#Corno #Grupal #Incesto #Voyeur

Os cunhados - a suruba inesquecível - Parte 18

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Lopedrinhofm

Na terça, Gabriel demonstrou o vagabundo que ele estava fingindo não ser.
Não me ajudou em nada, e ainda ficou brincando dizendo que o bom de trabalhar comigo era que ele não se matava igual trabalhar com a Nayara.
Acabei comentando com Felipe, mas ao invés de receber apoio, Felipe me deu uma resposta merecida.
- Você quem tem que impor limites, o Gabriel é seu auxiliar, se você não deixar claro que é chefe dele, você vai trabalhar pelos dois.
Eu confesso que as vezes esqueço que Felipe é meu líder, mas essas respostas me faziam lembrar quem mandava.
Sabrina e eu estávamos conversando a noite sobre como seria viajar com o Gabriel e ela me deu alguns conselhos de não deixar ele ser folgado, nós voltaríamos no mesmo dia, seria minha primeira vez sozinho com um cliente, então eu tentava ficar calmo e fazer tudo que aprendi com Felipe.
Gabriel e eu fomos de Uber pro aeroporto, Sabrina nos buscaria quando voltássemos.
No avião, Gabriel reclamou do assento, do serviço, da água, e até daquelas bolachinhas água e sal, isso porque era a primeira vez dele andando de avião, eu desembarquei acabado, com minhas energias sugadas de tanta reclamações.
Quando chegamos no hotel, Gabriel olhou tudo e disse:
- O de Belo Horizonte foi melhor que esse
- Mas a gente nem vai ficar aqui, já já temos uma reunião e só voltamos pra pegar nossas coisas
Nos trocamos e fomos até o cliente, a reunião foi um sucesso, Felipe me ligou por vídeo me parabenizando pelo desempenho quando soube que fechei um contrato sozinho, eu estava feliz, mas quando chegamos no avião para voltar, Gabriel estava disposto a estragar meu dia.
- O Felipe acha que eu sou trouxa
- Por que?
- Perguntei pra ele quanto eu vou ganhar do contrato de hoje e ele falou que nada
- A gente não ganha nada do contrato mesmo
- Mentira de vocês, vocês estão nadando em dinheiro e me dando 7 conto de esmola
- O que a empresa paga é as passagens, hospedagem e da um dinheiro pra gente se alimentar, por viagem eles pagam uma gratificação a mais, mas não é uma regra
- Seu cu
- Beleza, pergunta pro Sr. Medeiros então
- Amanhã eu vou perguntar
- Amanhã a gente não trabalha, só o Felipe
- Por que?
- Quando tem viagem, o próximo dia é folga
- E quando a gente vai pra fora?
- Acho que só ano que vem, eu não sei falar inglês
- A gente desenrola, aprende esse mês que eu quero pegar um bom dinheiro pra comprar uma casa na praia também pra parar de ficar dependendo do Felipe
- Mas quando você quiser ir é só pegar um Airbnb, não precisa só ir pra casa dele
- Tem que aproveitar a casa dele, não vou gastar nada, não sou besta
Eu tentei descansar, mas Gabriel prosseguia:
- O Felipe é muito folgado
- O que foi agora?
- Eu falei que meu VA não caiu e ele mandou um número de uma mulher aqui pra eu falar com ela
- É que essas coisas são resolvidas com o RH, mas o dia do VA é só no fim do mês
- Tô precisando comprar umas coisas
- Já gastou tudo?
- Já, a Bruna e eu estamos reformando a casa, tirando as merdas que o Felipe fez lá
- A casa tava da hora
- Tava nada, ele coloca coisa boa na casa dele e vem com torneira da Shoppe na minha casa
- É que na sua casa a responsabilidade é sua...
- Mano, todo mundo acha que eu sou folgado, mas o Felipe tá tirando uns 100 conto livre, eu não sei o que ele fez com o dinheiro dele, não vejo ele gastando, então eu tenho que aproveitar, ele não paga aluguel, não tem filhos, então a obrigação dele é me ajudar, eu sou irmão dele
- Ele já te ajudou muito, o emprego que você tem hoje é a maior ajuda que ele te deu
- Ele não fez mais que a obrigação dele
Eu cansei dessa conversa, quando chegamos, tivemos que esperar a Sabrina chegar, ela pegou trânsito.
