ouvindo cada palavra do homem que eu mais desejava no mundo.
— Ver aquela foto no seu celular... saber que você guarda a imagem do meu corpo e que sente esse desejo por mim me deixou mexido — o Vinicius continuou, sem vacilar na voz. — A gente não precisa fingir nada aqui. Se você tem esse tesão em mim e eu tenho essa curiosidade em você, não tem motivo pra gente esconder isso.
Meu coração disparou como nunca. Ele estava ali, na minha frente, abrindo o jogo de um jeito cru e real.
Fiquei alguns segundos sem conseguir falar, olhando pra boca do Vinicius e sentindo o ar sumir do meu peito. A confissão dele martelava na minha cabeça: ele me queria. Aquele homem perfeito, forte e inalcançável estava ali, me dando sinal verde.
— Vini... eu tô maluco por você desde o primeiro dia que botei os pés nessa casa — confessei num sussurro, jogando toda a vergonha fora.
O Vinicius não respondeu com palavras. Ele apenas se levantou da cadeira, pegou no meu braço com firmeza e me puxou pra dentro do escritório dele, trancando a porta no chaveiro.
Ali dentro, no silêncio daquele cômodo, o desejo acumulado explodiu de vez.
Ele me puxou pelo pescoço e me deu um beijo faminto, colando as nossas bocas com uma ganância descontrolada. Era o primeiro beijo de homem que nós dois estávamos dando na vida, uma experiência totalmente nova, crua e carregada de uma eletricidade absurda. Sentir a barba dele roçando na minha, o hálito quente e a força daquela pegada fez a minha pica ficar dura feito ferro na mesma hora.
Tirei a camisa dele no desespero, querendo sentir aquele peitoral largo na minha pele. O Vinicius rapidamente tirou a minha e arrancou o meu short, me deixando só de cueca antes de tirar a própria bermuda. Ficamos ali, totalmente pelados no meio do escritório.
A rola dele era enorme, linda de perto, exatamente como na foto. E a minha estava estourando de tesão. Ele segurou no meu pau com a mão pesada, dando umas braçadas fortes, enquanto eu pegava na rola dele, sentindo a grossura e o calor daquele membro. A gente se encarava arfando, chocado com o tesão que estávamos sentindo um pelo outro.
— Deita aí na mesa, Vitor — o Vinicius mandou, com a voz bem grave, ríspida de tesão.
Me deitei por cima da mesa de madeira, abrindo as pernas. O Vinicius pegou um lubrificante que tinha na gaveta, lambuzou os dedos e começou a me preparar devagar. Sentir o dedo daquele homem abrindo o meu cu me fez dar um gemido alto, apertando as beiradas da mesa. Quando ele posicionou a cabeça da rola na minha entrada e empurrou, soltei um urro abafado.
A grossura dele preencheu cada milímetro de mim. Era a minha primeira vez com um homem e doía um pouco, mas o prazer de ter o Vinicius me comendo era infinitamente maior. Ele começou a meter com calma, aumentando o ritmo devagar, encaixando o quadril no meu bumbum. Cada metida dele fazia a mesa ranger. Eu segurava no ombro largo dele, vendo aquele cara forte e dominador me arrombando num ritmo gostoso.
— Porra, Vitor... que cu gostoso do caralho — ele rosnava no meu ouvido, dando umas socadas bem fundas que me faziam delirar.
Ele meteu firme até a respiração dele ficar descontrolada. Antes de gozar, ele puxou o pau pra fora e se deitou de costas no sofá do escritório, me olhando com os olhos pegando fogo.
— Agora é a sua vez. Vem cá e me come — ele disse, abrindo as pernas fortes.
Meu coração parecia que ia saltar pela boca. Peguei mais lubrificante, passei na minha pica e nos dedos, e preparei o cu do Vinicius devagar. Ver aquele homem forte, que mandava em tudo, entregue ali pra mim, abriu a minha cabeça de um jeito indescritível. Encaixei a cabeça do meu pau na entrada dele e empurrei com vontade.
O Vinicius soltou um gemido grosso e abafado, agarrando o braço do sofá com força.
— Isso, caralho... entra tudo! — ele pediu, afundando a cabeça no encosto.
Enfiei a rola toda no cu dele e comecei a socar. Ver a minha pica entrando e saindo do anfitrião me deixou num transe desgraçado. Aumentei o ritmo, metendo forte, ouvindo o barulho da nossa pele se chocando e os gemidos graves do Vinicius ecoando pelo escritório. A gente estava se devorando como dois bichos, vivendo aquela experiência bissexual pela primeira vez com um tesão absurdo.
Acelerei as socadas no limite, sentindo o cu dele apertar a minha pica com força. O Vinicius começou a se punhetar no mesmo ritmo que eu metia nele.
— Vou gozar, Vitor! Vai, mete fundo! — ele urrou.
Não aguentei. Acelerei mais três metidas violentas e gozei bem fundo dentro do cu dele, soltando um gemido alto. No mesmo segundo, o Vinicius soltou um grito abafado e espirrou a porra dele inteira no próprio peito e na barriga, tremendo o corpo todo.
Caí por cima dele, exausto, arfando pesado, sentindo o suor e o cheiro de sexo dos nossos corpos misturados no sofá.
