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Meu companheiro de quarto Vitor - Parte 6

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Comentem suas opiniões e considerações, para eu saber se estão gostando. Boa leitura!

Rian chegou por trás de Luísa e já foi tirando a calça com o pau duro, encostou na bunda dela por cima da saia jeans.
Ele chegou perto de Vítor
“Que saudade de zuar contigo, cara”
Puxou Vítor pela nuca e tascou um beijão de língua, as línguas se enrolaram, com um som molhado e a barba roçando.
Vítor entrou na onda, meio que sem pensar, e começou a apertar o pescoço de Rian enquanto Luísa chupava com vontade.
Rian parou o beijo, babando um pouco
“Aí, isso que é bom! Lembra de quando a gente ficava junto e a mina chupava?”
Ele deu outro beijo, mais calmo, enquanto Luísa ia e vinha no pau dele. Vítor soltou um gemido no meio do beijo e jogou o quadril na boca dela.
“Nossa... que delícia...”
Rian riu perto da boca
“Tá com saudade, né?”
Ele puxou Luísa pelo cabelo, devagar, e mandou
“Deita na cama, gostosa. Abre as pernas!”
Luísa fez o que ele mandou e deitou na cama de Vítor, com a saia pra cima e a calcinha de lado, mostrando a bucetinha depilada e brilhando. Rian se ajoelhou entre as pernas dela, enfiou dois dedos e depois o pau todo de uma vez.
Luísa deu um grito e arqueou as costas. Vítor subiu na cama, ficou de joelhos do lado da cabeça dela e pegou nos peitões, apertando com força e mordiscando os mamilos.
“Que melões, hein?”
Ele falou, antes de começar a chupar um mamilo com vontade e depois o outro.
Luísa gemia alto, segurando no cabelo dele e jogando o quadril pra cima, pra acompanhar as estocadas de Rian.
Rian socava forte, fazendo barulho de pele com pele e suando muito.
“Isso, Vítor... acaba com esses peitos! Chupa gostoso enquanto eu como essa bucetinha”
“Tá gostando, né, safada? Dois pra você hoje!”
Vítor não parava de chupar os peitos dela, lambendo e mordendo, deixando tudo vermelho. O pau dele já estava quase pulando pra fora da calça, perto do rosto dela.
Luísa virou a cabeça e começou a chupar a cabeça do pau dele enquanto Rian não parava de meter.
Eles viraram Luísa de quatro, Rian continuou na frente, na boca dela, e Vítor pegou um pouco de saliva e um lubrificante da gaveta pra passar no pau e tentar entrar no cu dela.
“Calma...” ele falou, empurrando devagar.
Luísa soltou um gemido alto na boca de Rian.
Vítor enfiou tudo de uma vez, gemendo também
“Nossa... que apertado!”
Rian segurou a cabeça dela e começou a socar na boca.
“Isso... engole meu pau enquanto o Vítor te come, tá sentindo a gente te enchendo? Dois caras te fudendo forte!”
Eles começaram a fazer tudo junto: Vítor no cu e Rian na boca só se ouvia o barulho da pele batendo, os gemidos e o suor pingando.
Vítor apertava os peitos dela por baixo, beliscando os mamilos enquanto metia. Rian deu outro beijo de língua em Vítor por cima do corpo dela, gemendo.
“Que saudade disso, cara... de te ver transando enquanto eu transo, pura amizade”
Vítor respondeu o beijo, também com a língua de fora, e começou a bater forte com o quadril.
“Tô quase...” ele falou perto da boca de Rian.
Rian concordou
“Goza na cara dela. Vamos juntos!”
Eles tiraram os paus ao mesmo tempo e Luísa virou o rosto pra cima, abrindo a boca e mostrando a língua.
Vítor começou a se masturbar rápido, com o pau pulsando, Rian fez o mesmo.
Primeiro, Rian gozou um monte de porra espirrando na bochecha, na testa e escorrendo pelo nariz.
