A vida começa aos 40
Eu estava muito nervoso, meu coração batia acelerado. Eu estava num banheiro pequeno, com outro homem, prestes a realizar meu desejo mais oculto.
Bom gente essa história aconteceu um pouco antes da pandemia, no final de novembro de 2019.
Sou o quinto filho, dos dez que meus pais tiveram. A maioria eram homens. Me chamo Milton, mulato, sou casado com filhos.
Quando garoto, era viciado em revistas pornográficas, vivia batendo punheta, vendo as fotos das mulheres.
Num certo dia, no meio da molecada, um dos amigos do meu irmão, veio com um papo, que bater punheta com o dedo enfiado no cú, era gostoso. A galera ficou rindo e tirando uma com a cara do Cacá, o amigo do meu irmão, mas eu fiquei com aquilo na cabeça.
Na volta para casa, perguntei para o meu irmão, que também estava no campinho, e ouviu a conversa do Cacá:
_Marcos...é verdade que bater punheta com o dedo enfiado no cú é mais gostoso?
_Caralho Milton...se liga...que idéia de viado ....não viu que todo mundo ficou rindo. O Cacá tá inventando coisa para ver se aparece um viadinho para ele "traçar"...
_Ah tá...
_Se liga viu? Se marcar bobeira e os moleques comerem sua bunda, vai se ver comigo...
O pior é que mesmo depois do que o meu irmão falou, eu fiquei com aquilo na cabeça, e na hora do banho, eu que já gostava de uma punheta, experimentei, enfiei o dedo no cú. Ahhh...e não é que era mais gostoso mesmo...gozei rapidinho.
Bater punheta com o dedo enfiado no cuzinho, passou a ser uma rotina pra mim. Obviamente não comentei com ninguém, não queria ser chamado de viadinho.
Durante um banho, reparei a vassourinha do banheiro, ela tinha um cabo de madeira, a ponta era fina, e ia engrossando. Não demorou muito, e eu já estava com o cabo enfiado no cuzinho. Foi muito gostoso.
Foi estranho como ao longo dos tempos eu fui mudando, gostava de ver mulher pelada, mas depois que tinha visto um menino do colégio mijando no banheiro da escola, passei a gostar de ver pintos também...e mais, imaginava sendo penetrado. Nessa fase, eu já tinha um pedaço de cabo de vassoura, que eu usava para simular um pinto. Nas minhas fantasias, esse cabo de vassoura recebeu vários nomes, mas sempre me mantive discreto, ninguém imaginava o que se passava na minha cabeça.
O tempo foi passando, e esse meu segredo, não saía das quatro paredes do banheiro.
Quando passei a sair com algumas garotas, acabei dando um tempo com o cabo de vassoura.
Depois de alguns namoros, me casei aos 25 anos.
Durante uma foda, com minha esposa de costas para a cama, ela colocou suas mãos na minha bunda, me puxando contra o seu corpo, e aquilo me deu um tesão danado, e reacendeu um fogo que eu tinha...gozei feito louco.
Minha esposa trabalhava no horário comercial, e eu, trabalhava da tarde para a noite. Como ficava as manhãs livres, passei a reviver meus desejos ocultos. Toda vez que estava com muito fogo, enfiava um pepino japonês no cú, e me masturbava....sozinho no apartamento, fui aguçando meus desejos, e passei a usar as calcinhas da minha esposa...cheguei a colocar vestidos dela, e desfilar pelo apartamento. O estranho, é que depois que eu gozava, voltava ao normal, não tinha mais esses desejos...mas era só ficar uns quatro dias sem sexo, e tudo voltava novamente, a putinha que existia dentro de mim, se aflorava.
No início do casamento, ficar quatro, cinco dias sem sexo era uma raridade, então, esses desejos passavam tempos ocultos, mas com passar dos anos, a coisa foi mudando...a frequência sexual foi diminuindo, e o desejo de ser penetrado, foi tomando conta de mim.
