A tentação da mãe evangelica-02
Dois dias depois do nosso acordo secreto, o interfone tocou logo depois do almoço. Era a portaria avisando que tinha um pacote pra mim, entregue por motoboy. Meu coração acelerou na hora. Sabia que era ele. Pedro tinha dito que compraria online e mandaria entregar direto em casa, sem nome do remetente, só um código de rastreio que ele me passou pelo WhatsApp.
Subi correndo pro apartamento, tranquei a porta, fechei as cortinas da sala. Meu marido ainda estava no trabalho, só voltaria à noite. Tirei o pacote da caixa de papelão marrom simples – era maior do que eu imaginava. Dentro, várias sacolas pretas brilhantes, embrulhadas com papel de seda rosa. Abri a primeira com as mãos tremendo.
Lá estavam: uma calcinha fio dental vermelha de renda, quase transparente na frente, com um lacinho minúsculo na cintura; um conjunto preto todo rendado, com sutiã de bojo aberto e calcinha cavada que mal cobria nada; outra rosa bebê, igual à saia que eu usei, mas com detalhes de strass nas laterais; e uma cinta-liga preta com meias 7/8. No fundo da sacola, um bilhetinho escrito à mão (ele deve ter colocado na loja):
“Pra minha gata favorita. Usa tudo direitinho e me manda as fotos primeiro, hein? Começa pela vermelha. Quero ver você de quatro, empinando bem, mostrando o lacinho na bunda. Depois a preta, de frente, abrindo as pernas devagar. Você prometeu obedecer. 😈💦 Te amo, mãe.”
Meu Deus do céu. Li aquilo três vezes. Senti o calor subir do peito pro rosto, descer direto pro meio das pernas. Tirei a roupa ali mesmo na sala, joguei tudo no sofá. Fiquei nua, olhando as peças espalhadas. Meu corpo de 45 anos – quadris largos, bumbum grande, barriguinha macia de mãe – nunca usou nada assim. Mas eu queria. Queria que ele visse.
Vesti a vermelha primeiro. A renda arranhava de leve a pele, o fio entrava fundo entre as nádegas, marcando tudo. O lacinho na frente era ridiculamente pequeno, mal cobria os lábios. Olhei no espelho do quarto: o bumbum parecia ainda maior, mais empinado. Tirei uma foto de costas, de quatro na cama, como ele pediu. Empinei bem, abri um pouco as pernas pra mostrar o tecido sumindo no meio. Enviei.
Eu (15:12)
Filho… chegou o pacote agora.
Tô usando a vermelha.
[Foto anexada: de quatro, bumbum empinado, fio dental vermelho sumindo entre as nádegas, lacinho rosa aparecendo]
Tá bom assim? 😳❤️
A resposta veio em menos de um minuto. “Visualizado”. Depois os três pontinhos.
Pedro (15:13)
CARALHO MÃE!!! 😱🔥🔥
Que isso??? Tá perfeita pakas!!!
Olha esse bumbum grandão engolindo o fio dental… nossa, o lacinho tá todo molhadinho já?
Você empinou direitinho, hein? Perfeito pra dar uns tapas bem fortes 😈💥
Tô duro só de olhar. Manda mais uma, abre mais as pernas pra eu ver o meio direitinho.
Meu corpo inteiro arrepiou. Abri mais as coxas na foto, levantei o quadril um pouco mais. O tecido da calcinha estava grudado, marcando a umidade. Tirei outra.
Eu (15:15)
Tá bom assim, filho? 🙈
[Foto anexada: pernas mais abertas, fio dental vermelho colado na buceta molhada, contorno visível]
Mãe tá morrendo de vergonha… mas tô gostando de te agradar 😘
Pedro (15:16)
Porra mãe… você tá encharcada por causa de mim??
Olha isso… dá pra ver tudinho através da renda.
Que bucetinha gostosa… rosadinha, inchadinha…
Agora vira de frente. Tira o sutiã, deixa os peitos de fora. Quero ver os biquinhos duros.
Posa com as mãos nos peitos, apertando eles pra mim. Manda.
Obedeci sem pensar. Tirei o sutiã que nem usei (era só a calcinha mesmo), me sentei na beira da cama de frente pro espelho. Segurei os seios – eles são grandes, caídos um pouco pela idade, mas ainda firmes o suficiente. Apertei os mamilos entre os dedos, senti eles endurecerem mais. Tirei a foto.
Eu (15:19)
Aqui filho… como você pediu.
[Foto anexada: de frente, mãos apertando os seios, mamilos duros apontando, calcinha vermelha marcando tudo embaixo]
Tá gostando mesmo? Mãe nunca se sentiu tão… exposta.
Pedro (15:20)
Gostando?? Tô louco aqui mãe!!
Seus peitos são uma delícia… grandões, macios… imagina eu chupando esses biquinhos enquanto aperto esse bumbum…
Agora troca pra preta. Quero ver a calcinha cavada preta com a cinta-liga.
Coloca as meias também. E manda de quatro de novo, mas dessa vez puxa a calcinha pro lado, mostra a bucetinha sem nada cobrindo. Quero ver se tá pulsando de tesão por mim 😏💦
Meu coração batia na garganta. Troquei rápido. A calcinha preta era ainda mais cavada, a renda fina mal cobria os lábios. A cinta-liga apertava as coxas, as meias subiam até o meio da coxa. Fiquei de quatro na cama de novo, puxei o tecido pro lado com os dedos. A buceta estava aberta, molhada, vermelhinha de excitação. Tirei a foto tremendo.
Eu (15:28)
Filho… tô fazendo tudo que você mandou.
Olha como mãe tá… toda aberta pra você.
[Foto anexada: de quatro, calcinha preta puxada pro lado, buceta exposta, brilhando de umidade, bumbum empinado com a cinta-liga marcando]
Isso é pecado, né? Mas mãe não consegue parar… 😳🔥
Pedro (15:29)
Pecado?? Isso é a coisa mais gostosa que eu já vi na vida, mãe.
Olha essa bucetinha virgem de pau… toda molhadinha, pedindo pra ser comida.
E esse cuzinho ali do lado… intocado, apertadinho… perfeito pra eu abrir devagar com meu pauzão.
Você aguenta imaginar isso? Eu enfiando tudo, centímetro por centímetro, enquanto você geme “filho, devagar, é grande demais”? 💦😈
Li e quase gozei só com as palavras. Minha mão desceu, toquei o clitóris devagar enquanto respondia.
Eu (15:32)
Ai Pedro… mãe tá tocando agora lendo isso.
Imaginando esse seu pau descomunal tentando entrar… grosso daquele jeito, veias pulsando…
Ia me rasgar todinha, filho. Mas eu queria. Queria sentir você me abrindo inteira. 🙈❤️
Manda uma foto sua de novo… quero ver como tá agora, depois de ver mãe assim.
Pedro (15:34)
Tá bom, gata. Olha o que você fez comigo.
[Foto anexada: ele de cueca boxer preta de novo, mas agora puxada pra baixo até o meio da coxa. O pau ereto, livre, apontando pro teto – comprimento absurdo, grossura assustadora, veias grossas marcadas, cabeça inchada brilhando de pré-gozo]
Eu (15:35)
Meu Deus… filho… é ainda maior do que eu lembrava.
Olha esse pauzão… parece que vai explodir.
Tudo isso por causa da mãe? 😱🔥
Mãe tá gozando só de olhar… agora mesmo… ai…
Enviei um áudio curto gemendo baixinho, sem falar nada, só o som da respiração pesada e um “filho… ai…”.
Pedro (15:37)
Ouvi seu gemido, mãe… porra, que tesão…
Goza pensando em mim enfiando isso tudo na sua bucetinha evangélica.
Depois na sua boquinha. Depois no seu cuzinho virgem.
Você vai ser minha putinha particular, né? Só minha. 😈💦
Eu (15:39)
Sim filho… sua putinha.
Só sua.
Mãe promete usar tudo que você comprou… e obedecer todas as poses.
Quando você quiser… mãe tá pronta pra mais. ❤️🙏🔥
A conversa continuou por mais uma hora. Ele mandando poses novas, eu obedecendo, tirando foto atrás de foto. Cada elogio dele fazia a culpa diminuir um pouquinho mais… e o tesão crescer sem limite.
Naquela tarde, a mãe evangélica devota morreu um pouco mais.
E a mulher que só queria agradar o filho… nasceu de vez.
Os dias seguintes foram uma tortura doce. Depois daquela tarde das lingeries, as mensagens não pararam. Ele mandava áudios sussurrando o que queria fazer comigo, eu respondia com fotos novas nas poses que ele pedia, sempre obedecendo direitinho, sempre com o coração na boca e a calcinha molhada. Mas nunca tínhamos nos visto pessoalmente desde que tudo começou. Ele morava no apartamento ao lado, a poucos metros de distância, mas a porta entre nós parecia uma muralha de culpa e medo. Eu ainda ia à igreja toda quarta e domingo, ainda cantava louvor com as irmãs, ainda orava pedindo perdão antes de dormir – e depois abria as fotos dele de novo, me tocando até gozar pensando naquele pauzão descomunal.
Uma noite, meu marido tinha saído pra um culto de oração que ia até tarde. Pedro sabia. Ele mandou mensagem às 20:47.
Pedro (20:47)
Mãe… pai saiu né?
Tô aqui do lado, sozinho também.
Tô morrendo de saudade de te ver de verdade.
Não de foto. De verdade.
Meu estômago revirou. Saudade? Ele sentia saudade de mim assim? Meu filho, meu menino… mas agora era outra coisa. Era homem. Era desejo.
Eu (20:49)
Filho… mãe também sente saudade.
Mas a gente não pode… né?
É errado demais. Se alguém souber…
Pedro (20:50)
Ninguém vai saber, mãe.
A gente só se abraça.
Só isso.
Um abraço apertado, demorado.
Sem roupa saindo, sem nada nu.
Você de vestido, eu de camisa e bermuda.
Nada mais.
Só sentir o calor um do outro.
Por favor… eu preciso te sentir perto.
Li várias vezes. Um abraço. Só um abraço. Não era sexo, não era nudez. Era… carinho. Amor de mãe e filho. Podia ser inocente, né? Podia ser só isso. Meu corpo já estava reagindo só de imaginar: o peito largo dele contra meus seios, os braços fortes me envolvendo, o cheiro dele – aquele cheiro de homem jovem, de malhação, de sabonete misturado com tesão.
Eu (20:53)
Tá bom… só um abraço.
Mas tem que ser rápido, filho.
E sem… sem tocar em lugar nenhum proibido.
Só abraçar. De pé, na sala.
Mãe abre a porta agora.
Pedro (20:54)
Tô indo.
Te amo, mãe. ❤️
Desliguei o celular, respirei fundo. Coloquei um vestido simples de algodão azul, daqueles que uso pra ficar em casa – justo na cintura, soltinho na saia, decote discreto. Nada sexy, nada que convidasse. Só uma mãe normal. Mas por baixo… sem sutiã. Os mamilos já estavam duros só de ansiedade, marcando de leve no tecido.
Ouvi a batida leve na porta. Abri devagar. Lá estava ele: alto, ombros largos, camiseta cinza colada no peito definido, bermuda esportiva preta. O volume na bermuda já estava visível, mesmo sem estar completamente duro. Meu Deus… mesmo assim, já grande.
Entrou sem dizer nada. Fechou a porta atrás de si. Ficamos olhando um pro outro por uns segundos eternos. O silêncio era pesado, elétrico.
— Mãe… — ele murmurou, voz rouca.
— Filho… — respondi, quase sussurrando.
Ele deu um passo. Eu dei outro. Nos encontramos no meio da sala. Ele abriu os braços devagar. Eu entrei neles como se fosse a coisa mais natural do mundo.
O abraço começou suave. Meus braços ao redor da cintura dele, a cabeça no peito. Senti o coração dele batendo forte, rápido. Os braços dele me envolveram por completo – um nas costas, o outro na nuca, me puxando contra si. Meu rosto afundou no pescoço dele. O cheiro… Senhor, o cheiro era inebriante. Sabonete, suor limpo, homem. Meu corpo inteiro arrepiou.
Ele apertou mais. Senti os seios esmagados contra o peito duro dele. Os mamilos roçaram no tecido da camiseta, enviando choques diretos pro meio das pernas. Apertei as coxas uma contra a outra, tentando controlar a umidade que já escorria.
— Você é tão macia, mãe… — ele sussurrou no meu ouvido. — Tão cheirosa…
— Pedro… — gemi baixinho, sem querer. — Só abraço, tá?
— Só abraço… prometo.
Mas o abraço não era mais inocente. Ele desceu a mão devagar pelas costas, parando na curva da cintura, bem na base da coluna. Sentia o calor da palma dele através do vestido fino. Eu subi as mãos pelas costas dele, sentindo os músculos definidos, as costas largas. Apertei de leve, como se quisesse grudar nele.
Nossos quadris se encostaram. Senti. Meu Deus, senti tudo. O volume na bermuda dele pressionando contra minha barriga. Não estava nu, mas estava ali – grosso, quente, pulsando. Mesmo por cima da roupa, dava pra sentir o contorno: comprido, grosso, duro como pedra. Meu corpo reagiu na hora: um pulsar forte entre as pernas, os lábios inchando, a calcinha ficando encharcada.
— Filho… tá… tá grande de novo… — murmurei, voz tremendo.
— Desculpa, mãe… não consigo evitar. É você. É o seu cheiro, o seu corpo… — Ele apertou mais, me erguendo um pouquinho do chão. Meus pés quase saíram do tapete. — Mas eu não vou tirar nada. Prometi.
Fechei os olhos. Deixei a cabeça cair no ombro dele. Senti a respiração quente no meu pescoço. Ele roçou o nariz ali, inspirando fundo.
— Mãe… você tá tremendo…
— Tô com medo… e com tesão… — confessei, quase chorando de vergonha. — Mas a gente não vai além disso. Só abraço.
— Só abraço — ele repetiu, mas a voz saiu rouca, carregada.
Ficamos assim uns bons minutos. Abraçados, imóveis, só sentindo. O pau dele latejava contra mim, ritmado, como se tivesse vida própria. Eu apertava as coxas, roçando de leve a buceta no volume dele – sem querer, ou querendo? Não sei. Cada roçar era um choque de prazer. Meus mamilos doíam de tão duros.
De repente, ele me soltou um pouco, só o suficiente pra olhar nos meus olhos.
— Mãe… posso te beijar? Só na testa. Ou na bochecha. Nada na boca.
Engoli em seco.
— Na testa… tá bom.
Ele se inclinou. Beijou devagar na testa, demorando, os lábios quentes. Depois desceu pro rosto, roçando a bochecha. Parou perto da boca, mas não tocou. Respirava pesado.
— Você é tudo pra mim… — sussurrou.
— Você também, meu filho… — respondi, voz embargada.
Voltamos pro abraço. Mais apertado. Mais demorado. Senti uma gota de pré-gozo molhando a bermuda dele, marcando no meu vestido. Não falei nada. Só apertei mais.
Depois de uns quinze minutos, ele se afastou devagar.
— Tá… acho que é melhor eu ir. Senão não vou conseguir parar.
Assenti, olhos marejados.
— Vai, filho. Mas… obrigada. Foi bom. Foi… demais.
Ele deu um último beijo na testa, demorado.
— Te amo, mãe. De verdade.
— Te amo também, Pedro. Muito.
Ele saiu. Fechei a porta. Encostei nela, escorregando até o chão. Levantei o vestido, toquei a calcinha – encharcada, grudada. Toquei o clitóris e gozei em segundos, gemendo baixinho o nome dele.
Só um abraço.
Mas aquele abraço mudou tudo.
A linha estava borrada.
E eu sabia que, na próxima vez, ia ser mais difícil parar.
Era uma manhã de sábado. Meu marido tinha saído cedo pra pescar com os amigos da igreja – daqueles rolês que duravam o dia inteiro. Eu acordei cedo, preparei o café como sempre, vesti um vestido leve de algodão florido, daqueles que uso pra ficar em casa: soltinho, mas justo na cintura, saia na altura do joelho. Por baixo, calcinha de algodão normal, confortável, nada sexy. Nada que eu imaginasse que seria necessário naquele dia.
Estava de costas na pia, lavando a louça do café, cantarolando um louvor baixinho, quando ouvi a porta da cozinha abrir devagar. Era Pedro. Ele tinha entrado pelo quintal, como fazia quando queria me ver sem alarde. Eu nem virei de frente.
— Bom dia, mãe… — a voz dele saiu rouca, ainda meio dormida.
— Bom dia, meu filho — respondi sorrindo, sem olhar. — Dormiu bem?
Ele não respondeu com palavras. Em vez disso, senti o calor dele se aproximando por trás. Antes que eu pudesse reagir, os braços fortes dele me envolveram pela cintura. Um abraço por trás, apertado, possessivo. O peito largo colado nas minhas costas, o queixo apoiado no meu ombro.
— Pedro… filho… — murmurei, surpresa, mas sem me mexer pra escapar.
— Só um abraço, mãe… como da outra vez — ele sussurrou no meu ouvido, voz baixa, quente. — Tô com saudade.
Meu corpo inteiro arrepiou. Senti o calor dele todo contra mim. E então… percebi. Ele estava só de cueca. Nada mais. A boxer preta de sempre, fina, justa. E o pau… meu Deus, o pau dele já estava duro. Muito duro. O volume enorme pressionando contra o tecido, e o tecido não segurava tudo.
