Meu pai me levou pro cinema com o amigo.
A última sessão de cinema é sempre minha preferida, ainda mais tendo um pai com uma mente depravada como o meu tem.
Sexta de manhã ele mandou mensagem dizendo um amigo tinha comprado ingressos pra vermos um filminho juntos. Gostei da ideia, fazia tempo que a gente não pegava uma cinema. Desconfie desse amigo que chama outro para o cinema, mas fiquei na minha. Ciúme de adolescente não é levado a sério, mesmo esse adolescente sendo o amante do pai…
De noite fiquei cheiroso, banhado, pronto para a pegação no estacionamento do jeito que a gente gosta, mas fui surpreendido pelo amigo que nos buscou em casa. Negro forte, alto, tronco largo, caminhar pesado de macho guloso, um sorrisão de homem convencido, carrão bonito. Abriu a porta pra mim e deixou que meu pai se virasse, já fiquei todo agindo feito um bobo. Fui atrás admirando os dois homens e pensando todo tipo de sujeira que um adolescente pode fazer com dois caras ao mesmo tempo. Se prestasse atenção, a nossa diferença de tamanho era gritante. Meu pai não é um homem baixo, mas perto do amigo…
Assim que entramos na sala meu pai foi logo indicando o assento do meio pra mim. Estava meio vazio, tudo foi ficando escuro e por estar perto demais do negão comecei a sentir seu perfume forte, pareceu que estava me deixando hipnotizado. Primeiro ele se ajeitou com as pernas bem abertas e o joelho ficou encostado no meu. De vez em quando meu pai alisava minha coxa e se inclinava pra dar uma cheirada na minha orelha, coisa de pai.
“Você tá muito cheiroso, filho” ele sussurrou no meu ouvido e eu sorri todo satisfeito.
“Todo cheiroso assim pra você” respondi.
Agradei e ganhei um beijo no pescoço que me deixou inteiro arrepiado. O negão percebeu que alguma coisa estava acordando meu tesão juvenil.
Não demorou nem um minuto quando senti a presença do cara cheiroso bem pertinho de mim. Primeiro deu uma roçada com o queixo no meu ombro e encostou a boca na minha orelha.
“Tá cheiroso só pro seu pai? Não tá cheiroso pro amigo dele, não?”
Tremi inteiro e ele percebeu, porque gostou e deu um risinho sem vergonha. Virei e ele me olhou com fome, claramente sacando que tipo de pai eu tenho. No momento de claridade da tela ele desceu a mão pela barriga e parou em cima do volume com uma apertada cheia e pesada. Me deu água na boca imediatamente e não me fiz de inocente. Nem ele, inclusive.
Estiquei minha mão e ele foi guiando o caminho. Primeiro senti a barriga toda durinha e larga, depois ele mesmo botou em cima da pica, uma coisona grossa e muito quente. Tava duro demais, todo largado de lado na coxa. Parecia enorme, era exagerado pra combinar com seu tamanho. Fui punhentando assim mesmo por cima da roupa e eu vi o cara enlouquecer. Não é pra menos… Um moleque de 16 anos alisando sua vara no escuro do cinema exatamente ao lado do pai. Não é todo dia que essa brincadeira safada acontece.
Ele chegou perto do meu ouvido e falou cheio de ousadia.
“Botava fácil pra mamar, essa sua boquinha deve satisfazer um macho de jeito, hein.”
“Bota!” Desafiei o cara.
Ao mesmo tempo virei pro meu pai e fiz ele me dar carinho enquanto continuei esticando a mão pra alisar o amigo. Ele perguntou se eu estava bem, se estava confortável e eu, manhoso como sempre, sussurrei que sim. Depois fiz um biquinho e ele sorriu me puxando pra dar um selinho rápido desses que não deixam suspeita. Pedi outro, depois outro e quando vi tava com os lábios meladinhos. O amigo do meu pai que assistia tudo isso ficou ainda mais duro e parecia que tava no ponto de comer minha mão.
Fiz o que todo moleque da minha idade deveria fazer: apertei mais a pica e provoquei puxando meu pai de novo pra mim. Ele evitou olhar pro amigo, pensou que ele estava entretido no filme, e no escuro botou a língua pra fora. Avancei e caí de boca no meu pai. Primeiro provei a língua e depois fui chupando lentamente provocando muitos ruídos no escuro. Ele fechou os olhos e foi me beijando na mesma velocidade, às vezes romântico, às vezes paternal. O amigo roçava tanto na minha mão que passou a respirar fundo, quase gozando na roupa.
Sorri no meu beijo porque eu estava sendo um puto para os dois.
“Você me coloca em perigo” meu pai falou pertinho da minha boca.
“Queria te mamar aqui.”
“Aqui?” Me perguntou, incrédulo.
“Onde mais, pai? Lugar perfeito pra uma mamada. Eu tô com tesao e sua rola tá ficando dura, eu tô vendo.”
“Aqui não, é arriscado, mas eu tenho um plano”
Encostou no meu ouvido e sussurrou algo que me deixou cheiro de ansiedade.
Não deixei o amigo do meu pai gozar, ele ia gostar de esperar. O filme acabou e os dois homens estavam suando de tanto tesão, mesmo a sala parecendo o polo norte de tão fria. Comemos alguma coisa bem rapidinho, o tempo todo olhava pra virilha do amigo do meu pai pra ver a pica toda marcada de lado. Todo mundo via isso, tava na cara que o homem estava excitado. Na hora de ir embora comecei o plano. Insisti que meu pai deveria ir no banco de trás comigo, eu tava com sono e queria deitar em seu colo. Os dois homens concordaram de imediato.