Assim que entramos no carro, Gabriel nos encheu de pergunta:
- Cadê a Helena?
Sabrina: Com minha cunhada
Gabriel: Que cunhada?
Sabrina: Esposa do meu irmão
Gabriel: Você tem irmão? Não sabia... Pra você trabalhar na semana, com quem ela fica?
Sabrina: Na creche
Gabriel: Deus me livre, creche é caro, eu não deixo a Bruna trabalhar pra ela cuidar das crianças, filho pequeno tem que ficar com a mãe
Sabrina: Cada um é cada um né, eu não dependo de homem pra pagar uma unha pra mim
Gabriel: Por isso que você é assim, a Bruna se eu mandar ela obedece
Sabrina: É... A Bruna é a esposa perfeita
Gabriel: Por que você não sai do seu trabalho? O Pedro te sustenta, ele ganha bem
Sabrina: Eu já trabalhava com isso antes mesmo de ter me relacionado com o Felipe, não vou sair pra agradar ninguém, fora que o Pedro e eu temos nossas metas pessoais
Gabriel: Papo de feminista
Sabrina: O que isso tem haver com feminismo?
Gabriel: Nada, não vou nem falar muito, você é a independencia em pessoa
Sabrina estava ficando brava, eu também.
Quando chegamos para deixar o Gabriel vimos o carro de Felipe estacionado na frente da casa da Júlia.
Sabrina e eu nos despedimos de Gabriel e quando íamos saindo vimos Felipe abrir o portão carregando dona Silvana no colo e Júlia chorando.
Fomos ver o que estava acontecendo e Felipe disse que ela estava convulsionando, ele disse só isso, não sabia direito o que estava acontecendo, eles correram pro hospital, dona Silvana era "nova", tinha uns 45 anos, ficamos a noite toda preocupados, mas logo Felipe nos mandou mensagem dizendo que estava tudo bem, que dona Silvana tinha passado mal por conta da diabete.
Naquela noite, Sabrina e eu chegamos a pensar que Felipe levaria dona Silvana e Júlia para morar com ele, mas isso não aconteceu.
Na semana seguinte, Felipe me chamou em sua sala.
- Pedro, eu tô sem ninguém trabalhando comigo, e não posso encher aqui de pessoas da família, eu tinha pensado em chamar a Júlia, mas não é bom, eu sei que a Sabrina é minha ex, e tem o serviço dela como dentista, mas é a única pessoa organizada que me vem na mente, o que você acha?
Eu pensei muito e disse que dificilmente Sabrina aceitaria, principalmente por conta das viagens e termos filha pequena.
Mandei mensagem para Sabrina e ela recusou, justamente por esses motivos.
Felipe trabalhou sozinho por mais 3 semanas, mas a demanda estava aumentando e ele precisava urgente contratar alguém, abriram processo seletivo mas ninguém o agradava, não por ele ser exigente, mas as pessoas simplesmente não tinham o perfil que ele esperava, foi aí que numa dessas de nos reunirmos na casa dele, Bruna soltou:
- E a Marina? Ela tá trabalhando em contabilidade... Ela vai saber te ajudar
Felipe: A Marina... Melhor não
Júlia: Marina é sua ex noiva?
Felipe: É
Júlia: Não mesmo, nem pensar
Bruna: Dá pra separar as coisas
Sabrina: Eu não acho uma boa ideia, eu acho que daria pra levar a Júlia
Felipe: Então... Até dá, mas é muita gente vinculada a mim na empresa
Bruna: Eu tenho uma pessoa, mas você não vai querer...
Felipe: Quem?
Bruna: Meu irmão, ele trabalha no financeiro de uma loja grande
Felipe: Definitivamente não
Sabrina: O bom é que ele já conhece de finanças... Mas tinha que ser ele?
Felipe: Ele não, qualquer um, menos ele
Júlia: E se a gente não falar que se conhece?
Felipe: As pessoas percebem, fora que o Gabriel e o Felipe já chegam comigo todo dia
Gabriel: Mano, contrata o Caio, esquece o lance do carro, ele se arrependeu
Felipe: Não, se eu fizer isso acabou minha moral, sem chances, eu preciso de alguém pra semana que vem, porque eu vou pro Rio, e preciso de alguém lá
Gabriel: Leva o Pedro
Felipe: Vai ser o jeito, vou ver o sr. Medeiros o libera
E ficou assim, na segunda Felipe conversou com o Sr. Medeiros, mas ele não autorizou, ficou combinado dele mesmo ir com Felipe.
