Meu companheiro de quarto Vitor - Parte 5
No último dia, antes de voltarem para a faculdade Dona Cida deu um abraço apertado no Pietro na porta.
- Volta sempre, viu? Adorei te receber aqui. O Vítor fica mais tranquilo quando você tá por perto
O Vítor sorriu e bagunçou o cabelo do Pietro.
- Pode deixar, mãe! Ele vai vir direto pra cá, sempre.
No carro, na estrada, Pietro encostou a cabeça no ombro dele.
- Sua família acha que somos só amigos
Vítor pegou a mão dele e entrelaçou os dedos.
- Por enquanto, quando o momento for certo, eu conto. Mas até lá... - ele falou mais baixo - Vou continuar te pegando em todo lugar. No quarto da república, na casa da minha mãe, onde quer que seja.
Pietro riu baixinho, ficando vermelho.
- Jura?
- Juro, meu bem
Eles continuaram a viagem, de mãos dadas escondidas no câmbio.
O carro do Vítor parou lá no fundão do estacionamento, perto das árvores que dão sombra pros professores. Pietro saiu primeiro, com a mochila nas costas e o cabelo meio zoado por causa da estrada.
Vítor desligou o carro e ficou olhando no retrovisor por uns segundos antes de sair. Eles nem se tocaram, nem se olharam direito já era costume pra não dar na cara.
Pietro foi na frente pro prédio das salas e o Vítor ficou pra trás, fingindo que tava arrumando alguma coisa no banco.
Aí, do nada, apareceu o Rian, ele veio correndo do outro lado do estacionamento, com o boné virado pra trás, a camiseta da seleção e um sorriso de ponta a ponta, tipo quem não via o amigo fazia um tempão.
— Vítor! E aí, cara! Que bom te ver! — O Rian deu um tapão no ombro dele, daqueles que até ardem — Por onde você andou, sumido? Desapareceu nas férias, nem um churrasquinho, nem uma festa, nada.
O Vítor deu um sorriso meio sem graça e fechou a porta do carro.
— Ah, tava na casa da minha mãe, relaxando. Depois voltei pra república e fiquei na minha, sei lá.
Rian cruzou os braços e fez uma cara de desconfiado.
— Na sua? Você? O cara que antes me arrastava pra qualquer lugar que tivesse mulher? — Ele abaixou a voz e olhou em volta pra ver se ninguém tava perto — Tô achando muito estranho, viu? Antes a gente saía direto. Pegava um monte de mulher junto, lembra daquele tempo? Tipo… a Bárbara.
Vítor ficou quieto por um segundo, encostado no carro. Ele olhou pro Rian rapidinho, do jeito que ele sempre faz.
O Rian continuou falando, agora quase sussurrando.
— Lembro sim, né? A festa da Engenharia, dois anos atrás. A gente pegou ela no quarto lá de cima, você na frente, eu atrás. Ela gritando alto, pedindo mais, a gente revezando, rindo, todo suado. E depois ela ainda mandou mensagem pra gente no dia seguinte, perguntando quando ia ter de novo. E a gente repetiu, umas duas, três vezes.
Era demais, a gente era invencível junto. E agora… você some, não responde mensagem, não quer saber de festa. Nem da Gabi da última festa, que tava a fim de você. Que que tá rolando, cara? Tá namorando escondido? Virou crente?
O Vítor deu uma risadinha baixa e passou a mão no bigode.
— Não virei crente, não. É que… tô numa outra vibe.
Rian fez uma cara de quem não entendeu nada.
— Que vibe é essa? Cansou de mulher? Ou… — Ele fez uma pausa e olhou na direção onde o Pietro tinha sumido no meio dos alunos. — Ou tem alguma outra coisa?
Vítor seguiu o olhar dele por um instante, depois olhou de volta pro Rian. A cara dele não mostrava nada a pose de hétero tranquilo tava perfeita.
— Não tem nada de mais, cara. Tô só curtindo ficar mais na minha, treino, estudo, jogo videogame! Tô de boa assim.
Rian balançou a cabeça, meio desconfiado.
— Sei, mas ó, se você quiser voltar aos velhos tempos, me avisa. A gente ainda manda bem, tem um monte de mina querendo repetir o que a gente fazia.
Tipo com a Bárbara, aquilo foi demais, viu? Você pegando forte, eu segurando no cabelo dela, nós três suados, gozando junto… Puts, que saudade daquela época.
Vítor concordou com a cabeça, como se estivesse lembrando, mas tava meio distraído.
