Fodendo O Aluninho No Vestiário Da Escola
Professor negão e pauzudo, fode o moleque novinho dentro do vestiário, após a aula de educação física. O moleque grita, esperneia, mas é enrabado.
Todo jovem ou até mesmo adolescentes, acham que são mais espertos do que os adultos, eles sempre sabem de tudo e nós estamos sempre errados.
Eu sou professor de educação física, me chamo Joel e, nesses anos todos dando aulas em colégios diferentes, eu percebi que os jovens são assim em qualquer lugar e em qualquer classe social, eles sempre se acham mais espertos que o resto da humanidade.
Com o tempo eu aprendi que a melhor maneira de manter a paz, é não confrontar, deixá-los aprenderem com o tempo e com seus próprios erros.
Eu adoro corpos jovens. tenho trinta e oito anos, daqui a pouco serei um quarentão, mas adoro foder um corpinho jovem, seja feminino ou masculino.
Devo confessar que prefiro pegar os veadinhos, eles não dão trabalho, aguentam levar rola, são mais discretos, não correm risco de engravidar e não ficam pegando no pé da gente. É só você dar bastante rola no cuzinho que eles ficam felizes.
Eu sou um negão desses grandes, cheio de músculos, que deixa a mulherada e os veadinhos babando.
Existe aquele fetiche de que todo negro é pauzudo, nem sempre procede, mas no meu caso a fama é verdadeira. Eu tenho um pauzão imenso, grosso e muito cabeçudo, o que já me causou problemas com algumas mulheres que não aguentaram meu pauzão, mas com veadinhos eu nunca tive problemas. Alguns até choraram, mas nunca desistiram, encararam o desafio de serem arrombados pelo cacete do negão aqui.
Dia desses teve um seminário aqui no colégio, e eu fui usar o banheiro no andar de cima, já no final do evento, quando a maioria já tinha ido embora. Ao entrar no banheiro eu encontrei com dois alunos meus e mais um amigo deles, que não é aluno do colégio. Acho que era vizinho do Yuri ou do Alfredo, que todos chamam de Fredão.
Os três moleques, todos na casa dos vinte anos, ao me verem agiram de maneira suspeita, tentaram disfarçar, mas eu percebi algo estranho no ar. Até achei que eles estavam usando alguma droga no banheiro, mas sabia que eles eram jovens saudáveis, bagunceiros, mas não se envolviam com drogas.
Dei meu mijão e, ao sair da cabine, dei de cara com um molequinho novinho, uns quinze anos, muito bonitinho e meio delicado, que estava trancado na cabine ao lado da minha.
Na hora eu saquei o que tinha acontecido naquele banheiro. Os três grandões tinham brincado com aquele molequinho. Ou tinham sido mamados, ou tinham fodido o moleque, que tinha uma carinha de safado, embora estivesse meio assustado por me ver ali no banheiro.
Eu fiquei com um tesão louco, mas me contive. Levei um papo rápido com ele e fiz alguns sinais sexuais. Ele entendeu o que eu realmente queria com ele.
Como ele estudava na turma da tarde, eu não vi mais o moleque em lugar nenhum. Ainda me lembrava daquela carinha bonitinha e daquela boquinha de quem adorava engolir um cacetão.
Dias atrás o outro professor que dava aulas para a turma da manhã ficou doente e eu fui convocado pela diretora para substituí-lo.
O colégio tem uma quadra central no meio do pátio, onde a gente, às vezes, usa para fazer jogos e disputas entre as turmas, em eventos estudantis. Tem também uma quadra bem grande, com vestiários, banheiro e chuveiro para os professores, dentro de um anexo grande na lateral do colégio, a gente chamava de galpão esportivo.
Eu estava usando a quadra do pátio para colocar as meninas para correrem e se aquecerem, para em seguida irmos para o galpão. Era hora do intervalo e alguns alunos estavam ao redor da quadra vendo as meninas correrem.