A procura por um auxiliar pro Felipe seguiu num ritmo frenético, entrevistas todos os dias, até que num desses dias, chegamos para trabalhar e 3 homens engravatados esperavam por Felipe, parecia sério, ele fechou a porta e passou a manhã inteira conversando com eles, não atendia uma ligação no ramal, nem sequer me respondeu para irmos almoçar.
Naquele dia, às 15h, Felipe convocou uma reunião geral de toda a empresa em uma área grande que tínhamos, algo grande tinha acontecido e já tinha burburinhos de demissão em massa, greve, até de fecharem a unidade.
Felipe esperou todos nos reunirmos e disse:
- Pessoal, eu vou ser rápido, ok? Amanhã todos estão de folga, a unidade não vai funcionar, essa madrugada o Sr. Medeiros infartou e infelizmente veio a óbito, eu serei o responsável pela unidade a partir de hoje, conto com a colaboração de todos.
Podem voltar aos seus postos e amanhã, em respeito ao sr. Medeiros, não iremos ter expediente.
O dia continuou assim, nesse clima de "não acredito, meu Deus", alguns comentavam que Felipe ia ser muito chato, outros comemoravam ter uma pessoa jovem cuidando dessa unidade.
No carro, indo embora, Felipe estava em silêncio total, Gabriel começou a se alegrar.
Gabriel: Do nada virou patrão, que sorte, hein?!
Felipe: Sim... do nada, não comecei nessa empresa como estagiário
Gabriel: Credo, to brincando
Eu: Você tá triste né mano?
Felipe: O sr. Medeiros quem me abriu essas portas, tudo que eu tenho devo a ele, eu to tentando saber se já teve velório ou não, porque qualquer coisa eu vou pra lá hoje ainda
Eu: Onde ele morava?
Felipe: Em Indaiatuba
Eu: Longe hein?! Mas te entendo.
Gabriel: Vai ganhar mais agora?
Felipe suspirando fundo respondeu: Claro!
Gabriel: Há males que vem para o bem
Felipe não respondeu, o ignorou completamente, no dia seguinte, fomos na casa dele, todos, menos Sabrina que estava trabalhando, Felipe estava sentado a mesa, com o notebook aberto, uma cara de preocupado enquanto Julia lhe fazia um café.
Gabriel: E como vai ficar? Vai subir o Pedro?
Felipe: Não... o Pedro ainda não fala inglês, eu já consegui alguém pra ficar no meu lugar
Eu: E quem vai ser nosso novo chefe?
Felipe: A Nayara
Gabriel me olhou sem graça...
Gabriel: A Nayara? Ela... ela não precisava se mudar?
Felipe: Com o salário que ela vai ganhar, ela vai voltar
Gabriel: E quem vai ser o auxiliar dela?
Felipe: Aí eu deixei com ela, confio no trabalho dela
Gabriel: Mas justo essa vagabunda?
Felipe: Eu não me importo que ela dê a buceta dela, desde que ela me dê resultados.
Gabriel ficou indignado que teria Nayara como chefe novamente, mas Felipe não abriria mão de sua decisão.
Desde então eu comecei a ir de carro pro trabalho pois Felipe chegava mais cedo e saía mais tarde, ele se tornou quase "inacessível", nossas conversas eram poucas, e até os fins de semana na sua casa tinham parado, foi assim por 3 semanas seguidas, até uma sexta-feira chuvosa onde eu acabei perguntando para a Nayara:
- Bom dia, Nayara, e as viagens?
Nayara: Bom dia, Pedro. Estou aguardando as orientações do Felipe, desde que o Sr. Medeiros faleceu ele não me passou nenhuma viagem sua, vou falar com ele
Eu: Tá, vê com ele por favor
Passou a tarde toda... eu nem estava com muita expectativa e sinceramente só perguntei porque senti falta das viagens, porque eu nem estava afim de viajar novamente com o Gabriel, mas perto das 17h Nayara entrou em minha sala.
Nayara: Falei com o Felipe e realmente não temos viagens, ele está montando um cronograma para fazer diferente do que o sr. Medeiros fazia de nos avisar uma semana antes
Eu: Ah sim, vai ser melhor sermos avisados com antecedência, está gostando de como o Felipe tem conduzido a empresa?
