#Traições

Química?

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Tenho 32 anos, sou casada a cinco, não temos filhos e como todo casal temos nossas diferenças. Não é desculpa, mas até agora não entendi o que aconteceu.

Meu marido havia recebido uma promoção no trabalho o que me deixou bastante feliz. Foi numa sexta-feira, noite de muito calor, estando eu meio à vontade em casa, com um shortinho e uma camisetinha que ele me aparece, com um amigo que iria ficar na vaga dele sem me avisar.

Fiquei completamente sem graça quando eles entraram e claro o rapaz me olhou de cima a baixo. Meu marido me apresentou a ele que estendeu a mão e veio em minha direção me dando um beijo no rosto. Bonito, charmoso, perfumado.

E uma sensação muito estranha aconteceu. Devo ter ficado vermelha porque senti meu sangue subir e comecei a me sentir úmida. Um tesão brotou de não sei de onde. Já ouvi dizer coisas sobre química, mas para mim era um absurdo. Não sei se alguma mulher que estiver lendo passou por isto. Foi muito louco.

Pedi licença e subi para me trocar, pois moramos num sobrado. Eu não estava entendendo nada. Minha calcinha estava molhadinha. Parecia aquela paixão de adolescente que sonha em ficar com um ídolo, mas eu nem conhecia o sujeito. O que estava acontecendo?

Coloquei um vestido, respirei fundo, me recompus e desci. Eles estavam na sala, bebendo whisky e sentei ao lado do meu marido que disse que havia pedido pizza para nós.

Me deu um pouco de desespero com aquela situação. Será que eles estavam percebendo, me perguntava. Sentia como se fosse uma cadela no cio e respirei fundo, procurando me concentrar no assunto da conversa e tentar me distrair.

Aos poucos, esta sensação foi diminuindo e fiquei sabendo algumas coisas sobre a vida do rapaz. Tinha vinte e seis anos, era solteiro, morava sozinho e havia acabado de chegar do interior e não conhecia bem a cidade. Enfim, era um cara agradável de se conversar, divertido e tínhamos algumas coisas em comum, por exemplo, o gosto por romances.

Assim que ele foi embora, meu marido quis transar e achei uma ótima ideia. O engraçado é que enquanto ele estava em cima de mim, fiquei imaginando que era o rapaz. Ainda bem que meu marido goza rápido e fingi que tinha tido um orgasmo também, para finalizar a noite. Só digo mais uma coisa: foi duro dormir porque fiquei pensando no que tinha acontecido sem achar resposta alguma.

Duas semanas depois, num sábado pela manhã, levei meu marido para o aeroporto. Ele partiria para a Europa onde ficaria por cerca de uma semana, participando de reuniões. No caminho, ele me diz que havia deixado uma caixa no escritório com seus pertences e que o rapaz passaria, no final da tarde, para deixar em casa.

Eu já até havia me esquecido do rapaz, mas quando ele falou certa ansiedade aflorou. Pensei comigo mesma: não posso deixar aquilo acontecer de novo, tenho que me controlar e engoli seco. Deixei meu marido no aeroporto e iniciei a volta para casa.

Estava meio confusa, meio ansiosa e ora eu pensava: se ele aparecer vou convidá-lo para jantar e provar para mim mesma que não existe nada e se eu sentir algo, sou dona de mim mesma e não vou fazer nada.

Ao mesmo tempo, outros pensamentos me diziam: você é uma mulher casada não deve fazer isso. Onde já se viu convidar um estranho para jantar. Mas ele não era estranho, era um funcionário subordinado ao meu marido e não acredito que tentasse fazer algo comigo.

Já era início da noite e achei que ele houvesse desistido quando toca a campainha e vou atende-lo na porta. A caixa estava pesada e ele se ofereceu para entrar com ela. Naquele momento eu não estava com tesão, mas sentia a adrenalina de estar fazendo algo escondido.

Perguntei se ele não queria comer uma pizza, se não tinha nenhum compromisso e indeciso, talvez por causa da viagem do meu marido ele, educadamente, estava prestes a recusar quando eu insisto falando que adoraria ter companhia para jantar. Assim, ele aceitou.

Estava muito agradável conversar com ele e, assim, eu tinha uma sensação gostosa, mas não era aquela volúpia como da primeira vez. Pedi para ele abrir um vinho, jantamos, fomos para a sala e continuamos a beber e a conversar. E, aos poucos, a conversa foi se tornando um pouco mais pessoal, digamos mais íntima. Falamos de relacionamentos, de situações, de gostos e isto foi me excitando e aquela sensação foi reaparecendo. Tentei desviar a atenção e não deixar aquilo me dominar, mas ao contrário, cada vez mais eu colocava fogo na conversa.

Eu já podia sentir que estava molhadinha de novo. Eu estava contendo uma vontade de dar quase que irresistível, mas ele parecia não notar o meu tesão. A voz da consciência ficava me dizendo: Não faz isso.... Não provoca....

Fazia questão de trocar de posição a toda hora, mostrando minhas coxas, já que estava com um vestidinho curtinho. Notei o olhar de desejo dele e me deliciava vê-lo sem jeito de ficar encarando as minhas pernas.