— Foi demais mesmo. Mas agora… tô de boa
O Rian deu um tapa no braço dele de novo, dessa vez de leve.
— Tá bom, seu misterioso. Mas se mudar de ideia, me chama, não vamos virar os caras que pegavam geral e viraram virgem, hein
Vítor riu e abriu a mochila pra pegar o caderno.
— Pode deixar, mas por enquanto… tô tranquilo.
Rian deu de ombros e já foi procurando outro grupo de amigos.
— Beleza, mas tô de olho, viu? Você tá esquisito.
Vítor ficou ali uns segundos, vendo o Rian ir embora. Aí pegou o celular e mandou uma mensagem rapidinho pro Pietro.
Vítor subiu correndo as escadas do Bloco C, a mochila pendurada de lado e já com a chave na mão. Abriu a porta do quarto com cuidado, pensando em achar Pietro estudando ou no computador mas tava tudo escuro, a cortina fechada e só um abajur fraquinho aceso.
Pietro tava deitado na cama de Vítor, sem roupa nenhuma. As pernas meio abertas, os braços atrás da cabeça, e a pele dele brilhava no lençol cinza.
— Chegou — Pietro falou baixinho, como se tivesse esperando a tarde toda pra isso.
Vítor trancou a porta, jogou a mochila no chão. O quarto já tinha aquele cheiro deles: suor, lubrificante, o sexo dos outros dias que não sumia nunca, mesmo com a janela aberta.
— Caralho… — Vítor respirou fundo e tirou a camiseta. Os músculos dele se mexeram, a barriga brilhando um pouco por causa da corrida do bandejão.
— Tá assim há quanto tempo?
Pietro se levantou um pouco, sorrindo.
— Cheguei uns vinte minutos atrás. Tirei a roupa, deitei aqui… e fiquei pensando em você. — Abriu mais as pernas. — Queria tanto transar aqui de novo. Cheira a sexo, cheira a gente, a sua porra em mim, suor… tudo junto, queria sentir isso de novo.
Vítor deu uns passos, já tirando o tênis com o pé. A calça jeans caiu junto com a cueca, e o pau dele pulou pra fora, duro e pesado.
— Então vem cá, manhoso.
Ele subiu na cama de joelhos, o corpo dele cobrindo o de Pietro. Pegou os pulsos de Pietro com uma mão só, prendendo lá em cima. Com a outra mão, fez carinho no peito dele, o dedo passando no mamilo que já tava duro.
— Olha só… todo nu, me esperando pra te comer. Os mamilos durinhos, o pau querendo. — Abaixou a cabeça e começou a chupar o mamilo dele. A língua girava, os dentes mordiscando de leve.
Pietro se esticou todo, gemendo.
— Vítor… — A voz falhou, e as pernas se abriram mais sozinhas.
Vítor foi pro outro mamilo, chupando com força, querendo deixar marca. A mão dele desceu pela barriga, apertou o pau de Pietro, fazendo massagem enquanto a boca não saía do peito.
— Tava com saudade também — falou na pele dele. — Saudade de te ver assim, gemendo no meu quarto. De te chupar todinho antes de foder, de te deixar todo molhado, vermelho, pedindo mais.
Soltou os pulsos e foi beijando o corpo todo: as costelas, a barriga, o umbigo. Voltou pros mamilos, chupando um e beliscando o outro. Pietro se revirava, as mãos no cabelo de Vítor, puxando de leve.
— Por favor… me fode logo — Pietro pediu, a voz quase sumindo. — Quero sentir você dentro.
Vítor levantou a cabeça, os olhos brilhando de tesão.
— Calma, vou te deixar pronto primeiro.
Pegou o lubrificante na gaveta (sempre ali, sempre à mão), botou nos dedos e passou entre as pernas de Pietro. Abriu devagar, enfiando um dedo, depois dois, enquanto voltava a chupar os mamilos, mordendo de leve. Pietro gemia alto, a bunda subindo sozinha.
— Isso… abre pra mim — Vítor falou baixinho, colocando o terceiro dedo, abrindo com cuidado
— Seu cu tá quente, molhado… pronto pro meu pau. Vai engolir tudo de novo, né? Como sempre.
Quando Pietro tava tremendo todo, chamando o nome dele sem parar, Vítor tirou os dedos, colocou a cabeça do pau na entrada e empurrou devagar.
— Toma… sente meu pau te abrindo. Aqui nesse quarto que cheira a nós. — Foi entrando todo, gemendo.
— Caralho… todinho dentro. Agora vou te foder de mansinho… depois com força… até o cheiro ficar demais.