Nayara se sentou, com uma expressão de exausta, respirou fundo e disse:
- Eu estou, o Felipe é o melhor profissional que eu já conheci e ele me ligou... ficou meia hora comigo em ligação pedindo pra eu voltar pra cá, meu marido não queria, mas com o salário... não tinha como recusar
Eu: Ele estava doido procurando alguém pra vaga dele e não achou ninguém
Nayara: Quem não está muito feliz com minha presença é o Gabriel, né?
Eu: Ele não tem me falado nada... mas quando soube ele reclamou mesmo, mas o que aconteceu entre vocês?
Nayara: Eu fiquei com ele... mas não rolou sexo, só... só chupei ele, eu desisti, tava cheio de... cheio de queijo - disse ela com nojo - um cheiro forte, e é pequeno demais, não deu tesão, o Felipe me falou um monte, abriu meus olhos sobre essas coisas que eu andava fazendo de ficar com funcionários
Eu: Isso pode dar um baita de um problema, mas o Gabriel é limpinho, ele tem os defeitos dele, mas ele é limpo, deve ter sido um dia ruim...
Nayara: Comigo ele não vai ter segunda chance, eu não consigo nem olhar na cara dele
Eu: Foda...
Nayara: Mas e você? Tem mágoa de mim?
Eu: Não exatamente uma mágoa, mas minha esposa ficou sabendo de algo que podia ter ficado só entre a gente...
Nayara se levantou, trancou a porta devagar, subiu o vestido mostrando uma calcinha fio dental rosa e sussurrou:
- Me desculpa pelo que eu fiz?
Eu lembrava constantemente dos conselhos de Felipe: "Não fode a Nayara... não fode a Nayara... não fode a Nayara..." Mas era muito difícil não se sentir atraído por ela, embora Nayara seja uma vagabunda, sabe aquelas mulheres que se comportam em público? Ela é uma verdadeira "executiva", poucas risadas, perfume importado, ar de rica, mas o jeito de piranha fazia meu pau endurecer imediatamente.
Eu: Nayara... melhor não...
Nayara: Vamos recomeçar, nós dois precisamos de uma escapa dessa loucura dessa empresa
Ela se aproximou, empurrou alguns papeis que estava na minha mesa e sentou-se na mesa com a perna aberta, colocando o pé esquerdo em cima da mesa, eu não podia evitar, a visão daquela calcinha naquela pele morena era linda, eu enterrei meu rosto beijando sua calcinha enquanto ela acariciava meu cabelo, puxei a calcinha pro lado e comecei a chupá-la, em poucos minutos sua buceta escorria, Nayara se levantou e pediu que eu me levantasse, ela ajoelhou na cadeira empinando a bunda pra mim, eu entrei dentro dela, comecei a bombar devagar, quando ouvi batidas na porta, imediatamente nos arrumamos para eu atender, era o Gabriel querendo saber se podia fazer ir no RH para ver alguma coisa referente a um benefício, eu nem liguei, falei pra ir, voltei para Nayara sorrindo e me pus dentro dela de novo, foi diferença de 5 segundos que atendi o Gabriel e bateram na porta de novo, eu com o pau enfiado dentro da Nayara apenas gritei:
- Vai logo, Gabriel, to numa reunião importante!
- Quando vocês terminarem de transar, passem na minha sala
Trememos... era a voz de Felipe, Nayara pediu pra parar imediatamente, não saímos, ficamos ali olhando assustados um pro outro pensando no que Felipe ia fazer, e como ele sabia que transamos, depois de alguns minutos criamos coragem e fomos lá.
Eu: Licença, Felipe...
Felipe: Sentem aí
Nayara: Felipe, desculpa por a gente...
Felipe: Só sejam discretos, quando forem fazer esse tipo de coisa coloquem em suas tarefas que estão em reunião
Nayara: Você não vai nos dar uma bronca?
Felipe: Tenho coisas mais importante pra me preocupar do que com vocês dois transando
Eu: Desculpa, isso não vai se repetir
Felipe: Amanhã vai vir uma empresa aqui, preciso de vocês dois na minha sala às 9h sem atraso, se tudo der certo, vamos fechar um contrato altíssimo, vou precisar desses documentos... e desses números...
Nayara: Ok, pode contar comigo
Eu: Tenho que trazer o Gabriel pra reunião?
