Mesmo enrustido, um adolescente me descobriu e depois "me cobriu"
Um adolescente que vivia ligado no celular mas que era ligado demais: terminou me descobrindo e me comendo muito.
Sou clínica geral no armário, preferencialmente ativo, mas dependendo da situação, a safadeza me leva a dar o rabo e ficar muito feliz, e essas oportunidades surgiram muito quando eu morava sozinho.
Passei um bom tempo morando naquele tipo de prédio que aqui se chama “prédio caixão”, sem pilotis, tem apartamento no térreo e geralmente tem dois ou no máximo três andares. Morando sozinho, poucos vizinhos, então as reuniões de condomínio eram mais protocolares e os moradores se reuniam mais para fazer festinhas ou churrascos e foi assim que conheci SÉRGIO, que nem morava lá: era parente de uns vizinhos meus. Ele era do Rio Grande do Norte e vinha muito para Recife, aproveitar a cidade com os primos daqui.
Uma cervejinha sempre era tomada na parte de trás do prédio, tudo simples mas tinha umas árvores que davam uma sombra bem acolhedoras. Na maioria das vezes, cada um descia com sua bebida, um tira-gosto e a farra corria solta. SÉRGIO aparecia com os primos e seus tios. Sempre notei SÉRGIO muito pacífico, percebia que ele me olhava meio estranho, mas era apenas mais um adolescente que vivia pendurado no celular.
Aconteceu uma vez um desencontro: a família tinha ido para uma festa numa cidade no interior e só voltaria numa terça-feira, só que SÉRGIO apareceu domingo de tarde no prédio, julgando que eles voltariam antes. Foi um susto enorme que ele tomou, ficou apavorado, enfim, eu e mais dois moradores que estávamos tomando uma no “bar da sombra” (como a gente chamava a parte de trás do prédio) acalmamos o cara e, após ligarmos para a família e acertamos tudo, ficou decidido que SÉRGIO ficaria no meu apartamento até terça-feira. Ele se acalmou e o domingo seguiu normal.
Arrumei o quarto onde ele ficaria, mostrei tudo, dei acesso à geladeira e à televisão, senha do wi-fi e disse que ele não se preocupasse com nada. Na hora do jantar do domingo, comprei dois sandubas com refrigerantes e batatas fritas. Ele adorou e agradeceu muito, falando mais do que eu já tinha escutado desde que o tinha visto pela primeira vez. Depois ele foi para o quarto e se trancou. Liguei a televisão na sala e fiquei assistindo a um filme, quando SÉRGIO sai e vem se sentar na sala. Só de cueca, uma tipo samba canção, frouxa. Estranhei mas nada falei.
- Posso ficar assim?, ele perguntou ao notar minha estranheza
- Claro, só cuidado que do prédio ao lado dá para ver aqui dentro e é bom não dar bobeira, do tipo sair nu
- Mas eu estou de cuecão, não estou nu
- Eu sei, mas se você sai do banheiro e esquece a roupa limpa e vai correndo para o quarto pode ser visto pela vizinhança
- Ah, entendi. Mas assim eu posso andar?
- É uma cueca meio pijama, por mim tudo bem
- Gostou mesmo?
- Para mim é irrelevante
- E se eu andasse nu pela casa, mas com as janelas fechadas?
- Tá com a porra, é um puteiro?
- Você ligaria de me ver nu?
- Que pergunta é essa, SÉRGIO?
- Eu notei uns olhares seus e imaginei que...
- Meus olhares? Tem certeza? (fiquei meio preocupado, o que ele estaria pensando)
- A gente se bateu... não topa uma brincadeira, não?
E aí a conversa ficou séria, mandei na moral um discurso e claro que não ia permitir uma entrada tão descarada quanto a dele, porém o moleque ficou meio envergonhado no começo só que foi mexendo no pau e deixando ele duro e claro que isso me chamou a atenção:
- SÉRGIO, que negócio é esse?, perguntei apontando para o pau dele duro por debaixo da cueca frouxa
- Sabia que meus primos me comem e eu como VITOR?, perguntou ele ao mesmo tempo em que pôs o pau para fora
- Cobre isso, rapaz. Se a vizinhança olhar para aqui, o que vão dizer?
