Namorada safada, cunhada tarada.
Quatro anos depois de terminar o namoro, encontro com minha ex cunhada. Sempre tive tesão encubado, pela aquela ninfeta. Parte1/2.
Namorava com Bianca, tínhamos 18 anos, éramos apaixonados, nos conhecemos na faculdade, morávamos com nossos pais, não tínhamos muito dinheiro e tínhamos que trepar aonde dava, quase todas as vezes no carro, as vezes na casa dela escondido, as pressas, na maioria das vezes no carro dentro de seu condomínio, tinha muito tesão acumulado. Bianca não gostava de ir na casa dos meus pais, moravamos perto, mas eu tinha liberdade de ir na casa dela sempre, uma grande casa com 4 quartos e cheio de banheiro, piscina, quintal. Eu não era autorizado a dormir lá.
Todos os sábados, era certo que iria pra lá, sempre com a marcação serrada de seus pais e a presença de sua irmã, Fernanda, 14 anos, branquinha, baixinha, cabelos castanhos claro, rosto de boneca, magrinha, com peitinhos pequenos, pernas bonitas iguais a da irmã e uma bundinha bem redondinha, sempre atolada em minúsculos shorts. Nanda como era chamada, me abraçava, me beijava no rosto, adorava contato físico. Bianca minha namorada as vezes reclamava para que ela me deixasse em paz.
Poucas vezes que seus pais nos deixava sozinhos, corríamos para um canto da casa pra se pegar, não podíamos ficar dentro do quarto e as vezes íamos pra sala assistir algum filme e ficar se tocando embaixo do edredom, quase sempre com a presença de Nanda. Meu pau ficava trincando com vontade de meter em Bianca, ela ficava completamente molhada e eu implorava para darmos uma volta de carro, para poder parar em qualquer lugar e comer minha namorada.
Nanda era nova, mas sentia a tensão do casal, acho que curiosa não desgrudava da gente, as vezes ela entrava no edredom junto com a irmã e eu, Bia reclamava e ela saia emburrada.
Um dia marcante foi quando seus pais saíram e ficou somente nos três na casa dela. Assistindo Netflix no sofá da sala, Nanda deitada em um colchão no chão entre o sofá e a Tv, com um shortinho de pijama curtíssimo, Nanda era muito inquieta, se mexia muito, olhava pra tv, olhava pra gente, ficava de barriga pra cima, de bruços, se levantava ia na cozinha, eu e Bia deitados no sofá de conchinha, eu de pau duro, sarrando minha namorada e vendo que minha cunhadinha estava cada dia mais gostosa, sua bundinha naqueles shorts minúsculo, marcando tudo, mas parece que só eu percebia. Meu pau estava doendo e sussurava no ouvido de Bia.
- Vamos pro quarto. Quero te comer, distrai sua irmã.
- Não, se tá louco?
- Tô louco pra gozar, meu pau tá doendo.
Nessa hora eu passava a mão por dentro dos shorts de Bia, ela estava completamente molhada, eu a masturbava, ela se contia pra não gemer, ficávamos olhando pra Nanda pra ela não perceber. Bia, pegou o celular e ligou pra mãe.
- Mãe vocês estão aonde?
- Estamos chegando...
- Mãe, compra bolo na padaria, trás sorvete também.
- Ta bom, cade sua irmã?
- Esta aqui na sala com a gente.
- Passa pra ela.
Quando Bia esticou o celular para Nanda falar com a mãe, Nanda se jogou no sofá por cima de mim, que estava agora de frente e acidentalmente seu braço passou encostando no meu pau, que estava pressionado no elástico do short. Bia reclamou
- Caralho Nanda, sai de cima do Ewerton.
Ela não saiu, seu antebraço encostado na cabeça melada do meu pau, enquanto ela falava com a mãe que queria de guloseima da padaria.
- Sai sai sai. (Disse Bia)
- Chata.
Logo após desligar o telefone, Bia se levantou e foi em direção ao seu quarto, sabendo que sua mãe iria demorar pelo menos de 5 a 10 minutos, da porta do quarto me chamou.
- Ewerton, vem cá.
Tirei o edredom de cima de mim, meu pau não tinha como esconder que estava duro. Coloquei a camisa por cima e me levantei, Nanda olhou pra mim, diretamente pro meu pau, abriu a boca e me olhou com espanto. Eu fui caminhando em direção ao quarto de Bia, entrei, ela tranca a porta, nos beijamos.
- Temos que ser rápidos.
Arrancamos a roupa, ela pede pra eu sentar na ponta da cama e vem por cima, estávamos tão excitados que minha rola entra de uma vez, sua buceta estava muito molhada e quente. Primeira vez transando sem camisinha, ela não tomava anticoncepcional. Bia geme gostoso e avisa.
- Eu ja vou gozar.
- Eu também.
- Segura, não goza dentro. Chupa meu peito. Aaaaaaahhhhhh.
Via ela ter espasmos no orgasmo, demorado e muito gostoso. Bia se jogou por cima de mim, com o pau la dentro demorou para voltar do transe.
- Nossa que gozada gostosa, quase que desmaio.
- No pelo é diferente.
