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A tentação da mãe evangélica-03

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IA-ESCREVER

dessa vez a culpa foi minha e acabou entrando tudo

Era uma tarde de sexta-feira. Meu marido já tinha arrumado a mala para a viagem de fim de semana – um retiro espiritual em outra cidade com os irmãos da igreja. Ele sairia cedo no sábado de manhã e só voltaria no domingo à noite. A casa seria só minha... e de Pedro, mas que eu sabia que viria me ver. Meu coração acelerava só de pensar nisso. Desde a última conversa, desde aquelas fotos e promessas, o desejo tinha virado uma febre constante. Eu orava pedindo forças, mas acabava abrindo as fotos dele de novo, tocando-me baixinho no quarto, imaginando aquele pauzão descomunal abrindo caminhos proibidos no meu corpo.

Eu estava na sala, vestindo uma saia verde justa que eu usava raramente – ela abraçava meus quadris largos, marcava o bumbum grande e descia até o meio da coxa, soltinha o suficiente para ser confortável, mas apertada o bastante para realçar tudo. Por baixo... nada. Sem calcinha, como na vez da saia rosa. O tecido roçava direto na pele, me deixando arrepiada a cada movimento. Senti a umidade começar só de pensar em contar isso pra ele. Peguei o celular e comecei a digitar, o corpo já quente de ansiedade.

**Eu (15:32)**
Filho... tá ocupado agora? 😘❤️
Mãe tá aqui em casa, sozinha por enquanto.
Seu pai vai viajar amanhã cedo pro retiro em outra cidade. Fica fora até domingo à noite.
A gente... a gente podia tentar de verdade amanhã quando ele sair. 🙏😳

Enviei e esperei, mordendo o lábio. Imaginei ele lendo, o pau dele endurecendo só com a ideia de me ver sozinha. Meu Deus, como eu queria sentir aquilo de perto, sem roupa no meio.

**Pedro (15:35)**
Mãe!!! 😱❤️
Sério?? Pai vai viajar mesmo??
Claro que eu quero tentar!! Tô louco pra isso faz tempo, prometo ser carinhoso!!
Amanhã de manhã, assim que ele sair, eu corro pro seu quarto.
A gente pode se abraçar bem apertado... sentir o calor um do outro... até ficar mais avontade 😏💦
Mas só o que você quiser, tá? Eu respeito.

Meu corpo inteiro arrepiou. "Mais avontade". Eu sabia o que ele queria dizer. Aquela grossura descomunal encostando no meu bumbum, talvez tentando abrir o cuzinho virgem que tinha sarado tão bem. A culpa veio, mas o tesão era maior. Decidi surpreendê-lo. Fui pro quarto, me posicionei de costas pro espelho grande. Levantei a saia verde devagar, só até a metade da bunda – o suficiente pra mostrar as nádegas redondas, empinadas, a pele lisinha sem nenhuma calcinha no meio. O rego aparecendo de leve, o cuzinho rosadinho piscando involuntariamente com a excitação. Tirei várias fotos, escolhendo a melhor: iluminada pela luz da janela, a saia verde contrastando com a pele nua, tudo exposto mas não demais, só pra atiçar.

**Eu (15:39)**
Que bom filho... mãe tá ansiosa por amanhã também 😳🔥
Mas antes... mãe tá usando uma saia verde justa hoje.
Lembrei do que você falou sobre calcinha marcando...
Tive uma ideia e fiz uma surpresa pra você.
Olha aí... mas não salva hein!! 🙈❤️
[Foto anexada: saia verde levantada até a metade da bunda, mostrando as nádegas nuas, sem calcinha, bumbum empinado de leve, rego visível com o cuzinho rosadinho aparecendo]

Enviei e sentei na cama, as pernas tremendo. Meu coração batia na garganta. Imaginei ele abrindo a foto, vendo meu bumbum nu, intocado, pronto pra ele. A umidade escorria pela coxa agora, sem nada pra conter.

**Pedro (15:42)**
PORRA MÃE!!! 😱😈💦
Que isso??? Você tá sem calcinha de novo?? Nesse bumbum perfeito??
Olha isso... tá todo lisinho, empinado... o cuzinho ali no meio, rosadinho, piscando pra mim??
Você tá me matando aqui!! Tô duro na hora só de olhar 🔥🔥
Amanhã eu vou te abraçar de um jeito que você vai sentir tudo isso... meu pauzão pulsando contra esse bumbum nu.