Felipe: Não, só vocês dois. Podem voltar para a reunião de vocês
Nayara: Não... eu vou... pra minha sala
Felipe: E deixar o Pedro com vontade?
Nayara riu timidamente
Nayara: Outro dia a gente resolve com calma... o Gabriel vai acabar percebendo
Felipe: Então continuem aqui, o Gabriel vai achar que to resolvendo algo com vocês
Nayara: Aqui? Não, não
Felipe: Vai, podem começar
Nayara me olhou...
Nayara: Eu não sei... não ficaria confortável com você aqui olhando...
Felipe: Eu to com muito trabalho, apenas me ignorem
Nayara se levantou erguendo novamente o vestido, se apoiando na mesa de Felipe, eu estava tímido, mas fui para trás dela, abaixei um pouco a calça e voltei a meter em Nayara, Felipe estava do outro lado da mesa digitando em seu computador ignorando a gente completamente, no começo, o que estava desconfortável virou algo gostoso, eu metia forte e Nayara gemia baixo pro som não passar pro corredor, fiquei fodendo ela por uns 15 minutos assim, depois acabei tirando toda a calça, me sentei na cadeira e ela ficou cavalgando em pé, de costas pra mim, olhando pro Felipe.
Toda vez que eu desviava o olhar da buceta de Nayara, via Felipe concentrado sem se importar com o que estávamos fazendo, era excitante... avisei:
- Eu vou gozar...
Nayara saiu de cima e se ajoelhou apressadamente abocanhando minha rola e engolindo toda minha porra, ela sorriu com os dentes sujos de leite, e engoliu me olhando nos olhos, Nayara só abaixou o vestido e enquanto eu colocava as calças, Felipe disse:
- A calcinha não.
Nayara: Oi?
Felipe: A calcinha você deixa aqui
Nayara: Mas... eu não posso ir embora sem calcinha
Felipe: Pode sim... deixe ela exatamente onde está
Nayara deu aquele sorrisinho de vagabunda e saímos da sala do Felipe.
Eu fui embora, pensativo na reação de Felipe e em tudo que havia acontecido... no carro, Gabriel disse:
- O Felipe tá estranho
Eu: Estranho? Como?
Gabriel: Faz tempo que a gente não se reúne, vou ver com ele se amanhã rola um churrasco
Eu: É... to sentindo falta
Gabriel: E essa reunião na sala dele, era pra que?
Eu: Reunião de... de planejamento
Gabriel: A Nayara parece que criou vergonha na cara né?
Eu: Sim, ela tá sossegada
Gabriel: E você viu a auxiliar dela que gostosa? Eu tenho que comer aquela delícia
Eu: Não, não sabia que tinham contratado
Gabriel: Começou hoje, uma novinha de 19 aninhos, se chama Brenda
Eu: Toma cuidado pra não se queimar com essas coisas
Gabriel acenou com a cabeça e mudou de assunto.
Gabriel: O Felipe e a Júlia... será que vai dar certo?
Eu: Acho que sim...
Gabriel: Eu to achando que eles terminaram já
Eu: Por que?
Gabriel: Faz tempo que ele não vem visitar ela...
Eu: Estranho, mas ele não me disse nada
Gabriel: Ele tá muito quieto, eu entendo que ele tá cheio de trabalho, mas pelo que eu conheço, ele tá aprontando
Eu: Aprontando como?
Gabriel: Ele deve ter terminado com a Julia e tá comendo umas bucetas por aí
Eu: Será?
Deixei o Gabriel e naquela chuva forte eu não enxergava muito a minha frente, até que já chegando em casa, eu acabei batendo na traseira de um carro, na hora não tive muita reação, fiquei assustado, o rapaz me xingou demais, eu tentei me acalmar pra conversar mas estava vendo que rolaria uma agressão então tentei ligar pro Felipe, ele não me atendia, fiquei conversando com o rapaz por uns 20 minutos, com ele ameaçando, dizendo que eu teria que pagar tudo, que eu era um imprudente, até de bêbado me chamou, até Felipe estar chegando do trabalho e encostar o carro, Felipe desceu, nos cumprimentou e reconheceu o rapaz do outro carro, Felipe intermediou tudo dizendo que eu era responsável e que eu pagaria todo o prejuízo, trocamos WhatsApp e eu agradeci ao Felipe por ter chegado.
