Comi a xereca da sobrinha da minha esposa pela primeira vez
Não resisti, pois Luna chegou suada do futebol E de quebra eu e André fizemos Dupla Penetração nela
Moramos na parte de baixo, a sogra na casa do meio, e o irmão mais velho da minha esposa mora na de cima. Com a esposa (Leila), e Luna, a enteada. André, seu filho do primeiro casamento, mora com a mãe.
Um parêntese para elucidar uma situação que me incomodava.
Sempre me pareceu que Leila fosse muito nova para ser mãe da Luna, até que no fim-de-semana passado fiquei sabendo que os pais da Luna eram separados, e Leila casou com o pai da Luna (Paulo) quando ela era pequena. E ele faleceu num acidente. Tempo depois Leila casou com meu cunhado.
Então me conformei com a cena que presenciei, e relatei no conto anterior, onde mãe e filha transam no quarto da mãe
André veio direto da escola, e acabou ficando na minha casa, pois não tinha ninguém na casa do pai. Em seguida Luna chega do futebol.
Sem cerimônias, sentou acavalada no meu colo de frente para mim, e me deu um selinho. “Ah! Desculpe. Estou suada. Minhas roupas até estão molhadas”. Falou enquanto ia se levantando. Segurei-a pela cintura, e falei: “Percebi de longe esse aroma inebriante de fêmea suada. Quero sentir mais de perto, e saborear teus líquidos corpóreos”.
Deu uma risadinha e uniu sua boca à minha num beijo ardente.
André, sentado na poltrona da frente e jogando no celular, nem “tchum” para nós.
A fiz ficar em pé no sofá, abaixei o short, e enfiei a cara na sua genitália. Aquela mistura de suor com melzinho fez meu pau armar uma bela barraca. Coloquei a calcinha de lado e nem precisei ir muito fundo para encontrar o grelo durinho entre os lábios melados. Seus gemidos se intensificaram e tremeu todinha.
Desceu do sofá, ajoelhou na minha frente, arrancou meu short e cueca numa puxada e caiu de boca no meu mastro que pulsava e babava intensamente. Terminou de tirar seu short e a calcinha, e jogou na cara do irmão, que deu uma cheirada e enfiou a calcinha dentro do seu short e ficou se masturbando com ela.
Salivou bem meu pau, voltou a subir no sofá, e acocorou no meu colo. Uniu nossos lábios, e encaixou meu pau na entrada da grutinha. Não deu nem tempo de eu falar que precisava colocar camisinha e ela já sentou e me enterrou todo dentro dela. “Aaaiii”. Fez ela, mordendo meus lábios. “Doeu?”. Perguntei. “Anrãn”. Respondeu. “Mas tá gostoso”. Concluiu, num tom meloso, tentando disfarçar a surpresa da dor.
Iniciou um sobe e desce lento e foi aumentando, até que passou a cavalgar no meu colo, me deixando bem doido. Meu pau entrava e saia enquanto ela manipula o grelo com a mão.
“Estou quase explodindo. Deixa eu colocar uma camisinha”. Falei enquanto tentava segurá-la. “Vamos gozar juntos, então”. Retorquiu. E completou, ofegante: “Delícia. Tô chegando... tô chegando”. Puxei seu corpo e apertei contra o meu, e, por frações de segundos, nos mantivemos imóveis, só sentindo a pulsação do meu pau, sua pepeca sugando ele, e nossa respiração ofegante. Até que ela voltou a cavalgar com mais intensidade que antes, e gozamos alucinadamente.
Com a respiração entrecortada, despencou por cima de mim.
Nisso André está em pé na minha frente, se masturbando peladão, enquanto encapa o pau com uma camisinha.
Fiz um sinal para esperar um pouco, enquanto me ajeitei, sem sair de dentro dela. Escorreguei o corpo, ficando quase deitado, com as pernas esticadas sobre uma banqueta.
Me olhou sério e fez um sinal com ambas as mãos espalmadas para cima, como a dizer: Não estou entendendo.
Fiz um sinal com o dedo indicador, orientando que depois metesse ali atrás.
Assim que Luna se recompôs, André lambeu o cuzinho dela e besuntou com lubrificante. E já encostou e foi forçando a entrada. Luna resmungou algo e fez menção de querer levantar. “Sssss. Fica quietinha e relaxa para não doer”. Falei, virando sua cabeça para beijá-la, enquanto André continuava na investida, abrindo caminho e preenchendo as entranhas da irmã. Num misto de dor e prazer, ela não sabia se gemia ou se gritava - mas xingou bastante.
“Deve estar doendo mesmo”. Pensei.
Depois de acostumada com aquela carne toda dentro dela, iniciou um movimento de sobe e desce, e André a acompanhando, proporcionando um prazer a todos, inclusive para mim, mesmo eu ficando parado.
Sentir o atrito de um outro pau contra o meu, roçando, separados apenas por uma fina pele, foi uma sensação totalmente nova, que provocou um prazer indescritível, fazendo com que a tesão acendesse instantaneamente, mesmo que eu tivesse gozado há menos de cinco minutos.
André no vai-e-vem, misturava seus suspiros e gemidos com os da irmã, e já dava mostras de um gozo iminente - pudera, estava se masturbando enquanto eu e ela nhanhava.
Pelo visto Luna também não demoraria muito, até porque sua posição forçava o clitóris a roçar com mais intensidade contra meu pau.
André foi o primeiro a urrar, seguido pela irmã. E eu na sequência.
Nos acabamos. Literalmente.
E desmontamos no sofá.
Na sequência, Luna fez pissing em mim.
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