Li e gemi baixinho, sozinha na sala. Minha mão desceu devagar por baixo da saia, tocando o clitóris inchado. Ele estava louco por mim. Meu filho desejava meu corpo de mãe de um jeito pecaminoso, mas irresistível.

**Eu (15:45)**
Filho... mãe tá tremendo toda aqui depois de mandar isso 😳❤️
Tô sem calcinha sim... o tecido da saia roçando direto na pele... tô molhada só de imaginar você amanhã.
Mas lembra: a gente vai devagar. Só abraço apertado, talvez uns beijinhos... nada de entrar em lugar nenhum. Mãe ainda tem medo.

**Pedro (15:48)**
Mãe... você me deixou louco de vez agora.
Olha o que sua foto fez comigo.
[Foto anexada: corpo inteiro no espelho, nu, segurando o pauzão ereto com uma mão, a cabeçorra inchada brilhando de pré-gozo, veias pulsando pelo comprimento absurdo, a grossura descomunal enchendo a mão dele, apontando pra câmera]

Abri e quase desmaiei. Ele inteiro, alto, musculoso, sem nada cobrindo. O pauzão na mão – comprido como meu antebraço, grosso como um punho fechado, veias grossas marcadas, a cabeça vermelha e brilhosa de pré-gozo, pingando de leve. Nunca vi algo tão imponente, tão assustador e delicioso ao mesmo tempo. Meu cuzinho piscou sozinho, imaginando aquela cabeçorra forçando as preguinhas.

**Pedro (15:49)**
Viu mãe?? Essa cabeçorra brilhosa vai abrir seu cuzinho amanhã... devagar, centímetro por centímetro... esticando essas preguinhas rosadinhas até você gemer "ai filho, tá abrindo tudo" 😈💦
Mas só se você quiser... eu prometo ir no seu ritmo.
Amanhã a gente planeja direitinho quando eu chegar aí.

Meu corpo inteiro pegou fogo. Toquei mais rápido, os dedos escorregando na umidade. Imaginei ele atrás de mim, aquela cabeçorra grossa encostando no cuzinho virgem, abrindo devagar, me rasgando de prazer e dor. "Só se eu quiser". Mas eu já queria. Queria muito.

**Eu (15:53)**
Meu Deus filho... que pauzão... a cabeçorra tá brilhando toda... grossa desse jeito 😱🔥❤️
Mãe tá olhando e não acredita que isso é por causa de mim.
Amanhã... quando você vier, a gente conversa sobre isso.
Talvez mãe deixe encostar... só encostar a cabeçorra no cuzinho, sem entrar.
Pra sentir o calor, o tamanho... ver se aguento imaginar mais.
Mas devagar, tá? Mãe tá nervosa, mas tá querendo te agradar muito 😳🙈

**Pedro (15:56)**
Isso mãe... amanhã eu encosto só a cabeçorra... bem devagar, no seu cuzinho nu, sentindo ele piscar contra mim.
Você vai amar... vai querer mais um pouquinho depois.
Tô contando as horas!! Te amo, minha gata safada ❤️😈

**Eu (15:58)**
Te amo também, meu menino do pauzão... amanhã a gente vê 😘💦
Agora mãe vai tentar se acalmar... tô toda molhada aqui.

Fechei o celular e me deitei no sofá, as pernas abertas de leve sob a saia verde. Toquei até gozar, imaginando aquela cabeçorra abrindo meu cuzinho virgem. A culpa veio depois, como sempre – orações sussurradas, lágrimas de vergonha. Mas amanhã... amanhã a casa seria só nossa. E eu sabia que, quando ele chegasse, as promessas de "só encostar" iam se desfazer como fumaça.

O sábado prometia mudar tudo de vez. E eu, a mãe evangélica, já estava pronta para pecar mais um pouco.

