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Trocando nudes com o papai 2 - Aprendendo a trepar

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Grok_o_perv

Depois de trocar nudes com meu pai, ele disse que ia me ensinar tudo que meu primo não tinha me ensinado.

Parte 1 - /2026/01/conto-125023

Depois daquele gozo forte, com a porra dele ainda quente escorrendo pelo peito peludo e pingando na barriga definida, e a minha misturada com o suor na minha barriga e nos lençóis amassados, a gente ficou ali deitados, ofegantes, corpos colados de lado. O quarto cheirava forte a sexo: suor masculino, porra fresca, lençol velho e um resto de colônia que ele usava. O ventilador zumbia no teto, mas não refrescava nada — só mexia o ar pesado.

Ele virou o rosto pra mim, barba roçando minha bochecha, olhos ainda vidrados de tesão, mas agora com algo mais profundo, quase culpado.

— Filho... — começou, voz rouca, baixa, como se tivesse medo de falar alto. — Tem uma coisa que eu nunca contei pra ninguém. Nem pra você nas mensagens, nem nos vídeos. Mas agora... agora que a gente tá aqui, pele na pele, eu preciso falar.

Eu me apoiei no cotovelo, olhando pra ele. Meu pau mole descansava na coxa, ainda sensível, mas já sentindo o sangue voltar só de ver a cara dele assim, vulnerável.

— Fala, pai. Pode falar tudo.

Ele respirou fundo, passou a mão no peito, espalhando a porra como se fosse loção, e soltou:

— Desde o dia que você nasceu... desde que eu te segurei no colo pela primeira vez, pequeno, quente, cheirando a bebê... eu já fantasiava com isso. Não era tesão de adulto ainda, era outra coisa. Era um desejo de te proteger, de te guiar em tudo, de ser o primeiro em cada descoberta sua. Mas conforme você foi crescendo... quando você virou adolescente, começou a ficar forte, a voz engrossar, o corpo mudar... aí sim virou tesão de verdade. Eu me odiava por isso. Batia punheta pensando em você dormindo no quarto ao lado, imaginando como seria te ensinar a se tocar, te ver gozar pela primeira vez na minha mão. Imaginava você deitado do meu lado, eu guiando sua mãozinha, te fazendo gozar seco, te limpando depois, te dizendo que era normal, que pai e filho podiam compartilhar isso. Eu chorava depois de gozar, de vergonha. Mas nunca parava de fantasiar. Anos e anos. Toda vez que você vinha passar fim de semana aqui, eu me masturbava no banheiro pensando em você no quarto do lado. E agora... agora você tá aqui, adulto, pau duro igual ao meu, querendo a mesma coisa. Eu não acredito que isso tá acontecendo de verdade.

Meu corpo inteiro arrepiou. O pau, que tava mole, inchou na hora, latejando contra a coxa dele. Aquela confissão era pesada, proibida, mas ao mesmo tempo libertadora. Ele tinha carregado aquilo sozinho por décadas.

— Caralho, pai... — murmurei, voz tremendo. — Eu... eu também fantasiava com caras mais velhos. Mas nunca imaginei que era você. Agora que sei... porra, isso me deixa louco.

Ele sorriu torto, aliviado, e me puxou pra cima dele. Peito peludo colado no meu, pau dele já duro de novo roçando na minha barriga melada.

— Então vamos fazer tudo que eu sonhei. Sem nada no meio. Sem tela, sem distância... e sem camisinha. Quero sentir você cru. Quero gozar dentro de você, e quero você gozando dentro de mim. Quero marcar você com meu leitinho, como eu sempre imaginei.

Eu assenti, coração disparado. Ele rolou pra pegar o lubrificante na mesinha — o frasco grosso, transparente —, mas deixou os preservativos lá. Nem tocou neles.

Começamos comigo de costas de novo. Ele abriu minhas pernas com as mãos grandes, beijou a parte interna das coxas, lambeu os huevos devagar, chupou um de cada vez. Depois desceu a língua pro meu cu, circulando devagar, abrindo caminho com cuspe quente misturado ao lubrificante que pingou direto. Dois dedos primeiro, abrindo devagar, esfregando a próstata em círculos até eu gemer alto, quadril subindo sozinho.

— Relaxa, filho... deixa o pai entrar cru. Vai ser melhor assim.

Ele se posicionou, pau grosso, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo e lubrificante. Encostou no meu cu, pressionou devagar. A cabeça passou, queimando gostoso no começo, esticando. Ele gemeu rouco:

— Puta merda... quente... apertado... filho...