Depois, Vítor porra quente, forte, acertando a boca, o queixo e misturando com o de Rian.
Luísa gemeu, lambendo o que dava e fechando os olhos de tanto prazer. Eles ficaram cansados, com os paus diminuindo aos poucos. Luísa ficou ali, deitada, com o rosto cheio de porra, os peitos vermelhos de tanto apertar e a bucetinha e o cu abertos e vermelhos.
Rian riu e bagunçou o cabelo dela
“E aí, gostou dos dois?”
Luísa concordou, com a voz rouca.
“Sim.”
Rian olhou pra Vítor, sorrindo.
“Viu? A gente ainda é o mesmo. Quando quiser de novo....”
Vítor respirou fundo, limpando o pau no lençol e olhando a hora.
“Levanta, delícia. Melhor você vazar antes que o amiguinho dele chegue e veja a zona”Luísa soltou uma risadinha, se levantando da cama meio bamba.
Rian ajudou ela a vestir a calcinha e a blusa rapidinho sem sutiã, com os peitos ainda marcados. Deu um tapinha na bunda dela por cima da saia.
“Vai indo”
Ele olhou para Vítor que tava lá, pelado, encostado na cabeceira, já meio murcho, suando.
Rian encostou a Luísa na parede, deu um beijo rápido, limpando o próprio gozo da boca dela com a língua.
“Boa garota, desce e vai tomar um banho. Se quiser mais, me chama”
Luísa concordou, deu um sorriso tímido para Vítor e desceu as escadas meio mole.
Rian virou para Vítor, os dois ali, sem roupa. Chegou perto, encostando no peito dele, roçando de leve.
“Lembra? No começo da facul? A gente grudava, eu entrava aqui de noite, trancava a porta. Você me jogava na cama e me comia escondido, falava que era só amizade, que amigo hétero faz essas coisas”
Vítor respirou fundo, sentindo um negócio ali só de lembrar.
“Para com isso, Rian”
Rian riu baixinho, apertando a bunda de Vítor.
- Não vou parar, lembra da primeira vez? Você me virou de bruços, meteu devagar, falando no meu ouvido que era só entre nós. Eu apertava sua piroca, gemendo baixinho para ninguém ouvir você gozava dentro, me abraçava e falava “valeu, brother”. E no dia seguinte, como se nada tivesse acontecido.
Íamos para a academia, zoávamos as meninas, mas de noite... você voltava. Você curtia me comer escondido.
Vítor fechou os olhos por um segundo, lembrando das noites no quarto 417, o Rian deitado, gemendo no travesseiro enquanto o Vítor socava forte, tampando a boca dele. — Shhh, ninguém pode saber.
Gozava dentro, limpava tudo, dava um tapa na bunda e falava boa noite. E no outro dia, tudo normal, café da manhã, piadas no grupo, como se nada tivesse acontecido.
Rian encostou a cabeça na de Vítor, falando baixo.
- Sinto falta daquilo, Vítor. De você me pegando escondido, de a gente pegando as minas e depois você me comendo de novo. Tipo agora... você pegou a Luísa, mas eu vi no seu olhar. Você também queria me pegar, meter de novo, só entre amigos.
Vítor abriu os olhos, com a voz rouca.
- Aquilo já era, Rian era uma fase. Agora... tô com outra pessoa.
Rian deu um sorriso de canto, apertando mais a bunda dele.
- O Pietro, né? O certinho, ele não sabe disso, que você já pegou amigo escondido. Que também gosta de homem.
Ele roçou o pau quase duro na perna de Vítor.
- Mas se quiser... a porta tá aberta. Eu entro, tranco de novo, te jogo na cama e te como como antes ou você me come. Amizade pura, ninguém precisa saber.
Vítor empurrou ele de leve, se afastando. -Some daqui antes que alguém apareça e não fala nada para ninguém.
Rian riu, pegando a cueca no chão e vestindo rápido.