E começou a se mexer, as estocadas lentas e fundas, a boca nos mamilos, chupando enquanto fodia, enchendo Pietro de beijos molhados e palavras sujas no ouvido. O quarto ficou cheio do cheiro deles de novo: sexo, suor, lubrificante, gemidos baixos.
O quarto tava escuro só a luz fraca do celular do Vítor no criado-mudo clareando o rosto dele de vez em quando. Pietro roncava do lado, de barriga pra baixo, sem roupa nenhuma, o lençol tinha caído até a cintura, mostrando as costas claras e a bunda.
A pele ainda meio marcada umas manchas vermelhas nas coxas onde o Vítor tinha apertado forte, uma mordidinha de leve no ombro. Ele respirava fundo, com a cara enfiada no travesseiro, o cabelo bagunçado na testa.
O Vítor tava olhando pra ele fazia um tempão, a mão grandona na lombar dele, o polegar fazendo um carinho de leve.
O celular tremeu baixinho, Vítor pegou rapidinho pra não acordar o Pietro.
Era o Rian, uma mensagem de voz primeiro:
“E aí, tá acordado? Vê isso aqui. Tô mandando agora.”
Logo depois veio o vídeo, Vítor pensou um pouco, olhou pro lado, Pietro nem se mexeu e apertou pra ver.
O vídeo era velho, de uns dois anos atrás. Uma festa da faculdade, um quarto zoado lá em cima. A câmera tremia, era o Rian filmando com o celular apoiado em algum lugar.
A Bárbara tava no meio da filmagem: loira, cheia de curvas, de quatro em cima da cama. Vítor tava atrás dela, socando forte, as mãos segurando a cintura dela, o peito brilhando de suor, Rian entrava na frente de vez em quando, os dois se revezando, rindo baixinho enquanto a Bárbara gemia alto, pedindo mais.
Os dois ali, suados, o barulho da pele batendo, os gemidos misturados com as risadas. No final, os dois gozando quase juntos, a Bárbara tremendo toda, o vídeo acabava com o Rian virando a câmera pra ele, suado, sorrindo
“E aí, irmão? Saudade dessa época? Você tá perdendo a boa, hein? Volta pro time. Tem mina nova na festa amanhã querendo repetir a dose, me fala se topar.”
Vítor viu tudo sem som (tinha deixado no mudo pra não acordar ninguém). Quando terminou, ficou olhando pra tela preta por uns segundos.
Aí travou o celular, jogou no criado-mudo e virou pro lado, Pietro se mexeu um pouco dormindo, falando alguma coisa que não dava pra entender.
Vítor passou o braço forte por cima dele, puxando o corpo nu pra perto, a pele do Pietro era quente, macia, bem diferente dos músculos duros dele. Ele beijou a nuca dele devagar, sentindo o cheiro do shampoo de morango misturado com o suor do sexo.
– Tá dormindo mesmo? – sussurrou o Vítor, quase na orelha dele.
Pietro não respondeu, só respirou mais fundo, se aconchegando mais. Vítor ficou ali, olhando pro teto rachado, vídeo não saía da cabeça dele os gemidos da Bárbara, as risadas, a zona.
Dois anos atrás aquilo era só curtição, sem apego, sem nada. Agora… parecia outra coisa.
– Você não perde uma, né? – falou baixinho, mais pra ele mesmo. – Eu que tô ganhando todo dia.
Pietro se mexeu de novo, virando o rosto no travesseiro, os olhos meio abertos, a voz de sono:
– Hum? Tá falando sozinho?
Vítor riu baixinho, beijando a testa dele.
– Nada, volta a dormir.
Pietro fechou os olhos de novo, mas antes de apagar de vez, falou:
– Te amo
Vítor parou na hora, era a primeira vez que o Pietro falava assim, sem enrolar. Ele sentiu um aperto bom no peito.
– Eu também, meu amor – respondeu baixinho, com a voz rouca.
Ele desligou o celular de vez, jogou no chão do lado da cama. Abraçou o Pietro por trás, o pau já meio duro encostando na bunda dele, mas sem pressa.
A sala tava gelada por causa do ar no máximo, os teclados tec-tec num ritmo doido e as telas azuis refletindo nas lentes da galera. A matéria era Ferramentas Digitais pra Audiovisual, mas metade da turma já tava no celular ou no cochicho.
Pietro e Vítor, como sempre, lado a lado no fundão. Pietro com o note aberto, só pra não dizer que não tava fazendo nada, Vítor esparramado, ocupando mó espaço, com a perna esticada por baixo da mesa.