Uns bons 10 cm da cabeça grossa escapavam pela borda da cueca, saindo pelo cós elástico que tinha subido um pouco durante o abraço. A pele quente, a glande inchada, vermelha, brilhando de pré-gozo, roçava direto na minha bunda.
O vestido tinha subido um pouquinho com o movimento – só o suficiente pra expor a parte de baixo das nádegas. A calcinha de algodão, socadinha entre as nádegas por causa da posição, impedia que ele encostasse de verdade na pele. Mas a cabeça do pau dele… roçava no tecido fino, bem no meio do rego. Roçava devagar, ritmado, como se ele estivesse se mexendo de leve, sem querer (ou querendo muito).
Senti o calor úmido da glande marcando a calcinha. O tecido ficou molhadinho ali, grudando. Meu cuzinho piscou involuntariamente, apertando de tesão. A buceta latejou forte, encharcando a calcinha na frente também.
— Filho… — gemi baixinho, voz tremendo. — Você… tá saindo da cueca…
Ele apertou mais a cintura, me puxando contra si. A glande grossa deslizou um pouco mais pra cima, pressionando exatamente onde o rego começava, bem em cima do cuzinho virgem.
— Desculpa, mãe… não consegui controlar — murmurou, voz rouca de tesão. — Você tá tão cheirosa… tão macia… esse vestido subiu e… eu senti tudo.
Eu não me mexi. Fiquei ali, mãos na pia, corpo tremendo. O pau dele pulsava contra mim, a cabeça enorme roçando devagar, deixando um rastro quente e úmido na calcinha socada. Cada pulsar era como um choque elétrico direto no meu clitóris.
— Pedro… a gente combinou… só abraço… — tentei dizer, mas saiu mais como um gemido.
— É só abraço, mãe… — ele respondeu, mas a voz estava carregada. — Mas olha… olha como eu tô por sua causa. Olha o que você faz comigo.
Ele se mexeu de leve, só o suficiente pra cabeça do pau deslizar mais um pouquinho, pressionando forte no cuzinho por cima da calcinha. O tecido fino esticou, marcando o anel apertado. Eu soltei um gemidinho involuntário.
— Ai… filho… isso… isso é perigoso… — sussurrei, apertando as coxas.
Ele parou. Respirou fundo no meu pescoço.
— Mãe… eu quero tanto… só encostar a cabecinha. Sem entrar. Só encostar… bem em cima do seu cuzinho. Sentir ele piscando contra mim. Só isso. Prometo que não empurro. Só encosto.
Meu coração disparou. A culpa veio como uma onda, mas o tesão era maior. Imaginei aquela glande inchada, grossa como um punho, encostando direto na minha entrada virgem. Sem calcinha no meio. Sem nada.
— Filho… isso é… é demais… — murmurei, voz embargada. — Se o pai chegar…
— Ele não vai chegar hoje. Tá pescando até de noite — ele sussurrou, beijando de leve meu ombro. — Mas se você não quiser agora… a gente faz outro dia. Quando ele viajar de novo. Quando a casa for só nossa. Aí sim… sem calcinha. Só a cabecinha encostando. Bem devagar. Pra você sentir o calor, o tamanho… pra você ver que aguenta.
Fechei os olhos. Meu corpo inteiro tremia. A buceta escorria, pingando na coxa. O cuzinho piscava, querendo.
— Tá bom… — sussurrei, quase sem voz. — Outro dia. Quando seu pai não estiver em casa. Aí… mãe deixa. Só a cabecinha. Encostando. Sem entrar. Promete?
— Prometo, mãe — ele respondeu, voz rouca de vitória e tesão. Apertou mais uma vez, deixando a glande pulsar forte contra o cuzinho por cima da calcinha. Depois soltou devagar.
Se afastou. Eu fiquei ali, mãos na pia, pernas bambas. Virei de frente. Olhei pra baixo. A cueca dele estava toda esticada, a cabeça do pau ainda saindo uns 10 cm, brilhando de pré-gozo e do meu próprio molhado que tinha passado pro tecido.
Ele sorriu, safado.
— Te amo, mãe. Mal posso esperar pro nosso dia.
Beijou minha testa. Saiu da cozinha devagar.
Eu fiquei ali sozinha, respirando pesado. Levantei o vestido. A calcinha estava encharcada no rego, marcada com o formato da glande dele. Toquei o cuzinho por cima do tecido – ainda quente, latejando.
Gozei ali mesmo, em pé na cozinha, pensando naquele pauzão encostando direto na minha entrada virgem.
Outro dia.
Quando a casa fosse só nossa.
E aí… eu ia deixar.
Só a cabecinha.
Mas eu sabia que, quando chegasse a hora, ia querer mais.
Muito mais.
Era noite de quinta-feira. Meu marido já tinha dormido cedo, exausto depois de um dia longo no trabalho. Eu estava no quarto, deitada na cama com a luz do abajur baixa, o celular na mão. O louvor que eu sempre ouvia pra dormir tinha sido trocado por silêncio – porque minha cabeça estava barulhenta demais. Desde o abraço na cozinha, desde aquela cabeça grossa roçando no meu cuzinho por cima da calcinha, eu não conseguia pensar em outra coisa. A culpa batia forte durante o dia, nas orações, no culto online que eu assistia sozinha. Mas à noite… à noite o desejo voltava como uma onda que me afogava.
O celular vibrou. Era ele.
Pedro (22:14)
Mãe… tá acordada?
Tô pensando em você aqui. Não consigo dormir.
Meu coração acelerou na hora. Digitei devagar, os dedos tremendo um pouco.
Eu (22:15)
Tô acordada sim, filho.
Também não consigo dormir direito.
O que você tá pensando?
Pedro (22:16)
Em você de joelhos na minha frente.
Naquela boca gostosa… macia… abrindo devagar pra mim.
Quero sentir sua língua na cabecinha, mãe. Só lambendo.
Depois você chupando devagar, sentindo o gosto… o tamanho…
Eu sei que você pensa nisso também. Eu vejo nos seus olhos quando a gente se abraça.
Li e fechei os olhos. Meu rosto queimou. A imagem veio na hora: eu de joelhos, o pauzão dele na minha frente, grosso, veias pulsando, a glande inchada brilhando. Minha boca abrindo, a língua tocando… provando o filho. Meu Deus, que pensamento horrível. Pecaminoso. Mas meu corpo reagiu na hora – os mamilos endureceram sob a camisola fina, a buceta latejou, molhando a calcinha de algodão.
Pensei: “Não posso. É pecado. É incesto. É contra tudo que eu acredito. Minha boca é pra louvar a Deus, não pra… isso.”
Eu (22:19)
Filho… não fala isso.
É pecado. Grande pecado.
Mãe não pode fazer isso. Nem buceta, nem boca.
A gente já tá indo longe demais só com abraços e fotos…
Se eu fizer boquete… aí não tem volta.
Deus não perdoa uma coisa dessas.
Pedro (22:20)
Mãe… pensa comigo.
Boquete não é sexo de verdade.
Não é penetração.
É só carinho. Só boca ajudando o filho a relaxar.
Você ama tanto assim que não quer me ver sofrendo de tesão por você?
Eu fico duro o dia todo pensando na sua boca… na sua língua quentinha…
Imagina o alívio que seria sentir você me chupando devagar, olhando nos meus olhos, me fazendo gozar na sua boquinha evangélica…
As palavras dele entraram como faca. Meu corpo tremia. Imaginei o gosto salgado, o pau pulsando na minha língua, a cabeça grossa enchendo minha boca até não caber mais. Eu engasgando de leve, mas continuando porque era pra ele. Porque era meu filho pedindo. A culpa gritava: “Pare agora, Angelica! Ore! Peça perdão!” Mas o tesão sussurrava mais alto: “Só uma vez… só pra ele sentir prazer… só pra ver o rostinho dele de prazer por causa da mãe…”
Eu (22:24)
Pedro… para.
Mãe tá tremendo aqui só de ler.
É errado. É adultério no coração.
Minha boca… ela é santa.
Não pode ser usada pra isso.
Nem buceta. Nem nada.
A gente tem que parar antes que seja tarde.
Pedro (22:25)
Tá bom, mãe. Não vou forçar.
Mas e se for só um beijinho?
Só um beijinho na cabecinha.
Sem chupar. Sem engolir.
Você só encosta os lábios… bem devagar… sente o calor, o pulsar…
Dá um selinho carinhoso na glande.
Como quem beija a testa do filho.
Só isso.
Não entra nada na boca.
Só um toque de lábios.
Você topa pelo menos pensar nisso?
Meu Deus. Só um beijinho. Só encostar os lábios. Não era boquete. Não era sexo. Era… carinho. Um carinho proibido, mas pequeno. Pequeno o suficiente pra eu conseguir justificar na minha cabeça doente.
