Meu companheiro de quarto Vitor - Parte 7
Penúltima parte pessoal, me diz se estão gostando!!
Naquela noite, Pietro saiu do Bloco C, com a mochila nas costas e o rosto marcado pelas lágrimas. A chuva tinha parado, mas ainda fazia frio, ele desceu a escada bem devagar, como se doesse.
Lá embaixo, mandou um zap pro Gabriel, um brother do curso de Cinema que morava no Bloco B, no 312
“Mano, posso dormir aí hoje? Deu ruim no quarto, te explico depois.”
Gabriel respondeu rapidinho
“Vem, a porta tá aberta”
Pietro chegou lá umas duas da manhã. Gabriel abriu a porta de pijama, todo descabelado, mas nem perguntou nada. Só deu um abraço forte
- Fica o tempo que precisar. Meu colega de quarto vazou mês passado, a cama de cima tá livre.
Pietro jogou a mochila no chão, sentou na cama de baixo e começou a chorar baixinho. Gabriel sentou do lado, colocou a mão no ombro, sem forçar a barra.
Quando Pietro conseguiu falar, só disse:
- Acabou, pra sempre.
Gabriel só concordou com a cabeça.
- Quer um chá? Ou só quer dormir?.
- Dormir.
Pietro se jogou na cama de baixo, ainda com a roupa molhada da chuva, e capotou na hora. Gabriel ficou um tempo acordado, olhando pro teto, pensando que o Pietro nunca tinha parecido tão pequeno.
No dia seguinte, Pietro deu entrada no pedido de transferência. A coordenadora, a mesma dos óculos vermelhos, fez aquela cara de sempre.
- De novo treta com o quarto?
- Sim, mas dessa vez é pra valer
Ela assinou o papel sem perguntar mais nada. No fim de semana, Pietro fez a mudança: livros, roupas, o notebook, o cobertor que o Vítor tinha dado, tudo sumiu do 417.
O quarto ficou vazio de repente. Naquela noite, Vítor voltou da academia e achou a porta meio aberta (Pietro tinha deixado assim, sem trancar).
Entrou de mansinho, a cama do Pietro tava arrumada demais, o lençol esticado, sem nada em cima. A mesa vazia, só o carregador largado no canto.
No armário, só as roupas dele, o cheiro de shampoo de morango sumiu, e voltou aquele cheiro de mofo com desinfetante. Vítor sentou na própria cama, olhando pro outro lado. O quarto parecia maior, frio, sem graça, pegou o travesseiro do Pietro e apertou no rosto, respirando fundo. As lágrimas escorreram sem ele perceber.
Nos dias seguintes, o quarto virou um fantasma, Vítor acordava e olhava pro lado vazio, esperando ver o Pietro dormindo de bruços, com a bunda empinada, ou acordando com o cabelo todo bagunçado e falando
“Bom dia, meu rei”
Mas era só silêncio, ele fazia café pra dois no automático, botava na mesinha vazia e jogava fora. O copo que o Pietro usava ficou lá, esquecido, com uma marca de batom na borda.
Na academia, Vítor pegava pesado, supino, agachamento até as pernas tremerem, mas quando parava, via o Pietro na lembrança: sentado no banco, olhando ele suado, falando:
“Você é tão forte… tão lindo”
Ele saía do treino mais cedo, voltava pro quarto e ficava olhando pra parede onde o Pietro editava os vídeos.
O notebook não tava mais lá, mas o Vítor ainda ouvia o barulho dos cliques.
De noite, deitado sozinho, batia punheta devagar, pensando nele. Na mão macia do Pietro no pau dele, no gemidinho quando entrava devagar, no me fode com força, meu amor.
Gozava forte, mas não sentia nada, só um vazio. Limpava com lenço, jogava fora e ficava olhando pro teto rachado, lembrando do Pietro contando estrelas imaginárias ali.
Uma noite, Vítor pegou o celular e abriu as fotos antigas.