Naquela noite, Sabrina e eu estávamos muito "infelizes", eu por ter batido o carro, Sabrina com o trabalho, o consultório ia fechar e ela teria que procurar um novo emprego, discutíamos se ela ficaria um tempo em casa cuidando da Helena ou se realmente procuraria outra oportunidade, foi nessa hora que Sabrina disse:
- Tá tudo dando errado essa semana, eu precisava tanto de uma distração
Nessa hora, eu mandei mensagem pro Felipe.
- Mano... a Sabrina tá mal aqui com umas coisas de trabalho... pode... acalmar ela?
- Claro, vou aí conversar com ela mais tarde
- Não seria bem pra conversar...
Felipe simplesmente não me respondeu mais, eu fiquei me sentindo um bosta por estar oferecendo minha mulher e ele desaparecer, não falei nada pra Sabrina, mas comecei a pensar que algo realmente estava acontecendo.
Quando deu meia noite, meu celular vibrou, eu já estava cochilando, Sabrina quem pegou para ver de quem era a mensagem, ela se virou pra mim dizendo:
- Você para me oferecer pro Felipe... eu não gosto disso, queria que ele que me procurasse
- O que ele disse?
- Ele pediu desculpas pelo sumiço, que estava com a Julia e que depois vemos isso
- O Gabriel tinha dito que achava que eles tinham terminado...
- Pois é, não terminaram... e você não faça mais isso
- Me desculpa amor...
Fomos dormir nesse clima de merda, até que pela manhã, garoando e frio, Felipe tocou minha campainha, eu saí, com sono, sem escovar os dentes, cabelo bagunçado.
Felipe: Bom dia, belo adormecido
Eu: Caiu da cama? Pleno sábado tocando a campainha 6h da manhã, aconteceu alguma coisa?
Felipe: Vamos fazer uma trilha?
Eu: Agora? Não, não sou de fazer essas coisas, principalmente cedo, num dia chuvoso
Felipe: Vamos caralho, saí de casa um pouco, já já esquenta.
Eu: Vai esquentar nada, olha como tá o tempo...
Felipe: Beleza então, eu vou sozinho
Eu: Espera aí, eu vou avisar a Sabrina, entra aí pra eu me arrumar
Entramos, Felipe ficou no sofá, Sabrina bem sonolenta não gostou de eu sair pra uma trilha do nada, ela reclamou bastante, mas enquanto eu escovava os dentes ela levantou para preparar meu café, fui pra cozinha e encontrei Felipe e ela conversando, rindo, eu não gostei da intimidade, mas disfarcei, Felipe e eu saímos e fomos de carro por uma estrada de terra, como tinha chovido estava lama.
Eu: A gente vai acabar ficando atolados
Felipe: Não vamos, confia em mim
Felipe dirigiu por cerca de meia hora nessas ruas de terra, eu nem fazia ideia de onde estávamos, até ele parar na entrada de uma mata.
Eu: Você entra em cada lugar sinistro
Felipe: Você vai gostar
Entramos na mata, eu escorreguei muitas vezes e Felipe tirava o sarro, não cheguei a cair, mas paguei mico escorregando e quase indo ao chão, até que depois de andar por uns 15 minutos, a mata se abria e chegamos em uma cachoeira, muito bonita!
Eu: Deve estar gelada a água hein?! Mas é muito bonita.
Felipe: Só vamos olhar se não tem cobra, e dá pra entrar
Eu: Puta que pariu Felipe, olha os lugares que você se enfia, e ainda me trás junto
Felipe ria como se eu fosse um idiota, ele pegou um galho, bateu na água, mexeu em alguns lugares e disse:
- Tá seguro pra entrar
- Eu não vou entrar, tá frio pra caralho pra se molhar
Felipe não se importou, tirou toda a roupa, ficando apenas de cueca e entrou debaixo da água gelada da cachoeira, ele ficou ali por alguns minutos, e eu acabei criando coragem e fiz o mesmo, entrei...
- Caaaaraaalho! Que friooo da porra, como você tá aguentando?
Eu tremia os dentes
Felipe: Banho gelado é muito bom, já já você acostuma, só relaxa.
Tentei relaxar, mas cada vez mais eu congelava, depois de alguns minutos ali eu saí, e Felipe saiu em seguida, sentamos em uma parte da grama, o vento passando na pele despida, e me dando arrepios, mas eu olhava a para a cueca molhada de Felipe marcando aquela rolona, e pensava comigo:
"Que coisa mais deliciosa!"