Bia tinha a característica de ficar muito sensível depois que gozava e perdia o tesão, mas para me fazer gozar se ajoelhou aos meus pés e começou a me chupar. O boquete de Bia era muito gostoso, gozar na boca dela, mesmo que ela sempre cuspisse depois era muito bom. Mas desta vez eu queria meter mais e vendo que seu quarda roupa estava com uma porta aberta e um espelho em toda a porta, levantei ela, coloquei ela de frente para o espelho, em pé com ela, segurando a porta, abaixei um pouco seu corpo e meti na sua bucetinha por trás. Segurando em sua cintura, Bia de cara para o espelho se olhava e me olhava, rebolando, eu metia cada vez mais fundo e cada vez ela abria mais as pernas, empinava a bunda e gemia. Seu cuzinho vermelho ainda virgem ganhou uma cuspida, e passei o dedão pela bordinha daquele botão. Bia começou a se masturbar e gemer mais alto.
- Aí amor eu vou gozar denovo.
- Goza. Goza gostoso amor.
- Aaaahhhh. (Gritando ela gozou e perdeu as forças nas pernas, caindo de joelhos, certeza que dava pra ouvir da sala.)
Meu pau começou a jorra porra , incontrolável, nunca tinha saído tanto gozo do meu pau e eu melei as costas dela toda, Bia ficou coberta de porra. Ela se levantou me beijou e correu para o banheiro dentro do seu quarto. Fui atrás dela mas ela lembrou que seus pais estavam chegando.
- Volta pra sala, meus pais vão chegar. Vou tomar um banho, vou lavar o cabelo, faz companhia pra minha irmã que eu já vou.
Lavei meu pau rápido na pia e vesti a roupa, aliviado e feliz por ver minha namorada gozando daquele jeito, voltei pra sala me sentindo o macho alpha. Nanda estava deitada no colchão com as pernas no sofá. Sentei ao lado de suas pernas, não falamos nada, apenas nos olhamos. Ela coloca um pé no meu colo.
- Tô com chulé?
- Tá.
. - Mentira, kkkkk.
Seguro seus dois tornozelos e me posiciono no meio, levo seus pés juntos em direção ao meu rosto, ela sorri e pergunta novamente.
- Tá.
- Muito, parece queijo. ( mentira, não tinha cheiro nenhum)
- Mentiroso.
Nanda puxou um pé até seu rosto, por um milésimo de segundo olhei para seus peitinhos apertados em sua blusa colada. Nanda virou de costas pra mim, de barriga pra baixo e ficou de frente para a tv, mas com os pezinhos perto do meu meu colo. Assim poderia ver em detalhes aquela bundinha perfeita, com a tv no mudo, ouvia de fundo o barulho da água do chuveiro da minha namorada com quem acabara de transar, mas estava ali desejando minha cunhada.
- Segura meu pé.
- Pra que maluca.
- Eu quero tentar levantar.
Ela ficou brincando tentando levantar, mas não dava, minha consciência pesou um pouquinho, imagina, ela é muito bobinha. Eu soltei seus tornozelos ela de costas se levantou e deu um pulo pra trás sentando no meu colo. Fiquei sem reação.
- Vocês estavam transando né?
- Não. ( gaguejando)
- Eu ouvi.
- Ouviu o quê?
- Aaaahhhh aaaahhh aaaaahhh. ( Nanda encaixou a bunda em cima do meu pau e gemeu baixinho, com uma carinha de safada.)
- Para com isso Fernanda. ( meu pau endureceu na hora e segurei em sua cintura fazendo ela se levantar)
Olhei em direção aos quartos meio que por instinto, Nanda, sorrindo olhou também, mas o barulho da água caindo do chuveiro de Bia dava a certeza de que estávamos sozinhos.
- Ou foi assim? ( Nanda se ajoelhou no colchão e ficou de quatro, fez a cara de safada novamente, simulando que estava gemendo, desta vez sem fazer barulho)
Meu coração batia na garganta, meu pau tava duro de novo, cheguei pra frente no sofá, olhei sério pra ela, coloquei a mão no pau por dentro da bermuda e disse.
- Assim também. Tá fazendo direitinho Nanda.
- É assim que faz?
- Quase, tem que empinar mais a bunda.
- Assim?
- Assim. ( eu com a mão no pau)
- Que mais?
- É muita coisa, pena que não posso te ensinar.
Ela se virou de frente e olhou para meu pau.
- Deixa eu ver?
Na hora tirei o pau pra fora, ela ficou olhando hipnotizada, de boca aberta. Ouvimos o barulho do portão da garagem abrindo.
- Quer pegar um pouquinho? Dá tempo.
Nanda foi com a mão direto no meu pau, e em menos de 1 segundo tirou, se levantou e correu para a porta da casa para esperar meus sogros, que entraram trazendo bolo e sorvete, fiquei ali lutando pro pau baixar. Bia sai do banho cheirosa e se junta a nós. Reclama que não tem cobertura, briga com o pai porque sorvete tinha que ter cobertura, ele então entrega a chave do carro pra ela e manda ela comprar. Ainda entrega o cartão.
Vou com a Bia até o mercado comprar a cobertura para o sorvete, e fala de como foi gostoso trepar as escondidas, na volta ela pede para entrar na última rua do condomínio onde costumávamos trepar, abaixa meu short, põe o meu pau pra fora e faz o melhor boquete que ela ja me fez, gozo em sua boquinha e como sempre ela abre a porta do carro e cospe no chão.
Na próxima parte conto como comecei a fuder minha cunhadinha 04 anos depois desse dia.
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