Pensei na cena: eu ajoelhada, ele de pé, a cueca abaixada só o suficiente. O pauzão apontando pra mim, a cabeça vermelha, inchada, brilhando. Eu me aproximando devagar, o coração na boca, os lábios entreabertos… encostando de leve. Sentindo a pele quente, macia, o pré-gozo molhando meus lábios. Um beijo casto, mas safado. Só um selinho. Depois me afastando, o gosto dele na boca por horas.
Minha mão desceu sozinha por baixo da camisola. Toquei a calcinha – encharcada. O clitóris inchado, latejando. Apertei de leve e soltei um gemidinho baixo. Imaginei o cheiro dele ali perto do nariz, o pulsar contra meus lábios…
Mas não respondi. Fiquei olhando a tela, os três pontinhos dele aparecendo e sumindo. Ele esperava.
Pedro (22:29)
Mãe?
Você tá aí?
Tá pensando, né?
Eu sei que tá.
Imagina só… seus lábios vermelhos encostando na cabecinha grossa…
Dando um beijinho molhado…
Depois olhando pra cima, pra mim, com esses olhinhos de mãe safada…
Só isso.
Prometo que não peço mais nada hoje.
Eu queria digitar “sim”. Queria dizer que sim, que amanhã, quando o pai saísse, eu ia de joelhos e daria esse beijinho. Só um. Mas a culpa venceu por um fio. Ou talvez não tenha vencido ainda. Talvez eu só estivesse adiando.
Fechei os olhos. Toquei mais forte entre as pernas, imaginando o beijo que eu não tinha coragem de prometer. Gozei em silêncio, mordendo o travesseiro, pensando no gosto que eu nunca provei.
Não respondi nada.
Deixei ele no vácuo.
Mas na minha cabeça… o beijinho já tinha acontecido mil vezes.
E eu sabia que, mais cedo ou mais tarde, a tentação ia ganhar.
Porque o desejo de agradar meu filho era maior que qualquer versículo que eu tentava repetir.
O pai viajou numa sexta à noite pro retiro em Cuiabá – só voltaria domingo à tarde. A casa ficou quieta demais, o silêncio pesando como convite. Pedro mandou mensagem no instante em que o carro sumiu na rua.
Pedro (19:32)
Mãe… ele foi de vez?
Vem pro meu quarto.
No quarto de vocês seria pecado demais. Aqui é meu cantinho. Só nosso.
Eu fiquei parada na sala, olhando pro corredor escuro. O coração batia na garganta. Sabia que se entrasse ali, a linha ia borrar ainda mais. Mas o corpo já decidira. Troquei de roupa rápido: a saia rosa de linho que ele vivia elogiando – justa na cintura, rodada nos quadris, marcando o bumbum grande –, e por baixo a calcinha fio dental preta rendada que ele comprou, aquela que mal cobria nada, sumindo no rego. Sem sutiã. Blusinha branca fina por cima. No espelho, parecia mãe de família. Por dentro, era toda dele.
Entrei devagar no quarto dele. Cheiro de menino grande: sabonete, suor limpo de malhação, lençol quente. Ele tava sentado na beira da cama, só de boxer preta, o pau já marcando grosso no tecido.
— Mãe… veio com a saia rosa… — ele murmurou, olhos devorando. — E eu sei que tem uma das minhas calcinhas aí embaixo, né?
— A preta rendada… a que você mandou — respondi baixinho, rosto ardendo.
Ele se levantou. Me abraçou por trás, devagar. Mãos na cintura, descendo pras nádegas, apertando por cima da saia.
— Levanta a saia pra mim. Quero ver tudo.
Levantei atrás, expondo o bumbum. A calcinha preta sumia entre as nádegas redondas, o lacinho rosa brilhando na cintura. Ele gemeu rouco.
— Caralho… perfeito. Agora de quatro na cama. Empina bem pra mim.
Fiz. De quatro na cama dele, saia levantada, bumbum empinado alto. Ele se ajoelhou atrás. Baixou a boxer só o suficiente. O pauzão saltou: grosso, veias saltadas, a glande inchada brilhando de pré-gozo.
— Só encostar a cabecinha no cuzinho, mãe. Como a gente combinou. Sem entrar. Promete?
— Promete, filho… só encostar… — sussurrei, voz falhando.
Ele puxou o fio dental pro lado com os dedos, expondo o anel virgem. A ponta quente da glande encostou direto. Pulsou forte. Eu pisquei o cuzinho sem querer, o anel se contraindo.
— Ai… filho… tá quente demais… tá grosso… — gemi baixinho.
— Agora dá beijinhos com o cuzinho na cabecinha. Piscando devagar. Abre e fecha. Como se estivesse beijando.
— Como assim, filho? — perguntei, confusa.
— Piscando o cuzinho. Contrai e solta. Faz ele beijar a ponta. Devagarinho.
Fechei os olhos. Concentreime. Contraí o anel apertado, depois soltei. Contraí de novo. Soltei. Cada piscada fazia o cuzinho roçar na glande, como selinhos molhados e quentes. Ele gemeu alto.
— Isso… mãe… tá beijando direitinho… olha como ele pulsa pra você… tá todo melado… continua piscando… mais forte…
Obedeci. Piscava ritmado, sentindo a ponta grossa pressionar de leve a cada contração. Meu cuzinho quente, úmido de excitação. A buceta escorrendo pelas coxas, pingando no lençol dele. Mamilos duros roçando a blusa fina.
— Mãe… tá me matando… vou gozar só com isso… continua piscando… beija mais…
Acelerei as piscadas. O cuzinho abrindo e fechando na ponta da glande, beijos rápidos, safados. Ele segurou minhas nádegas, abriu mais. A glande inchou ainda mais, pulsando violento.
De repente ele empurrou de leve. Não foi força bruta, mas impulso. Só meio centímetro da ponta – nem a glande inteira, só a extremidade mínima – pressionou forte contra o anel virgem. As preguinhas não cederam de vez, não abriram pra deixar a cabeça entrar. Ficou só ali, pressionado, esticando a entrada apertada, mas sem ultrapassar.
— Ai!!! Filho!!! — soltei um gritinho baixo, corpo tremendo inteiro.
Na mesma hora ele gozou. Jatos quentes, grossos, espirraram direto na entrada. Pouco entrou – só o que coube naquele meio centímetro pressionado –, mas quente, viscoso. Senti o sêmen do filho escorrendo devagar pela borda do cuzinho, pingando quente nas preguinhas, misturando com meu suor.
Me fingi de decepcionada. Virei o rosto, voz embargada, quase chorosa.
— Pedro… você prometeu… só encostar… pressionou meio centímetro… colocou porra na entrada da mãe… isso é errado… muito errado… você não devia…
Mas meu corpo traía tudo. O cuzinho piscou forte ao redor daquela pontinha pressionada, apertando, sugando o que conseguia. A buceta contraiu sozinha, um orgasmo violento me atravessou de ponta a ponta. Gozei sem encostar em nada, só com aquela pressão mínima e o jato quente na entrada. Coxas tremendo, gemido rouco escapando, olhos revirando.
Ele manteve ali, sem tirar. A ponta continuou pressionada, pulsando devagar, o resto da porra escorrendo pela borda, molhando a calcinha puxada pro lado.
— Desculpa, mãe… escapou um pouquinho… mas olha… você gozou forte… eu senti seu cuzinho apertando quando eu gozei… piscando louco em volta da pontinha…
Fiquei de quatro, ofegante, saia amarrotada, bumbum exposto, cuzinho latejando com aquela pressão mínima ainda ali, um fio de porra branca escorrendo devagar pelas preguinhas.
— Foi… foi sem querer… né? — murmurei, fingindo choro, mas com a voz rouca de prazer, um sorriso escondido.
Ele se inclinou, beijou minha nuca devagar.
— Foi sem querer… mas foi delicioso, mãe. E você adorou. Admita… seu cuzinho não quer que eu tire.
Não respondi. Só me deixei ficar ali, sentindo a pontinha pressionada, o calor do sêmen escorrendo devagar, o corpo mole de gozo.
Naquela noite, no quarto do filho, a mãe evangélica deixou a pontinha pressionar meio centímetro na entrada virgem.
Não entrou de verdade.
Mas gozou como nunca.
A culpa veio depois, como sempre.
Mas o desejo… o desejo já mandava em tudo.
No sábado de manhã, o sol entrava pela janela da cozinha, iluminando a mesa de fórmica e o cheiro de café fresco. Meu marido ainda estava no retiro, só voltaria no fim da tarde. Eu tinha acordado cedo, vesti um vestido fininho de algodão branco – daqueles que usam pra ficar em casa no calor do Mato Grosso –, curto na barra, decote discreto, mas o tecido tão leve que marcava tudo: os mamilos endurecidos, o contorno do bumbum grande. Por baixo, calcinha de algodão comum, nada das rendadas dele. Ainda sentia o cuzinho sensível da noite anterior, latejando de leve, com uma lembrança quente do que tinha acontecido no quarto dele.
