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Meu companheiro de quarto Vitor - Parte 2

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angel_157k

comentem para eu saber se estão gostando.

Eles estavam vendo um filme no quarto 417, era tipo 21:47. A luz do abajur tava bem fraquinha, só pra dar pra ver a tela do notebook que tava ali, no meio das camas. Pietro escolheu um filme francês meio parado, cheio de silêncio, com a câmera bem perto dos rostos e uma música que mal dava pra ouvir. Ele curte essas coisas. Vitor que geralmente gosto de filme de ação ou de luta, aceitou numa boa.
Vitor falou pra ele: “Se for chato, eu durmo no seu ombro e você me acorda no final”.
Eles estavam deitados na cama do Pietro, que é maior. Ele tava encostado na cabeceira, com as pernas esticadas e o notebook no colo.
Vitor de lado, com a cabeça no ombro dele e o braço em volta da cintura dele, como se fosse super normal. Vitor tava sem camisa, só com uma calça de moletom cinza meio larga, tava cheirando a sabonete, suor da academia e aquele perfume de madeira que ele usa só pra ver filme.
Já tinha passado metade do filme quando Vitor começou a ficar agitado. Primeiro, seu pé começou a bater de leve na perna dele. Depois seu braço apertou a cintura dele um pouco mais forte, sentiu o peito dele subindo e descendo mais rápido.
— Tudo bem? — Pietro perguntou baixo, sem tirar os olhos do filme.
Vitor demorou pra responder, a voz saiu meio grossa.
— Tô com tesão
Pietro virou o rosto pra ele, Vitor tava olhando pra ele, não pro filme. Aqueles olhos castanhos que parecem analisar tudo em segundos tavam fixos na boca dele.
— Sério? — ele riu meio nervoso. — Com esse filme? Nem teve beijo ainda.
— Não é o filme. — Deslizou a mão devagar pela barriga dele, por baixo da camiseta
— É você aqui do meu lado, cheirando a shampoo de morango. Com essa camiseta folgada que deixa seu ombro aparecendo e eu sentindo você respirando toda vez que você dá risada.
Vitor sentiu o rosto dele esquentar, ele tentou manter a calma.
— Acho que você precisa ir pra academia hoje, né? Tá cheio de testosterona.
Vitor não riu, pegou a mão dele e levou até a frente da calça. Dava pra ver bem o volume, duro, apertando o tecido.
— Eu preciso de você — murmurou — Me ajuda aqui, por favor.
Pietro travou, a mão dele ainda tava ali, sentindo o calor por cima da calça. O coração dele disparou.
— Eu sei. — Apertou a mão dele de leve contra o seu pau
— Mas eu tô louco e você tá aqui. E eu confio em você, Só… me ajuda. Não precisa ser nada demais.
Pietro engoliu seco, olhou pro rosto dele: o bigodinho bem feito, a barba por fazer, o pescoço forte. O peito subindo e descendo rápido. A barriga… caramba, a barriga, gominhos definidos.
— Tá bom — ele sussurrou, com a voz tremendo um pouco — Mas… com calma, eu nunca fiz isso pra ninguém.
Vitor um sorriso de canto, mostrando os dentes.
— Eu te ajudo
Levantou o quadril só pra abaixar a calça e a cueca até o meio da coxa. Seu pau saltou pra fora, pesado, duro, com as veias aparecendo. Meio moreno, com a ponta rosada brilhando.
Pietro arregalou os olhos.
— Caramba…
— Que foi? — Vitor riu baixo, orgulhoso.
— Isso é… grande pra caramba — Ele esticou a mão meio hesitante e tocou de leve na base. Mal conseguia fechar a mão em volta
— Acho que não vou conseguir pegar tudo.
— Consegue sim. — Vitor pegou a mão dele de novo, guiando ela devagar pra cima e pra baixo.
— Assim, com calma no começo, aperta um pouco mais na ponta.
Pietro fez o que ele falou, sentindo o pau pulsando na mão dele. Era quente, grosso, a pele macia deslizando fácil, ele tava olhando fixo, fascinado e meio assustado.
— Como você aguenta isso na calça todo dia? — ele murmurou.
Vitor riu baixinho, jogando a cabeça pra trás.
— É difícil, ainda mais quando você fica andando de shortinho por aí.
Pietro acelerou um pouco, ficando mais confiante, a outra mão foi pro meu peito, apertando, sentindo o mamilo endurecer.
— Você é ridículo — ele disse, mas a voz saiu baixa, excitada.
— E você tá gostando. — Vitor abriu os olhos, olhando pra ele.
Os olhos dele tavam entreabertos, os lábios um pouco abertos, respirando fundo.
— Assim? — ele perguntou, apertando mais forte na ponta, girando o dedo.
— Isso… — Vitor gemeu baixo, empurrando o quadril de leve na mão dele.
— Mais rápido agora, não para.
Vitor começou a gemer mais alto, sem se importar, apertando a coxa dele com a mão.
— Tô quase… caramba, Pietro… não para…
Vitor gozou forte, jatos quentes espirraram na barriga, no braço dele, até pingar no lençol. Gemeu alto, jogando a cabeça pra trás.
— Puta que pariu… — murmurei quando terminei, sem ar.
Pietro ficou parado, com a mão ainda segurando o pau de Vitor amolecendo devagar, olhando a bagunça na barriga.
Vitor abriu os olhos devagar, vendo a cara dele e ri baixo.
— Tá assustado ainda?
— Um pouco — ele admitiu, com a voz fraca. — Mas… gostei.
Vitor Puxou ele pra perto, envolvendo ele com o braço.
— Mas fica aqui, não sai da cama.
Ele encostou a cabeça no peito de Vitor, ouvindo seu coração ainda batendo rápido.
— Você não tava conseguindo parar de gemer — murmurou, rindo baixo.
— Culpa sua. — Beijando a cabeça dele. — Mãozinha delicada… mas sabe o que faz.
Vitor pegou o celular, desligou o notebook e jogou o lençol por cima deles
— Amanhã a gente limpa isso — falou, já com sono.
— Amanhã você me deve um filme inteiro sem ninguém interromper — Pietro. respondeu, já se aconchegando mais.
— Fechado, mas só se você prometer me ajudar de novo depois.
— Talvez - Pietro riu no meu peito.