Eram quase dez e meia quando ele se levantou e disse que iria embora. Foi aí que uma espécie de desespero tomou conta de mim. Não queria que ele fosse. Sinceramente, estava louca para dar para ele e vendo toda a sua indecisão, tomei a iniciativa e fui beijá-lo.

Jamais imaginei assumir uma atitude desta. Não esperava que eu fosse capaz disso. Ele correspondeu ao beijo, apalpando a minha bunda. A esta altura sentia minha pepeca inundada.

- Você tem certeza disso? – Perguntou ele.

- Sim. – Respondi.

- Só que eu gosto é de putinha.... – Comentou rindo.

- Vou ser sua putinha. Pode fazer o que quiser.... – Disse eu também sorrindo.

Meu marido tinha sido o único homem da minha vida e de vez em quando assistíamos vídeos de putaria embora eu não gostasse muito e ele também nunca exigiu nada de mim. Eu sabia bem como as mulheres se comportavam nestes filmes.

Eu me sentia entregue e em nenhum momento pensei em consequências. Sei que foi um erro, mas a vontade era incontrolável. Subimos e nos despimos rapidamente. Fiquei surpresa com o tamanho do pinto dele porque o do meu marido é pequeno e não via a hora de ser penetrada. Estava louca de tesão e nunca havia me sentido assim.

Deitei e abri as pernas ficando num frango assado. Completamente exposta, vi a minha pepeca depilada sendo invadida, devagar, centímetro por centímetro, até que chegou ao fim. Me sentia completamente preenchida.

O vai-e-vem começou, devagarinho a princípio e foi se intensificando. Eis que meu celular toca e eu sabia que era meu marido. O rapaz se assustou e fez menção de parar.

- Não.... – Disse a ele – Continua…. Me come.... Me come....

Ele acelerou e meu tesão também. A cada entrada eu gemia de prazer e logo atingi o orgasmo, me contraindo toda. Meu celular já havia parado de tocar a alguns minutos. Pedi para o rapaz tirar de dentro que iria ligar para o meu marido.

A conversa foi rápida. Enquanto ficava olhando aquele pinto na minha frente, menti dizendo que não atendi porque estava no banho, que o rapaz tinha vindo trazer a caixa e que estava tudo bem, tudo na paz.

Desliguei e o rapaz me disse:
- Ajoelha e chupa meu pau sua vagabunda.... Chupa que eu vou te dar leite na boca... sua vadia... putinha.

E não é que eu gostei de ser chamada de puta, de vadia, de vagabunda. Comecei a mamar e ele queria que eu colocasse tudo na boca, mas não dava, era grande e eu engasgava. Eu babava e engolia aquela coisa com a cabeçona rósea.

Lambia toda a extensão e ele levava meu rosto até o saco pedindo para eu suga-lo. Depois me fazia lamber novamente a lateral até chegar e esfregar meus lábios naquela cabecinha enorme. Sugava, sugava e tomava uma surra de pinto no rosto.

Até que ele começou a urrar e segurou meu rosto. Estava engolindo o máximo que dava e aí veio a explosão de esperma quente dentro da minha boca. Pegajoso, gosto ruim, uns quatro ou cinco jatos que engoli o mais rápido possível.

- Boa menina.... – Disse ele – Chupa bem para caralho....

Fui enxaguar a minha boca porque detesto o gosto de esperma. Quando voltei ele pediu que eu deitasse ao seu lado. Suas mãos começaram a me apalpar, sua boca veio ao encontro dos meus seios e começou a chupá-los. Enquanto isso, sua mão dava tapinhas na minha pepequinha e seus dedos a manipulavam, me dando um tesão fantástico.

Normalmente, com meu marido, após gozarmos interrompíamos a relação, mas com o rapaz estava sendo diferente. Eu fechava os olhos aproveitando aquele momento. Minha mão foi indo em direção ao pinto dele que estava mole. Manuseando com cuidado, fui sentido aquilo crescer na minha mão. E assim ficamos nos tocando por vários minutos, até que ele disse:

- Fica de quatro sua vaca.... Vou te comer gostoso agora.

Mais uma vez acho engraçado eu gostar se ser xingada. Fiquei de quatro e ele se posicionou atrás de mim, pincelando seu pinto na entrada da minha pepeca que já estava molhadinha novamente.

Desta vez, foi enfiando com vontade o que me fez gemer.

- Calma putinha.... Você não queria rola.... Agora aguenta….

Nossa, cada vez que entrava de uma vez uma mistura de prazer e dor tomava conta de mim. Aliado a isso, ele batia fortemente na minha bunda me chamando de vagabunda. Eu estava agitada, magnetizada com tudo aquilo que comecei a falar alto. Parecia que estava possuída. Dizia:

- Vai.... Isso.... Mete.... Mete.... Vai.... Me come.... Me come....

Isso o entusiasmou e ele acelerava cada vez mais as penetrações e os tapas até que eu disse:

- Ai.... Vou gozar…. Vou gozar.... Ai.... Aiiiiiiiiiiii....