- Vamos brincar, eu conheço alguém do “babado” de longe. Meus primos já disseram que era impossível que você fosse, mas eu sinto que estou certo. Estou certo?
- Vai para o quarto e se vista, falei e fiz meio que uma barreira entre ele e a janela.
SÉRGIO foi para o quarto e me chamou. Eu tinha bebido naquele domingo, nada demais, e a rola dele chamava a atenção por ser retinha, cabecinha para fora, sem um pentelho e claro que olhei e analisei. Quando chego na porta, SÉRGIO está nu na cama e se masturbando.
- Eu fechei a janela, podemos brincar a vontade, disse ele rindo
- Vou fechar a porta e sair, reclamei após dar aquela olhada na cena
- Feche a porta e entre, é melhor. Eu curto tudo
- Você fumou foi maconha estragada, falei e, não me contive, olhando para o cacete dele duraço e ele sem um pêlo
- Você acha que se alguém da minha família souber eu não me lasco? Claro que sim, nem aqui eu posso voltar mais. Estou falando sério
Confesso que já estava me denunciando, mas mantive a conversa de moralidade e me sentei na cama para continuar a lição de moral. Não adiantou, ele sabia das coisas mesmo naquela idade. “Deixe eu ver sua rola, vai”, ele dizia. Isso foi a gota d’água. “Então, vamos ver se você está mentindo ou não, chupa meu pau”, mandei abaixando a roupa. O olhar de SÉRGIO brilhou quando viu minha pica ficando dura, cabeçuda e grossa. Não se fez de rogado e pulou com a boca no meu pau, para deixá-lo bem duro.
Ele sabia chupar um cacete, um boquete profissional. Chupou um pouco e perguntou se estava gostoso. Não respondi, apenas ri. Eu em pé e ele com o rabo para cima me chupando. Ele me chupava e foi botando a mão na minha bunda, o putinho era muito esperto e claro que ficamos em 69, eu chupando aquele cacete lindo e gostoso. Chupei muito o cu dele e dava para ver que era frequentado por rola. Ele ficou de quatro, fui buscar o gel (“imaginei que você teria em casa”, ele me disse), untei o pau e o cu dele e fui metendo nele. Foi uma dificuldade a cabecinha entrar, ele chiava demais, segurava o grito, dizia que meu pau era o mais grosso que ele já tinha enfrentado. Com muito esforço, entrou uma parte do meu pau – após muito gel e tira e bota algumas vezes – só que ele realmente não estava aguentando. Por um triz não enfiei tudo de uma vez. Preferi tirar o pau e vi a cara dele agoniada mostrar alegria. “Que pau grosso”, disse ele massageando a própria bunda. “Eu quero comer esse cu”, disse eu. “Você, vai, seu tarado da rola grossa, mas me deixa descansar”. Tentamos de novo, entrou quase toda a rola mas ele até lágrimas soltou. “Eu não relaxei ainda...”, ele comentou.
Eu já estava me masturbando para gozar na porta do cu dele, quando SÉRGIO, que era muito esperto, me mandou ficar de quatro. A putaria já estava instalada e me preparei para levar aquela rola linda. Gel, aviso de ir devagar e SÉRGIO vai me penetrando. Uma delícia, a pica dele era no tamanho exato de me dar tesão e nenhum sofrimento. Ele deu umas bombadas devagar e ao notar que eu estava adorando, inclusive porque olhava para trás e ria e mordia os lábios, começou a me comer com força. O barulho da virilha dele na minha bunda, só isso, quase me fez gozar. O pau dele tocou no meu “ponto g” (ah ah ah), eu me desesperei de tanto tesão e prazer que estava sentindo. Ele dava tapas na minha bunda, apertava minhas ancas e vi que ia gozar sem me tocar, o que só não ocorreu porque ele começou a despejar o leitinho dele dentro de mim e por muito pouco não deu tempo para eu gozar sem me tocar, tanto que quando ele gozou e parou, pedi para ele comer mais um pouco e com duas masturbadas gozei com ele dentro. Gozo de virar os olhos, de arrepiar o corpo todo, uma coisa impressionante. O pau dele saiu mas ele ficou atrás e eu abaixei mais o tronco, mas mantive o cu para cima. Ele deu uma tapa na minha bunda e me chamou para eu lavar o pau dele. Descansei um pouco e me levantei sentindo o leitinho dele escoando e melando meu rego. “Menino, há quanto tempo você não gozava?”, perguntei. “Eu sou um boi leiteiro”, respondeu.