Passei a me imaginar transando com alguns colegas do serviço, com pessoas do prédio, até alguns amigos....mas tinha uma coisa que era maior que esse meu desejo....era o meu medo.
Talvez não acreditem, mas vivi essa duplicidade no meu casamento, por 15 anos....até que aos 40 anos, resolvi experimentar...e o local, um cinema.
Pesquisei, e resolvi ir em um, com fachada discreta, na avenida São João, o cinema Ponto Zen.
Entrei, me adaptei à escuridão, e muito nervoso, passei a explorar o local.
Meio da tarde, o local não estava muito movimentado. Voltei à sala de projeção de filmes heteros, e fiquei em pé, observando, discretamente, o comportamento das poucas pessoas ali sentadas. Nisso, um cara de uns trinta e pouco anos, chega ao meu lado.
_Tá afim de quê? Me perguntou baixinho.
Não tinha idéia de como eram as abordagens, e fui direto na resposta:
_Tô afim de dar o cú.
_Vamos ali no banheiro. Disse.
Fomos ao banheiro, entramos num dos reservados, e ele já foi abaixando minha bermuda.
_Caralho....que bundão. Comentou, já passando a mão e enfiando o dedo no meu cú.
Em seguida, o cara moreno abaixou sua calça de agasalho, e pela primeira vez, eu peguei num pau que não era o meu. Não era grande, nem grosso...acho que tinha uns 16 cm.
Punhetei por um tempo, e ele falou:
_Fica de joelhos, para eu meter nesse bundão!
O entorno da privada, era de alvenaria, e todo azulejada, virava um banco.
Tirei a bermuda, pendurei num dos ganchinhos ali existentes, passei gel no cú, e me posicionei como ele pediu.
Eu estava muito nervoso, meu coração batia acelerado. Eu estava num banheiro pequeno, com outro homem, prestes a realizar meu desejo mais oculto.
_Tira a camiseta também. Pediu ele.
Obedeci, fiquei peladinho, e passei a ter meu corpo todo tocado por ele. Era estranho, mas era gostoso.
Um arrepio gostoso sentí quando ele raspou a cabeça da rola bem no meu cuzinho.
O cara colocou a camisinha, acariciou minha bunda, encaixou a cabeça, e empurrou.
E pela primeira vez, uma rola entrava no meu canal.
_Ahhhhh...caramba...ahhhhh. Soltei um gemido.
Era gostoso demais, e o cara foi enfiando o resto, até suas bolas colaram na minha bunda.
_Tá gostando puta safada? Tá gostando? Perguntava, enquanto batia forte na minha bunda.
Ele ficou agarrado comigo, mordendo minhas orelhas, chupando meu pescoço. Fui ficando doidinho.
Em seguida, ele ergueu o corpo, segurou forte a minha cintura, e passou a meter forte, como um bate estacas. As bolas faziam barulho ao baterem na minha bunda.
_É assim que essa bundona tem que ser tratada. Dizia ele socando forte.
O banheiro, tinha um hall na entrada, e algumas pessoas costumavam ficar por ali, de frente aos reservados fechados, ouvindo e se excitando com os sons vindos de dentro.
Para minha surpresa, o cara que fodia meu cú, esticou o braço, abriu a porta, e passou a me expor, como um troféu, para três homens que estavam amontoados na porta do banheiro.
O cara abriu minha bunda, ficou um pouco de lado, e mostrava claramente aos expectadores, seu pau entrando e saindo do meu cú. Além dos tapas que dava na minha bunda, ele ainda dizia que eu era uma puta, e que gostava de rola.
Fiquei surpreso e envergonhado com a ação de me deixar ali, exposto. Mas não tive tempo de ficar constrangido, dois dos três homens que assistiam da porta, se aproximaram, e vieram observar mais de perto.