Estava de costas, mexendo o café na cafeteira, quando ouvi os passos descalços. Virei de leve. Pedro entrou na cozinha só de cueca boxer preta – a mesma de sempre –, e metade do pauzão já escapava pelo cós elástico: a glande inchada, vermelha, brilhando, uns 12-15 cm livres, balançando pesado enquanto ele andava. O resto ainda preso, mas esticando o tecido ao limite.
— Mãe… bom dia — murmurou rouco, voz de quem não dormiu direito.
— Bom dia, filho… — respondi, tentando soar normal, mas o olhar caiu direto ali. Meu Deus… já estava assim logo de manhã.
Ele se aproximou por trás, como na vez anterior. Braços ao redor da minha cintura, peito colado nas minhas costas. O pau livre roçou no bumbum por cima do vestido fino. Senti o calor da glande pressionando a nádega esquerda.
— Mãe… quero fazer de novo. Igual ontem. Só encostar… piscar o cuzinho… por favor.
Meu corpo reagiu antes da mente. O cuzinho piscou sozinho, lembrando da pressão da noite passada. A calcinha já começava a umedecer.
— Filho… aqui na cozinha? De dia? — sussurrei, mas não me mexi pra escapar.
— Só encostar. Prometo. Levanta o vestido… me deixa ver.
Levantei a barra do vestido devagar, expondo o bumbum. Ele puxou a calcinha de algodão pro lado com os dedos, expondo o anel ainda sensível, levemente avermelhado da pressão anterior. A glande quente encostou direto. Pulsou forte contra as preguinhas.
— Ai… filho… tá quente de novo… — gemi baixinho.
— Piscando, mãe. Beija com o cuzinho. Igual ontem.
Contraí e soltei. Contraí e soltei. Cada piscada fazia o anel roçar na glande, como beijos quentes e molhados. Ele gemeu no meu ouvido, mãos apertando minhas nádegas, abrindo mais.
— Isso… mãe… tá beijando gostoso… continua… mais rápido…
Acelerei as piscadas. O cuzinho abrindo e fechando ritmado na ponta grossa. Meu corpo tremia, a buceta escorrendo pela coxa interna. Os mamilos duros roçavam no vestido fino.
Ele começou a respirar pesado, quadris se mexendo de leve, só roçando. A glande inchou mais, pulsando violento.
— Mãe… vou gozar… continua piscando… ai… porra…
No espasmo do orgasmo, o corpo dele empurrou involuntário. Dessa vez não foi só a pontinha. A cabeça inteira – grossa, inchada, escorregadia de pré-gozo – forçou o anel virgem e entrou de uma vez. Esticou tudo. As preguinhas cederam de repente, abrindo ao redor da glande.
— AIIIIIII!!! FILHO!!! — gritei alto, dor aguda atravessando o cuzinho como fogo. Corpo inteiro enrijeceu.
Na mesma hora ele gozou forte. Jatos quentes, grossos, espirraram direto dentro, enchendo o canal apertado. Senti cada pulsação: o pauzão latejando, injetando tudo lá no fundo, o sêmen quente se espalhando, preenchendo o espaço que nunca tinha sido ocupado.
Um fiozinho fino de sangue escorreu pela borda da glande, misturando com a porra branca, pingando devagar pela coxa.
Ele ficou parado, ofegante, a cabeça inteira ainda dentro, pulsando os últimos jatos.
— Desculpa… mãe… escapou… no espasmo… — murmurou rouco, voz tremendo.
Eu fiquei imóvel, lágrimas nos olhos da dor, mas… meu Deus… a buceta contraiu forte, um orgasmo violento me atravessou mesmo com a dor. Gozei apertando ao redor da glande, gemendo misturado com soluço.
— Filho… doeu… doeu muito… você entrou inteiro… — sussurrei, voz embargada.
Ele começou a tirar devagar. Quando a cabeça saiu com um “pop” molhado, um jorro de porra grossa escorreu do cuzinho aberto, misturada com um fiozinho vermelho de sangue.
Peguei rápido o pano de prato pendurado no fogão. Pressionei no bumbum, segurando pra não pingar no chão da cozinha.
— Mãe… deixa eu ver… — ele disse, preocupado.
Levantei o pano devagar. O tecido branco estava sujo: porra cremosa marronzinho (misturada com um pouco de fezes leves do canal), e um fiozinho vermelho vivo no meio.
Mostrei pra ele.
— Olha… sujou tudo… e sangrou um pouquinho… — falei, voz baixa.
Ele me abraçou por trás de novo, beijando meu pescoço.
— Desculpa de verdade… mas… você gozou, né? Eu senti apertando forte quando eu gozei dentro…
Fechei os olhos, ainda tremendo.
— Gozei sim… apesar da dor… gozei forte… o corpo traiu… — confessei, voz rouca de vergonha e prazer.
Guardei o pano sujo na pia, lavei as mãos. Ele me virou de frente, beijou minha testa.
— Foi sem querer… mas foi gostoso pra caralho, mãe. Seu cuzinho… apertadinho… quente… engoliu tudo.
Não respondi. Só me aninhei no peito dele, sentindo o sêmen ainda escorrendo devagar pelas coxas, o cuzinho latejando dolorido mas satisfeito.
Naquela manhã, na cozinha, a mãe evangélica levou a cabeça inteira pela primeira vez.
Dói. Sangrou.
Mas gozou.
E o desejo… agora não tinha mais volta.
No domingo à tarde, depois que o pai voltou do retiro e foi direto tomar banho, eu me tranquei no quarto. O cuzinho ainda ardia forte – uma queimação constante, latejante, que piorava toda vez que eu sentava ou andava. A cabeça inteira tinha entrado de manhã na cozinha, e mesmo tendo gozado, o corpo pagava o preço agora. A pele sensível estava irritada, inchadinha, e cada vez que eu ia ao banheiro sentia um desconforto que me fazia fechar os olhos de dor.
Peguei o celular e mandei mensagem pra ele. Sabia que ele estava no apartamento ao lado, provavelmente deitado na cama pensando no que tinha feito.
Eu (16:42)
Filho… tá doendo bastante aqui 😔
Tá ardendo o cuzinho… parece que pegou fogo.
Quando eu sento, quando eu ando… tá incomodando muito.
O que você fez de manhã… foi demais pro meu corpinho.
Tô me sentindo mal agora.
Pedro (16:44)
Mãe… meu Deus… sério? 😟
Desculpa… eu juro que não queria machucar.
Foi no espasmo, escapou… mas eu devia ter sido mais cuidadoso.
Tá ardendo muito mesmo? Tipo queimação forte ou só uma irritação?
Eu (16:46)
Queimação forte, filho.
Parece que tá inflamado.
Quando eu limpo sai um pouquinho de sanguezinho misturado ainda…
Tô com medo de sentar no culto hoje à noite.
Tô aqui deitada de lado, nem consigo deitar de barriga pra baixo direito.
Pedro (16:47)
Porra, mãe… tô me sentindo um merda agora.
Você gozou, mas eu te machuquei…
Não quero que você fique assim.
Deixa eu cuidar de você, tá?
Vou comprar um remédio agora mesmo.
Tem farmácia aqui perto que abre domingo.
Vou pegar um anestésico local e um lubrificante bom pra acalmar.
Eu (16:49)
Remédio? Que tipo?
Não quero nada forte… e tem que ser discreto, hein.
Seu pai tá em casa agora.
Pedro (16:50)
Calma, mãe.
Vou pegar uma pomada de xilocaína (tem genérico, é anestésico local, alivia a dor na hora).
E um KY gel, aquele lubrificante à base de água, que hidrata e ajuda a pele a se recuperar.
Nada de coisa esquisita.
Vou comprar como se fosse pra mim, ninguém vai desconfiar.
Deixa eu fazer isso por você… por favor.
Quero consertar o que eu fiz.
Eu (16:52)
Tá bom… pode trazer.
Mas só o remédio, filho.
Nada de… nada de tentar coisa nenhuma hoje.
Mãe tá dolorida demais.
Só quero aliviar essa queimação.
Pedro (16:53)
Prometo, mãe.
Só o remédio.
Nem abraço, nem encostar, nem nada.
Vou deixar na porta do seu quarto daqui a pouco, quando o pai estiver distraído vendo TV.
Você aplica sozinha, tá?
Ou se quiser, eu te ensino como passar direitinho sem machucar mais.
Eu (16:55)
Eu passo sozinha.
Obrigada, meu amor…
Mesmo com tudo isso… você se preocupando me deixa mais calma.
Tô com medo, mas sei que você não queria me machucar de verdade.
Pedro (16:57)
Nunca quero te machucar, mãe.
Foi tesão demais, perdi o controle… mas agora é só cuidar.
Tô saindo agora pra farmácia.
Volto em 15 minutos no máximo.
Te mando mensagem quando chegar.
Eu (16:58)
Tá bom.
Vai com cuidado.
Te amo, filho ❤️
(apesar de tudo)
Pedro (17:12)
Cheguei.