- Beleza, brother mas pensa nisso. Que saudade daquela época.
Ele deu um tapa no ombro de Vítor
-E se quiser repetir com a Luísa... ou comigo me avisa! A gente ainda é amigo.
Ele saiu pelo corredor, descendo as escadas sem camisa, rindo.
Vítor ficou ali um tempo, pelado, coração na boca. O cheiro de sexo ainda no ar, na pele. Vítor jogou o lençol sujo no canto, trocou por um limpo.
Quando o Pietro chegou, dois minutos depois, Vítor tava deitado na cama, de short, mexendo no celular.
Pietro entrou, sorrindo.
- Desculpa a demora a Maria não parava de falar.
Vítor puxou ele para a cama, beijou devagar, querendo tirar o gosto de Rian e Luísa da boca.
Tudo bem, vem cá.
Eles se beijaram no comecinho de boa, como sempre, mas o Pietro sentiu uma parada diferente. Vítor tava meio pilhado, os beijos mais rápidos, e a mão dele tava tremendo um pouco na nuca dele.
— Que foi? — perguntou o Pietro, se afastando um pouco e sentando na beirada da cama.
— Você tá esquisito desde que eu cheguei.
Vítor respirou fundo, sentou do lado dele, botou os cotovelos nos joelhos, olhando pro chão.
— Preciso te falar um negócio. Antes que você saiba por aí... ou que eu não consiga mais segurar.
O Pietro sentiu um frio na barriga.
— Fala.
AVítor mandou a real, sem enrolar. Falou que o Rian tava no quarto com a Luísa quando ele chegou, disse que tentou não entrar na onda, mas não resistiu quando viu os peitos dela, e o Rian começou a pegar nela e falar umas safadezas. Aí os três transaram a Luísa chupando, o Rian beijando ele de língua, se revezando nela de quatro, e o Vítor pegando nos peitões dela, chupando forte enquanto dava no cuzinho dela.
Aí Rian lembrou das brincadeiras antigas, de quando o Vítor dava pra ele escondido no começo da faculdade, falando que era só amizade, só pra aliviar o tesão. E no final os dois soltaram tudo na cara dela, misturando tudo. Ele falou baixinho, com a voz meio rouca, sem olhar pro Pietro.
Quando terminou, ficou um silêncio pesado. O Pietro ficou quieto por um tempão. Olhou pro chão, pra parede, pro teto rachado. Sentiu um aperto no peito, mas não era só raiva.
— Foi hoje? — perguntou ele, quase sem voz.
— Foi, na hora do almoço. Eu tentei parar, Pietro, juro mas vontade era demais. E o Rian... ele sabe como me pegar, me lembrou de coisas que eu tinha esquecido.
O Pietro concordou devagar.
— Você gostou?
Vítor ficou na dúvida.
— Na hora... sim. Foi sinistro, mas depois... só me senti culpado. Culpado por te trair, por ter deixado acontecer.
Pietro respirou fundo, virou pra ele. Os olhos dele tavam com lágrimas, mas ele tava firme.
— A gente nunca falou que era um lance sério, né? — disse, com a voz tremendo de leve. — Tipo... namoro, exclusividade. A gente só... transa quase todo dia, dorme junto, cuida um do outro.
Mas nunca demos um nome, eu sei que você é hétero pra todo mundo. Sei que você curte essas paradas, de ficar com caras, com garotas, com tudo. Eu entrei nessa sabendo que você não era só meu.
Vítor arregalou os olhos, surpreso.
— Pietro...
— Não, deixa eu falar. — O Pietro pegou a mão dele, juntou os dedos. — Eu gosto de você. Gosto muito, gosto de acordar com você me abraçando, de você me chamando de meu dengoso, de você me protegendo na frente dos outros.
Mas eu não sou seu dono, se você teve vontade e fez... eu te desculpo. Porque a gente não tem nada sério, pelo menos não no papel, no coração... talvez sim. Mas eu não vou te amarrar.