O branco, de aproximadamente 30 anos, ficou do meu lado esquerdo, e já chegou passando as mãos pelo meu corpo, depois, uma das mãos passou a ficar acariciando meu rosto, enquanto a outra, apalpava e alisava minha bunda.
O mais moreno, que aparentava uns 40 anos, ficou do lado direito, e abriu um dos lados da linha bunda, para admirar a rola entrando e saindo.
O homem branco, enfia seu dedo indicador na minha boca, e eu acabo "mamando". Não demora muito, e ele mostra sua rola branca, da cabeça rosada, bem de frente para o meu rosto.
Induzido por suas mãos, abocanho sua rola. Não era grande, nem grossa, era bem parecida com a do cara que fodia meu rabo sem parar.
Excitado pela cena, o homem moreno pega minha mão e a leva até sua rola. Só pelo tato dava para perceber que era maior e mais grossa. E suas bolas eram enormes.
Dei um tempo na rola do homem branco, e dei uma atenção à do homem moreno. É, realmente era maior, uns 18/19 cm, e bem mais grossa, mesmo assim, consegui engolir boa parte.
Quando me volto novamente para o homem branco, engolindo quase toda a sua rola, o cara que fodia meu cú, crava a rola, e diz que vai gozar. A cravada foi gostosa, acabei gozando um pouquinho também.
O cara tira a rola da minha bunda, joga a camisinha no lixo, e sai, sem dizer nada. Imediatamente, o cara moreno do meu lado, toma o seu lugar, encapa a rola, e mete até o talo.
Soltei um gemido abafado, pois estava com a boca cheia.
Minha cabeça é segura, e o cara branco passa a foder minha boca. Num dado momento ele se empolga, e mete mais da metade, solta um gemido mais alto, e começa a gozar.
Sem esperar, não tive como reagir, acabei engasgando e engolindo parte da porra, enquanto outra parte escorria para as suas bolas.
Saciado, o homem ergue minha cabeça, e me dá um beijo, acalorado, ele acaba pegando de volta, parte do seu néctar que ainda estava comigo. Em seguida, ele sai.
Agora, no banheiro, só eu e o cara moreno, que em nenhum momento havia parado de socar sua rola.
Nossos corpos estavam suados quando ele anunciou o gozo. Tomei aquela cravada, e suas mãos vieram apertar meus mamilos. Acabei gozando, sentindo seu pau pulsando dentro de mim. Ele também estava gozando.
Ficamos engatados por alguns segundos, recuperando o fôlego, aí então, ele tira o pau, desfaz da camisinha, dá dois tapinhas na minha bunda, e diz "valeu", saindo em seguida.
Cansado, procuro nos meus bolsos, alguns papéis, para me limpar, quando ouço:
_Bela bunda!!!
Até me assustei, mas me dei conta que a porta do banheiro estava aberta, e um homem de aparência madura, por volta de 55 anos, havia entrado. Não era ele que no inicio havia ficado na porta. Este, era moreno, mais ou menos 1,70m. O cara tinha um sorriso safado no rosto, e já entrou expondo sua bela rola, a maior que eu veria naquele dia...por volta de 20 cm.
Dei um sorriso, agradeci ao elogio, e falei:
_...e você tem uma bela rola....
_Taí...acho que temos a combinação perfeita...e você o que acha? Disse ele, acariciando meu rosto.
O jeito que ele me olhava, o jeito que ele falava, o seu sorriso...foi estranho, eu caí na dele.
_Concordo plenamente. Falei sorrindo.
Imediatamente ele fecha a porta, e me beija. Suas mãos descem pelo meu corpo, até chegarem na minha bunda. No beijo acalorado, suas mão apertam minha bunda.
Pego de surpresa e no calor do sentimento, grudei no seu pau, e passei a punhetá-lo.
Sua boca deixa a minha, e desce, até meus mamilos enrijecidos. Ele mordeu, chupou, lambeu...
