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Meu companheiro de quarto Vitor - Parte 4

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angel_157k

comentem para eu saber se estão gostando, boa leitura!.

As férias da faculdade foram perfeitas. Duas semanas sem aula, sem fila no bandejão, sem correria.
O Pietro ia ficar mais em casa com os pais, mas o Vítor tinha outros planos. Na sexta antes do feriado, enquanto faziam as malas no quarto, o Vítor jogou a dele no chão e soltou:
— Cola comigo pra casa da minha mãe. É só uma semana, ela tá doida pra conhecer o amigo que eu tanto falo.
O Pietro parou, com a camiseta na mão.
— Sério? Tipo… conhecer a família?
O Vítor sorriu de canto, chegou mais perto e abraçou a cintura dele.
— Sim, você vai gostar. Casa grande, piscina, churrasco todo dia. E... — falou mais baixo — ...meu quarto fica lá em cima. Ninguém entra sem avisar.
O Pietro ficou vermelho, mas concordou.
— Beleza. Mas se sua mãe não gostar de mim...
— Ela vai te amar, você é educado, bonitinho, come pouco... perfeito pra ela.
Eles foram de carro. Quatro horas de viagem, mix de músicas dos dois (o Pietro colocou indie, o Vítor mudou pra trap e pagode), paradas no posto pra um café e uns beijos escondidos no estacionamento. Chegaram no fim da tarde.
Casa simples de interior: sobrado branco, um quintal grande com piscina e churrasqueira. A mãe do Vítor, a dona Cida, uma senhora baixinha e sorridente, abriu a porta gritando:
— Meu filho! E esse deve ser o Pietro, né? Entra, menino, chega mais!
Ela abraçou o Pietro como se já fosse da família. O pai, o seu Jorge, apertou a mão dele com força e disse:
— O Vítor fala de você direto. O Pietro isso, o Pietro aquilo, achei que era namorada no começo.
O Vítor riu alto, abraçando o Pietro de lado como um brother.
— É só amigo, pai. Melhor amigo de quarto.
Jantaram juntos: feijoada feita em panela de barro, farofa, couve e linguiça. O Pietro comeu com calma, todo educado, respondendo às perguntas da mãe com sim, senhora, obrigado, tá tudo ótimo. A dona Cida adorou.
— Que menino educado! Vítor, cuida bem dele, viu? Não deixa faltar nada.
O Vítor piscou pro Pietro por cima da mesa.
— Pode deixar, mãe. Relaxa.
Depois do jantar, os pais deles foram ver TV na sala. O Vítor e o Pietro subiram pro quarto.
O quarto do Vítor era exatamente como o Pietro imaginava: paredes azul-escuras, posters de lutadores, uma cama de casal (bem maior que as da república), um guarda-roupa cheio de kimonos, pesos no canto e uma janela grande com vista pro quintal. Cheirava a ele: perfume amadeirado, cheiro de suor limpo, cheiro de casa de roça.
Vítor trancou a porta devagar.
— Sozinhos, finalmente — disse baixinho, olhando pro Pietro.
O Pietro já estava vermelho.
— Sua família é legal… mas e se eles escutarem alguma coisa?
O Vítor chegou perto, tirou a camiseta devagar, mostrando o corpo sarado: peito grande, barriga trincada, pescoço grosso.
— Eles dormem cedo, e o quarto é no fim do corredor. Pode gemer baixinho… ou eu calo sua boca.
O Vítor deitou o Pietro de costas, tirou a roupa dele com cuidado, beijando cada parte do corpo que aparecia.
— Olha só você aqui… na minha cama de quando eu era moleque. Todo certinho, pelado, esperando pra eu te comer.
Ele pegou o lubrificante na mochila (sempre prevenido), preparou o Pietro com os dedos.
— Olha como seu bumbum já abre fácil pra mim. Duas semanas treinando todo dia… agora você engole meu pau todinho sem reclamar.
Entrou devagar, gemendo no ouvido dele.
— Isso… toma tudo. Meu pau te enchendo na casa da minha mãe, se ela soubesse que o amigo do filho tá sendo comido bem aqui…
O Pietro mordeu o travesseiro, tentando não fazer barulho.
Segunda vez: no chão, encostado na parede. O Vítor levantou o Pietro como se ele não pesasse nada, com as pernas dele em volta da cintura.
- Segura aí. Vou te comer de pé. Quero escutar sua bunda batendo na parede a cada empurrão.
A terceira: em cima da escrivaninha antiga cheia de troféus de jiu-jítsu. Vítor sentou na cadeira e puxou o Pietro pro colo.
- Senta aqui, mostra como aprendeu a rebolar bem. Quero ver você descendo devagar, pegando cada pedacinho.
Pietro fez o que ele mandou, gemendo baixinho enquanto ia pra cima e pra baixo. Vítor segurava a cintura dele, falando baixinho
- Olha os troféus... todos esses primeiros lugares e agora o melhor troféu é você aqui, sentando no meu pau.