Sentado, meu pai apoiou minha cabeça em seu colo enquanto conversava e lentamente alisava minha nuca e minhas bochechas, mas o carinho logo virou outra coisa e o pervertido foi colocando os dedos nos meus lábios pra me fazer começar chupando assim. Depois, esperto, foi abrindo o zíper e colocando a pica pra fora. Mamei deitado, bem lentinho, colocando tudo na boca. O amigo do meu pai fingiu não perceber, mas eu levantei sorrateiro com a boca melada e vi que ele se tocava enquanto nos levava pra casa.
Voltei para a minha tarefa.
Sugo aqui, puxo a pelinha da cabeça, dou uma engolida em tudo, mamo com força, depois vou beijando o tronco, as veias, brincando com os pelos do papai. Ele quase gemia, quase… Mas suspira pesado e tenta enganar o amigo tão esperto quanto ele mesmo.
Quanto estamos quase em casa o amigo de cheiro delicioso vai dirigindo cada vez mais devagar porque está ocupado demais batendo uma punheta e meu pai nem se importa, só me coloca pra engolir com mais força, mesmo que isso provoque muitos ruídos de coisa molhada. Até brinco de gemer bem baixinho e os dois homens assinam um acordo de não falar nada sobre isso, só chegam perto do gozo juntos como bons amigos fazem.
Meu pai solta a vitamina inteira na minha boca e tudo desce garganta abaixo. Não tenho problema em engolir, estou experiente nisso. Encho a boca, saboreio e engulo ainda grosso. Minha língua fica pegajosa, mas eu gosto. Escuto o gemido baixo e mais grosseiro do outro cara e sorrio para o meu pai. Me ajeito assim que ele termina e dou uma espiada: melou o banco, a coxa, o volante, o pulso e o relógio caro. Como ele acha que meu pai não viu essa lambança?
Na despedida eles ficam se encarando e olhando os vestígios dessa putaria. Tem porra na calca do cara e meu pai dá um sorrisinho cúmplice para isso, mas nenhum dos dois menciona o fato de que um garoto estava mamando no banco de trás do carro. Dou um abraço e digo que a noite foi ótima, aproveito para sentir melhor o perfume dele que nessa altura da noite se mistura com porra, suor e putaria. Meu pai corre na frente dizendo que tinha algo dentro de casa para entregar ao amigo e some de vista por uns minutos, tempo suficiente pro cara me segurar pela cintura e me levantar do chão com a maior facilidade do mundo.
“Tava doido pra roubar um beijo seu, moleque” ele disse cheio de uma tara maníaca no olhar.
“Daqui a pouco meu pai tá voltando” avisei.
“Dá tempo de te botar pra mamar?”
“Só se você quiser tomar uma dura do meu pai” brinquei abraçado no pescoço dele.
“Você que devia tomar uma dura e grossa” me ameaçou botando pra sentir o quanto já tava duro.
Foi todo apressado metendo a língua dentro da minha boca de um jeito desengonçado, engolindo meus lábios com força pra sugar minha saliva quentinha de moleque. Gemeu baixinho enquanto nossa língua brigava uma com a outra e eu fui me agarrando mais no seu corpo gigante. As vezes é bom provar outro beijo além do meu pai… Me imaginei embaixo daquele tronco sendo fodido com força até perder meus sentidos, essa imagem ficou clara na minha cabeça. Acho que na dele também. Quando me largou a vara estava mais dura e marcava ainda mais toda exagerada na calça melada de porra, tentou se ajeitar quando viu meu pai voltar, mas não teve jeito… Nossa cara denunciou que estávamos sendo pervertidos.
Lá em cima, no quarto, meu pai me pega pela cintura e me come lento, mas forte. Bota tudo, não me deixa respirar porque mete beijando. Cortamos a madrugada assim. Quando me botou deitado no seu braço perguntou calmo se o amigo tinha me beijado quando saiu de perto, não menti e respondi que foi difícil segurar a vontade. Do outro lado da cidade o negro tarado ainda devia se masturbar pensando nos milagres da minha boca, provavelmente querendo saber que tipo de coisa aprontamos quando estamos sozinhos.
“Você não aguentaria” meu pai falou baixinho quase dormindo.
“O que?”
“Você não aguentaria, filho. Aquele ali deve ter uma rola gigante.”
“Mas eu tentaria” respondi cheio de curiosidade entendendo que era do amigo que ele falava.
“Adoraria te ver tentar” meu pai me respondeu já meio adormecido.
“Tentar? Tenho certeza que conta do recado, pai.”
“Duvido” ele sussurrou na minha nuca e dormiu.
Não sei o que ele pensou antes de dormir, mas aquele era um papo de quem estava tramando alguma coisa pesada.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (2)
Jorge Pereira: Lindo conto. Já fui duas vezes assim ao cinema, mas foram dois amigos. Também mamei no cinema. Mas mamei os dois e ambos me encheram a boca. A diferença é que fomos a seguir para um motel e levei de forma linda com os dois amigos. rocomaroca @ gmail Com
Responder↴ • uid:grldr1qrjEscriba-T-JC: Muito bom!!! Fiquei achando que rolaria dentro do cinema, mas foi bem excitante ... No aguardo de mais...😋😈
Responder↴ • uid:1eq3so4ca3wc