Veio um orgasmo como eu nunca havia sentido. Contrações por todo o corpo, tremores e aquela sensação de paz absoluta. Estava tão entregue que ele continuava a me comer com força e eu nada sentia. Enfim, ele tirou de dentro e gozou em cima da minha bunda e das minhas costas.

Fiquei deitada de bruços por algum tempo enquanto ele também se restabelecia. Levantei e fui tomar um banho; estava acabada, porém satisfeita. Assim que liguei o chuveiro ele entrou no box e ficamos juntos, um dando banho no outro, brincando como se fossemos duas crianças.

Voltamos para o quarto e pelados deitamos novamente. Ficamos de conchinha e eu sentia aquela coisa grande, mole e quente encostada na minha bunda, enquanto a sua mão descansava no meu seio.
Quando acordei pela manhã, vi aquele homem ao meu lado com aquela coisa gostosa. Tentei me conter, mas não consegui. Lentamente e sem fazer barulho me ajeitei ficando com o rosto próximo aquele pinto e comecei a beijar, lamber o que fez ele acordar.

Aquilo foi endurecendo na minha boca e eu a cada mamada sentia mais tesão. Depois de alguns instantes, sentando-se na cama, colocou uma camisinha e já com o pinto duro, disse:

- Que bela forma de dar um bom dia. Vem.... Senta.... Vem cavalgar um pouquinho.

Me ajeitei e fui sentando. Minha pepeca estava úmida, mas dolorida e por isso fui fazendo bem devagar. Ele me puxava para que entrasse mais, porém com meus joelhos eu controlava a penetração. O tesão foi crescendo e eu fui aumentando a velocidade e rebolando quando estava tudo dentro.

A minha intenção era fazê-lo gozar logo, mas tomei uma invertida, pois, quem gozou primeiro fui eu, ficando entalada naquele pinto. Ele acariciava os meus seios, aumentando aquela sensação gostosa.

- Agora putinha, vou comer esse cuzinho.... – Disse ele.

- Não.... Não... – Respondi - Já tentei dar para meu marido que tem o pinto menor que o seu e dói muito. Não. Não...

- Vai... Só um pouquinho.... Se você não aguentar a gente pára. – Retrucou fazendo uma carinha de criança quando quer brincar e os pais não deixam.

- Tá, mas só um pouquinho e nas coxas. – Comentei.

Eu sabia que ele estava excitado e achava que iria gozar logo se ficasse se esfregando na minha bunda. Fiquei deitada de bruços enquanto ele deitava por cima de mim brincando com o pinto nas minhas nádegas.

Aos poucos foi escorregando e senti que ele estava tentando colocar a cabecinha. Estava gostoso e ele beijava meu pescoço me acendendo toda, porém a hora que ele tentou penetrar começou a doer muito e pedi para ele parar.

- Calma.... – Disse ele – Eu vou bem devagarinho. É só a cabecinha. Relaxa....

Acho engraçado vocês homens dizerem relaxa ou é só a cabecinha. Dói para caramba. Não é fácil.

- Tá bom.... – Disse ele – Não quero te machucar. Fica de quatro.

- Na bunda não.... – Falei para ele – ficando de quatro.

Ele tirou a camisinha, colocou outra, brincou na entradinha da minha pepeca me penetrando, a princípio, vagarosamente. Depois, socando com raiva ele foi me comendo como um animal e isto foi me excitando novamente. Sabe aquela sensação de ser dominada por um macho, que você não tem alternativa a não ser deixar ele te comer.

Isto me dá muito prazer inclusive quando demora para gozar. E foi o que aconteceu, ele ficou ali minutos me comendo até que eu não aguentei e gozei novamente. Mal eu me restabeleci, ele tirou para fora, me fez virar encostando meu rosto em seu pinto e gozou.

Fomos tomar um banho e ele me disse que eu era a mulher mais bonita e gostosa que ele já tinha comido. Fiquei preocupada, não com o elogio, mas deixei claro que não poderíamos nos envolver porque eu era casada. Que tinha sido uma aventura, tinha sido bom, mas terminaria ali.

E assim, naquela mesma manhã ele foi embora me deixando pensativa. Até agora não entendo o que aconteceu. De onde veio este tesão incontrolável? Por que me entreguei ao prazer com uma pessoa que não era meu marido e com tanta vontade? Por que foi mais gostoso?

O fato é que me senti muito diferente em relação às transas com meu marido. Claro que não foi uma atitude correta, embora há tempos atrás, quase nos separamos porque descobri que ele havia me traído e discutimos feio. Porém, não foi por vingança, não foi premeditado, simplesmente aconteceu e foi espontâneo.

As vezes olho para o meu marido e sinto um arrependimento profundo. Acho que não teria coragem de fazer novamente e felizmente não tive mais contato com o rapaz. Só tenho medo dele aparecer aqui em casa.

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Comentários (2)

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- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Junin: Muito bom T juninmarq25

    Responder↴ • uid:546s0d2
  • Ninfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Maryrsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk