Comi minha irmã e descobri um segredo. Parte 1
Pele branca e leitosa que ficava rosada no sol. Gordinha do jeito perfeito, com coxas grossas que roçavam uma na outra quando andava...
Eu sou Robson, 20 anos, 1,95m de altura mas magrelo pra caramba, feio e sem graça – daqueles caras que as meninas de Taió ignoram nas festas do interior de Santa Catarina. Nunca namorei na vida, poucos amigos porque sou esse varapau ossudo que ninguém quer por perto. Minha irmã chama-se Kátia mas todos a chamam de Alemoa desde pequena, tinha 15 anos e era o oposto na aparência, mas igual na solidão: alta com 1,70m, loira com cabelo comprido e liso que caía até a cintura, olhos azuis que brilhavam como o céu de verão aqui no Vale do Itajaí, pele branca e leitosa que ficava rosada no sol. Gordinha do jeito perfeito, com coxas grossas que roçavam uma na outra quando andava, barriguinha fofa salpicada de sardas leves, seios grandes e empinados que balançavam sob as blusas do colégio, bunda redonda e pesada que enchia as calças jeans. Por ser gordinha, os meninos do colégio não davam bola pra ela – solitária total, sem amigas de verdade, só a gente dois em casa. Éramos tudo um pro outro nessa Taió quieta.Tudo rolou devagar, pais saindo pro trabalho na fábrica de têxtil, nos deixando sozinhos como sempre. Comecei numa tarde de sábado, calorão de janeiro, ela no sofá vendo novela na TV velha da sala."Alemoa, vem cá, senta no meu colo um pouquinho. A gente é sozinho no mundo mesmo, né? Ninguém mais liga pra gente", eu disse, voz baixa, me aproximando magrelo como um varapau.Ela riu, olhos azuis piscando, mas empurrou meu ombro. "Para com isso, Robson! Você é meu irmão, tá louco? Isso é errado, vai embora. Já basta ser ignorada pros caras por ser gordinha."Insisti no dia seguinte, na cozinha, enquanto ela comia pão com mortadela. "Alemoa, você é tão linda, loirinha branquinha... Ninguém aqui te valoriza como eu – os meninos são idiotas, eu sei como é ser feio e sem graça como eu, nunca peguei ninguém. Só um abraço apertado, vai." Toquei a cintura dela, sentindo a carne macia por baixo da camiseta."Não, Robson! Mamãe ficaria brava. Sai de perto, seu feio. Nós somos irmãos", ela rebateu, corando aquela pele branca toda, mas não fugiu.Dias depois, no quintal, lavando louça juntos. "Alemoa, olha pra mim. Eu te desejo tanto, desde que você cresceu. Só um beijo, ninguém vai saber. Eu nunca namorei, você não temamigos... a gente se tem." Ela hesitou, mordendo o lábio carnudo."É pecado, irmão. Tenho 15 anos só, e você com 20... Não pode. Mas é verdade, ninguém me quer por causa do corpo." Mas deixou eu puxar pro abraço, meu corpo ossudo contra as curvas dela.A insistência virou rotina. Uma noite, entro no quarto dela: "Alemoa, deita aqui comigo. Sente como eu fico duro só de te olhar – essas coxas grossas, esses peitões loiros. Somos sozinhos, mana, vamos nos dar prazer." Ela riu nervosa. "Você é bobo, Robson. Tá bom, só deita..." Ela levantou as cobertas e se deitou do meu lado. "Mano, só quero um abraço de irmaos tá?" Ficamos um de frente para o outro, a respiração dela estava acelerada. "Beijei o pescoço dela, pele branca cheirando a sabonete Dove. "Só vou fazer carinho Alemoa. Você merece se sentir mulher, você é linda." Minhas mãos magras subiram pras coxas, apertando a gordura tremendo. Ela gemeu baixinho: "Para... ah, . Não conta pra ninguém." Apalpei sua bunda mas ouço o barulho do carro e portão da casa de abrindo. Saí rápido do quarto dela. No fim de semana, nossos pais foram pra Rio do Sul visitar tia. Casa vazia. "Alemoa, vamos pra