Eu e LENA, a coroa que age como se fosse solteira
Comecei a manter um relacionamento com LENA, que não tomava os cuidados devidos para o marido e a família dela saberem disso
Contei aqui como conheci LENA e como terminamos na cama (/2026/01/conto-126564). Na volta para Recife, ficou claro que voltaríamos a nos encontrar, a vontade era mútua.
Cheguei cansado e no dia seguinte terminei saindo com PRISCILA, que já tinha trabalhado comigo e com LENA e com quem encontrei no voo de volta. Foi uma saída legal, motelzinho legal, tudo legal mas nada forte como eu tinha com LENA.
Bom lembrar que LENA era casada, tinha filhos adultos e casados e toda uma vida a preservar, inclusive profissionalmente. Mas acho que ela estava a fim de chutar o balde, pois foi ela quem me procurou na semana seguinte, já querendo marcar para a gente sair, não perguntou se eu queria (claro que eu queria), já foi acertando o dia e o horário. “Passa aqui na empresa na hora do almoço”, disse ela. Fiz o que ela pediu, parei o carro na frente do prédio, muita gente vendo, ela vem, entra numa boa, toda alegre e vamos direto para o motel. Tudo bem, ela tinha muito trabalho externo, porém ali era um caso diferente e quem trabalhava com ela saberia que não era para trabalho.
Relaxei e no motel foi maravilhoso. Entramos aos beijos e tirando as roupas como se fizessem anos que a gente não se via. A xoxota dela estava maravilhosa, bem encharcada, aquele leve cheirinho de suor, uma delícia. Demorei chupando só para ela gozar na minha boca antes de eu meter leite naquele buraco que era meu agora. Almoçamos lá e combinamos que durante o expediente sempre teria um ar de “rapidinha” e, como eu morava sozinho, ela mesmo se escalou e disse que seria lá em casa a próxima trepada. E aí o negócio ficou frequente. Ela avisava na empresa que ia chegar mais tarde, tinha moral para isso, e chegava às 10h da manhã, descontando o atraso na hora do almoço e saindo mais tarde. Na casa dela, ela dizia que tinha de passar em um cliente antes de ir para a empresa e batia lá em casa às 7 da manhã, nem café da manhã tinha tomado. A gente trepava, trepava, ela tomava café e ia trabalhar.
Ou então ela ia depois do trabalho, saía mais cedo (porque só tirava uma hora para almoçar) e chegava lá em casa antes das 18h. A gente trepava até 21h às vezes e ela dizia que tinha saído tarde do trabalho. Dia de sábado era mais fácil quando o marido saía com os amigos para tomar uma no clube; ela saía logo depois e ia lá para a casa. Eu e LENA começamos a trepar 2 ou 3 vezes por semana, era impressionante a tara dela.
Por conta da idade, ela usava um gel quando a xoxota estava mais seca (eu comprei um tubo e deixei lá em casa) mas isso não tirava o gosto por sexo dela. Esse mesmo gel era usado no sexo anal, um capítulo à parte. Sim, porque eu até tinha metido no cu dela ainda na viagem, só que no maior sacrifício, ela nem de longe curtiu, o que não a fez querer tentar de novo e dessa vez, sem pressa, o negócio virou muito bom. Primeiro, “esqueci” que já tinha metido a rola naquele cuzinho praticamente intacto, comecei a enfiar o dedo com muito gel, para ela se acostumar com a ideia. Às vezes dedava muito o botãozinho dela, via que estava relaxado e fazia questão de não meter logo a rola, segurava minha vontade, para que ela sonhasse com minha rola na bunda dela. E esse dia veio. Era até um sábado, ela estava no cio mesmo, já entrou tirando a roupa. A gente sabe quando é dia de trepar muito e muito bem. Quando passei a língua no rabo dela e ela se remexeu toda, senti que ia gozar naquele cu e muito, pois eu estava cheio de leite.
Fizemos as preliminares, se fosse vaginal, eu já meteria sabendo que ela gozaria logo no meu pau. Meti um dedo, dois dedos e avisei que ia “arrombar aquele cu que me pertencia”. “Eu vim aqui para isso, seu puto da rola grossa”, ela respondeu ficando de quatro. Botei-a de frango assado na ponta da cama, meti gel no pau, as pernas delas no meu ombro e fui. A cabecinha entrou e mais não enfiei, fiquei alisando o clitóris dela, ela gemia, dor e prazer, rebolava para a rola entrar mais no cu. Fui entrando devagar. Quando meus ovos tocaram na bunda dela, avisei que “entrou toda, agora é relaxar para eu meter leite nesse cu apertado”. Foi bombando devagar, ela se alisava na xota, nos peitos, me arranhava, enfim, comecei a meter e tirar já notando o canal todo abertinho, aquele cu não tinha mais prega, era só encher com porra. O barulho do meu pau no cu era demais, dava mais tesão. Ela ria como se estivesse orgulhosa de dar a bunda. Tentei sincronizar meu gozo com o dela e não deu certo, tive de avisar e gozei muita porra dentro do cu dela. LENA ficou louca, sentiu meus espasmos dentro dela, a porra querendo sair. Gozei e deixei o pau dentro, enfiado, enquanto alisava a xota dela. LENA gozou assim, travando minha rola com o cu enquanto gozava pela buceta.
- Fiz chuca ontem à noite e hoje de manhã, acordei de noite sonhando com isso. Sabia que ia ser maravilhoso como foi. Meu cu é seu agora, quero ele bem arrombado a partir de hoje, ela falou para mim
E foi verdade. Desde esse dia, LENA virou uma apaixonada por sexo anal, que só não faz quando não tinha feito a chuca. Adora dar a bunda e curte que eu filme o cuzão todo arrombado e cuspindo meu leite.
Estamos vivendo um relacionamento intenso mesmo e assim estamos dando bobeira por conta disso. Já fomos almoçar em shopping na hora do almoço e uma pessoa menos distraída percebe que o clima; ela já me roubou uns beijos no shopping, já me fez ir ao cinema e passarmos a sessão nos beijando e, quando a luz acende, as pessoas identificam o casal apaixonada (e vê a diferença de idade e, pior, que a mulher é casada). Uma das filhas delas sabe de tudo! Fiz questão de não conhecer ninguém da família dela. Tanto ela fez que alugamos um flat para passar sexta e sábado em João Pessoa, ela dizendo em casa que era um encontro profissional que seria encerrado com um grande nome da área (mentira, o cara ia mesmo dar uma palestra na segunda-feira e não na sexta-feira). Chegamos sexta de manhã e voltamos depois do almoço no sábado. Trepamos demais, à noite fomos a um restaurante de mãos dadas, trocando beijos e juro que liguei o “foda-se” para não perder o momento.
Nem cogitamos dela deixar a casa e o marido, assim está ótimo. Por outro lado, LENA é muito ciumenta e me diz que não liga se eu arranjar uma namorada, porém sei que ela não suportaria isso. Nem eu, porque hoje já trepo muito e deliciosamente com LENA. Sempre tem espaço para uma pulada de cerca, reconheço, só que a certeza da qualidade que tenho com LENA me faz de preguiçoso. O que mais me preocupa, entretanto, é que ela cada dia mais pouco se importa se alguém nos encontrar juntos e isso nunca é bom nesses casos.
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