Selfies escondidas: o Pietro dormindo no peito dele, o Pietro rindo com o bigode dele no rosto, o Pietro pelado de costas, com uma marca de mordida no ombro. Ele chorou baixinho, pela primeira vez sem raiva, só saudade.
No quarto 312, Pietro dormia melhor. Gabriel era na dele, respeitava ele, não perguntava muito.
Mas às vezes de madrugada, Pietro acordava e ficava olhando pro teto diferente, procurando o cheiro do Vítor, o braço forte em volta dele. Chorava baixinho, abraçando o travesseiro lembrando do:
“boa noite, minha princesa”
Vítor tava na bad sozinho no quarto 417 fazia um tempão. Ele tava pegando pesado na malhação, bebendo mais do que devia e dormindo super mal.
A raiva do fim do namoro virou um buraco, e ele tava tentando tacar qualquer coisa dentro. Naquela noite, depois de ir sozinho numa festa da facul (e vazar rapidão), ele pegou o celular e mandou um texto no grupo antigo. Aquele da época que ele, o Rian e as minas ficavam juntos.
Primeiro, mandou pra Luísa:
“E aí, tá livre hoje? Cola aqui no meu quarto. Quero te ver de novo, pode ser sozinha ou com alguém, você que manda”
Luísa respondeu rapidinho:
“Com alguém? Hummm, quem?”
O Vítor nem pensou muito:
“Chama a Bárbara. Ela tá por aqui?”
Luísa mandou um emoji de fogo e depois: “Tá on! Ela topa na hora. Chegamos aí em meia hora”
Vítor jogou o celular na cama, abriu a janela pra ver se tirava aquele cheiro de mofo e solidão. Tomou um banho correndo, passou um perfume amadeirado, botou uma regata preta apertada que mostrava os músculos e um short de academia cinza.
Já tava quase duro só de pensar.
As duas chegaram juntas, Luísa de cropped branco e sainha, com os peitões balançando soltos. A Bárbara atrás, loira alta, com um corpão, usando um top preto e legging que realçava a bunda. As duas entraram na risada, cheirando a bebida e perfume doce.
- Olha quem resolveu dar as caras de novo - disse a Bárbara dando um beijo de canto na boca dele - Sumido, hein, grandão?
Vítor trancou a porta, com um sorriso meio de lado.
- Tava precisando me distrair e vocês duas são a melhor distração que eu conheço.
Luísa chegou mais perto, passando as mãos no peito dele.
- A gente tava com saudade. O Rian falou que você tava... esquisito mas e aí, já tá animado só de ver a gente.
Vítor puxou as duas pela cintura, trouxe pro meio do quarto. Beijou a Luísa primeiro, com língua e pegando um peitão por cima da roupa, depois virou pra Bárbara, beijou mais forte, mordendo o lábio dela e descendo a mão pra bunda.
- Tirem tudo, quero vocês peladas! Agora.
Elas obedeceram rapidinho, Luísa tirou o cropped e a saia, com os peitos saltando e os mamilos rosados já duros. Bárbara tirou o top e a legging, mostrando o corpo sarado e a buceta depilada brilhando. As duas se ajoelharam na frente dele, olhando pra cima, com um olhar safado.
Vítor tirou a regata e o short o pau saltou pra fora, durão, com as veias saltando e a ponta brilhando.
- Chupem juntas - ele mandou.
A Luísa pegou na base e lambeu a lateral devagar. A Bárbara chupou a ponta, girando a língua.
Elas faziam um rodízio, uma chupando e a outra lambendo os ovos.
Vítor gemeu, com as mãos no cabelo delas, controlando o ritmo.
- Isso... chupem gostoso. Duas bocas quentes aqui, saudade disso.
Ele levantou as duas e jogou na cama, Luísa de costas, Bárbara de quatro do lado. Vítor ajoelhou atrás da Bárbara e enfiou nela dela de uma vez, com força. A Bárbara gritou de tesão, mostrando mais a bunda.
- Isso... me come Vitor, faz como antes.