Vítor apertou a mão dele forte, com os olhos brilhando.
— Eu não quero fazer isso de novo. Não quero a Luísa, nem o Rian, nem ninguém. Eu quero você, só você, foi uma burrada, uma vontade idiota. Mas eu juro... não vai acontecer de novo.
Pietro deu um sorriso fraco, meio triste, mas sincero.
— Eu acredito, mas se rolar... me conta. Que nem você fez hoje, não esconde de mim.
Vítor puxou ele pro colo, abraçou forte, com o rosto no pescoço dele.
— Eu te amo, Pietro, de verdade. Não é só tesão, é você todo. Dengoso, quieto, inteligente... meu.
Pietro abraçou ele também, sentindo as lágrimas quentes escorrendo.
— Eu também te amo por isso que eu perdoo. Mas... se acontecer outra vez, a gente conversa e se não der pra continuar... a gente termina.
Vítor concordou com a cabeça.
— Sem briga e sem repetir.
Eles ficaram abraçados um tempão, respirando juntos.
Pietro se afastou devagar, limpou o rosto.
— Agora... me beija. E me ajuda a esquecer que hoje teve outra pessoa.
O Vítor fez o que ele pediu, beijou com calma, com vontade, botando as mãos nas costas dele. Tirou a roupa dele com cuidado, como se fosse a primeira vez. Deitou ele na cama, entrou devagar, falando baixinho no ouvido
— Só você, sempre você.
Eles transaram devagar, com carinho, olhando um pro outro. Sem pressa, sem falar besteira, só gemidos baixos e corpos grudados.

O tempo voou, fevereiro e puff, já era julho, aí novembro... A faculdade naquele pique: prova, edição de vídeo, jiu-jítsu até dizer chega, virando a noite editando. Mas no quarto 417, a parada mudou de um jeito massa.
Vítor deixou de ser só o cara hétero na dele que dividia o quarto com o esquisito e virou o protetor do Pietro.
De manhã, o Vítor acordava antes, fazia café naquela cafeteira pequena que comprou só pra ele. Deixava do lado da cama do Pietro com um bilhete: “Acorda na maciota, gatinho. Te espero no RU”
Pietro acordava com o cheiro e já ficava felizão.
À tarde, Pietro chegava moído da sala de edição, e o Vítor já chegava massageando os ombros dele enquanto ele mexia no notebook, os dedos fortes ali, aliviando a tensão, e falando baixinho
— Relaxa, meu bem, deixa que eu cuido de você.
Às vezes, só ficava atrás dele, com o queixo no ombro, vendo ele editar, elogiando.
Vítor começou a chamar o Pietro de gatinho direto: no quarto, no corredor, no carro. No começo, Pietro ficava vermelho e pedia pra parar, mas aí começou a responder com um sorriso e um tá bom, meu príncipe.
Vítor levava ele pra academia às vezes, só pra ver. Ficava lá, sentado, vendo o Pietro fazer uns exercícios leves: agachamento com pouco peso, remada com halter pequeno.
Quando o Pietro terminava, suado, o Vítor já puxava ele pro vestiário (ou pro carro) e beijava ele com calma,
- Você fica lindo pra caramba suado assim, meu gatinho forte.
E Pietro virou fã do corpo do Vítor, nas lutas dele, sentava na frente, ficava mordendo o lábio vendo o Vítor lutando, os músculos tensos, o suor escorrendo. Depois, no carro, botava a mão na coxa dele
- Você é tão... forte. Tão bonito lutando, eu fico ali, bobo, pensando como tenho sorte de ter você.
O Vítor preparava o Pietro com cuidado, beijando e provocando até ele pedir mais, entrava devagar, olhando nos olhos
- Tá sentindo, meu bem? Eu todinho em você, pra você sentir tudo.
Pietro gemia baixinho, arranhava as costas dele, as pernas em volta da cintura dele.
