#Gay

Mudando de rumo aos 40

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Drake

Seria a única opção pra quem tem o pau pequeno?

Durante a adolescência não tive qualquer experiência sexual na minha vida. Sempre fui crente e até sentia vergonha em ficar excitado. Coisas da fé. Eu sabia de algumas coisas, mas era totalmente inexperiente em tudo. A única coisa que eu notava era que o meu pau era bem menor que os dos outros. Parecia não ter crescido após a infância.
Foi na igreja que conheci a Célia, Eu tinha 19 e ela 17 anos. Pedimos permissão ao pastor que comunicou aos nossos pais e passamos a namorar. Foram seis meses e apenas um beijo rolou nesse tempo pois ela tomou a iniciativa e foi logo enfiando a língua na minha boca. Adorei e juramos não contar para ninguém. Eu trabalhava de vendedor numa loja de departamentos, já tinha uma renda e resolvemos nos casar.
Casamos e ganhamos quatro dias em um hotel para a nossa lua de mel. Eu estava nervoso e ela estava muito curiosa. Um dos pastores, o mais jovem, perguntou se eu já tinha transado e eu disse que não e ele disse que era só colocar o pênis na vagina da mulher e deixar a natureza agir pois se aprende rapidinho.
Assim que entramos no quarto, Célia disse que iria tomar banho. Fiquei conhecendo o quarto enquanto ela se banhava e lá se foram uns quarenta minutos. Ela saiu com um roupão rosa e me ordenou ir me lavar. Eu fui. Assim que saí do banho, uns 10 a 15 minutos depois, ela estava deitada na cama com o cabelo esparramado, numa cena espetacular. Saí com a toalha na cintura e o pau até doendo de duro. "Deita aqui do meu lado", pediu ela. Deitei e ela veio me beijar. Foram beijos e mais beijos até que ela levou a mão por baixo e pegou no meu pau. Ficou pegando e colocou a boca para chupar. Em menos de um minuto eu gozei. Foram tantos jatos de porra grossa que ela se engasgou e correu para o banheiro. Ela voltou nuazinha e meu pau endureceu na hora veio me beijando de novo e confesso que senti um pouco de nojo. Em um beijo e outro, perguntei: "você ainda é moça?" De pronto ela respondeu: "claro que sou" e ainda questionou: por que você nem pegou na minha pepeca? Levei a mão e estranhei por que estava muito, mas muito melada. "Vem, enfia o pinto nela, pediu manhosa".
Ela estava deitada de lado, e se ajeitou ficando de costas e abriu as pernas. Coloquei o meu pau na entradinha e fui colocando aos poucos. A cabeça encontrou uma certa resistência e eu fiz um pouco de força para empurrar um pouco mais. Ela pediu para parar e beijar ela novamente assim fiz e ela deu uma arqueada para frente e o pau entrou. Comecei um vai e vem cadenciado mas não fui longe porque gozei novamente. Fomos tomar banho e vi um pouquinho de sangue saindo da xoxota e perguntei se estava doendo e ela respondeu que só ardia um pouquinho, mas estava tudo bem.
Fomos para o restaurante do hotel, jantamos e voltamos para o quarto. Voltamos aos beijos e ela pediu que eu deitasse para ela ir por cima. Assim fiz e ela veio sentando. A Célia parecia que estava em transe, pulava, rebolada de forma frenética só parava para recolocar o pau na buceta novamente, pois, por ser pequeno, saia com certa facilidade. Eu até me saí bem. Na primeira foda do dia eu gozava meio rápido, mas da segunda pra frente era sensacional. Célia pediu para eu chupar a bucetinha dela e achei o cheiro meio forte, mas tentava enfiar a língua no buraquinho rosado dela. Ela pedia para eu lamber e eu lambia. Ela me alertou que esse tipo de sexo não era aprovado pela igreja, mas a maioria dos casais fazia e que evitássemos comentar com os outros.
Ficamos hotel durante os quatro dias, fodemos para caramba e ela parecia ter mais fogo que eu. De volta para a nossa casa, após uma trepadinha após o almoço, perguntei onde ela aprendeu aquelas coisas e ela pegou uma revista e mostrou.
Com o passar dos meses, Célia só vivia emburrada, não queria transar mais e foi se distanciando de mim. Eu chegava em casa, estavam várias amigas dela e ela sorria de canto a canto. Assim que as meninas iam embora, ela se amuava novamente. Transar era uma vez por semana, no máximo. A Célia esperava eu fazer qualquer coisa que a desagradasse para efchar o semblante e ir dormir antes de mim, totalmente emburrada.
Num sábado, cheguei da empresa, estava guardando a moto e ouvi uma das amigas dizer que o "mixaria" está chegando. Uma outra que também era casada disse "se o meu marido não tivesse pau também, eu já teria mandado vazar". Dei um tempo, fiz barulho e entrei em casa. Me cumprimentaram, perguntaram se iríamos no culto e foram embora. O clima ficou tenso, arrumamo-nos em silêncio e fomos para a igreja. Lá a Célia se libertava e sorria à vontade. Em cultos posteriores percebi que ela ficava encarando um sujeito do louvor e ele retribuía. As palavras "mixaria" e "sem pau" ficavam me martirizando. Meses seguintes não houve mais contato sexual entre nós. Ele ia mais para a igreja e se distanciava mais de mim.