Felipe se secou com uma toalha que trouxe, e me entregou a toalha úmida para eu me secar também.
Eu: Vou ter que ficar com a cueca molhada, não trouxe outra, não sabia que íamos entrar em cachoeira
Felipe: Tira a cueca mano, tá frio, vai fazer mal
Eu: Não... vou assim
Felipe: Tá com vergonha? Já vi sua bundinha várias vezes
Eu: Vai se foder rapaz
Felipe tirou a cueca, e aquela rola mole, era ainda o dobro da minha, Felipe não se importava com o frio, ele se virou para o lado, segurou a pica e começou a mijar, eu vi perfeitamente ele urinando... timidamente eu tirei minha cueca, já pegando minha roupa para se vestir, meu pau estava encolhido, pequeno, sem graça nenhuma. Eu me vesti rapidamente, morrendo de frio, Felipe se vestiu também, colocou a mochila no chão e se deitou.
Eu: Vamos embora, tá frio
Felipe: O sol tá aparecendo, em 10 minutos vai estar calor
Eu me deitei ao lado dele e comecei finalmente a relaxar ouvindo o barulho da cachoeira caindo.
Felipe: Isso aqui acalma minha alma
Eu: Realmente é muito bom...
Felipe: Eu to perdido cara, preciso muito de uma direção e a natureza sempre faz eu me reencontrar
Eu: O que está acontecendo?
Felipe: A morte do sr. Medeiros, a empresa em minhas mãos, a Julia com problemas, a Bruna grávida, a Marina... é muita coisa ao mesmo tempo
Eu: A Bruna tá grávida? De novo?
Felipe: Sim... e eu tava querendo demitir o Gabriel, é foda
Eu: O Gabriel não me falou nada
Felipe: Ele soube ontem a noite, vai falar hoje no churrasco provavelmente
Eu: Que cara irresponsável!
Felipe: É... mas agora ele tem condições... que venha com saúde e ele faça uma vasectomia...
Eu: Mas o que tá acontecendo com a empresa?
Felipe: A empresa tá bem, eu quero to trabalhando muito, estou muito cansado
Eu: E a Julia e Marina, o que tá acontecendo?
Felipe suspirou fundo...
Felipe: Essa conversa de que a mãe da Julia é doente, que não deixa ela fazer nada... a dona Silvana ta acabando com a vida da Julia, não deixa a menina trabalhar porque "passa mal", é eu sair com a Julia ela liga dizendo que não tá se sentindo bem, a mãe dela tá toda interesseira, perguntando se quando eu casar se vou levar ela junto, falando de conta de luz atrasada... a Julia fica com vergonha da mãe dela, até pediu pra terminarmos, eu to pensando se eu realmente gosto dela
Eu: Vocês fazem um casal bonito, mas sinceramente, acho que vocês não tem muita coisa em comum...
Felipe: É... eu to pensando nisso, a Julia tá muito menininha, sinto que ela se apaixonou por mim por eu ter ajudado ela, não por quem eu sou
Eu: Segue seu coração nisso aí...
Felipe: Ontem a gente discutiu, uma discussão feia
Eu: Por que?
Felipe: Ela pegou uma conversa com a Nayara... eu falando pra Nayara que precisava dela cedo na minha sala, aí ela ficou: "Precisava dela pra que? Comeu ela?" Foda, odeio desconfiança
Eu: Pra que você queria que a Nayara deixasse a calcinha lá?
Felipe: Pra nada... só pra mexer com a mente dela
Eu: E... e a Marina?
Felipe: A Marina... a Marina me fez chorar, não quero parecer um baitola, na hora que eu levei a Julia embora, na volta encontrei Marina embaixo de uma cobertura esperando a chuva parar pra ir embora, eu ia passar direto mas minha consciência me fez dar uma carona pra ela, no carro ela disse: "Eu não entendo até hoje porque terminamos, eu sei que eu menti... mas as coisas que aconteceram foi por falta de maturidade minha, inclusive, desde que terminamos, eu só fiquei com o Will por solidão, e nunca mais fiquei com ninguém... às vezes eu fico revendo nossas fotos, não tive coragem de apagar nenhuma, e ainda tenho o vestido de noiva guardado, eu ainda te amo"
Eu: E você tá pensando em voltar com ela?
Felipe: Não... talvez, mas a mente do homem é foda!