cama da mamãe e papai. Lá é macia, ninguém desconfia. A gente é tudo que tem um pro outro." Ela negou de novo, na sala: "Não, Robson! É a cama deles, que nojo. E se engravido? Tenho 15 anos, lembra?!""Eu cuido de você, loirinha. Ninguém vai saber. Você é minha Alemoa perfeita – alta, branquinha, olhos azuis me hipnotizando. Deixa eu te foder gostoso, vai implorar depois. Eu nunca tive ninguém, você também não... somos feitos um pro outro." Chorei até, magrelo patético que sou, ajoelhado: "Por favor, mana. Eu te amo mais que tudo."Ela cedeu, olhos azuis úmidos. "Tá bom... mas devagar, seu sem graça. E usa camisinha. Pelo menos aqui eu sou desejada."Na cama dos pais, lençóis recém trocados, tirei a roupa dela devagar. Seu corpo nu era um banquete: pele branca reluzindo na luz fraca do abajur, cabelo loiro espalhado no travesseiro, olhos azuis semicerrados de tesão, seios enormes e redondos balançando com mamilos rosados e grandes duros como pedrinhas, barriguinha fofa subindo e descendo rápido, coxas grossas e rolihas abertas ao máximo, revelando a buceta peluda – um matinho loiro e fofo emoldurando os lábios inchados e rosados, já molhada e brilhando.Meu pau magrelo latejava, mas era minha primeira vez – mãos tremendo, me atrapalhei todo abrindo a camisinha da gaveta da mesa de cabeceira. "Merda, Alemoa, não sei fazer isso direito... nunca transei", gaguejei, vermelho que nem pimentão.Ela riu suave, olhos azuis travessos, pegando o látex: "Calma, seu bobo. Deixa que eu ajudo." Sentou na cama, coxas grossas se abrindo, e desenrolou a camisinha no meu pau com dedos ágeis e macios, masturbando devagar enquanto vestia. "Pronto, agora fode sua mana."Beijei cada curva, chupei os peitões dela com fome, sugando os mamilos enquanto ela gemia alto: "Ai, Robson... que delícia, chupa mais!" Minhas mãos magras apertavam as coxas carnudas, abrindo mais, dedos roçando o clitóris peludo. Ela arqueava as costas, barriga tremendo: "Vai, irmão... me come!"Posicionei entre as pernas dela, meu corpo ossudo sobre as curvas fartas. Empurrei devagar, sentindo a boceta quente e apertada engolir meu pau pela camisinha, as paredes úmidas pulsando. "Caralho, Alemoa, que quentinha você é!", gemi, metendo mais fundo. Ela cravou unhas nas minhas costas magras: "Mais forte, seu magrelo! Fode sua Alemoa gostoso!" Acelerei, a cama rangendo, barriga fofa dela batendo na minha pelve ossuda a cada estocada, peitões balançando loucamente, suor escorrendo pela pele branca. Ela rebolava as coxas grossas, buceta peluda chupando meu pau: "Tô gozando, Robson! Não para!"Eu sentia o gozo subindo, pau inchando dentro dela. "Alemoa, vou gozar!", avisei ofegante. Tirei o pau pra fora de supetão, a camisinha escorregadia de tanto mel dela. Rasguei ela com dedos trêmulos e joguei no chão – e gozei forte, jatos quentes e grossos espirrando na barriguinha fofa dela, cobrindo as sardas brancas com porra leitosa que escorria pros lados. Algumas gotas voaram mais baixo, caindo quentes na buceta peluda, molhando o matinho loiro e pingando nos lábios rosados ainda abertos e pulsantes.Ela riu ofegante, olhos azuis brilhando, passando a mão na barriga melada: "Seu safado... que bagunça, Robson. Mas foi bom .Pelo menos com você eu me sinto bonita."Eu, ainda ofegante, olhei pra ela surpreso com a desenvoltura: "Alemoa, tu fosses muito desenrolada... tu és virgem?"Ela deu uma risadinha maliciosa: "Claro que não, bobo.""Quem tirou tua virgindade?", perguntei, coração acelerando."Nossa pai", respondeu tranquila, limpando a porra da barriga.Fiquei surpreso e revoltado, sentando