Entrou centímetro por centímetro, sem pressa, até a base colar na minha bunda. Ficamos parados uns segundos, só sentindo. Pele na pele, sem barreira. O calor dele dentro de mim era insano.

— Como tá se sentindo, pai? — perguntei, voz rouca.

— Como se eu tivesse esperado a vida inteira por isso... — respondeu, voz tremendo. — Agora mexe comigo.

Ele começou devagar, estocadas longas, saindo quase todo e voltando fundo. O barulho molhado do lubrificante e do pré-gozo misturado era alto. Eu bati punheta no mesmo ritmo, gemendo:

— Me fode, pai... goza dentro... marca teu filho...

Ele acelerou, quadril batendo forte, bolas pesadas batendo na minha bunda. Segurou meus tornozelos, abriu mais minhas pernas, meteu fundo e girou o quadril, esfregando a cabeça na próstata. Eu gozei primeiro — jatos fortes subindo pelo peito, barriga, pingando no queixo. Meu cu apertou forte em volta dele, pulsando.

— Caralho... filho... tá me ordenhando... vou gozar... dentro de você...

Meteu mais umas cinco vezes, forte, e gozou. Senti os jatos quentes enchendo meu cu, pulsando fundo, escorrendo um pouco quando ele saiu devagar. Ele gemeu meu nome rouco, corpo tremendo inteiro.

— Porra... meu leitinho dentro do meu filho... como eu sonhei...

Agora era minha vez.

Ele se deitou de bruços, pernas abertas, bunda empinada — peluda, musculosa. Passei lubrificante nos dedos, massageei o cu dele devagar, entrando com um, depois dois, abrindo. Ele gemia baixo, rosto no travesseiro.

— Vai devagar no começo... faz tempo...

— Relaxa, pai. Vou te encher como você merece.

Meu pau ainda duro, sensível do gozo anterior, encostei cru na entrada dele. Pressionei devagar. A cabeça passou, ele gemeu alto.

— Filho... grosso... caralho...

Entrei aos poucos, sentindo o calor apertado me envolver sem nada no meio. Quando tava todo dentro, parei, mãos nas costas dele.

— Como tá?

— Cheio... gostoso... mexe...

Comecei devagar, estocadas longas. Ele empinava mais, pedindo:

— Mais fundo... me fode como homem... goza dentro...

Acelerei. Mãos nas nádegas, abrindo, metendo forte. O barulho da pele batendo ecoava. Ele batia punheta embaixo, gemendo:

— Isso... filho... me enche... bate na próstata...

Ajustei o ângulo, meti inclinado, acertei em cheio. Ele urrou, cu apertando.

— Aí... porra... não para...

Fodi mais rápido, sentindo o gozo subindo. Ele gozou primeiro — jatos grossos no lençol, corpo convulsionando, cu me apertando como um torno. Isso me levou junto. Meti fundo, gozei forte dentro dele, jatos quentes enchendo, escorrendo um pouco pelas coxas dele quando saí.

— Pai... gozando... dentro de você...

Ficamos deitados, eu em cima dele, pau ainda dentro, respirando pesado. Depois saí devagar, deitei do lado. Ele virou, me puxou pro peito, pernas entrelaçadas, porra escorrendo dos dois lados.

— Desde que você nasceu... eu esperei por isso — murmurou, beijando minha testa. — Agora é real. E a gente tem o feriado inteiro pra repetir... quantas vezes quiser.

Eu sorri, sentindo o pau dele já endurecendo de novo contra minha barriga.

— Então vamos pro banho. Quero te foder de pé no box, gozar dentro de novo... e depois você me come no sofá da sala. Cru, sempre cru.

Ele riu baixo, rouco, apertando minha bunda.

— Combinado, filho. Todas as linhas cruzadas. Só nós dois agora.

E ali, com o sol da tarde entrando pelas persianas e o cheiro de porra fresca no ar, a gente se levantou, mãos dadas, indo pro banheiro — prontos pra continuar o que tinha começado décadas antes, na cabeça dele, e que agora era só prazer, sem culpa, sem barreira, só pai e filho se entregando completamente.

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Comentários (2)

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  • Luiz: Que sexo maravilhoso!!!

    Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic
  • Roberto: Puta merda que delícia. Cumplicidade num sexo maravilhoso e completo os dois dão e comem. Sem culpa, só prazer. Muito bom.

    Responder↴ • uid:1ddmumqkptko