Era manhã de domingo no quarto do Vítor, na casa da família. O sol entrava pelas brechas da cortina e fazia umas listras claras no quarto.
Umas 9h da manhã, cheiro bom de café vindo lá de baixo, misturado com o som de panela e a voz da mãe do Vítor cantando enquanto lavava a louça.
O quarto tava abafado, Vítor acordou cedo, como sempre, mas em vez de levantar, chegou perto do Pietro, que ainda tava dormindo de lado, sem roupa, só com o lençol. Beijou o pescoço dele de levinho, a mão descendo pela barriga até chegar lá embaixo.
— Acorda, gatinho — Vítor falou perto do ouvido dele, com a voz grossa de sono e tesão.
— Quero te pegar antes que minha mãe chame pro almoço.
Pietro abriu o olho devagar, fez um barulhinho quando sentiu o pau do Vítor duro na bunda dele.
— Agora? — perguntou baixinho, ainda grogue. — E se…
Vítor já tava passando o lubrificante dos dedos (ele sempre deixava ali, escondido). Preparou o Pietro rapidinho, com cuidado: dois dedos primeiro, mexendo devagar, depois três, abrindo ele pra não doer.
— Shhh… relaxa. Você já tá molhadinho de ontem. — Encostou a cabeça do pau na entrada e empurrou devagar. Pietro encolheu, mordendo a boca pra não gritar.
Vítor enfiou tudo de uma vez, falando baixinho perto do ouvido dele.
— Caramba… Parece que cada dia fica mais apertado pra mim. Tá sentindo? Tô te comendo todinho
Começou a estocar devagar, mas foi aumentando a velocidade. Pietro segurava o travesseiro, gemendo baixinho, o corpo tremendo a cada empurrão.
Vítor segurava a cintura dele com uma mão e a outra apertava o peito dele.
— Isso… geme pro meu pau. Tá gostando de ser fodido na cama da minha infância, né? Te deixei todo arrombado…
Pietro tava quase lá, o pauzinho dele pulsando na barriga do Vítor, que grudou nas costas dele. Foi aí que bateram na porta, três toques de leve.
— Vítor? Pietro? Já acordaram? — A mãe do Vítor falou do outro lado, feliz como sempre. — O café tá pronto!
Pietro travou, arregalou os olhos, Vítor parou de estocar, mas não saiu. Em vez disso, colocou a mão na boca do Pietro, sem apertar muito.
— Calma — falou baixinho no ouvido dele.
E mais alto, pra porta
— Já vamos descer, mãe! A gente tá se arrumando, cinco minutos!
A mãe do Vítor riu.
— Tá bom, mas não demorem! A couve tá quentinha ainda. E você, Pietro, come bem, viu? Tá muito magrinho!
Ela foi embora, Vítor não esperou. Tirou a mão da boca do Pietro só pra beijar o pescoço dele e colocou de novo, mais forte.
— Agora goza pra mim — falou, estocando rápido e fundo, sem fazer barulho.
— Goza quietinho, aperta meu pau enquanto eu te como.
Pietro tremia todo, com lágrimas de prazer no canto do olho, gemendo abafado na mão do Vítor. O corpo dele deu uns espasmos, gozando forte, jatos quentes na barriga do Vítor, que continuou metendo mais umas cinco vezes antes de gozar também lá dentro, fundo.
Vítor ficou parado ali um tempinho, respirando forte, o pau dentro dele, ficando mole.
— Viu só… como você fica lindo assim, todo marcado por mim — falou, beijando a cabeça dele.
Eles se limparam rapidinho com lenço umedecido. Colocaram roupa leve de verão: short e camiseta pro Pietro, regata e bermuda pro Vítor. Antes de abrir a porta, Vítor puxou o Pietro pra um beijo rápido, com língua.
— Você foi incrível, nem um gemido alto.
Pietro tava vermelho, com as pernas bambas.
— Quase morri de medo…
Vítor riu baixinho.
— Mas gozou forte, né?
Pietro concordou, com vergonha.
Eles desceram a escada juntos, tentando parecer normais. A mãe do Vítor tava na cozinha, servindo o café.
— Olha eles aí! Demoraram, hein? — Ela falou rindo. — Parecem que não dormiram bem.
Vítor deu um sorriso.
— É, a gente acordou agora mas tá tudo bem.
Pietro sentou na mesa, tentando não se mexer muito ainda sentia o gozo escorrendo um pouco dentro dele. A mãe do Vítor serviu o prato dele com carinho.
— Come bastante. O que vocês vão fazer hoje?
Vítor olhou pro Pietro, com um brilho no olho.
— A gente vai dar uma volta na praça, tem uma sorveteria boa lá. Vamos tomar um sorvete.
A mãe do Vítor sorriu.
— Que bom! Leva o dinheiro da mesada, Vítor e traz um pra mim também!
— Pode deixar, mãe.
Eles saíram depois do café, de mãos no bolso, andando lado a lado na rua. Quando viraram a esquina, longe da casa, Vítor passou o braço no ombro do Pietro, apertando de leve.
— Sorvete… e depois, quando a gente voltar, te como de novo no quarto.
Pietro riu, vermelho.
— Você não cansa?
Vítor beijou a cabeça dele.
— De você? Nunca.