na cama: "Como ele pode comer a própria filha? Desde quando vocês?"Ela deu de ombros, olhos azuis calmos: "Desde novinha, Robson. Ele me pega quando tu e a mãe não estão em casa. Mas não conta pra ninguém." Depois daquela transa na cama dos pais, a gente ficou deitado suados, minha porra secando na barriguinha fofa dela. Meu cérebro girava com a bomba que ela soltou. "Desde novinha? Conta tudo, Alemoa. Como começou isso com o pai?", perguntei, voz rouca, magrelo corpo ossudo colado nas curvas dela.Ela rolou pro lado, olhos azuis fixos nos meus, cabelo loiro bagunçado no travesseiro. Suspirou, traçando círculos na minha coxa magra com o dedo. "Tá bom, Robson, mas não surta mais. Foi no rancho, lá no fundo do terreno, lembra? Eu era mais nova, ainda não tinha pentelho, brincava de boneca com as Barbie que mamãe comprava. Pai tava consertando a cerca, suado, sem camisa, forte que nem touro – diferente de você, seu magrelo."Ela pausou, mordendo o lábio carnudo, pele branca corando de leve. "Eu fui levar um copo d'água pra ele, de vestidinho curto de verão, coxas gordinhas já aparecendo. Ele me puxou pro colo, brincando: 'Vem cá, minha Alemoa branquinha, senta no papai.' Apertei as bonecas contra o peito, rindo, mas ele começou a acariciar minhas perninhas, subindo pro meio, onde eu nem entendia direito. 'Papai, o que é isso?', perguntei inocente, olhos azuis arregalados."Eu via ela revivendo, seios grandes arfando. "Ele riu rouco: 'É brincadeira de adulto, filhinha. Deixa papai te mostrar como homem faz com mulher.' Tirou meu vestidinho, me deixando nua no feno seco do rancho – pele branquinha toda exposta, barriguinha de criança gordinha, bucetinha sem pelo ainda, lisinha e rosada. Ele chupou meus peitinhos pequenos, que mal existiam, e me deitou no capim. Tirou a calça, pau dele grosso e veiudo pulando pra fora – nada como o teu magrelo. Falou debochada 'Vai doer um pouquinho, Alemoa, mas depois é bom', disse."Ela continuou, voz baixa e excitada: "Ele cuspiu na mão, passou na cabecinha e forçou devagar na minha bucetinha apertada. Chorei um pouco, doendo, coxas grossinhas tremendo, mas ele metia manso, gemendo: 'Que delícia minha filhinha.' Logo virou prazer, eu abraçando o pescoço dele, bonecas jogadas no chão. Ele bombava mais forte, barriga dele suada batendo na minha, até gozar dentro, quente e cheio, me enchendo toda. Depois me limpou com a camisa, beijou a testa: 'Nosso segredo, hein? Papai te ama.' Saí mancando pro casa, mas viciada."Fiquei boquiaberto, pau endurecendo de novo apesar da revolta. "Caralho, Alemoa... e agora?"Ela sorriu maliciosa, mão descendo pro meu pau magrelo: "Agora? Sempre que a gente tá sozinho, Robson. Ele me come igual – na cozinha, no banheiro, no carro. Mamãe nem sonha. Quer ver um dia?"A gente riu nervoso, mas aquilo mudou tudo. Meu segredo com ela agora tinha mais camadas.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (11)
velho tarado: Deu tesão só de imaginar
Responder↴ • uid:1dyqd7kedgkxzorba: Imaginei a Alemoa
Responder↴ • uid:bemlx7vk0aMaverick7838: Deu vontade de foder a alemoa...
Responder↴ • uid:gqazeo2v2zorba: Deu mesmo
• uid:bemlx7vk0akaka: Gostei muito do relato...
Responder↴ • uid:s5jtqwy4gdkelio: Essa história mexeu com a minha cabeça, tenho filha
Responder↴ • uid:6oei6pwozjFilhotarado: Ela é gostosa?
• uid:1daibs6rhjtarado: Adoro loirinhas
Responder↴ • uid:6oei6pwozjarthur: Conto muito 😋
Responder↴ • uid:6oei6pwozjSílex: Quero continuação, por favor!!!
Responder↴ • uid:1d90cmslyu27Lex75: Adorei o conto. Espero a continuação.
Responder↴ • uid:bqlg01kv4