Lá na frente, Maria tava de lado na cadeira, falando baixo com uma amiga, mas virou rapidinho quando o professor começou a explicar uns lance de plugins e liberou geral pra praticar.
Ela se jogou por cima da cadeira, com um sorrisinho:
— E aí, pombinhos! Amanhã tem festa, viu? Lá na casa do Lucas, no condomínio perto da facul. Piscina, som no talo, bebida à vontade… e gente nova pra caramba. Vocês vão, né?
Pietro desencostou os olhos do monitor, até meio vermelho só de pensar.
— Ahn… sei lá. Depende de quanta gente vai.
Maria fez uma careta.
— Para de ser chato, Pietro. Precisa sair mais, e você Vítor? Vai ficar jogando videogame de novo?
Vítor deu um sorriso de canto, o bigodinho mexendo, e falou com aquela voz grave dele
— Tô vendo ainda, se o Pietro for, eu vou. Pra ele não se perder.
Maria soltou uma gargalhada, chamando a atenção da galera.
— Que lindo! O guardião. Tá bom, então me confirmem lá no grupo depois da aula
E virou pra frente de novo, voltando pro papo com a amiga. Pietro respirou fundo, nem sabia que tava prendendo o ar, e voltou pro computador.
Mas antes que pudesse clicar em alguma coisa, sentiu um toque. O pé descalço do Vítor (ele tinha tirado o tênis fazia um tempinho) passou de leve na batata da perna dele.
Subiu devagar na calça jeans, insistente, Pietro travou, os olhos arregalados na tela.
— Vítor… — sussurrou, sem virar.
O pé que continuou subindo, chegando na parte de dentro da coxa. Os dedos apertaram de leve, seguindo a costura da calça, chegando perto da virilha.
Pietro fechou as pernas na hora, mas Vítor forçou um pouquinho mais, abrindo espaço com o pé.
— Relaxa — Vítor falou baixinho, só pra ele ouvir, fingindo que tava olhando pro monitor dele. — Ninguém tá vendo.
Pietro sentiu o calor subir pelo corpo, tentou prestar atenção na tela piscando, mas o pé do Vítor não parava: ia pra cima e pra baixo devagar, esfregando na virilha, apertando.
— Para… — Pietro sussurrou, com a voz tremendo. — A Maria tá ali.
Vítor riu baixinho, quase não dava pra ouvir.
— Ela tá de costas. E você tá gostando. Olha só como já tá durão. — O pé apertou mais forte, fazendo umas voltinhas. — Imagina se eu tirasse sua calça agora… te fodia aqui embaixo da mesa enquanto o professor explica as paradas. Você ia gemer baixinho, me apertando com essa bunda.
Pietro mordeu o lábio, com as mãos tremendo no mouse. Deu uma olhada rápida pro Vítor: ele tava com a cara normal, como se tivesse lendo um tutorial, mas os olhos dele brilhavam. O pé subiu mais, agora pegando direto na cabeça do pau por cima do tecido.
Pietro soltou um suspiro, quase um gemido.
— Vítor… eu vou… — sussurrou, desesperado.
Vítor parou por um segundo, só pra apertar com vontade uma última vez, e tirou o pé devagar, colocando o tênis de novo como se nada tivesse rolado.
— Depois do almoço — falou baixo, com a voz rouca. — Lá no quarto, você vai gozar pra caramba pra compensar.
Pietro encostou a testa na mesa rapidinho, respirando fundo, tentando se acalmar. Maria virou de novo, toda inocente.
— E aí, decidiram? Festa amanhã?
Pietro levantou a cabeça, todo vermelho, com a voz falhando:
— A gente… vai, acho
Vítor sorriu, de boa.
— Confirmado.
Maria bateu palminhas.
— Show! Vocês vão curtir.
Vítor subiu correndo pro Bloco C, já sabendo o que ia rolar. A pausa do almoço era curta, mas importante, Pietro tinha ficado no restaurante da faculdade, papeando com Maria e mandou um zap: “Chego em 10! Vai subindo e me espera”
Vítor deu um sorriso malicioso, já sentindo o cheiro de sexo no ar.
Abriu a porta, entrou e trancou automático, só que o quarto não tava vazio. Rian tava sentado na cadeira de Pietro, de pernas abertas, com uma cara de quem aprontou. Do lado dele, encostada na parede, uma mina que Vítor nunca tinha visto.
Baixinha, tipo 1,58m, corpo cheio de curvas, cabelo castanho caindo nos ombros, um top branco apertado mostrando os peitões e uma saia jeans que quase não cobria a bunda.