Comprei:
Pomada Xilocaína 5% (genérico, pomada anestésica)
KY Jelly (lubrificante íntimo, o original mesmo)
Tô aqui na porta do seu quarto.
O pai tá na sala assistindo futebol.
Abro devagar e coloco a sacolinha no chão do lado de dentro.
Não vou entrar.
Pode pegar?
Eu (17:13)
Tá bom… abre devagar.
Eu pego.
Ouvi a porta ranger de leve. Ele abriu só uma fresta, colocou a sacolinha branca de farmácia no chão e fechou de novo. Nenhum som além disso.
Pedro (17:14)
Pronto.
Pega aí.
A pomada você passa uma camada fina com o dedo bem devagar, só na entrada, sem forçar.
Deixa agir 5-10 minutos e alivia a queimação.
O KY passa por cima depois pra hidratar e proteger a pele.
Se doer muito na hora de passar, para e me fala.
Tô aqui do lado se precisar.
Eu (17:17)
Peguei.
Obrigada, filho… de coração.
Vou aplicar agora.
Tô deitada de bruços, saia levantada.
Vou passar direitinho.
Pedro (17:18)
Vai devagar, mãe.
Qualquer coisa grita no WhatsApp que eu corro aqui.
Mas hoje eu juro: não vou tentar nada.
Só quero que você fique bem.
Te amo muito. ❤️
Eu (17:25)
Passei a xilocaína…
Tá começando a gelar… a queimação tá diminuindo um pouco.
Agora vou passar o KY.
Tá escorregadio, fresquinho… aliviou mais ainda.
Obrigada, meu amor.
Você cuidou direitinho da mãe.
Tô me sentindo melhor já.
Pedro (17:27)
Que bom, mãe… aliviou mesmo?
Fico mais tranquilo agora.
Se precisar passar de novo à noite ou amanhã, me fala que eu compro mais.
Ou se quiser que eu te ajude a passar… sem nada além disso… só cuidando.
Eu (17:29)
Por enquanto tô bem.
A dor tá indo embora aos pouquinhos.
Amanhã vejo como fica.
Você foi fofo… mesmo depois de tudo.
Mãe te ama também. ❤️
Agora descansa.
E sem culpa, tá?
A gente… a gente vai devagar da próxima vez.
Pedro (17:30)
Tá bom, mãe.
Sem culpa.
Só amor e cuidado.
Boa noite, minha gata.
Se precisar de mim, é só chamar.
Eu (17:31)
Boa noite, meu menino.
Obrigada por cuidar de mim.
😘
Fechei o celular. Deitei de lado, o cuzinho ainda sensível, mas agora com um alívio fresco, anestesiado e hidratado. A culpa veio como sempre, mas dessa vez misturada com um carinho diferente. Ele não tentou nada. Só cuidou.
E aquilo… aquilo me deixou mais presa ainda a ele.
Porque mesmo depois de me machucar, ele soube ser gentil.
E a mãe evangélica, dolorida e aliviada, sabia que, quando a dor passasse… ia querer mais.
Mas agora, com cuidado.
Com carinho.
E com muito mais lubrificante.
Era domingo à noite. O pai já tinha voltado do retiro, cansado, cheio de histórias do evento, e foi dormir cedo depois do jantar. A casa voltou ao silêncio habitual, mas dentro de mim o silêncio não existia. O cuzinho ainda estava sensível da manhã na cozinha — doeu bastante quando a cabeça inteira entrou, mas o gozo que veio junto foi tão forte que apagou quase toda a dor na memória. Agora, deitada na cama ao lado do marido que roncava baixinho, eu não conseguia dormir. Peguei o celular, coloquei no modo silencioso e abri o WhatsApp.
Pedro (21:48)
Mãe… tá acordada?
Tô aqui pensando na cozinha hoje de manhã…
Você gritou, mas depois apertou tão forte que eu senti tudo…
Quero muito te ver de novo amanhã.
Mas antes… queria pedir uma coisa.
Eu (21:51)
Tô acordada sim, filho.
Seu pai tá dormindo pesado aqui do lado.
O que você quer pedir? 😳
Pedro (21:52)
Quero que você me dê beijinhos.
Com a boca.
Na cabecinha.
Só isso.
Nada de chupar, nada de engolir.
Só encostar os lábios… dar uns selinhos carinhosos… bem devagar…
Como você faz com o cuzinho ontem.
Quero sentir sua boquinha quente dando beijinho no meu pau.
Li a mensagem umas três vezes. Meu rosto pegou fogo. A imagem veio instantânea: eu de joelhos no quarto dele, a cabeça grossa na frente da minha boca, os lábios entreabertos, encostando de leve, sentindo o calor, o cheiro forte de macho, o gosto salgado do pré-gozo molhando a ponta da língua sem querer. Meu estômago revirou de vergonha e tesão ao mesmo tempo.
Eu (21:56)
Filho… isso é muito mais íntimo que encostar no cuzinho…
Minha boca… ela é pra falar com Deus, pra cantar louvor…
Usar ela pra isso… pra beijar o pau do meu próprio filho…
É pecado pesado, Pedro.
Muito pesado.
Pedro (21:57)
Eu sei que você pensa assim, mãe.
Por isso tô pedindo só beijinhos.
Não é boquete.
É carinho.
É como beijar a testa, o rosto… só que na cabecinha.
Você ama tanto assim que não quer dar esse carinho pro seu menino?
Só uns selinhos… olhando pra mim…
Eu fico imaginando sua boca vermelha encostando… deixando um brilho de batom imaginário…
Depois você se afasta e me olha com esses olhos de mãe safada…
Meu coração disparou. A calcinha começou a grudar de novo. Toquei de leve por cima do vestido, só pra sentir o quanto eu já estava molhada só de ler.
Pensei: “É só beijinho… não é chupar… não é engolir… não entra na boca… só encosta os lábios… é diferente de sexo… é carinho… ele tá pedindo com tanto carinho… meu menino merece…”
Mas a voz da igreja gritava no fundo da cabeça: “Isso é abominação. Sua boca é templo do Espírito Santo.”
Eu (22:02)
Pedro… mãe tá tremendo aqui só de imaginar.
Tô com muita vergonha… muita culpa…
Mas… tô pensando nisso…
Se for só beijinhos… bem leves… sem abrir a boca… sem língua…
Talvez… talvez mãe consiga…
Pedro (22:03)
Sério mãe?? 😳❤️
Meu Deus… só de você falar já tô duro de novo aqui.
Então topa?
Só beijinhos… selinhos carinhosos… na cabecinha…
Quantos você quiser dar…
Eu fico quietinho, só olhando você me beijar.
Eu (22:06)
Tô tentada, filho… muito tentada…
Mas seu pai tá aqui em casa.
Ele pode acordar a qualquer hora.
Não dá pra fazer hoje.
Se ele me pega… se ele vê… acaba tudo.
Pedro (22:07)
Então amanhã?
Segunda ele sai cedo pro trabalho, né?
Fica só a gente em casa até o meio-dia.
Vem pro meu quarto de manhã…
Ou eu vou pro seu…
Você escolhe.
Mas vem.
Quero sentir esses beijinhos…
Quero ver sua boca encostando…
Quero ver você olhando pra mim enquanto faz.
Eu (22:10)
Amanhã… de manhã… quando ele sair.
Mas tem que ser rápido, filho.
E tem que ser só beijinhos mesmo.
Nada de forçar, nada de empurrar, nada de entrar na boca.
Mãe tá com medo… mas tá querendo te agradar…
Tá querendo ver seu rostinho de prazer…
Só por isso.
Pedro (22:11)
Prometo, mãe.
Só beijinhos.
Você manda no ritmo.
Quantos quiser dar.
Leve, devagar, carinhoso.
Tô louco pra sentir sua boquinha santa beijando meu pau.
Te amo demais. 😘💦
Eu (22:13)
Tá bom… amanhã de manhã.
Quando ele sair eu te chamo.
Mas se eu travar… se a culpa bater forte… você respeita, tá?
Mãe tá nervosa… mas tá pensando nisso o tempo todo agora.
Pedro (22:14)
Sempre vou respeitar, mãe.
Você manda.
Mas eu sei que você vai dar…
Vai dar beijinhos gostosos…
E eu vou ficar olhando cada segundo.
Boa noite, minha gata.
Sonha comigo. ❤️
Eu (22:15)
Boa noite, meu menino…
Vou tentar dormir…
Mas acho que vou sonhar mesmo… 😳
Fechei o celular e coloquei debaixo do travesseiro.
Fiquei olhando pro teto escuro, o marido roncando ao lado.
Minha mão desceu devagar por baixo do vestido, por cima da calcinha.
Toquei de leve o clitóris enquanto imaginava:
Amanhã de manhã… de joelhos no quarto dele…
Os lábios encostando devagar na glande quente…
Um selinho… depois outro… depois mais um…
O gosto salgado molhando a boca…
Os olhos dele me olhando com amor e tesão…
Gozei baixinho, mordendo o lábio pra não fazer barulho.