A sala de aula de História tava cheia, normal nas segundas. As luzes estavam fracas, e o projetor mostrava um filme antigo em preto e branco que quase não prendia a atenção de Pietro. Ele tinha chegado cedo para pegar um lugar no fundo, perto da janela, tentando esquecer a noite anterior, a mão dele ainda formigava, e o cheiro de Vítor não saía da pele, mesmo depois do banho.
Ele rabiscava no caderno, como se estivesse anotando algo, mas só fazia círculos sem sentido.
De repente, a cadeira do lado fez um barulho, Pietro nem precisou olhar pra saber quem era. O cheiro já dizia tudo, Vítor se jogou na cadeira, esticando as pernas e invadindo o espaço de Pietro sem pedir licença.
Ele era enorme ali alto, moreno, com uma camiseta preta que marcava o peito e braços fortes cruzados. O bigode dele era estiloso e bem cuidado, e os olhos castanhos dele pareciam analisar tudo em segundos, agora fixos em Pietro com uma faísca maliciosa.
— Cheguei muito atrasado? — Vítor falou baixo, pra não chamar a atenção do professor
Pietro concordou rápido, sem olhar pra ele.
— Uns 15 minutos, mas você não perdeu nada.
Ele se aproximou, encostando o ombro no de Pietro, ele sentiu o rosto esquentar só de lembrar daquilo.
— Sabe o que eu fiquei pensando enquanto corria pra cá? — Vítor sussurrou, perto do ouvido de Pietro
— No quê - Pietro engoliu seco, tentando prestar atenção na tela.
— Em você. — Vítor fez uma pausa, falando mais baixo — Em como sua mão era boa ontem. Mas agora… eu quero mais, quero você agora mesmo.
Pietro travou, os olhos dele se arregalaram, e ele virou o rosto devagar pra encarar Vítor. Ele tava sorrindo de lado, com os olhos quase fechados, como se estivesse esperando por aquela reação.
— Aqui? — Pietro perguntou baixinho, com a voz tremendo
— Você tá maluco?
Vítor riu baixinho, sem fazer barulho, só o peito dele tremendo
— Aqui, no banheiro, no carro… tanto faz. Só de sentar do seu lado eu já fico excitado. Olha pra mim, Pietro, olha o que você faz comigo.
Ele pegou a mão de Pietro por baixo da mesa, sem que ninguém visse, e colocou no pau dele. Já estava quase totalmente excitado, apertando a calça jeans. Pietro puxou a mão rápido, com o coração acelerado, olhando em volta pra ver se alguém tinha visto.
— Para com isso — Pietro falou baixo, com o rosto pegando fogo. — A gente tá na aula.
— E daí? — Vítor se aproximou mais, quase encostando a boca no ouvido dele.
— Imagina a gente indo pro banheiro agora. Trancando a porta, te encostando na parede, tirando sua calça bem devagar… você tremendo todo, como sempre. Eu ia te tocar com os dedos primeiro, porque eu sei que você é bem apertado. Ia lamber seu pescoço enquanto coloco um dedo, depois dois… te deixando molhado, gemendo baixinho pra ninguém ouvir.
Pietro sentiu o rosto queimar, ele cruzou as pernas, tentando não pensar no próprio corpo, que também já estava excitado. Virou o rosto para o outro lado, fingindo que prestava atenção no professor, mas Vítor não parou.
— Você é virgem, né? — Vítor perguntou, como se já soubesse.
— Sou! Nunca… com ninguém.
Vítor gemeu baixo no ouvido dele, um som que fez Pietro se arrepiar todo.