Era sábado de manhã cedo. Meu marido acordou antes do sol nascer, arrumou a mala com pressa, me deu um beijo na testa e saiu pro retiro espiritual em outra cidade. "Volto amanhã à noite, cuida de tudo aqui, amor. Deus te abençoe", ele disse, sem imaginar o que estava prestes a acontecer na casa que ele tanto prezava. Fiquei na cama, fingindo sono, mas meu coração já batia descompassado. A culpa me roía por dentro – eu era uma mãe evangélica, devota, que ia à igreja todo domingo, cantava louvores e orava pedindo perdão. Mas o desejo pelo meu filho, pelo corpo dele, pelo pauzão descomunal que eu não parava de imaginar, tinha tomado conta de tudo. Fechei os olhos e toquei de leve entre as pernas, sentindo a umidade que já escorria só de pensar nele chegando.

Eu tinha me arrumado pra ele. Vesti um baby doll rosa fininho, daqueles que eu nunca usaria na frente do marido – o tecido transparente abraçava meus seios grandes e caídos um pouco pela idade, marcando os mamilos que já estavam duros de ansiedade. Por baixo, a calcinha vermelha fio dental que ele tinha comprado pra mim, a mesma da primeira sessão de fotos. O fio entrava fundo entre as nádegas, roçando o cuzinho virgem que tinha sarado tão bem, me deixando arrepiada a cada movimento. Meu corpo de 45 anos – quadris largos, barriguinha macia de mãe, bumbum grande e empinado – nunca se sentiu tão exposto, tão pronto pra pecar.

Ouvi a porta do quarto que ainda estava escuro, só a luz fraca do abajur. Ele entrou sem bater, como se fosse dono do lugar. Meu Deus... Pedro estava só de cueca boxer preta, imoralmente justa, mas o pauzão dele já estava tão ereto que metade saía pela borda superior, livre e pulsando no ar. A cabeçorra inchada brilhava de pré-gozo, veias grossas marcadas pelo comprimento absurdo, a grossura descomunal enchendo o quarto com um cheiro forte de macho excitado. Ele era alto, musculoso, o peito definido da malhação, e aquele monstro entre as pernas apontando pro teto como uma arma proibida.

— Filho... — murmurei, sentando na cama, o baby doll subindo um pouco e expondo as coxas. Meu rosto queimou de vergonha e tesão. — Você veio assim? Meio nu? E se o pai ainda estivesse aqui?

Ele sorriu safado, se aproximando da cama, o pauzão balançando de leve com cada passo, metade ainda preso na cueca, mas a cabeçorra livre, pingando uma gotinha no chão.

— Pai já saiu, mãe. Eu vi o carro indo embora. Tô louco pra te ver... pra te tocar de verdade. — A voz dele era rouca, carregada de desejo. Ele se sentou na beira da cama, a mão descendo devagar pro pau, ajustando a cueca que mal continha.

Senti um pulsar forte entre as pernas. Meu cuzinho piscou involuntariamente, lembrando das promessas da noite anterior. Mas ali, no quarto que eu dividia com o marido, a culpa veio como uma onda gelada.

— Pedro... não aqui. No quarto da mãe não. É... é sagrado demais. O pai dorme aqui, a gente ora aqui. Vamos pra sala, filho. Lá é mais... neutro. Por favor.

Ele assentiu, olhos brilhando de tesão, mas respeitando. Levantou, o pauzão ainda meio de fora, e me puxou pela mão. Caminhamos pelo corredor escuro, meu baby doll roçando nos seios, a calcinha vermelha grudando na umidade que escorria. Na sala, fechei as cortinas pra bloquear a luz da manhã, deixando tudo num tom amarelado e íntimo. Nos sentamos no sofá, ele do meu lado, a cueca imoral ainda expondo metade do pauzão.

— Mãe... você tá linda nesse baby doll rosa. Parece uma bonequinha safada. — Ele murmurou, a mão subindo pela minha coxa, roçando de leve a saia do baby doll. Senti o calor dele, o cheiro de sabonete misturado com excitação.

— Filho... devagar — gemi baixinho, mas abri as pernas um pouquinho sem querer. Ele se inclinou, beijando meu pescoço devagar, a barba rala arranhando a pele. Seus dedos subiram mais, tocando a calcinha vermelha, sentindo a umidade. — Ai Pedro... isso é errado... mas mãe tá morrendo de tesão.