A culpa veio logo depois, como sempre.
Mas dessa vez ela veio misturada com uma ansiedade gostosa.
Amanhã eu ia dar os beijinhos.
Só beijinhos.
Pelo menos era o que eu estava repetindo pra mim mesma.
Mas no fundo… eu já sabia que ia querer dar mais.
Muito mais.
Segunda-feira de manhã. Meu marido saiu cedo pro trabalho, como sempre – beijou minha testa, disse que me amava, e foi embora sem suspeitar de nada. A casa ficou só nossa de novo. Eu tomei banho rápido, vesti um vestido leve de algodão bege, daqueles que marcam as curvas sem ser vulgar, e por baixo a calcinha fio dental vermelha que ele tinha comprado. Os mamilos já estavam duros só de pensar no que eu tinha prometido. Meu coração batia descompassado. "Só beijinhos", eu repetia pra mim mesma no espelho. "Só selinhos na cabecinha. Nada mais. É carinho de mãe."
Mandei mensagem pra ele.
Eu (08:17)
Filho… seu pai saiu.
Tô indo pro seu quarto agora.
Mas lembra: só beijinhos.
Mãe tá nervosa.
Pedro (08:18)
Vem, mãe.
Tô te esperando.
Vai ser gostoso… você vai ver.
Entrei no quarto dele devagar. Ele estava sentado na beira da cama, só de cueca boxer preta, o volume já enorme marcando tudo. Quando me viu, sorriu safado e baixou a cueca devagar. O pauzão saltou livre: grosso, longo, veias pulsando, a glande inchada brilhando de pré-gozo. Meu Deus… era ainda maior de perto, sem nada cobrindo.
— Mãe… senta aqui no chão, de joelhos na minha frente — ele murmurou, voz rouca. — Olha pra ele… olha o que você faz comigo.
Me ajoelhei devagar, as pernas tremendo. O pau estava na altura dos meus olhos, pulsando levemente. O cheiro forte de macho me invadiu – sabonete misturado com tesão puro. Pensei: "Senhor, perdoa… isso é errado… mas ele é meu filho… só carinho…"
— Dá os beijinhos, mãe… encosta essa boquinha santa na cabecinha… — ele disse, segurando a base do pau com uma mão, apontando pra mim.
Me aproximei devagar. Os lábios tremendo. Encostei de leve na glande quente. Um selinho casto, rápido. Senti o calor, a maciez da pele esticada, o pré-gozo molhando de leve meus lábios.
— Isso… mãe… que delícia… mais um… — ele gemeu baixo.
Dei outro. Depois mais um. Selinhos leves, um atrás do outro. Cada encostada fazia a glande pulsar contra minha boca. Pensei: "É só isso… é inocente… como beijar a bochecha…"
Mas o gosto salgado ficou na boca. O calor me deixou tonta. Sem perceber, minha língua escapou um pouquinho, lambendo a ponta da glande, provando o pré-gozo viscoso.
— Porra, mãe… sua língua… lambe mais… lambe todo esse pauzão… imagina ele todo dentro do seu cuzinho… abrindo você inteira… transformando esse cuzinho apertadinho num cuzao gostoso, só pra mim…
As palavras dele me acertaram como choque. Imaginei: aquele monstro grosso forçando o anel virgem, esticando tudo, me rasgando de prazer e dor, me fazendo gemer "filho, devagar, é grande demais". Meu cuzinho piscou sozinho, lembrando da dor da outra vez, mas agora com umidade escorrendo.
Sem pensar, passei a língua devagar pela glande inteira, contornando a coroa inchada, lambendo as veias grossas que desciam pelo comprimento absurdo. Lambi de baixo pra cima, como se fosse um sorvete proibido, provando cada centímetro daquele pauzão descomunal.
— Isso, mãe… lambe todo… sente o tamanho… esse pau vai te destruir o cuzinho… vai entrar centímetro por centímetro… você vai implorar pra eu parar, mas vai empinar mais… vai virar um cuzao largo, molhado, só pro seu filho foder todo dia…
Gemi baixinho com a boca na glande. A língua rodava, lambendo as laterais, descendo até a base grossa, subindo de novo. O pau pulsava na minha cara, molhando tudo de pré-gozo. Pensei: "Meu Deus… tô lambendo o pau do meu filho… isso é pecado mortal… mas é tão grosso… tão quente… nunca imaginei algo assim…"
Sem perceber, fiz biquinho. Os lábios se fecharam ao redor da metade da cabeçona, chupando de leve, sugando a ponta inchada. Metade da glande entrou na boca – quente, pulsando, enchendo tudo. Minha língua rodava embaixo, chupando devagar, como se fosse natural.
— Caralho, mãe… tá chupando… tá mamando a cabecinha… olha pra mim… olha enquanto mama… depois disso você vai querer ele no cuzinho… vai sentar devagar, sentindo abrir tudo… virando um cuzao perfeito pra eu meter forte…
Olhei pra cima, olhos marejados de vergonha e tesão. A boca cheia com metade da glande, chupando ritmado, babando tudo. Ele segurou minha nuca de leve, sem forçar.
— Mãe… tô quase… vou gozar… como combinamos… aviso antes… sai da boca se quiser…
Mas eu entrei em transe. Chupei mais forte, a cabeça inchada enchendo a boca, a língua lambendo furiosamente. Pensei: "Só mais um pouquinho… só provar…"
— Mãe… vou gozar… agora… sai… ai porra…
Não saí. No último segundo, a boca ficou ali. O primeiro jato veio forte, quente, grosso – direto no fundo da boca, batendo na garganta. Senti o gosto: salgado, viscoso, quente, enchendo tudo.
Tirei a boca rápido, engasgando de leve. O resto dos jatos espirrou no meu rosto, no queixo, pingando no vestido. Mas o primeiro já estava dentro – engoli sem querer, o sêmen do filho escorrendo pela garganta.
Fiquei ajoelhada, ofegante, boca babada, rosto sujo de porra. Pensei: "Foi delicioso… meu Deus, o gosto… quente, grosso, do meu menino… nunca provei nada assim… quero mais…"
Mas fingi. Limpei a boca com as costas da mão, voz tremendo.
— Filho… você avisou, mas… mãe não gostou… foi forte demais… o gosto… não era pra entrar na boca… isso é errado… muito errado…
Ele me puxou pro colo, beijando minha testa, rindo baixo.
— Mentira, mãe… você engoliu o primeiro jato… vi sua garganta mexer… você adorou… e agora vai querer mais… no cuzinho… pra sentir ele todo dentro, abrindo você, te transformando num cuzao safado…
Não respondi. Só me aninhei nele, o gosto ainda na boca, o pauzão mole pingando no meu vestido.
Pensei: "Foi delicioso… Senhor, perdoa… mas foi o melhor gosto da minha vida…"
A culpa veio forte depois.
Mas o desejo… o desejo já tinha engolido tudo.
E eu sabia que, da próxima vez, ia querer engolir mais.
Muito mais.
Inclusive no cuzinho.
Três dias inteiros se passaram desde aquela manhã explosiva na cozinha. Três dias em que eu me cuidei direitinho com a pomada de xilocaína e o KY que ele trouxe – passava de manhã e à noite, deitada de bruços na cama, dedos tremendo enquanto espalhava o gel fresquinho na entrada sensível. A ardência sumiu rápido, o inchaço no dia seguinte, e no terceiro dia… nada. Só uma pele lisinha, rosadinha, as preguinhas todas fechadinhas como se nunca tivessem sido tocadas. Eu mesma me surpreendi quando me olhei no espelho do banheiro: novinho em folha, piscando de leve quando eu pensava nele.
Quarta-feira, quase meia-noite. Meu marido roncava pesado ao meu lado, exausto do trabalho. Eu estava deitada de bruços, camisola levantada até a cintura, celular escondido debaixo do travesseiro com a luz no mínimo. O coração já acelerado só de abrir o WhatsApp.
Eu (23:45)
Filho… tá acordado ainda?
Não consigo dormir… tô pensando em você.
Tenho uma novidade boa pra te contar 😊🙈
Pedro (23:46)
Tô acordado sim, mãe… duro que nem pedra pensando em você.
Fala logo essa novidade… tô louco pra saber.
Eu (23:47)
O cuzinho sarou direitinho.
Completamente.
Não dói mais nada, nem uma pontadinha.
Quando eu sento, quando eu ando, quando eu limpo… tá tudo normal.
Melhor que normal… tá lisinho, novinho… como se fosse virgem de novo kkk
Obrigada pelo remédio, viu? Funcionou perfeitamente ❤️
Pedro (23:48)
Caralho, mãe… sério?? 😳🔥
Tô feliz pra porra que sarou… não queria ter te machucado daquele jeito.