Enquanto comia ela, ele puxou a Luísa pra perto, chupou os peitos dela, mordendo os mamilos com força e Luísa gemia alto, se masturbando.
Vítor fez um revezamento: saiu da Bárbara, enfiou na boca da Luísa pra ela molhar com a saliva, depois voltou pra Bárbara, comendo mais fundo.
Depois virou a Luísa de bruços, abriu as pernas dela e meteu no cuzinho, devagar no começo, depois com força.
- Toma no cu sua vadia
A Luísa chorava de tesão, mostrando a bunda. A Bárbara chegou perto, beijou a Luísa de língua enquanto o Vítor comia ela, e a mão da Bárbara desceu pra apertar o clitóris da Luísa.
Vítor acelerou, suando, com a barriga sarada contraindo a cada investida.
- Vou gozar... as duas de joelhos de novo.
Elas se ajoelharam rapidinho, com a boca aberta e a língua pra fora. Vítor se masturbou com força, com o pau pulsando. O primeiro jato acertou a boca da Bárbara, grosso e quente. Depois a Luísa, na bochecha e no nariz.
Ele gozou forte, gemendo, com a porra escorrendo nos rostos delas e nos lábios.
Elas lamberam uma à outra, se beijando cheias de aquilo, olhando pra ele com os olhos brilhando.
Vítor caiu sentado na cama, ofegante, olhando pras duas.
- Caralho, isso foi demais.
A Bárbara limpou o rosto com o dedo e lambeu.
- Sempre é com você, grandão. Quando quiser repetir...
A Luísa riu, ainda de joelhos.
- A gente topa sempre.
Vítor concordou com a cabeça, mas quando elas saíram (depois de um banho rápido no banheiro), o quarto ficou vazio de novo. Ele deitou na cama, olhando pro teto rachado, com o cheiro delas no ar misturado com a falta que o Pietro fazia.
Ele pegou o travesseiro do outro lado da cama (aquele que ainda tinha um cheiro) e abraçou.
- Foi bom... mas não é a mesma coisa- ele disse pra si mesmo.
A semana custou a passar, Vítor quase não dormia. Naquela segunda, aula de Ferramentas Digitais.
Vítor chegou atrasado, largou a mochila no ombro, com olheiras de quem não dormia. Sentou na última fileira e travou ao ver Pietro algumas mesas na frente, de costas.
Pietro estava lá, cabelo maior, camiseta larga, fones, digitando rápido no notebook. Não tinha visto Vítor chegar, estava concentrado, editando um vídeo.
Levantou, pesado, e foi até a mesa de Pietro. Sentou do lado, sem pedir.
Pietro virou o rosto devagar, tirou um fone, arregalou os olhos por um instante, depois fechou a cara.
— Que que você quer? — perguntou, frio.
Vítor chegou perto, cotovelos na mesa, boca perto do ouvido de Pietro. Falou baixo, pra ninguém ouvir, mas cheio de sentimento.
— Tô com saudade pra caralho, meu bem.
Pietro ficou tenso, mas não se afastou. Vítor continuou, sussurrando:
— Saudade de acordar com você no meu peito, bunda colada em mim. Saudade de te chamar de meu bem e te ver vermelho. Saudade de te preparar com os dedos, te ver gemendo.
Saudade do seu cu apertado engolindo meu pau todo, forte quando você goza sem nem tocar. Saudade de te foder de conchinha, abraçado, enquanto beijo sua nuca e digo que você é meu, saudade do cheiro de morango no seu cabelo, do gemido quando chupo seus mamilos.
Saudade de te ver rebolando no meu colo, olhando nos meus olhos, dizendo eu te amo enquanto goza em mim.
Pietro respirava rápido, vermelho, tremendo.
— O quarto tá vazio sem você. Faço café pra dois e jogo fora, olho pro seu lado da cama e falta seu corpo perto do meu. Falta te proteger, te fazer massagem depois de editar, te ver me olhando na academia e dizendo que sou forte. Falta te comer todo dia, te encher, te abraçar e dizer boa noite, meu bem.