A conversa virou sussurros quentes. Ele contava o que queria fazer comigo – "imagina esse pauzão abrindo seu cuzinho virgem, mãe... devagar, esticando tudo até virar um cuzão guloso só pra mim" – enquanto eu gemia, apertando os seios por cima do baby doll. Meu corpo tremia, o cuzinho piscando forte, a buceta encharcando a calcinha. Ele tirou a cueca de vez, deixando o pauzão inteiro livre, pulsando na mão dele, mas ainda não tocava em mim de verdade. Ficamos assim por uns vinte minutos, se excitando com palavras, toques leves, beijos no pescoço e nas coxas. O pré-gozo dele pingava no sofá, o cheiro preenchendo a sala.

De repente, ele parou, olhos fixos no meu bumbum quando eu me mexi.

— Mãe... vai buscar o resto do KY que eu te dei? Aquele lubrificante. Tá no seu quarto, né? Quero preparar você direitinho... pro que vem depois.

Meu coração disparou. "Preparar". Eu sabia o que ele queria. Assenti, pernas bambas, e fui pro quarto rápido. Peguei o tubo de KY na gaveta da mesinha de cabeceira, o mesmo que usei pra curar a dor da última vez. Meu corpo inteiro formigava de expectativa. Voltei pra sala... e parei na porta, chocada.

Pedro estava completamente nu agora, de pé no meio da sala, o pauzão ereto apontando pro teto, brilhando todo de pré-gozo. O corpo dele inteiro à mostra – músculos definidos, coxas grossas, o pau descomunal dominando tudo, veias pulsando, a cabeçorra inchada como uma maçã vermelha. Ele sorria, safado, sem vergonha nenhuma.

— Filho... você tirou tudo? Meu Deus... — murmurei, aproximando, os olhos fixos naquele monstro.

— Sim mãe... agora passa um pouco do KY nesse pauzão todo. Pra ficar lisinho, pronto pra você. — Ele insistiu, voz rouca, pegando minha mão e guiando pro tubo. Apertei um pouco do gel fresco na palma, tremendo. Ele gemeu quando toquei – primeiro na base grossa, espalhando devagar, subindo pelas veias marcadas, contornando a coroa da cabeçorra. O pau pulsava na minha mão, quente, escorregadio agora, a grossura mal cabendo nos meus dedos. Passei em todo o comprimento absurdo, sentindo cada centímetro, imaginando aquilo abrindo meu cuzinho virgem. "Vai me rasgar todinha", pensei, mas o tesão era maior que o medo.

— Isso mãe... passa direitinho... olha como tá brilhando agora... pronto pra esticar seu cuzinho até virar cuzão. — Ele gemia, olhos semicerrados.

Depois de lubrificar tudo, ele se sentou no sofá, pauzão apontando pro alto, e pediu com voz baixa:

— Agora dança pra mim, mãe. Tira a roupa devagarinho... como uma stripper safada. Quero ver esse corpão todo nu.

Meu rosto queimou de vergonha. Dançar? Eu, uma mãe evangélica de 45 anos? Mas obedeci. Liguei uma música baixa no celular – um louvor lento, irônico demais pro momento –, e comecei a me mexer devagar na frente dele. Rebolei os quadris largos, levantei os braços, deixando o baby doll subir um pouco, mostrando as coxas. Tirei devagar, primeiro uma alça, depois a outra, revelando os seios grandes, mamilos duros apontando pra ele. O baby doll caiu no chão, ficando só de calcinha vermelha fio dental. Dancei mais, empinando o bumbum, abrindo as pernas de leve, sentindo o fio sumir entre as nádegas.

— Porra mãe... você tá usando a calcinha que eu te dei?? A vermelha fio dental?? — Ele se surpreendeu, olhos vidrados, mão no pau lubrificado, masturbando devagar. — Tá perfeita... marcando tudo... olha esse bumbum engolindo o fio... e a bucetinha ali na frente, molhadinha...

Continuei dançando, tirando a calcinha devagar – primeiro baixando pelas coxas, depois chutando pro lado. Fiquei nua, dançando pra ele, rebolando o bumbum grande, abrindo as pernas pra mostrar o cuzinho rosadinho, piscando de tesão. Ele só olhava, elogiando, preparando o terreno com palavras sujas: "Esse cuzinho virgem vai virar cuzão, mãe... esticado pro pauzão do filho... você vai amar cada centímetro abrindo você". Tocamos um no outro – eu no pau dele, ele nos meus seios, na buceta, no cuzinho, passando mais KY ali, massageando as preguinhas devagar, preparando sem entrar. Meu corpo tremia, o cuzinho relaxando aos poucos com o gel fresco, latejando de desejo. Ele me virou de costas, me fez empinar no sofá, massageando o anel virgem com os dedos lubrificados, abrindo de leve, testando, me deixando louca de tesão sem penetrar de verdade.