Eles experimentaram de tudo: o Pietro por cima, se mexendo no colo dele enquanto o Vítor apertava e beijava ele todo. O Vítor de quatro, pegando ele forte mas com cuidado, a mão no pescoço como se fosse um carinho
- Isso, meu bem, joga pra mim, deixa eu te pegar gostoso.
O Pietro deitado de bruços, o Vítor por cima, beijando o pescoço,
- Você é meu, só meu.
Uma noite, depois de uma luta que o Vítor ganhou, eles voltaram pro quarto suados. Pietro tirou a roupa dele devagar, beijando tudo: peito, barriga, braços.
- Você é perfeito - falou baixinho, de joelhos, provocando ele até o Vítor quase perder o controle.
Vítor pegou ele no colo, encostou na parede, e foi ali mesmo, segurando ele como se não pesasse nada.
Outra vez, num dia de chuva, ficaram horas na cama, Vítor deitado, Pietro por cima, indo e vindo com calma.
- Olha pra mim, - Vítor dizia - Olha como eu te quero.
Pietro quase chorando de tanto tesão, e o Vítor ali, cuidando dele. Depois, Vítor virou ele de lado, abraçou, beijando o pescoço.
- Você é tudo pra mim, meu bem! Tudo.
Cinco meses, o quarto 417 não era só um quarto. Era onde Vítor cuidava do Pietro como se ele fosse especial, onde o Pietro admirava o cara que protegia ele e que ele tanto queria.

A chuva batia forte na janela do quarto, como, eles estavam deitados na cama de Vítor, corpos ainda quentes da transa de mais cedo lenta, carinhosa, como tinha sido nos últimos meses. Pietro encostado no peito largo dele, traçando círculos na barriga sarada. Vítor com o braço forte em volta da cintura fina dele, Pietro respirou fundo, olhando pro teto rachado.
— Vítor… a gente precisa conversar.
— Conversar? Agora? Depois de eu te foder tão gostoso? — Ele apertou a bunda dele de leve — Pode falar, princesa, o que foi?
Pietro se sentou devagar, lençol caindo até a cintura, pelado, vulnerável. Olhou nos olhos castanhos dele, aqueles que sempre analisavam tudo em dois segundos.
— Faz cinco meses que a gente tá assim. Transando todo dia, dormindo junto, você me tratando como se eu fosse o centro do seu mundo. Eu te amo, Vítor e acho que você me ama também. Mas… tá na hora da gente se assumir, para de esconder, contar pra família, pros amigos.
Ser um casal de verdade, não só nesse quarto.
Vítor piscou devagar, o bigodinho se curvando num sorriso confuso no começo.
— Assumir? Tipo… sair do armário? — Ele sentou também — Pietro, você tá louco? A gente já tá bem assim, pra que mudar?
Pietro pegou a mão grande dele, entrelaçando os dedos finos.
— Porque eu não aguento mais fingir, nas festas, você me trata como amigo. Quando Rian zoa, você ri junto como se fosse nada. Sua mãe me trata como “o amigo do quarto”, mas eu quero ser o namorado do filho dela. Quero andar de mão dada com você na rua, sem medo, quero que todo mundo saiba que você é meu, que a gente é sério.
Vítor soltou a mão devagar, os músculos do pescoço grosso tensionaram, barriga sarada contraindo como se estivesse se preparando pra uma luta.
— Sério? Você quer que eu vire viado na frente de todo mundo? Que eu diga pro meu pai, pros meus amigos, que eu como cu de homem? — A voz saiu mais alta, rouca de raiva. — Pietro, acorda, cara, eu sou hétero. Sempre fui, isso aqui… isso é só tesão. Brotheragem elevada, eu te como porque você é delicado, porque você abre fácil, porque é gostoso pra caralho.
Mas assumir? Jamais, eu não sou gay, não sou bicha como você.