— Caramba, isso me deixa ainda mais louco. Imagina eu sendo o primeiro, te abrindo devagar, te enchendo com meu corpo até você não aguentar mais. Você ia reclamar no começo, né? Dizendo: “Vítor, é grande demais, vai devagar”. Mas eu ia com calma, prometo, ia te beijar enquanto entro, pra você se acostumar. Depois ia acelerar, metendo forte, minha mão tapando sua boca pra você não gritar.
Pietro tava vermelho igual a um tomate, ele sentia o calor subindo pelo pescoço, pelas orelhas. Tentou se afastar um pouco na cadeira, mas Vítor passou o braço por trás dele, fingindo que estava alongando, e apertou o ombro dele com força.
— Para… por favor — Pietro sussurrou, com a voz fraca
— Todo mundo vai ver que eu tô… assim.
— Assim como? Excitado? Vermelho? — Vítor riu baixinho
— Eu gosto de te ver assim. Tímido, com vergonha, mas querendo, aposto que você já está excitado. Deixa eu ver?
— Não! Vítor, sério. Eu nunca fiz nada disso. Nem sei se… se eu vou gostar.
Vítor ficou um pouco mais calmo, mas continuava com aquela faísca safada nos olhos.
— Você vai gostar, sim, eu te preparo direitinho. Imagina a gente em casa, no quarto, eu te deitando na cama, te tocando todo, depois, abrindo suas pernas, colocando a língua. E eu ia, com calma no começo, te mostrando cada parte.
Pietro colocou as mãos no rosto, tentando esconder a vergonha. A sala parecia mais quente, e o ar condicionado não tava dando conta. Ele sentia o corpo latejando, e as palavras de Vítor ficavam na cabeça dele como um filme particular.
— Você é um safado — Pietro falou baixinho, sem tirar as mãos do rosto. — Como você fala essas coisas aqui?
Vítor apertou o ombro dele de novo, passando a mão na nuca dele.
— Porque eu não aguento mais esperar, ontem foi só o começo. Hoje eu quero você de verdade, te deixar marcado, dolorido, mas satisfeito. Imagina você tendo prazer em mim, apertando, me fazendo ter prazer também. Depois eu te limpo, te abraço forte e te protejo enquanto você dorme no meu peito.
Pietro abaixou as mãos devagar, olhando pra Vítor. O rosto dele ainda tava vermelho, mas agora também dava pra ver desejo e medo.
— E se eu não quiser agora? Se eu quiser ir com calma?
Vítor sorriu, dessa vez mais calmo, mas ainda com um olhar safado.
— Aí a gente vai com calma mas não mente pra mim, Pietro. Eu tô vendo nos seus olhos, você quer tanto quanto eu.
O professor anunciou uma pausa de 10 minutos. A turma começou a se levantar e conversar, Pietro se levantou rápido, pegando a mochila pra esconder o corpo.
— Preciso ir no banheiro — ele disse rápido.
Vítor se levantou também.
— Eu vou com você. Pra… ajudar.
Pietro olhou pra ele, com os olhos arregalados e o rosto ainda vermelho.
— Você não vale nada.
— Mas você gosta.
Eles saíram juntos, com Vítor guiando Pietro com a mão nas costas dele.

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Comentários (3)

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  • Sem nome: Uma dica pra melhorar sua escrita, faz com algum ponto de vista, o ponto de vista dos dois assim solto como se fosse uma terceira pessoa contando não fica tão legal

    Responder↴ • uid:1ck950q8270i
  • Semaj: Está perfeito, rápido no começo para o final do conto anterior. Mas foi rápido e excitante.

    Responder↴ • uid:1d492ij1qzk5
  • oier: gente tô amando

    Responder↴ • uid:2ql0b6ueq