De longe eu vi a carinha dele. Estava em pé olhando para a quadra com olhos bem curiosos. Eu estava de agasalho esportivo e, toda vez que corria ou me movimentava mais rápido, eu podia ver seu olhar curioso bem para o meio de minhas pernas, observando meu pau balançar. Perceber que aquele putinho estava olhando para meu pauzão, quase me fez ter uma ereção.
Alguns moleques se afastaram e ele ficou sozinho olhando. Eu me aproximei, sorri para ele e pisquei o olho. Ele sorriu de volta e eu aproveitei para falar com ele:
— Tudo bem contigo, garotão? Tá gostando da aula das meninas?
— Tudo bem sim! O senhor mudou de horário? – Ele me perguntou timidamente.
— Mudei não, só estou substituindo o colega que ficou doente. Você não apareceu mais no turno da noite. Não te vi mais desde aquele dia lá no banheiro. – Ele me olhou com os olhos bem abertos, ficou meio ruborizado e falou baixinho:
— Eu não costumo sair muito à noite. Só estive lá naquele dia por causa do seminário. – Falou com um sorriso naqueles lábios carnudos e rosadinhos. Logo ouvimos o sinal tocar, avisando do final do intervalo. Ele começou a se afastar, mas eu ainda falei rapidamente:
— Eu vou ficar por aqui até o final da tarde. Passa lá no galpão depois da aula. – Ele nada respondeu, só sorriu e foi para sala de aula.
Fiz bastante atividades com as meninas, nem me passou pela cabeça que o moleque pudesse aparecer por ali. Terminei tudo, dispensei a turma e comecei a guardar as coisas que tinha usado, dentro dos armários, na parte reservada, onde ficavam os vestiários e os chuveiros.
Já passava das dezessete horas, o colégio já estava ficando vazio, se preparando para a turma da noite, quando eu levantei o rosto e dei de cara com ele entrando pela porta, com a mochila nas costas.
Vê-lo daquele jeito, vestindo aquele uniforme escolar, me deixou com um tesão enorme, meu pau até inchou dentro do agasalho e eu quase salivei.
— Já acabou a aula? Achei que fosse até mais tarde. – Ele perguntou com uma vozinha inocente, mas ele sabia que as aulas não iam até mais tarde.
— Já acabou sim, garotão. Eu estou aqui guardando o material. Chega aqui perto, vamos bater um papo. – Eu falei amigavelmente.
— Acho melhor eu ir embora. O inspetor de alunos pode achar ruim se me vir por aqui. Eu não quero atrapalhar. – Ele respondeu.
— Não atrapalha nada não garoto. Pode ficar tranquilo. O inspetor está ocupado pondo ordem nas outras salas, ele não costuma vir aqui. – Falei apressado, para não deixá-lo ir embora.
Ele se aproximou, tirou a mochila das costas e jogou no canto e ficou me olhando. Ele percebeu que eu estava excitado, pois deu uma olhada demorada para o volume grande dentro de meu agasalho. Nessa hora eu pedi para ele pegar umas bolas que estavam no canto e me ajudar a levar para o armário que ficava atrás da parede, na área dos vestiários.
Ele fez o que eu mandei e ficou de costas, guardando as bolas. Eu me aproximei, quase colando meu corpo no dele e falei perto de seu ouvido:
— Seria muito bom ter um ajudante assim como você. Ia ser muito gostoso. – Falei isso e dei uma encoxada na bundinha dele, sentindo seu corpinho estremecer. Ele olhou para meu rosto e deu uma risadinha. Percebi que ele tinha gostado. Segurei em sua cintura e forcei meu pauzão em sua bundinha, por cima do tecido fino do uniforme escolar. Ele deu um gemidinho e gaguejou:
— É perigoso, pode chegar alguém.