Eu: Como assim?
Felipe: Nessa vida, a mulher que eu mais amei foi a Marina, ninguém preencheu o lugar dela, ninguém conseguiu... ninguém além da... Sabrina, eu sei que você tá com ela, mas minha mente se divide em quem eu amei mais, se a Marina ou a Sabrina
Eu: Eu não te julgo, mas espero que você se reencontre o quanto antes, você merece ser feliz amorosamente
Felipe: Vamos pra casa... mais tarde a gente se reúne pro churrasco
Voltamos em silêncio pro carro, meu pau machucando no zíper da calça por falta da cueca, quando entrei comentei:
- É horrível andar sem cueca usando jeans
- Se quiser abrir a calça eu não ligo
Eu abri... mas ainda assim meu pau me incomodava, eu cobri com a mochila e o tirei pra fora, foi uma sensação gostosa de liberdade, mas aos poucos minha mente imaginava muita putaria e minha rola endurecia, eu tentei disfarçar, Felipe conversava comigo sobre futebol, e eu só concordava, até ela olhar e falar:
- Você tá com a rola dura?
- Não to não!
- Tá sim, to vendo
- Tá vendo o que se tá coberto?
- Por que você tá com essa porra dura?
- Uns pensamentos, to lembrando da Nayara
- Mano... não vem com viadagem pro meu lado hein
- Sai fora, não quero saber de viadagem tão cedo
- É né... e o Caio? Te deixou em paz?
- Ele sumiu, graças a Deus
- Logo logo ele aparece
- Tomara que não
- Viado é assim, você dá rola uma vez, quer sempre
- Tá sabendo hein?!
- Claro que eu sei, nunca te comi?
- Vai se foder!
Ele riu, e eu fiquei sem graça, mas no fundo, ele tinha razão.
Chegamos em casa, Sabrina estava limpando a casa, fui tomar um banho quente e ela ficou desconfiada de porque minha cueca estava molhada, bateu na porta do banheiro, eu abri...
- Você fez alguma coisa na cachoeira?
- Não amor
- Chupou o Felipe?
- Não, eu juro
- Vira a bunda
- Amor, eu não fiz nada, para com isso
- Vira... quero conferir
Eu virei... infelizmente Sabrina não confiava mais em minha palavra.
Ela se abaixou, pegou minhas nádegas, abriu, passou o dedo indicador em meu cu e disse:
- Tá fechadinho, agora sim, agora você provou que é homem
Na mesma hora, Sabrina passou a língua no meu cu, caralho... eu amo quando ela faz isso, aos poucos ela enterrou o rosto em minha bunda me lambendo com vontade, enquanto a água do chuveiro caía sozinha, mas fomos interrompidos pelo choro da neném, eu voltei ao chuveiro e bati uma punheta bem gostosa até gozar.
Quando saí do banheiro, Sabrina estava completamente nua, dando mama.
Eu a admirava enquanto me secava.
Ela pôs a neném no berço, foi até o guarda roupas e pegou a coleira e o plug, Felipe tinha deixado com ela.
Eu sorri, Sabrina pôs a coleira, mas quando eu fui pegar o plug para por nela, ela sorriu:
Sabrina: O plug é pra você!
Eu: Não, não vou por essa porra não!
Sabrina: Vai sim!
Ela me empurrou, devagar, me jogando na cama, começou a me chupar e intercalava entre meu saco e meu cuzinho, eu ergui minhas pernas, e a cada linguada dela eu delirava, Sabrina colocou o plug de rabinho em mim, e foi gostoso, ela sentou em mim, e eu a fodia com um plug enfiado em meu cu, depois, ela ficou de quatro, e eu me senti mais confortável para fodê-la com aquele plug de rabinho enfiado em mim, eu metia forte, acabei gozando até rápido, Sabrina tirou o plug de dentro de mim sorrindo.
- Caralho, amor... que coisa gostosa!
- Gostou né? Seu cuzinho é meu... não do Felipe
Fechei a cara.
- Para de falar essas coisas, parece que você acha que eu sou viado
- No tempo certo, você vai ganhar pau, mas eu quero você bem homenzinho pra mim
- Não quero pau! Para caralho
- Você quer... eu sei que quer. - Disse ela com um sorriso safado.
Sabrina voltou a organizar a casa e disse:
- To sentindo que esse churrasco vai ser diferente.

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