Tô acabado sem você, Pietro. Volta, por favor, faço qualquer coisa. Assumo, conto pra todo mundo, só volta.
Pietro fechou os olhos, uma lágrima escorrendo. Virou o rosto, encarou Vítor.
Os olhos estavam vermelhos, mas firmes.
— Você me chamou de bicha. Disse que era que era só tesão. Que nunca ia assumir — A voz saiu baixa, mas doeu. — Agora tá com saudade? Quer assumir? Uma semana depois de me descartar?
Vítor engoliu seco, voz tremendo.
— Eu tava com medo, sou um covarde. Mas eu te amo, Pietro de verdade.
Não é só sexo, é você, todo você. Volta pra casa, pro nosso quarto.
Pietro respirou fundo, limpou a lágrima.
— Não é mais nosso quarto. Tô no 312 agora com o Gabriel. E tô bem, não como antes, mas bem o suficiente pra não voltar correndo pro cara que me magoou.
Levantou, fechou o notebook, pegou a mochila.
— Se quer mesmo me ter de volta, mostra. Não com palavras no ouvido.
Faz por merecer, assuma, conta pra sua família, pros amigos. Mostra que mudou, ai a gente conversa. Agora, preciso de espaço.
Pietro passou por ele, esbarrando no braço de Vítor. Parou na porta, virou de leve.
— E Vítor… eu também sinto falta, todo dia. Mas saudade não apaga o que você disse.
Saiu, Vítor ficou ali sozinho, olhando a cadeira vazia de Pietro.
Pietro estava sozinho no quarto novo. Gabriel tinha aula até as 18h, então ele aproveitou pra organizar as coisas de verdade. A cama de cima do beliche ainda estava vazia, mas ele já tinha colocado lençóis limpos na de baixo, arrumado os livros na prateleira improvisada, pendurado algumas roupas no armário pequeno.
Quando terminou, fechou a caixa e foi até a porta pra trancar, Gabriel tinha mania de deixar aberta. Mas antes que pudesse girar a maçaneta, a porta se abriu com força, batendo na parede.
Vítor entrou como um furacão: camisa suada da academia, short preto colado nas coxas grossas, cabelo molhado de suor, olhos castanhos selvagens, respiração pesada.
Pietro deu um passo pra trás, coração disparando.
— O que você tá fazendo aqui? — a voz tremendo de raiva e algo mais.
Vítor fechou a porta com o pé, trancou sem olhar. Avançou dois passos
— Eu não aguento mais, Pietro! Uma semana. Uma semana sem você e eu tô morrendo, o quarto tá vazio, eu tô vazio.
Eu sinto sua falta todo segundo, do seu cheiro, da sua voz, do seu corpo, eu não consigo mais.
Pietro cruzou os braços
— Você me chamou de bicha. Disse que era pena, que jamais me assumiria. Agora vem aqui como se nada tivesse acontecido?
Vítor deu mais um passo
— Eu fui um idiota, um covarde. Eu tava com medo pra caralho mas eu te amo, Pietro. Não é tesão, não é brotheragem. É amor, eu quero você de volta, no nosso quarto, na minha cama, na minha vida.
Pietro balançou a cabeça, lágrimas escorrendo agora.
— Você me destruiu, Vítor. Me fez sentir que eu era só um brinquedo, como eu vou acreditar agora?
Vítor pegou o rosto dele com as duas mãos grandes, polegar limpando as lágrimas.
— Porque eu tô aqui, sem orgulho, sem medo. Eu assumo, eu conto pra todo mundo, pra minha mãe, pro meu pai, pros caras da academia.
Eu grito se precisar. Só volta, por favor.
Pietro tentou se afastar, mas o corpo traiu: as mãos subiram pros peitorais duros dele, sentindo o coração batendo louco.
— Você não pode simplesmente aparecer e…
Vítor cortou, beijando forte, língua invadindo a boca dele. Pietro gemeu contra os lábios, mãos apertando a regata suada.