Ficamos ali deitados por uns minutos, tentando recuperar o fôlego, ouvindo só a nossa respiração descontrolada e o estalo da madeira do sofá. Olhei pro Vinicius do meu lado, com o peito melado de porra e os olhos fechados, e a ficha demorou a cair. Tínhamos acabado de fazer aquilo.
— Caralho, Vitor... — o Vinicius murmurou, passando a mão no rosto e soltando uma risada fraca, ainda impressionado. — Que negócio insano.
— Nem me fale — respondi, rindo também, sentindo uma leveza enorme no peito. Aquele momento tinha quebrado qualquer barreira entre a gente.
O Vinicius se levantou devagar, pegou uma caixa de lenços na gaveta da mesa e me entregou alguns, usando os outros pra se limpar. Ele foi até o banheiro privativo que tinha no canto do escritório, lavou o rosto e a parte de baixo na pia. Eu fiz o mesmo logo em seguida, me limpando com cuidado pra não deixar vestígio nenhum no corpo ou na roupa.
Vestimos as nossas roupas em silêncio, num clima de cumplicidade absoluta. Não tinha nenhum clima estranho ou de arrependimento, só um respeito novo e um segredo gigante que agora era nosso.
— Elas já devem estar voltando — o Vinicius disse, ajeitando a camiseta e destrancando a porta do escritório com um estalo suave. Ele me olhou bem nos olhos, dando um sorriso de canto. — O que aconteceu aqui fica só entre a gente, tá?
— Com certeza, Vini. Pode confiar — respondi, assentindo com a cabeça.
Apenas alguns minutos depois que a gente se ajeitou e sentou na sala fingindo que nada tinha acontecido, ouvimos o barulho da chave na porta da frente. A Giovana e a Emilly entraram juntas, rindo, carregadas de sacolas do mercado.
— Chegamos, meninos! — a Giovana avisou, colocando as compras no balcão da cozinha. — O que vocês ficaram fazendo essa manhã inteira aí sozinhos?
O Vinicius olhou pra mim por um segundo, mantendo a postura impecável de sempre, e respondeu na maior calma do mundo:
— Ah, a gente tava aqui trocando uma ideia sobre os planos da casa de vocês.
A semana passou num piscar de olhos, e no sábado de manhã o Vinicius reuniu todo mundo na sala. Ele nem deu margem para discussão: avisou que ia levar a gente numa grande loja de departamentos e móveis para resolver de vez a vida do nosso novo canto.
A Giovana e eu ficamos travados na hora. A nossa realidade era outra, o nosso orçamento não cobria nem a metade do que um sofá básico custava naqueles lugares.
— Vini, por favor, não precisa disso tudo — tentei ponderar, sem jeito na frente das meninas. — A gente faz um carnê numa loja mais simples, vai comprando aos poucos... A gente não tem condição de aceitar isso.
— Nem pensar — a Emilly cortou, rindo e já pegando a bolsa. — A gente quer ver vocês montados e confortáveis. Vocês vão escolher o que gostarem e pronto.
No caminho, dentro do carro, o clima era leve e descontraído. O Vinicius dirigia com a mão esquerda no volante e, aproveitando uma parada no semáforo, olhou pelo retrovisor para mim e para a Giovana no banco de trás.
— Eu sei que vocês ficam encabulados por causa de dinheiro, mas deixa eu contar uma coisa que pouca gente sabe — o Vinicius começou, num tom bem pessoal e verdadeiro. — Há uns meses saiu o resultado final de uma ação trabalhista gigante que eu movia contra a multinacional onde trabalhei anos atrás. Os caras me exploraram até o osso. Ganhei uma bolada preta, um valor que mudou a minha vida e me deu uma folga financeira absurda.
Ele deu uma piscada discreta pelo retrovisor, fixando o olhar em mim por um segundo a mais.
— Esse dinheiro veio de um perrengue que eu passei no passado. Então nada me deixa mais feliz do que usar um pedaço disso para dar uma força de verdade para quem tá corrido do meu lado. Esqueçam conta, esqueçam dívida. A gente vai mobiliar aquela casa hoje.
A Giovana quase chorou de emoção do meu lado, abraçando a Emilly. Eu fiquei encarando a nuca do Vinicius, com o peito cheio de um misto de gratidão imensa, respeito e aquele desejo queimando por baixo da roupa.
Chegando na loja, o Vinicius e a Emilly pareciam duas crianças num parque de diversões. Eles andavam pelos corredores apontando para as melhores camas, sofás retráteis, geladeiras de última geração e smart TVs. Toda vez que a Giovana olhava a etiqueta de preço e se assustava, o Vinicius só passava o cartão sem piscar e dizia para o vendedor entregar tudo no endereço dele.
Num momento em que a Emilly e a Giovana foram olhar os jogos de cama e banho, o Vinicius se aproximou de mim num corredor mais vazio, entre dois guarda-roupas em exposição.
— Gostou das escolhas da casa? — ele perguntou baixo, mantendo a voz calma, mas com aquele brilho no olhar que só nós dois entendíamos.
— Vini... eu nem sei como te agradecer por tudo isso, cara. De verdade. Você tá mudando a nossa vida — respondi, emocionado.
O Vinicius deu um tapinha firme no meu ombro, descendo a mão com um aperto discreto nas minhas costas antes de se afastar.
— Você sabe muito bem como me agradecer — ele sussurrou com um sorriso de canto, antes de chamar as meninas para verem as mesas de jantar.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)