#Assédio #Teen #Traições #Virgem

Fiz a filhinha da minha namora me chupar

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Contador Incestuoso

Eu namorava a Teresa há uns dois anos. Ela era uma negra cavalona, daquelas que transam selvagem, sem frescura. Teve a filha com apenas 16 anos...

Eu namorava a Teresa há uns dois anos. Ela era uma negra cavalona, daquelas que transam selvagem, sem frescura. Teve a filha com apenas 16 anos, foi abandonada a sorte pelo namorado e se casou com um viúvo rico. Vivendo com ele até uns dois anos. Passei a namoram com ela meses depois da separação. Nosso lance era fogo puro: sexo o dia todo, trocas com outros casais nos fins de semana, corpos suados e gemidos que ecoavam pela casa. Mas, de uns meses pra cá, minha atenção começou a desviar pra Jhenyfer, a filha dela de 14 anos. A menina tava puxando a mãe – baixinha, uns 1,50m, magrinha com pernas torneadas e uma bundinha pequena, mas empinada que nem fruta madura. Cabelo pichaim sempre preso em tranças, pele lustrosa como chocolate derretido, sorriso largo com dentes brancos contrastando na boca carnuda. Ela adorava shorts de lycra curtos, daqueles que às vezes deixavam as papadas da bunda negra escapando. Sempre que dava, eu levava as duas pra lanche, sorvete, passeio – só pra ficar perto, observando.Uma noite, dormindo na casa da Teresa, levantei pra pegar água. No corredor, a porta do quarto da Jhenyfer tava entreaberta. Meia-luz do abajur iluminava ela de bruços na cama, só de calcinha branca de algodão, entalada no meio da bunda redonda e firme. Aquela imagem grudou na minha mente como cola: a curva das costas, o tecido fino marcando tudo, o cheiro leve de menina no ar. Não saía da cabeça.Dias depois, cheguei cedo na casa. Teresa ainda não tava em casa, só a Jhenyfer. Ela me deu um "oi" rápido e sumiu pro quarto. Peguei uma cerveja na geladeira, tirei a camisa e me joguei no sofá de calção folgado, zapieando na TV. Eu sou alto, 1,90m, corpo malhado de academia, loiro de olhos azuis – as mulheres param pra olhar. Pernas abertas, o volume do meu pau descansando ali, sem pressa.Ouvi passos leves. A neguinha passou serelepe na minha frente, de bermuda de lycra verde colada no corpo, top da mesma cor apertando os dois botõezinhos de seios que tavam brotando. Olhei de canto: ela deu uma espiada rápida no meu colo e disfarçou, indo pro quarto. No retorno, parou mais um segundo, olhos fixos no volume antes de correr. Meu pau começou a encher, engrossando o tecido. Ela voltou pra cozinha, mas logo reapareceu, olhando com cara de surpresa assustada pro meu calção estufado, e saiu sapeca de novo.Eu fingi atenção na TV. Ela passou mais uma vez, parando um instante, olhos grudados. No caminho de volta, sorriu travessa e olhou de novo. Assim que ela virou de costas, chamei baixo: "Jheny, vem cá."Ela parou na minha frente, bermuda tão justa que marcava a rachinha entre as pernas, top realçando os peitinhos pontudos. "Senta aqui do meu lado", falei, voz calma. "Vi que você não para de olhar pro meio das minhas pernas."Ficou vermelha, gaguejando: "É que... fiquei curiosa, tio Afonso."Aproveitei o momento. "Se você não falar pra ninguém, eu te mostro."Ela ficou muda, olhos no volume. "Não sei, tio... A mãe não ia gostar.""É segredo nosso, Jheny. Só nosso.""Tá bom", murmurou, hesitante.Abaixei o calção devagar. Meu pau branco saltou pra fora, grosso, veias pulsando, cabeça rosa inchada. Ela engoliu em seco, imóvel, bocarra entreaberta. "Pode pegar, não morde."Se aproximou, mãozinha morena e fina tocando desconfiada. "Tá duro!", disse, surpresa."É que menina bonita como você faz isso acontecer. Quer provar?""Ai, credo, tio, que nojo." Mas apertava com as duas mãos agora, curiosa, sentindo o calor."Sua mãe gosta. Prova.""É mesmo?" Se inclinou devagar, ponta da língua roçando a glande. Ao puxar de volta, um fio grosso de pré-gozo esticou da minha ponta pro lábio inferior dela, descendo até o queixo. Aquela imagem me incendiou – inocência misturada com tesão puro."Pode chupar, meu bebê. É gostoso."Respiração ofegante, ela segurou firme com as mãos. Me levantei, fiquei de frente pra ela sentada no sofá. "Chupa, pretinha. Assim com a mão, ó." Mostrei o movimento da punheta, devagar.Ela pegou o jeito aos poucos, boquinha quente e molhada engolindo a cabeça, língua desajeitada rodando. Acariciei os cabelos trançados, desci pras costas lisas, levantei o top e tirei. Ali estavam: dois seios escuros minúsculos, mamilos duros como botões de chocolate. Me abaixei mais, baixando a bermuda pelas coxas brilhantes de suor. A calcinha branca tava encharcada na frente, mancha úmida traçando o contorno da bucetinha dela. Ela tava molhada de tesão.Não aguentei. Meu pau latejou, e gozei forte na boca dela. Ela tirou engasgando, jatos quentes acertando o rosto sardento, o pescoço, escorrendo pros peitinhos e pingando nas coxas lustrosas. Ela se levantou, cara de chateada, sem dizer nada, e correu pro banheiro, trancando a porta.Limpei a bagunça rápido – porra no sofá, no chão, top pendurado no encosto. Corri pro quarto dela e joguei a peça na cama. Dez minutos depois, ela saiu do banho, me olhando séria, cabelo úmido. Pisquei: "É nosso segredo.""Uhumm", respondeu, sorriso travesso voltando. Foi se vestir.Cinco minutos depois, Teresa chegou. Foi por pouco. Aquele dia mudou tudo – o ar entre mim e a Jhenyfer ficou carregado de promessas mudas. Continua.