Dei um banho nele, ele reclamou da dor na bunda, me chamou de “roludo” e fomos conversar sobre o ocorrido e sobre o segredo da gente. Nada que chamasse a atenção de ninguém, especifiquei. Ele concordou e disse que não tinha comido o primo (filho do meu vizinho), mas era verdade que os dois, sem um saber do outro, tinham comido o rabo dele. “Os dois são metedores”, ele disse. “Você só não aguentou minha rola, que bicha safada”, reclamei. “Não tem nem comparação, mas vou engolir essa rola ainda, ouviu?”, prometeu ele.
Abri uma cerveja, ele bebeu um pouco e o papo continuou até partimos para o segundo round. Dessa vez ele pediu para não dar a bunda porque o cu estava ardendo muito e então foi só ele me comendo e de novo comendo gostoso. Dei de quatro, sentei no pau dele e então dei a bunda de uma maneira que gosto muito, que é de bruços, com as pernas abertas e o macho varão enfiado em mim e deitado nas minhas costas. SÉRGIO gostou muito de ficar assim. Ele gozou assim e foi bem enérgico ao meter na minha bunda, puxando meus cabelos. Ele gozou e ele ficou em cima por algum bom tempo. Saiu, eu me virei comecei a bater uma punheta para gozar e ele mete a boca e bebe meu leitinho. SÉRGIO tinha cara de otário mas era um safado.
Já era quase meia-noite e eu estava deitado para dormir, quando SÉRGIO vem no meu quarto e pede meu cu de novo. Não pude me negar e levei mais uma bimbada gostosa.
Fiz o café da manhã, saí bem cedo para trabalhar e disse que traria o almoço para a gente. SÉRGIO ficou dormindo. Voltei depois do meio-dia, iria trabalhar apenas home office à tarde. Almoçamos e trabalhei até as 16h, porque tinha de cumprir minhas obrigações de “noiva”. Não sei o motivo, mas SÉRGIO quis me comer na cozinha, eu debruçado na pia, usando uma camiseta apenas, de tal modo que ele levantou a camiseta e meteu pica. Não sei o motivo, mas aquele adolescente me comendo daquele jeito me deu um tesão imenso, eu grunhia de tanto prazer. Tomamos um sorvete que eu trouxe e o safado passou sorvete no pau só para eu lamber aquele “rolete de carne”. Tínhamos até amanhã de manhã para trepar.
Começamos de novo e dessa vez SÉRGIO quis me dar a bunda. Fui bem devagar, fiz de tudo e até enfiei a rola toda e mesmo dei umas bombadas, mas ele estava sofrendo demais e mais uma vez preferi tirar o pau dele. Gozamos com ele me comendo de frango assado e gozei na minha barriga. Antes de dormir, trepamos mais uma vez, quer dizer, ele me comeu mais uma vez.
Acordamos cedo e demos mais uma trepada, a nossa despedida, por isso que foi demorada e mais uma vez enfiei no rabo dele, só que dessa vez ele me comeu e não gozou; de frango assado me ofereceu o cu e, mesmo com as mesmas dificuldades, e ele ainda sofrendo, gozei no cu de SÉRGIO, que abriu um riso de satisfação. Gozei, puxei meu pau e enfim bebi o leitinho dele, pois ele gozou no boquete.
Quando a família dele chegou, foi aquela festa, todos me agradeceram muito e perguntaram se SÉRGIO tinha dado trabalho. Respondi:
- Que nada, o rapaz é meio calado, vive no celular, mas não deu trabalho nenhum, muito educado e foi um prazer (literalmente um prazer, eu pensei) recebê-lo aqui. Minha casa (e minha cama, pensei) está aberta se precisar.
Almoçamos dois galetos com refrigerante e fui trabalhar. De noite cheguei um pouco mais tarde e recebi a mensagem de SÉRGIO: “Nem pense que vai escapar de mais uma, só não sei como”.
Conto o ocorrido depois
Já digo que até hoje SÉRGIO me garante que me deu a cantada confiando apenas no seu instinto, sem qualquer notícia.
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