— Vem mais para cá, assim eu posso olhar a porta de entrada. – Falei indo mais para o canto, puxando-o pela mão. Meu corpo estava suado, tinha acabado de dar aula, mas eu sei que cheiro de macho suado atrai esses putinhos novinhos.
Eu puxei meu agasalho pra baixo e libertei meu pauzão que trincava de duro. Ele olhou meu caralhão preto e fez cara de espanto, devido ao tamanho.
— Nossa! É muito grande! – Falou admirado.
Eu pus a mão nos ombros dele e o empurrei para baixo, fazendo ele se ajoelhar na minha frente. Ordenei com minha voz de professor autoritário:
— Sente o cheiro moleque! Sente o cheiro do macho.
Ele pôs as mãos em minhas coxas grossas, mergulhou o nariz em meus pentelhos e aspirou fundo, dava pra ver o tesão que ele estava sentindo. Eu segurei sua cabeça e esfreguei sua cara em minhas bolas e virilhas.
— Põe na boca, moleque! Chupa gostoso! – Ele segurou meu pau com a mão e quase não conseguia fechar em volta do meu caralho. É muito grosso e eu estava muito excitado.
Ele abriu a boquinha e foi lambendo, tentando colocar na boca. Não entrava muito, mas ele se esforçava e eu gemia, sentindo aquela linguinha quente em meu pau. Comecei a forçar dentro de sua boca e ele engasgava, tossindo um pouco.
Depois de um tempinho, eu o ergui um pouco e comecei a passar a mão em sua bundinha. Ele se empinava todo, enquanto mamava meu pauzão.
— Mostra a bundinha, moleque. Me deixa ver esse rabão gostoso que você tava dando para os moleques lá no banheiro. – Nessa hora ele me olhou com cara de espanto, por eu saber o que tinha acontecido naquela noite. Abriu a calça do uniforme e abaixou junto com a cueca, deixando a bundinha linda e carnuda bem à mostra. Eu salivei feito um lobo diante da presa. Passei minha mão grande em suas nádegas e forcei a ponta do meu dedo médio em suas preguinhas. Seu cu era muito apertadinho e ele gemeu gostoso.
— Ah meu cuzinho! Assim dói. Aqui é perigoso. – Ele falou bem manhoso. Eu molhei meu dedo de saliva e voltei a empurrá-lo em seu cuzinho. Dessa vez entrou mais um pouco e ele gemeu novamente.
— Relaxa! Eu estou de olho. Ninguém vai ver nada não. Vem cá, fica aqui. – Eu o puxei e o pus curvado sobre uma mesa velha que ficava na direção da porta. Desci sua calça e cueca até embaixo, abri suas bandas e meti minha língua em seu cuzinho. O moleque quase gritou de prazer e se arrepiou todo.
— Ah que gostoso, professor! Isso é muito bom!
— Geme baixo, putinho! Aqui a gente tem de ser rápido e silencioso. – Eu falava, enquanto metia a língua e lambuzava bem aquele cuzinho apertado. Meu pauzão parecia uma biqueira de tanto que pingava. Sempre tive o pau muito babão.
Me levantei, cuspi na cabeça do meu caralhão e comecei a pincelar seu cuzinho. Ele travou um pouco e se arrepiou muito. Eu dei uma palmadinha leve em sua bunda e forcei a cabeçona na entradinha. Ele falou meio assustado:
— Mete não, professor! É muito grande! Eu nunca dei para um pau desse tamanho, não aguento não. – Ouvir isso me deixou mais excitado ainda.
— Relaxa bem moleque. Faz força pra fora que o cuzinho abre. Vamos só brincar um pouquinho. Relaxa, meu putinho gostoso. – Essas palavras faladas em seu ouvido parece que tiveram um efeito mágico. Ele relaxou as nádegas, eu empurrei a cabeça do caralho e senti suas preguinhas cederem, abrindo passagem, mas muito apertadas. Senti que ele ia gritar e tapei sua boca com minha mão, enquanto empurrava o cacetão pra dentro.