Luísa, a caloura de Comunicação, que chegou causando no semestre. Vítor parou na porta, chocado.
— Que palhaçada é essa, Rian?
Rian levantou as mãos, rindo.
— Calma! É surpresa! — Apontou pra mina. — Essa é a Luísa. Caloura gata e tá curiosa pra saber dos nossos “rolês” antigos. Ela quer participar, falei que você anda sumido, mas que hoje a gente podia relembrar.
Luísa deu um sorriso tímido, mas com segundas intenções, mordendo o lábio. Olhou Vítor de cima a baixo: 1,89m de músculos, regata preta marcando o peito, bermuda de academia colada nas pernas e mostrando tudo.
— Oi… — disse ela, com voz suave. — O Rian disse que você é… pegador.
Vítor fechou a porta, mas não se mexeu. Cruzou os braços, tenso.
— Rian, vaza, não tô afim. Tenho um compromisso.
Rian riu alto, levantando.
— Compromisso? Tá virando santo, cara? Olha pra ela. — Chegou perto de Luísa, com as mãos nos ombros dela. — Peitinhos perfeitos, bundinha redonda… ela tá louca pra ficar com a gente. Eu pego na frente, você atrás ou ao contrário, ela aguenta.
Vítor balançou a cabeça, sério.
— Não, já falei que não quero mais isso. Vai embora.
Rian nem ligou em vez disso, passou a mão devagar nas costas de Luísa, até o zíper do top.
Abriu rapidinho, top caiu, mostrando um sutiã preto de renda que mal segurava os peitos grandes. Ele tirou o sutiã fácil, revelando os peitos de Luísa duros, branquinhos, com os mamilos rosados já de pé.
Pareciam dois melões prontos, grandes e balançando de leve. Rian pegou um em cada mão, apertando devagar, o polegar passando nos mamilos.
— Olha isso, Vítor. Dois melões perfeitos dá vontade de morder. Imagina chupar enquanto eu tô metendo por trás? Ela geme alto. Já testei no banheiro do bar ontem, tá apertada na frente e atrás, pronta pra gente usar.
Vítor sentiu o pau ficar duro na bermuda. Tentou desviar o olhar, mas não dava. Os peitos balançando, o jeito que Rian apertava, o gemido baixinho de Luísa quando Rian beliscou os mamilos.
— Para com isso, Rian — disse Vítor, mas a voz saiu rouca, fraca.
Rian riu, vendo que ele tava quase cedendo.
— Tá vendo? Tá louco de tesão. Olha aí, tá pulsando, né? Chega mai, só uma vez, pra matar a saudade. Eu chupando esses melões enquanto você come a boca dela. Depois a gente vira ela de quatro, eu na bucetinha, você no cu, ela vai gritar nossos nomes.
Igual a Bárbara, lembra como ela era? Como gostava?
Luísa olhou pra Vítor, com os olhos meio fechados, passando a língua nos lábios.
— Por favor… eu quero os dois. O Rian falou que você tem um pau grande
Vítor puxou o ar, o peito subindo e descendo rápido. O pau dele tava duro, marcando a bermuda.
Deu um passo pra frente, quase sem querer e Rian sorriu.
— Isso… vem, tira a roupa. Deixa eu ver esse pauzão que todo mundo fala. Luísa, de joelhos mostra pra ele como você sabe fazer.
Luísa fez na hora, se ajoelhando na frente de Vítor. As mãos subindo pelas pernas dele, olhando fixo. Vítor parou, com o coração na boca.
— Rian… o Pietro vai subir.
Rian fez pouco caso.
— Que espere, ou… — riu — …quem sabe ele entra e vê. Mas duvido ele é tímido, né? Deixa ele lá fora enquanto a gente se diverte.
Vítor sentiu um frio na barriga junto com tesão. Os peitos de Luísa balançando enquanto ela chegava perto, Rian apertando os seios de novo.
— Olha esses melões, Vítor. Dá vontade de gozar neles. Vem… só uma vez, depois você volta pro seu canto. Mas hoje… lembra como era bom pegar geral.
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Comentários (4)
Wes: Que insistência desse rian pra fazer sexo junto com o Vitor. Tá parecendo mais que ele que tá querendo ver o pau do Vitor e não tá sabendo pedir
Responder↴ • uid:1dmrmqdua3g6Parrudo: Ansioso pelos próximos capítulos
Responder↴ • uid:1d9dtc3l8yuwAnônimo: Será decepcionante
Responder↴ • uid:2ql02r51zSemaj: Apagou meu comentário.
Responder↴ • uid:1clmacrhqz95