Até que num dia, eu estava com muita raiva, enjoado de bater punheta, resolvi questionar. Perguntei se eu não a satisfazia na cama e a resposta foi seca: "não, nunca satisfez" Puta que pariu! Aquilo me desmoronou. "Então o meu pau é pequeno demais pra você?" e a resposta foi mais rápida ainda: "Medi essa desgraça quando você estava dormindo e deu apenas 4 centímetros". "Cícera me disse que do marido dela dá 12 centímetros mole". O climão ficou tenso pra caralho.
Cinco dias depois, ela puxava assunto e eu disse que queria me separar, que iria conversar com os pastores e nossos pais, mas da minha parte não queria mais. Ela chorou um pouco e se trancou no quarto. Fui aos pastores, conversei com o pai dela e disse que ela não me amava mais e eu estava deixando-a. Houve protestos, mas nem liguei. Pedi transferência para outra filial e fui embora.
Já na outra cidade, passei a ver mais pornografia. Comprei um DVD e notei que os paus dos caras eram bem maiores que o meu. Estranhamente passei a sentir tesão em ver os paus dos atores e quando ia mijar em banheiros públicos olhava disfarçadamente nos paus dos caras. Me dava Tesão. Um dia comprei um DVD com temática gay e me acabei na punheta vendo aquilo. Até que fui promovido na empresa e precisava fazer um treinamento em São Paulo. Eu já tinha lido dobre os tais cinemas pornôs e num final de tarde saí do curso e fui até o tal lugar. Parece que tinha vários, mas entrei logo no primeiro que vi era o Cine República. Cheguei, paguei e entrei sem olhar para os lados pois a minha cara até queimava de vergonha. Lá dentro fiquei paradinho num canto para a vista se acostumar. Depois sentei meio afastado e fiquei olhando um coroa chupar o pau de um cara que estava de pé. Chegou outro e mais outro e o coroa dava conta do recado até que todos saíram e foram em direção ao banheiro. Dei um tempo e fui atrás e percebi que umas cabines apresentavam movimentação interna. Fiquei pouco tempo ali e estava voltando para a sala de projeção e um camarada me perguntou se era a primeira vez ali e eu disse que sim. Ele disse que era de uma cidade do interior e que uma duas vezes por ano ia até a capital, mas preferia ser discreto. "Do que você gosta?", ele perguntou. Respondi que nunca tinha feito nada com alguém do mesmo sexo. Nessa hora ele encostou o corpo dele no meu, me abraçou e me beijou. Correspondi e ficamos nos amassando ali. Ele tirou o pau dele (uns 15 cm) e eu fiquei sem coragem em mostrar o meu. Aliás, devido a ansiedade, o meu pintinho estava totalmente mole, encolhido. Ainda beijando, ele pegou a minha mão e colocou no pau dele. Foi a primeira vez na vida que eu pegava num cacete que não era o meu, mas gostei. Ele tentou fazer com que eu desse uma chupada, mas não tive coragem. Ele enfiou a mão na minha calça e libertou o guerreirinho e caiu de boca nele, sem dizer que era pequeno ou qualquer coisa. Depois subiu, abriu minha camisa e chupou meus mamilos. Nossa... Fui ao delírio. Ato contínuo, ainda ali no cantinho, o cara baixou minha calça, me virou de costas e lambeu meu cu. Quase gozei. Daí ele ficou fazendo carinhos com os dedos nas proximidades do cuzinho e tocando uma de leve. Volta e meia me beijava e chupara meus mamilos. Ele percebeu que eu estava entregue, se abaixou e chupou meu pau novamente, sugando com força e o gozo explodiu. Ele manteve a boca no pau e foi engolindo a porra com bastante calma. Depois ele veio no meu ouvido e disse que era a vez dele, mas o gozo que eu tive acabou me trazendo para a realidade e dei a pressa de ir embora. Ele disse se chamar Paulo, pegou uma caneta e anotou o celular dele. Cheguei no hotel e fiquei deitado na cama imaginando a loucura. No outro dia eu pegava o papel, lia o telefone mas não tive coragem de ligar.
Voltei para minha cidade, foquei no trabalho, fui no puteiro umas vezes, peguei umas putas que nunca reclamam do dote do cliente. Uma colega de trabalho queria namorar comigo, mas eu inventei que tinha medo do ex-marido dela.
Ficava lembrando dos amassos com o Paulo no Cine República e meu cu até piscava de tesão. Mas eu reprimia esses desejos. Comprei um pau de borracha e aos poucos fui aprendendo a dar o cu para aquele instrumento. Mas não tinha coragem de procurar um de verdade. Uma vez, fui para outra cidade, saí à noite e peguei uma travesti e fui com ela para o motel. Mas resolvi cancelar o programa. Fiquei muito ansioso, paguei o valor combinado e devolvi ela no local onde era o seu ponto.
No final de julho, fui para João Pessoa e lá fui até uma sauna. Ali sim, bem relaxado e longe de casa, resolvi transar com um cara que conheci por lá. Comi o cu dele, ele comeu o meu, fizemos 69, etc. E depois descobrimos que estávamos no mesmo hotel. Porém ele estava com a esposa e duas filhas.
Essa aventura contarei noutra oportunidade

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Drake #Gay

Comentários (3)

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  • Beto: Comecei cedo e dou até hoje

    Responder↴ • uid:g62bi2fv1
  • Velhomarobo: Também ainda sou virgem no cuzinho mas tenho tanta vontade de dar

    Responder↴ • uid:10vbt85yj3ey
  • Coroa60comtesãonorabo: Que saga a sua vida, más ao menos aprendeu a curtir sexo com outro homem. Gostei do seu relato.

    Responder↴ • uid:1drcwf3gk7yv