No final, ele me posicionou de quatro no sofá, bumbum empinado alto, pernas abertas. Passou mais KY no pauzão e no meu cuzinho, massageando as preguinhas até elas relaxarem, piscando ansiosas. Encostou a cabeçorra grossa, inchada e brilhosa de lubrificante, bem na entrada – o calor dela queimando na pele sensível, pressionando de leve, sem forçar. Meu cuzinho piscou contra ela, como se estivesse dando beijinhos tímidos na cabeçorra descomunal, abrindo e fechando as preguinhas rosadinhas, sentindo o contorno da coroa, o pré-gozo misturando com o KY. "Ai filho... tá encostando... tá quente... meu cuzinho tá beijando sua cabeçorra... vai abrir tudo em breve", gemi, empinando mais, o corpo inteiro tremendo de tesão e medo. Ele gemeu rouco, pulsando contra mim, preparando o terreno pro que viria o cuzinho virgem finalmente viraria cuzão, esticado e guloso pro pauzão do meu próprio filho.
ainda estava cedo, a luz da manhã filtrando pelas cortinas fechadas da sala. Meu corpo inteiro tremia de quatro no sofá, bumbum empinado alto, pernas abertas, nua e exposta como nunca na vida. O KY escorria pelo meu cuzinho virgem, misturado com o pré-gozo dele, e a cabeçorra grossa do pauzão do meu filho pressionava devagar contra as preguinhas rosadinhas, piscando como se estivessem dando beijinhos tímidos naquela imensidão quente e inchada. Meu coração batia na garganta, uma mistura de pânico, culpa e um tesão avassalador que me fazia querer empinar mais, mesmo sabendo que isso era o maior pecado da minha vida. Eu, uma mãe evangélica de 45 anos, devota, que orava todo dia pedindo forças contra a tentação... e agora aqui, pronta pra deixar meu próprio filho me abrir onde ninguém nunca tocou.

— Mãe... tá sentindo a cabeçorra encostando direitinho? Olha como seu cuzinho tá piscando pra ela... como se quisesse beijar mais forte — Pedro murmurou rouco atrás de mim, as mãos fortes nos meus quadris largos, me segurando no lugar. O calor da cabeçorra queimava na entrada, pressionando de leve, testando as preguinhas que se contraíam involuntariamente. Cada pulsar dele enviava um choque pelo meu corpo, fazendo a buceta escorrer mais, pingando no sofá.

— Ai filho... tá quente... tá grosso demais... — gemi baixinho, voz embargada de vergonha e desejo. Lágrimas quentes escorriam pelo meu rosto, misturadas com suor. A culpa me sufocava: pensei no meu marido no retiro, orando com os irmãos da igreja, enquanto eu aqui, traindo não só ele, mas Deus. "Senhor, perdoa... isso é abominação... incesto, sodomia... mas por que meu corpo quer tanto?" Meu cuzinho piscou de novo contra a cabeçorra, como um beijo molhado, abrindo e fechando as dobrinhas sensíveis, sentindo o contorno da coroa inchada. Era como se meu corpo traísse minha fé, implorando por mais.

Pedro riu baixo, safado, inclinando o corpo sobre o meu, o peito musculoso colando nas minhas costas, o pauzão pulsando forte na entrada.

— Isso mãe... beija com o cuzinho... sente o tamanho... você nasceu pra isso, hein? Pra ser uma puta evangélica safada... de dia na igreja cantando louvor, de noite abrindo o cuzinho pro filho. Olha como tá piscando... implorando pra eu entrar. Você é perfeita pra ser minha putinha devota, mãe. Ora pedindo perdão e goza pensando no pauzão do seu menino.

As palavras dele me acertaram como um tapa – dor e prazer ao mesmo tempo. "Puta evangélica". Meu Deus, era verdade? Eu me odiava por gostar de ouvir isso, por sentir um pulsar mais forte no clitóris só com a ideia. Chorei mais, soluçando baixinho, mas empinei o bumbum um pouquinho mais, o cuzinho beijando a cabeçorra com mais força, as preguinhas se abrindo de leve com a pressão.