Eu gemia e me contorcia aos toques daquele homem estranho...e por mais incrível que possa parecer, eu estava me sentindo uma fêmea ao lado dele.
Sua boca segue descendo, ele se agacha, e abocanha minha rola. A essas alturas, seu dedo médio já estava enfiado no meu cuzinho. E foi assim, tomando dedada e uma bela chupada, que cheguei ao orgasmo.
_Ahhhh...ahhhhh...vou gozar...vou gozaaaarrrr...
Depois de sugar toda a minha porra, o homem se levanta, me vira de costas para a parede, empina minha bunda, abre as bandinhas, e mete sua rolona.
Ahhh...gemi na vara grossa, mas aguentei firme, até ele enterrar tudinho.
Corpos colados, suas mãos apertam meus mamilos e sua boca morde minhas orelhas. Totalmente entregue aos carinhos do desconhecido, passo a rebolar lentamente.
_Isso...ahhh...isso...rebola no pau do seu macho, vai...rebola. Dizia ele, bem ao meu ouvido.
Segui gingando a cintura lentamente, de forma cadenciada. Meu pau já estava durinho de novo.
_Quer que eu foda seu cuzinho? Quer? Pede... pede...pede para eu te deixar arrombadinho pede. Provocava.
Submisso, como uma putinha no cio, obedeci:
_Vai...me fode...mete...mete...pode meter, me deixa arrombado...vai...mete...
Agarrado à minha cintura, ele mete forte, as bolas estralam a cada batida. Louco de tesão, eu gemia alto.
De repente, ele pára, cadencia a metida, e depois volta a socar forte novamente. Ahhh... aquilo era muito bom.
O homem meteu por um bom tempo, até que deu uma parada, mordiscou meu pescoço, e falou ao meu ouvido:
_Ahhh...já tô quase gozando...quero que goze comigo....
Uma de suas mãos pega meu pinto, e ele inicia uma punheta.
Que punheta gostosa...ahhhh...ainda mais com o entra e sai lento do pau na minha bunda.
A sensação do gozo chegando, foi algo indescritível, mas me lembro de avisá-lo.
_Ahhh....caralho...ahhh...vou gozar...ahhhhhhh.
_Isso minha putinha...ahhh...goza com meu pau atolado...ahh..goza....goza....
Me deu um negócio estranho, travei o pau dele, e passei a rebolar desesperado. Acabei fazendo um escândalo no banheiro, quando gozei.
Nisso, no meio do meu transe, do meu escândalo, sinto uns jatos quentes sendo despejados no meu interior.
Só depois que a adrenalina baixou, que eu entendi que tínhamos feito tudo aquilo, no pêlo.
_Seu cú é maravilhoso. Disse ele, ainda engatado comigo.
Preocupado com a gozada dentro de mim, fiquei em silêncio, mas ele continuou falando:
_É a primeira vez que venho aqui, tô em São Paulo há 15 dias, vim trabalhar com meu irmão mais novo, ele que me falou desse lugar...mas não acreditei que rolava uma foda tão gostosa assim. E você...vem sempre aqui?
_Não...não...é minha primeira vez também.
Bem, conversamos bastante enquanto nos ajeitávamos, soube o nome dele, Gerson, ele disse que era baiano. Após a conversa, acabei me tranquilizando mais, em relação à gozada dentro.
_Quando você vem aqui de novo? Perguntou.
_Acho que sexta que vem.
Nos despedimos, ele saiu, e um pouco depois eu saí, diante dos olhos de alguns homens que por ali estavam.
Passei a semana pensando naquele homem, mas na sexta, tive problemas no serviço, e não pude ir até o cine....aliás, só pude voltar lá, um mês depois....
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (2)
Mil-tons: Obrigado professor FZT...tive que bater uma ao relembrar esta história...
Responder↴ • uid:1dsawba34g4sProfessor FTZ: Delicia de relato.
Responder↴ • uid:beml65tfi9