Pietro sentiu como se tivesse levado um soco no estômago. Os olhos dele encheram d’água, mas ele segurou.
— Como você? — murmurou, voz tremendo. — Vítor… você me ama. Você diz isso toda noite! Me chama de princesa, cuida de mim, isso não é só tesão.
Vítor levantou da cama de repente, pelado sobre ele com seus 1,89m de músculos. O pau que tinha estado dentro dele há horas agora balançava mole entre as pernas.
— Amor? — Ele riu amargo, sarcástico. — Amor é o que eu sinto pela minha mãe, pelo meu pai. Isso aqui é putaria, eu te como porque você é feminino pra caralho, com mãozinha pequena, bundinha empinada, gemidinho de menina. Você nasceu pra ser viado mesmo, mas eu? Eu sou homem. Como buceta também, já comi mais mina que você imagina, isso com você é só… diversão.
Não vou assumir nada, imagina eu dizendo pros caras da academia: “Ei, eu namoro um cara”? Eles iam me chamar de bicha, de fresco, meu pai ia me deserdar. Não, jamais, eu não sou como você, Pietro.
Você é o gayzinho delicado, eu sou o hétero que te come por tesão.
Pietro se encolheu na cama, lágrimas escorrendo agora
— Tesão? — repetiu — Você me trata como princesa por pena? Me faz café, me massageia, me protege… por pena? Vítor, para. Você não tá falando sério, você me ama.
Vítor pegou o short do chão, vestiu rápido, como se quisesse se proteger.
— Ama?, eu gosto de te foder, isso sim. Gosto de te ver gemendo no meu pau, apertando em volta. Mas amor? Amor é pra homem e mulher. Eu não vou ser o viadinho da faculdade, não vou ser zoado porque você quer desfilar de mão dada.
Pietro limpou o rosto com as costas da mão, levantando devagar, pelado mas agora com uma força que Vítor não esperava.
— Você é um covarde — disse, voz baixa, mas firme. — Um covarde homofóbico que não assume o que sente. Você me usa como brinquedo, me faz acreditar em amor, mas na hora de ser de verdade, você joga merda em mim. Chama de viado, de bicha, como se fosse insulto mas sabe o quê? Eu sou gay sim e tenho orgulho.
Eu não me escondo mais, mas você… você é patético. Um hétero que come homem escondido, mas tem medo de admitir que ama um.
Vítor deu um passo pra trás, rosto vermelho de raiva.
— Patético? Eu? Você é o patético que acha que isso é conto de fadas. Sai daqui Pietro, pega suas coisas e sai do quarto. Eu não quero mais isso, não quero mais te comer, vai achar outro pra te arrombar.
Pietro sentiu o mundo girar, mas se vestiu devagar, pegando a camiseta, o short, a mochila. Lágrimas escorrendo, mas olhos fixos nele.
— Acabou Vítor, acabou tudo. O quarto, as transas, o amor que eu achava que tinha. Você não merece alguém como eu.
Alguém que te ama de verdade, vai continuar escondendo sua brotheragem, comendo mina e homem por trás, mas sozinho. Porque eu não sou mais seu brinquedo.
Ele abriu a porta, chuva ainda batendo lá fora. Pietro fechou a porta devagar, sem bater.
Desceu as escadas chorando, mas com a cabeça erguida.

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Comentários (4)

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  • Ninfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Maryrsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Dad3boys: Seus contos são tops demais

    Responder↴ • uid:2qlpkbj42
  • BabySharkDuDuDu: Falando nisso meu bem, vai ter mais histórias sobre o Juliano e os outros? Gostei bastante desse contos

    Responder↴ • uid:8efjo7jd9d
  • BabySharkDuDuDu: Eu realmente espero que o Vitor passe muita raiva nos próximos capítulos, e também quero Pietro dando a volta por cima e fazendo ciúmes nele, ansioso para os próximos capítulos e entrar um pouco em surto.

    Responder↴ • uid:8efjo7jd9d