— Pedro... não fala assim... mãe é devota... isso é pecado... ai... mas tá tão quente... tá pressionando... filho, devagar... mãe tem medo... — supliquei, voz tremendo, as mãos apertando o encosto do sofá. Meu corpo inteiro formigava, o tesão lutando contra a dor emocional que me rasgava por dentro. Imaginei as irmãs da igreja me julgando, o pastor pregando contra a fornicação... mas o pauzão dele ali, grosso como um punho, me fazia querer esquecer tudo.

Ele apertou meus quadris mais forte, girando de leve a cabeçorra contra a entrada, espalhando mais KY, relaxando as preguinhas aos pouquinhos.

— Shhh, mãe... relaxa... você nasceu pra ser puta evangélica sim... olha como seu cuzinho tá abrindo devagar... piscando como se estivesse orando pra eu entrar. Você vai amar... vai gemer "ai filho, me rasga, me transforma em cuzão"... mas devagar, prometo. Só a cabeçorra primeiro.

Senti a pressão aumentar. A cabeçorra grossa forçando as preguinhas, esticando o anel virgem centímetro por centímetro. Doeu – uma queimação forte, como se estivesse me rasgando ao meio. Gritei baixinho, lágrimas escorrendo mais rápido, o corpo se contraindo todo.

— Ai filho... dói... tá grosso demais... para um pouquinho... mãe não aguenta... — implorei, mas ao mesmo tempo meu cuzinho piscava, tentando sugar a cabeçorra pra dentro, traidor. A emoção me sufocava: culpa por trair minha fé, medo de me machucar de novo como da outra vez, mas um prazer proibido crescendo no fundo, fazendo a buceta latejar vazia.

— Calma mãe... respira... você aguenta sim... olha, já tá entrando a coroa... sente as preguinhas abrindo... você é minha puta evangélica perfeita... vai virar cuzão guloso pra mim. — Ele gemeu, voz rouca de tesão, empurrando devagar, só a cabeçorra inteira entrando agora, esticando tudo ao limite. A dor era lancinante, mas misturada com um calor que subia pela espinha, me fazendo arquear as costas. Chorei alto, soluçando, o conflito interno me destruindo: "Deus, por que isso é tão bom? Por que eu quero mais?"

A cabeçorra popped pra dentro, o anel se fechando ao redor da coroa, segurando forte. Ele parou ali, pulsando dentro de mim, só a cabeçorra esticando o cuzinho virgem.

— Porra mãe... olha isso... a cabeçorra tá toda dentro... seu cuzinho tá apertando como louco... piscando ao redor dela. Você tá sentindo? Tá doendo gostoso agora, né? — Ele perguntou, uma mão descendo pra massagear meu clitóris devagar, aliviando a dor com prazer.

— Ai Pedro... tá esticando tudo... dói tanto... mas... mas tá bom... filho, me perdoa... mãe tá virando puta mesmo... — confessei entre soluços, empinando mais, sentindo as preguinhas se acostumando aos poucos à grossura absurda. O tesão vencia a dor, me fazendo rebolar de leve, o cuzinho beijando e apertando a cabeçorra como se quisesse mais.

Ele começou a mexer devagar, empurrando mais um pouquinho, entrando até a metade do pauzão – uns 15 centímetros de grossura descomunal abrindo meu cuzinho, esticando as paredes virgens, me fazendo sentir cheia como nunca. Doía, queimava, mas o prazer vinha em ondas, me fazendo gemer alto, lágrimas misturadas com suor pingando no sofá.

— Isso mãe... sente metade do pauzão abrindo você... devagar... pra frente e pra trás... você nasceu pra isso... pra ser puta evangélica do filho... vai à igreja amanhã com o cuzinho dolorido, lembrando de mim. — Ele metia ritmado, só até a metade, sem ir mais fundo, o pau pulsando dentro de mim, veias grossas roçando as paredes esticadas. Cada estocada era uma batalha interna: dor física me fazendo chorar, emoção de culpa me sufocando, mas o tesão me fazendo implorar "mais um pouquinho, filho... devagar... ai que grosso".

— Filho... tá me rasgando... mas não para... mãe quer sentir... ai Deus... perdoa... tô gozando só com metade... — gemi, o corpo convulsionando, o cuzinho apertando forte ao redor da metade dele, leiteando o pau com contrações. Ele metia sem parar, devagar mas firme, gemendo rouco, mas sem gozar – controlando tudo, prolongando a tortura deliciosa.

