#Estupro #Teen #Virgem #Zoofilia

A bala e a fera

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Cphico

Título: Bala e Presas
Larissa tinha 18 anos recém-completados e morava com os pais numa casinha de madeira no fim da BR-316, na saída de Belém. O pai desempregado, a mãe vendendo marmita na porta. Pra ajudar em casa, ela saía todo fim de tarde com uma bandeja de bala de goma colorida, gritando “Bala, um real o saquinho!” no acostamento da estrada. Corpo magro, pele morena queimada de sol, short jeans curto, regata larga que mostrava a barriga chapada. Cabelo preto preso num rabo de cavalo suado.
Naquela tarde o movimento tava fraco. Um homem de uns 40 anos, barba malfeita, boné do Paysandu, parou o Fiat Uno velho bem na frente dela. Olhou de cima a baixo, sorriu torto.
— Ei, menina… quer ganhar 200 reais rapidinho? Só pra fazer uma faxina na minha casa ali na frente. Uma horinha no máximo.
Larissa hesitou. 200 reais era quase uma semana vendendo bala. Os pais tavam apertados, o gás tinha acabado. Ela pensou: “faxina é faxina, né?”. Entrou no carro.
A casa era um sítio pequeno, uns 10 minutos estrada adentro. Cerca de arame farpado, quintal grande, três cachorros enormes amarrados em correntes longas: dois rottweilers pretos e um fila brasileiro malhado, todos machos, todos castrados não, todos com mais de 80 kg e pau já aparecendo na bainha só de sentir cheiro novo.
O homem trancou o portão, deu um sorriso diferente.
— Entra aí, vai na sala. Já te pago depois.
Larissa entrou, ainda segurando a bandeja vazia. Quando virou, o homem já tava com o pau pra fora, mas não era pra ele. Ele assobiou forte.
— Vem, meninos!
Os três cachorros correram soltos. Larissa congelou. Tentou correr pra porta, mas o homem bloqueou. Um dos rottweilers pulou nela primeiro, patas pesadas no peito, derrubando ela de costas no chão de cimento frio.
— Calma, vai ser rápido — ele disse, rindo, enquanto tirava o short dela com violência.
Ela gritou, chorou, pediu pra parar. Ninguém ouvia. O primeiro rottweiler já tava lambendo entre as pernas dela, língua grossa e áspera abrindo os lábios da buceta virgem. Larissa se debatia, mas o peso dos três era demais. O fila subiu nas costas dela, o pau vermelho e grosso já escorregando na bunda.
O homem segurou os braços dela pra cima, amarrou rápido com uma corda que tava ali do lado.
— Deixa eles brincarem, vai.
O rottweiler preto maior montou primeiro. A glande grossa forçou a entrada. Larissa gritou alto, voz rouca, lágrimas escorrendo. Era muito maior que qualquer coisa que ela já tinha imaginado. Rasgou na hora. Sangue quente misturado com a baba do cachorro. Ele empurrou sem dó, estocadas rápidas e brutas. O pau batia no fundo, esticando tudo. O nó começou a inchar, batendo na entrada.
— Não… por favor… tá doendo… — ela soluçava.
O segundo rottweiler veio do lado, lambendo o rosto dela, depois montou na lateral, forçando o pau na boca dela. Ela tentou fechar, mas as mandíbulas fortes abriram. O pau entrou na garganta, babando, sufocando os gritos.
O fila, o maior, ficou esperando. Quando o primeiro rottweiler travou o nó dentro da buceta (uns 15 cm de diâmetro inchado), Larissa sentiu a barriga inchar com os jatos quentes de porra. Muito sêmen. Demais. Escorrendo pelas coxas.
O nó soltou depois de uns 20 minutos. O segundo rottweiler tomou o lugar imediatamente, pau ainda maior, forçando mais fundo. Ela chorava sem parar, corpo tremendo, buceta vermelha e aberta, inchada. O fila montou por último. O pau dele era monstruoso, quase 25 cm fora da bainha. Entrou com violência, o nó passou rasgando mais ainda. Larissa achou que ia rasgar ao meio. Gritou até ficar sem voz.
Os três gozaram dentro, um depois do outro. Primeiro o fila, enchendo até a barriga dela ficar distendida, como se tivesse comido demais. Depois os rottweilers de novo, revezando. Porra branca grossa escorrendo em rios pelas pernas, pelo chão, misturada com sangue.
Quando acabaram, os cachorros se afastaram, lambendo as próprias bolas. O homem desamarrou ela, jogou 50 reais (não 200) no peito dela.
— Toma, sua puta. Agora vaza.
Larissa mal conseguia andar. Pernas tremendo, buceta ardendo, aberta, vazando porra sem parar. Vestiu o short rasgado como deu, saiu mancando até a estrada. O homem trancou o portão atrás dela.
Ela ficou parada na beira da BR, chorando baixo, tentando parar um carro. Ninguém parou. O sol já tava se pondo. Um caminhão passou buzinando, o motorista rindo.
Larissa caiu sentada na terra, abraçando os joelhos, sentindo o sêmen ainda saindo devagar, a dor latejando em todo o baixo ventre.
E ali ficou, abandonada na estrada, com a bandeja de bala caída a metros dali, vazia como ela se sentia.

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  • Mamãe putinha: Nossa que delícia, conta mais

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