O quarto tava na maciota, só o barulho das cigarras lá fora e o ventilador girando de boa, Dona Cida tinha saído rapidinho pra comprar pão, e o Seu Jorge tava tirando um cochilo na rede. Eles tinham falado que iam descansar depois da feijoada, mas o clima tava esquentando.
Pietro tava deitado de barriga pra baixo na cama do Vítor, olhando pro pôster do Anderson Silva na parede. Vítor tava sentado na beirada da cama, sem camisa, com a mão na coxa do Pietro por baixo do short.
— Sabia… — Pietro começou, quase sussurrando — Esse quarto tem a sua cara. Imagino você aqui quando era moleque, ouvindo som alto.
Vítor deu uma risada, e passou o dedo perto da virilha dele.
— É, eu vivia trancado aqui, mó tempão.
Pietro virou pra ele, curioso.
— Fazendo o quê?
Vítor levantou a sobrancelha, com um sorriso malicioso.
— Cê já sabe.
Pietro riu, ficando vermelho.
— Sério? Tipo… quantas vezes?
Vítor pensou um pouco, coçando a cabeça.
— Se eu te contar, cê vai achar que sou noiado.
— Fala, quero saber.
Vítor se deitou do lado dele, abraçando ele por trás.
— Beleza… Comecei a me tocar aqui com uns 13 anos, aos 14 já era todo dia. Às vezes, duas. No ensino médio, virou obrigação acordava, já fazia antes de ir pro banho. Voltava da escola, trancava a porta, outra pensando nas mina da sala, de noite, mais uma.
Pietro arregalou os olhos, rindo.
— Três, quatro por dia? Caraca, Vítor!
— É, eu era profissional. — Ele apertou a bunda do Pietro. — Tudo aqui nessa cama. Deitado de costas, de bruços, encostado na cabeceira. Gozava no lenço, jogava fora, limpava tudo pra minha mãe não ver.
Pietro cobriu o rosto, rindo.
— Para… tô imaginando você novinho, todo forte, se batendo e gemendo baixinho pra ninguém ouvir.
Vítor riu também.
— Gemendo baixo nada, eu mordia o travesseiro. Ou colocava pornô no fone no volume máximo, tinha um HD escondido no armário com um monte de vídeo. Tudo aqui nesse quarto.
Pietro olhou pra ele, chocado e excitado.
— Cara… eu era punheteiro pra caralho nesse quarto.
Pietro engoliu em seco, voz saindo baixa.
— E agora?
Vítor se aproximou mais, boca perto da orelha dele.
— Agora eu não preciso mais bater sozinho, agora eu te como todo dia. Depois do almoço, à noite, de manhã… e quando eu tô com saudade, eu te peço pra bater pra mim, ou te faço gozar na minha mão. Mas se eu quiser lembrar dos velhos tempos… — Ele apertou a coxa com mais força.
— Eu te coloco de quatro e te fodo pensando em quantas vezes eu gozei nesse quarto imaginando exatamente isso.
Pietro riu baixo, envergonhado, mas excitado.
— Você é um safado.
Vítor beijou o pescoço dele devagar.
— E você gosta. — Ele se afastou um pouco, olhando nos olhos dele.
— Quantas punhetas você acha que eu bati nesse quarto antes de você virar meu vício?
Pietro pensou, calculando mentalmente.
— Uns… dois mil? Três mil?
Vítor riu alto.
— Perto, talvez cinco mil. E agora todas essas punhetas viraram foda de verdade, com você.
Pietro puxou ele pra deitar ao lado, corpos colados na cama.
— Então aproveita que o quarto ainda é o mesmo, me come agora. Pra compensar todas aquelas vezes que você gozou sozinho.
Vítor sorriu torto, já tirando a camiseta.

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Comentários (6)

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  • Semaj.: Está indo muito bem. Um romance que faz a imaginação viajar. Mas, Pietro é apenas um brother de foda?

    Responder↴ • uid:1deb1cdvccl6
  • Kaike: Quero um amigo desse, que delicia

    Responder↴ • uid:46kq0orsb0c
  • HellyxX: Cadê os contos de vitamina? Gente sumiu tudo?

    Responder↴ • uid:81rf7019zk
    • galindo: oq são contos de vitamina?

      • uid:dloyulqrj
    • junior: oq são contos de vitamina?

      • uid:dloyulqrj
  • Anônimo: Os contos estão maravilhosos

    Responder↴ • uid:2ql02r51z