Mas… duvido um pouco hein kkk
Depois daquela cabeça inteira entrando de uma vez… sangrando um pouquinho…
Manda uma fotinho pra eu acreditar de verdade?
Quero ver essas preguinhas novinhas com meus próprios olhos.
Meu rosto pegou fogo na hora. Mandei foto de novo? Mas… o corpo já reagiu. Senti um calor subir pela barriga, o cuzinho piscar sozinho. Levantei devagar da cama, pé ante pé pra não acordar o marido, fui pro banheiro e tranquei a porta. Abaixei a calcinha até os joelhos, levantei a camisola, me posicionei de costas pro espelho grande. Pernas abertas um pouco, bumbum empinado. Tirei várias até sair perfeita: o anel rosadinho, as preguinhas todas fechadinhas, perfeitas, brilhando de leve com o restinho de KY.
Eu (23:54)
Tá bom… vai aí.
Mas não salva em lugar nenhum hein!! 🙈
Olha direitinho… tá vendo como sarou?
Tá até mais bonitinho que antes… lisinho, rosadinho… novinho em folha.
Pedro (23:55)
PORRA MÃE!!! 😱😈💦
Que isso??? Tá perfeito pra caralho!!!
Essas preguinhas todas fechadinhas… rosadinhas… parece que tá implorando pra ser arrombado de verdade agora…
Dá vontade de meter a língua ali agora mesmo… lamber cada dobrinha até você gemer baixinho.
Li e apertei as coxas no banheiro. O cuzinho piscou forte, uma umidade escorreu. Imaginei a língua dele ali, quente, rodando nas preguinhas.
Eu (23:57)
Filho… para com isso… mãe tá aqui no banheiro tremendo toda.
Tô olhando a foto que mandei e… até eu achei bonito kkk
Mas não fala em arrombar… mãe ainda tem medo.
Pedro (23:58)
[Foto anexada: o pauzão dele ereto na mão, glande inchada vermelha brilhando de pré-gozo, veias grossas marcadas, comprimento absurdo ocupando quase a tela toda, a cabeça apontando pra câmera como se fosse pra mim]
Olha o que sua foto fez comigo, mãe…
Tô pulsando aqui… mal vejo a hora de sentir cada uma dessas preguinhas lindas abrindo devagar…
Uma por uma… esticando ao redor da minha cabeça grossa…
Você vai sentir tudo… vai gemer “ai filho… tá abrindo… tá doendo gostoso”…
Depois vai empinar mais pedindo o resto todo.
Eu (00:01)
Meu Deus filho… que pauzão… tá ainda maior que da outra vez…
Olha essas veias… a cabeça inchada…
Mãe tá molhada só de olhar… na bucetinha e um pouquinho no cuzinho também 🙈
Mas… se um dia a gente tentar de novo… mãe deixa você colocar só a metade.
Só até a metade da cabeça… pra não doer como antes.
Devagarinho… sentindo as preguinhas abrindo aos pouquinhos.
Pedro (00:03)
Só a metade?? 😏💦
Tá bom, mãe… aceito por enquanto.
Mas você vai querer mais… vai sentir a metade abrindo essas preguinhas novinhas… vai latejar de tesão… vai rebolar pedindo “mais um pouquinho, filho”…
Até engolir tudo e virar um cuzao guloso, larguinho, só pro pauzão do seu menino meter todo dia.
Eu (00:05)
Ai Pedro… tô imaginando agora… a cabeça grossa forçando devagar… abrindo cada preguinha… esticando tudo…
Tô tocando aqui no banheiro só de pensar…
Mas só a metade, tá? Promete ir devagar?
Pedro (00:06)
Prometo, mãe… devagar pra caralho… centímetro por centímetro até a metade…
Você vai guiar… vai dizer quando parar…
Mas eu sei que você vai amar sentir essas preguinhas virando cuzao…
Amanhã seu pai sai cedo pro trabalho, né?
Vem pro meu quarto… deixa eu ver de perto… deixa eu encostar só a cabecinha e sentir elas piscando de novo.
Eu (00:09)
Sai sim… cedo.
Amanhã a gente vê…
Mas só encostar… e quem sabe… só a metade.
Mãe tá nervosa… mas tá querendo muito te agradar.
Tô gozando aqui baixinho só de imaginar 😳🔥
Pedro (00:10)
Goza pensando em mim, mãe… pensando no pauzão abrindo você…
Boa noite, minha putinha evangélica das preguinhas novinhas.
Amanhã vai ser nosso dia. 😈❤️
Eu (00:11)
Boa noite, meu menino safado do pauzão.
Vou sonhar com isso mesmo…
Com as preguinhas abrindo devagar… só a metade…
😘💦
Voltei pra cama com as pernas bambas, o corpo quente. Deitei de bruços, apertei o travesseiro entre as coxas e gozei de novo só de lembrar da conversa.
O cuzinho sarou.
As preguinhas estavam prontas.
E amanhã… amanhã eu sabia que ia deixar ele tentar.
Só a metade.
Ou talvez… só um pouquinho mais.
O desejo já não obedecia mais às promessas.
gente comentem deixem sugestões, estou desanimada pra escrever vcs não votam nem comentam.
leiam os outros contos e me deem sugestões sobre quais continuações e sobre quais temas vcs preferem que eu escreva
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Comentários (19)
Fabio: Que delicia de conto..me deu muito tesão. Espero ansioso pela 3 parte.
Responder↴ • uid:1dmkwzrqa3frBraddock: Estou acompanhando essa história a tempo, cheio de tesão. Não demore com o restante. Meu telegram caso alguma safada ou safado queira ver fotos ou trocar nudes e ter uma conversa safada. Braddock caldeira
Responder↴ • uid:8h4uv4aik5dSidnei: Tesao
Responder↴ • uid:1cloi394t77uKlaus Black: Maravilhoso... Eu queria dar 10 estrelas....por favor não demore com a próxima parte!!!!
Responder↴ • uid:3vi2pfrpd99cicinho: Estou babando e gozando muito com esse conto. manda logo a continuação rsrssrsrs.
Responder↴ • uid:cyvs5kfzlEu: Maravilha de conto,depois do cuzinho dela deixa ele comer a.bucetinha,dessa safadinha evangélica PULIQUE LOGO A 3 PARTE
Responder↴ • uid:wc4jmr40Leitora: Seus contos são muito bons continua o "ensinando a mamãe a dançar funk"
Responder↴ • uid:2ql48xvzjLeitorcasado: Mas olha só ! Somos parentes ? 😆🤣
• uid:jwfm063nm1jAnônimo: Estou adorando a história, teve algumas coisas que não bateram durante o conto, como primeiro você fala que ele morava no apartamento ao lado e depois que ele morava no mesmo apartamento que os pais. Tirando isso a parte de putaria entre mãe e filho está perfeita.
Responder↴ • uid:830y3wo0hjCarlos: São raras as pessoas que tem essa oportunidade de ter algo em família . Quando eu era adolescente , gostava de jogar videogame na casa de um colega meu e quando eu ia lá , conversávamos sobre garota e coisas do tipo e uma vez ele me confessou que gostava mesmo era de mulheres mais velhas e as vezes gostava de ver escondido a mãe dele tomando banho . Ele me mostrou até umas fotos da mãe dele pelada , foi incrível .
Responder↴ • uid:1dhadbkoyu9yBelemVoyuer: Adorei o conto, sou tarado em evangélicas, são as mais safadas... Aguardo ansiosamente a continuação, ia ser bom uma fotinha no final pra ilustrar e deixar mais tesudo seu conto...
Responder↴ • uid:1dmtt83cb76tAnonimo: Conto maravilhoso nos prende do começo só fim, nos presentei com a continua cao
Responder↴ • uid:gqbbs65d2Jelson: Ficou cansativo pra ler, muito longo. Mas curti. É maravilhoso quando a mãe se torna a puta do filho. Toda mãe deve ser a primeira a tirar a virgindade dos filhos. A minha fez comigo e foi maravilhoso. [email protected]
Responder↴ • uid:vpddfvoqlevi: oi muito bom o contos vc nao escreve outro contos tem um conto joguinho com mamae vc é que escreve ele
Responder↴ • uid:1daibi1n42ninfetinha: Amo conversar sobre assuntos assimj, histórias pesadinhas!! T Maryrsk
Responder↴ • uid:7btejnnthjLeitora: Podia ter dividido em duas, mas estou adorando. Já estou anciosa pela continuação.
Responder↴ • uid:2ql48xvzjNRamos: Achei bastante longo, mas li e sei que em se tratando de evangélicos não é um caso isolado já que em matéria de desejo quanto mais se tenta evitar mais intenso ele fica
Responder↴ • uid:h48lmqd9cBg: Tava ansioso... vou ler. Agora
Responder↴ • uid:r7c79c8lUm cara RJ: Conto chato, não consegui ler até o final. Nota 1.
Responder↴ • uid:72fyjnea3ep