O beijo virou selvagem: dentes batendo, línguas brigando, respiração ofegante. Vítor o empurrou contra a parede, mãos grandes descendo pro short de Pietro, puxando pra baixo junto com a cueca. O pau dele já estava duro, latejando.
— Saudade do seu corpo — Vítor rosnou no ouvido dele, mordendo o lóbulo. — Saudade de te abrir.
Pietro gemeu alto, mãos puxando a regata dele pra cima.
— Vítor… Gabriel pode chegar…
— Então a gente vai rápido e forte — Vítor respondeu, virando ele de costas contra a parede. Baixou o próprio short, pau grosso saltando livre, duro como pedra. Cuspiu na mão, lubrificou rápido, posicionou na entrada.
— Relaxa, princesa. Eu vou devagar no começo.
Empurrou devagar, centímetro por centímetro. Pietro arqueou as costas, gemendo rouco, unhas cravando na parede.
— Caralho… você é tão apertado… tão meu…
Quando entrou até o talo, Vítor parou um segundo, respirando pesado contra a nuca dele.
— Sente? Meu pau te enchendo de novo? Saudade disso.
Depois começou a socar: forte, profundo, ritmado. Pele batendo pele, gemidos ecoando no quarto pequeno. Pietro empinava a bundinha, pedindo mais.
— Mais forte… me fode como animal… mata a saudade…
Vítor obedeceu, segurou a cintura fina dele com as duas mãos, meteu com força, bolas batendo na bunda. Uma mão subiu pro peito de Pietro, apertando o mamilo, a outra desceu pro pau dele, masturbando no mesmo ritmo.
— Isso… goza pra mim, princesa.
Pietro gozou primeiro: corpo tremendo, jatos quentes espirrando na parede, gemendo alto o nome dele. Vítor socou mais três vezes, fundo, e gozou dentro, enchendo ele até transbordar, gemendo rouco contra a nuca.
Eles ficaram parados assim uns segundos: Vítor ainda dentro, abraçando por trás, beijando o ombro dele devagar. Pietro ofegante, lágrimas misturadas com suor.
— Eu te amo — Vítor sussurrou. — Volta pra casa.
Pietro virou o rosto devagar, olhos vermelhos, mas com um sorriso pequeno.
— Gabriel pode chegar a qualquer momento… — murmurou, voz rouca. — Ele vai ver a gente assim…
Vítor riu baixo, beijando a boca dele devagar.
— Então a gente limpa rápido. Mas depois… você vem comigo pro 417, pra sempre.
Pietro assentiu devagar, encostando a testa na dele.
— Tá bom… mas você assume de verdade, sem volta.
Vítor beijou a testa dele.
— Sem volta, eu prometo.
Eles se limparam correndo, quando ouviram passos no corredor, Pietro abriu a porta como se nada tivesse acontecido.
Gabriel entrou, mochila no ombro, olhando pros dois.
— Ei… Vítor? O que você tá fazendo aqui?
Pietro sorriu, corado, mas firme.
— Ele veio… conversar. E acho que a gente se acertou.
Gabriel ergueu uma sobrancelha, olhando pros dois.
— Tá, mas se precisar de espaço, me avisa.
Vítor passou o braço pelos ombros de Pietro, possessivo.
— Não vai precisar, ele tá voltando pro nosso quarto.
Gabriel riu baixo.
— Finalmente.
Pietro corou mais, mas apertou a mão de Vítor.
Eles saíram juntos, e a mochila de Pietro nas costas de Vítor.
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Comentários (5)
Ursinho: Deixa o Vitor sofrer mais um pouco, uma semana só não foi o suficiente
Responder↴ • uid:1cluour0vg7tBianca: Acho que o Vitor merecia sofrer mais um pouco, mas que ficassem juntos no final.
Responder↴ • uid:g3ipe050hParrudo: Queria que o Vitor sofresse um pouco mais. Haha
Responder↴ • uid:1d9dtc3l8yuwNinfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Maryrsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkSemaj: Muito bom.
Responder↴ • uid:19ivu3a1j46g