Ficamos assim por longos minutos, ele metendo só até a metade, abrindo e fechando meu cuzinho virgem, transformando a dor em prazer aos poucos, as preguinhas se acostumando à grossura, piscando e apertando como se estivessem orando por mais. A emoção me consumia: chorei o tempo todo, pedindo perdão em sussurros, mas gemendo alto de tesão, o conflito me deixando exausta e viciada.
A manhã avançando devagar na sala semi-escura, meu corpo de quatro no sofá, o cuzinho virgem esticado ao limite com metade do pauzão descomunal do meu filho pulsando dentro de mim. A dor ainda queimava, misturada com um prazer proibido que me fazia chorar e gemer ao mesmo tempo, as lágrimas escorrendo pelo rosto enquanto eu lutava contra a culpa que me consumia. "Meu Deus, por que isso é tão bom? Por que meu corpo trai minha fé assim?", pensava, soluçando, enquanto o anel apertado piscava ao redor da grossura absurda, veias grossas roçando as paredes internas, me deixando tonta de tesão e vergonha. Pedro metia devagar, ritmado, só até a metade, cada estocada uma batalha emocional – dor lancinante me fazendo implorar pra parar, mas o desejo me forçando a empinar mais, pedindo "devagar, filho... ai que grosso... me rasga gostoso".

— Mãe... porra, seu cuzinho tá apertando tanto... piscando como louco ao redor da metade... você aguenta mais, né? Sente como tá abrindo devagar... você nasceu pra isso, pra ser uma puta evangélica safada... de joelhos na igreja orando, e em casa abrindo o cuzinho pro pauzão do filho. — Ele gemeu rouco, as mãos nos meus quadris, apertando a carne macia do bumbum grande, me puxando contra si. As palavras me acertaram fundo, mais lágrimas rolando – puta evangélica? Eu, que cantava louvores todo domingo, que orava pedindo perdão pelas fotos e abraços... mas aqui, gemendo como uma devassa, o cuzinho virgem se acostumando à invasão, latejando de prazer.

— Ai Pedro... não fala assim... dói tanto... tá esticando tudo... mãe é devota... isso é pecado... mas... mas não para... ai filho, me perdoa... tô sentindo cada veia... grosso demais... — supliquei entre soluços, o corpo tremendo, a buceta vazia latejando forte, escorrendo pela coxa. A dificuldade era imensa: cada centímetro da metade dele me rasgava por dentro, a queimação forte me fazendo gritar baixinho, mas o tesão vencia, me fazendo rebolar de leve, o cuzinho apertando e relaxando, como se estivesse implorando por mais. Chorei mais alto, o conflito me destruindo – culpa por trair meu marido, minha fé, mas um fogo no ventre que me fazia querer ser exatamente o que ele dizia: uma puta evangélica pro meu menino.

Ele parou de meter por um segundo, ainda enterrado até a metade, o pau pulsando quente dentro de mim, e sussurrou no meu ouvido, a respiração pesada no pescoço.

— Mãe... vamos mudar... quero você sentada por cima. Assim você controla o ritmo... sente o pauzão abrindo você no seu tempo. Você nasceu pra quicar no pau do filho, hein? Puta evangélica perfeita... vem, senta devagar, sem desengatar.

Meu coração disparou. Mudar de posição sem desengatar? Meu cuzinho piscou forte ao redor da metade dele, como se concordasse. Com as pernas bambas, me apoiei no sofá, ele me ajudando a virar devagar – o pau ainda dentro, esticando as paredes enquanto girávamos, a dor voltando aguda por um momento, me fazendo gemer alto. "Ai filho... tá torcendo tudo... dói... mas tá bom...". Ele se sentou no sofá, o pauzão ereto apontando pro teto, metade ainda no meu cuzinho. Eu me posicionei por cima, de costas pra ele, as coxas trêmulas abrindo ao redor dos quadris dele, o bumbum grande pairando sobre o resto do pau que ainda não tinha entrado.

— Isso mãe... senta devagar... sente a metade já dentro... agora quica um pouquinho... você aguenta... olha como seu cuzinho tá piscando, pedindo mais. Você é minha puta evangélica... vai quicar até ficar arrombadinha.