Ele tentou empurrar meu corpo com as mãos, mas era impossível, eu sou muito grande. Ele esperneou um pouco, mas eu empurrei e senti a metade do meu pau, dentro. Parei um pouco para ele se acostumar. Tirei a mão e ele falou quase chorando:
— Tá doendo muito! Tira professor. Tira de dentro! Tá me rasgando.
— Relaxa! Você é um moleque valente. Já deu o cuzinho pra três machos. Relaxa, eu não vou te machucar. Relaxa que fica gostoso.
Ele gemeu choroso, mas parecia entender que eu ia foder o cuzinho dele de qualquer jeito, ia foder com cuidado. Então ele abriu mais as pernas, que já estavam livres da calça do uniforme e foi relaxando. Aos poucos eu fui mexendo dentro dele, empurrando um pouquinho, tirando um pouquinho. Logo ele começou a gemer gostoso.
Eu segurei em sua cintura e comecei a foder aquele cuzinho que estrangulava meu cacetão.
— Tá gostoso putinho? Tá gostando de meu caralhão? – Eu perguntava, enquanto metia nele.
— Tá doendo muito! Goza logo! Eu não vou aguentar. – Ele pediu e eu sabia que não seguraria muito o gozo. Eu estava muito excitado.
— Aguenta um pouquinho mais. Eu vou gozar logo. – Disse isso e meti mais um pouco, entrando e saindo daquele buraquinho quente.
Depois de alguns minutinhos eu senti meu pau pulsando e o gozo se aproximando. Sabia que meu leite logo encheria o cu daquele veadinho gostoso.
— Eu vou gozar, putinho! Vou te dar leitinho.
— Goza professor! Enche meu cu de leite. – O moleque disse isso, se ergueu um pouquinho e começou a bater uma punheta em seu pauzinho.
— Ah tô gozando! Toma leite no cu, veadinho! Leite de macho. – Falei isso socando meu pau, fundo no moleque. Ele soltou um gritinho de dor e gozou em cima da mesa. Gozou sentindo as preguinhas de seu cuzinho se arrebentarem em meu pauzão.
— Caralho professor. O senhor arrebentou o meu cuzinho. Nem consigo andar direito. Tá ardendo muito.
Ele falou isso, já vestido e com a mochila nas costas, indo em direção à saída. Já era quase dezoito horas e eu vi o inspetor de alunos entrar pela porta, nesse exato momento. Ele olhou para o Dudu com uma cara de surpresa.
— Dudu! Tá fazendo o que por aqui, moleque? – Ele perguntou e eu senti o moleque todo desajeitado, sem saber o que responder.
— Ele veio falar comigo sobre as aulas, Osvaldo. Ele tem algumas faltas e quer compensar. – Eu falei, indo em socorro ao moleque. O Osvaldo olhou para nós dois com cara de desconfiança, mas nada falou. O moleque saiu rapidamente pela porta e foi embora.
— Tem certeza que foi isso mesmo professor? – O Osvaldo me perguntou, olhando para uma mancha molhada em meu agasalho, bem na altura da cabeça de meu pau, que babava.
Eu apenas dei uma risadinha.
*****
Mais uma louca aventura na vida do Dudu.
Vote, comente, faça sugestões. Preciso do retorno de vocês, para saber se estão gostando.
Bom domingão!
Abraços a todos!!!
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Comentários (4)
PutoRN: Caralho!!!
Responder↴ • uid:8d5gaphb09Roberto: Puta merda que delicia, queria ter tido um professor assim. Morria de tesão e nunca consegui uma rola pra me deixar feliz.
Responder↴ • uid:1dak65uoikLuiz: Se eu tivesse um professor desse dava pra ele todos os dias que ele quisesse
Responder↴ • uid:3v6otnnr6icLucas: O inspetor vai pegar ele também?
Responder↴ • uid:7xbwhosbm4