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Comentários (6)

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  • Só um leitor: Delicia de conto !!!! Durante um tempo sai com uma vizinha que morava em frete a minha casa . Ela tinha uma filha de 14 anos linda !!!!! Teve uma vez que ela pegou eu comendo sua mãe na sala da casa , e a mãe não viu estava com a cara na almofada gemendo . Percebi que daquela dia em diante ela olhava com um jeitinho diferente para mim e resolvi investir e deu . Depois de um tempo a peguei na saida da escola e fomos pro meu sitio onde comi ela pela primeira vez. Depois disso foram varias e varias vezes . A mais quente foi um dia que ela pulou a janela do seu quarto e a janela do meu quarto . o risco de sermos pegos deixou a experiência ainda mais quente .

    Responder↴ • uid:1cqiixr2dguk
  • Doctor: Eu já fiquei com minha enteada várias vezes

    Responder↴ • uid:1cxwio8inkrm
  • Paulo: Namorei com uma vizinha, bem putinha , e ela tinha um casal de filhos gêmeos, uma menina e um menino com 15 anos , ela estava com 31 , linda , e gostosa de corpo e buceta , não era de estranhar em ela ser "perseguida pelos homens , pois chamava a atenção. A filha dela era bem bonita e magra , e em uma tarde , eu estava na casa dela e assistindo tv , quando Luana pediu para mexer nos cabelos dela , ela gostava muito e acabou deitada em meu colo , meu pau endureceu e ela sentiu, colocou a mão em cima e começou a apertar devagarinho para não dar na cara , pois seu irmão estava próximo. Mexeu tanto que eu tive que pedir pra parar , ela não queria e colocou a boca por cima da calça e falou : vamos dar um jeito de ficar sozinhos depois ? Eu disse que sim , e achamos uma desculpa rápida e fomos até minha casa , buscar algumas tigelas e louças. Me chupou feito gente experiente e sua buceta , ah ! Que delícia ! Meti nela por uns 2 meses seguidos, e metia na mãe dela e imaginava ela comigo . Foram meses ótimos

    Responder↴ • uid:1dv7romns3cn
  • T Valkyrio99: Ja eu foi com uma ex enteada bem nova ensinei ela a fazer tudo que queria, levou um pouco de tempo mas no fim fiz ela vira uma putinha de respeito

    Responder↴ • uid:7xbwhout0j
  • @Guerra999: No meu caso foi a Barbara um pouco mais novinha, filha da Sol mulher quente e fogosa, a neguinha não tirava o olho da cueca estufada na praia, lá pro meio da tarde, cerveja fazendo efeito e a vontade louca de gozar me deram a ideia de ir atrás de um sorvete em algum quiosque ali por perto, ela quis ir junto e coincidiu com minha vontade, levei pro estacionamento e demos um amasso só pegando na bucetinha e ela alisando por cima da sunga aí combinamos pra segunda de manhã eu ir pegar ela próximo de casa e ela matar aula, bingo. Já deixei o quartinho nos fundos do quintal no jeito com colchonete e lubrificante no ponto, levei ela pra lá pq sabia do barulho que certamente ela ia fazer quando o cabeção da pomba arrombasse o cabaço dela e eu fico doido vendo a presa gritando e sofrendo na vara, de 7:30 até umas 9 da manhã foi só amaciando, então depois até por volta das 11 a muleca tava se engasgado e sofrendo no pau, dessa vez não botei na buceta ainda mais ela saiu sem nenhuma prega no cu, desse buraquinho não tive dó mesmo, terminei de arrombar com ela em pé e eu atolado levantando na vara e ela em total desespero pedindo pra parar kkkkk, tomou vara de jeito nesse dia, quase um mês depois conseguir a bucetinha, gritou menos rsrsrs, dei um jeito de pagar umas pedinhas pro pirralho que ficava com ela e incentivei a comer, não deu outra a mãe dela pegou ele atolado nela no sofá de casa e o foco foi todo nele, agora tô jogando uma conversa nele pra trazer a neguinha aqui em casa pra nós brincar os 3, se vacilar ele também entra na vara. 🤝

    Responder↴ • uid:1dp41ix8mfw6
    • Cara Pentelhudo: Se fazer ele de putinha e meter a vara conta aqui irmão, tá gostoso demais ler seu relato

      • uid:g3jl2an8k