Chorei baixinho, mordendo o lábio, e comecei a quicar devagar – subindo e descendo só até na metade, o pau grosso roçando as paredes esticadas, a dor misturando com um prazer que subia pela espinha. Cada quicada era uma luta: doía, queimava, me fazia soluçar "ai filho... tá rasgando... devagar...", mas o tesão crescia, me fazendo acelerar um pouquinho, o cuzinho relaxando aos poucos, piscando e apertando como se quisesse engolir mais. Ele gemia embaixo, mãos nos meus seios grandes, apertando os mamilos duros, sussurrando "isso mãe... quica mais... você nasceu pra isso... minha puta evang quicando no pauzão do filho".

O prazer veio como uma onda – senti o gozo se aproximando, o clitóris latejando, a buceta vazia contraindo. Sem perceber, acelerei as quicadas, subindo mais alto e descendo mais forte, o cuzinho escorregadio de KY e pré-gozo abrindo mais fácil. "Ai Pedro... tô sentindo... vou gozar... ai filho...", gemi, perdendo o controle, o corpo tremendo de emoção – culpa, desejo, dor tudo misturado em lágrimas quentes. Numa quicada mais forte, sem querer, desci de uma vez, engolindo o pauzão todo com o cuzinho – o comprimento absurdo inteiro entrando, esticando as paredes virgens ao limite, o anel se fechando na base grossa, as bolas dele batendo no meu bumbum.

— Porra mãe!!! Engoliu tudo!!! Seu cuzinho virou cuzão de vez!!! — Ele gritou rouco, surpreso e excitado.

Gritei alto, o corpo convulsionando – a dor explodiu, me rasgando inteira, mas o prazer veio mais forte, o gozo me acertando como um raio, o cuzinho apertando forte ao redor do pau inteiro, acalentando ele com contrações violentas. "Ai filho... engoli tudo... tá todo dentro... ai que dor... ai que bom... tô gozando... perdoa mãe...", solucei, quicando descontrolada agora, o bumbum batendo nas coxas dele, o pauzão pulsando fundo dentro de mim.

Nesse momento, senti o pauzão inchar mais, veias grossas pulsando contra as paredes esticadas, e ele gozou forte – jatos quentes e grossos de porra filial enchendo meu cuzinho, me preenchendo por completo. "Porra mãe... tô enchendo você... toma a porra do filho... puta evangélica gulosa...", ele gemeu, mãos apertando meus quadris, o pau latejando dentro, cada pulsar enviando mais sêmen quente, me deixando inchada.

Fiquei ali, sentada por cima, o pau inteiro ainda dentro, tremendo e chorando de emoção – o gozo misturado com a culpa me sufocando, mas o prazer me deixando viciada. Meu cuzinho, agora cuzão esticado e cheio de porra, piscava fraco ao redor dele, como se estivesse beijando o pau que o tinha transformado. "Filho... mãe gozou com tudo dentro... perdoa... mas foi tão bom...", sussurrei, caindo exausta sobre ele, o corpo mole, a mente um turbilhão de pecado e desejo.
Nesse momento ele disse pega essa toalha ai no braço do sofá.
pensei que toalha, mas quando olho ele tinha preparado a toalha lá. então percebi que ele tinha feito uma armadilha pra me deflorar por completo. quando entreguei a toalha ele posicionou por baixo quase que aparando meu bumbum. e pediu para eu levantar. quando levantei. senti que meu cizao não fechava então ecorreu um rio de porra filial misturada com um pouquinho de coisa marronzinha e um filetinho vermelho. meu cu ardia como brasa viva. assim eu sai mancando para o banheiro. a agua encostava e ardia como se estivesse queimando. mas eu estava satisfeita como quem nunca mais ia ter dificuldade para evacuar

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Comentários (5)

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  • Marcelo: 50 50 boa tarde casadinhas

    Responder↴ • uid:1cur7kgdb7tl
  • Marcelo: Boa tarde T diothap

    Responder↴ • uid:1cur7kgdb7tl
  • Eu: Continue, não demore pra postar o próximo capítulo. Está excelente

    Responder↴ • uid:wc4jmr41
  • Maryninfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Maryrsk

    Responder↴ • uid:7btejnnthj
  • cicinho: Cada capitulo está ficando melhor. gozei muito

    Responder↴ • uid:cyvs5kfzl