Terminei na cama com a coroa depois de tantas coincidências. Era o destino
Gosto de sair com uma mulher experiente e HELENA foi uma delas após muitas coincidências
Fui trabalhar numa empresa e MARIA HELENA (ou LENA ou LENINHA, como era chamada de acordo com a intimidade com ela) foi a minha primeira gerente; arranjei uma namorada com quem fiquei um bom tempo e ela morava no prédio em que LENA morava com a família. O marido de LENA gostava de todo sábado tomar uma num boteco num mercado público em que eu era cativo. Mudei de empresa, o tempo passou e fui para um seminário em São Paulo pela empresa, 4 dias de palestras e discussões. Quem estava no seminário? Sim, LENA. Por fim, e a maior de todas, eu e ela ficamos no mesmo hotel. Haja coincidências e isso teve consequências.
Eu tinha encontrado com LENA no seminário ainda no cadastramento e foi uma festa muito grande, conversamos muito e ficamos de marcar um almoço. Não nos falamos mais nesse dia e, como tinha sido um dia meio pesado para mim, resolvi ir direto para o hotel, não fui para o happy hour com alguns conhecidos de lá. Estava frio e eu estava mais a fim era de ficar no hotel. Cheguei no hotel, tomei um banho e ia pedir algo para comer mas me bateu uma vontade de tomar uma de leve e sabia que tinha uma pizzaria ou uma casa de massas por perto. “Tomo um vinho, belisco algo e vou dormir”, foi o que pensei. Desci, andei uns passos e achei de bom grado voltar e colocar o casaco (a camisa de pano grosso não ia evitar o frio). Volto para o hotel e, quando chega o elevador, quem sai dele? LENA.
- RAMON, você? De novo? Ah ah ah você está me perseguindo, disse ela
- Digo o mesmo da senhora, respondi
Conversamos ali e ela me diz que ia reclamar na portaria que o interfone do quarto não estava funcionando; eu expliquei a minha intenção. Resultado: alguém da manutenção resolveu o interfone do quarto dela ligeiramente e LENA veio comigo para tomar um vinho. Tinha uma cantina italiana nas proximidades e durante quase duas horas eu e LENA conversamos muito, rimos muito e bebemos vinho. A única estranheza era que ela pegava demais na minha mão, mostrando o frio que estava sentindo e às vezes roçava as pernas na minha pelo mesmo motivo. Na volta para o hotel, era perto e fomos andando, coisa de 2 quarteirões, ela me abraçou e disse que ia morrer congelada. Botei o braço sobre o ombro e depois o pescoço para aquecê-la e vi uma aninhamento dela comigo que nunca tinha ocorrido.
LENA tinha mais de sessenta anos, bem conservada, um rosto interessante, cabelos bem tratados, magra sem ser esquelética, peitos médios que mostravam beleza mas que indicavam que sem sutiã nem tanto, bunda e perna sem destaques. Ainda assim era uma mulher interessante para a idade no geral. Nessa volta para o hotel, eu fiquei foi com tesão nela, ainda mais no frio que estava. Ela só me largou já na entrada do hotel, não ficaria bem entrarmos abraçados. Na porta do elevador, ela me diz:
- Pelo frio, eu não teria largado você, que está tão quentinho
- Eu tô com frio também, LENA.
Ela estava no 7º andar e eu no 4º andar. Quando a porta do elevador abriu, o corredor estava escuro, ia acendendo quando a gente ia passando. “Eita, não bastasse o frio, ainda mais a escuridão. Não suporto isso”, ela reclamou. “Eu lhe deixo no seu quarto”, respondi e levei-a até a porta do quarto dela. “Está entregue, abra e acenda a luz”, eu disse.
- Muito obrigada, RAMON, a noite foi excelente, apesar do frio – é bom quando as coisas esquentam
- É mesmo
- E como é que eu vou dormir nesse frio?
- É cobertor com cobertor e edredom, só assim
- Bom mesmo é cobertor de orelha para noite fria assim
- Aí é a pura verdade, nada melhor
- Não vai entrar?, mandou ela sem outras palavras
Eu entrei. E dormi lá. Mal fechamos a porta e já nos beijamos; ficamos nos beijos, amassos e carinhos por um bom tempo. “Eu estou precisando”, explicava ela. “Eu estou querendo”, eu respondia. O frio era grande mas ali dentro ele não foi empecilho para que fôssemos tirando as roupas e, ainda que sob um cobertor, ficamos nus e nos alisando e chupando. Os 60 e poucos anos de idade de LENA estavam ali e não deixavam de ser maravilhosos, uma mulher que se entregava sem querer nada cobrar, que até teve vergonha do corpo nu no início, mas que ficou louca quando eu comecei a chupar aquela buceta bem molhadinha e com aquele cheiro de mulher de verdade. Quando LENA percebeu que eu estava encantado pelo cheiro e sabor dela, relaxou de vez. Gozamos inicialmente no papai e mamãe, gozei intensamente, ela virou os olhos, me apertou muito. Saí de dentro dela e dormimos sob o cobertor, com o efeito do vinho ajudando. Ela acordou pouco depois das 5 da manhã e já foi me cutucando... Demos uma trepada matinal maravilhosa. Fui para meu quarto, troquei de roupa e eu e LUNA tomamos café juntos, em clima de namoro escondido. Como era muito cedo ainda, os eventos começavam às 9h (sempre depois desse horário, na verdade), eu e LUNA fomos para o quarto dela e ficamos namorando, no carinho por lá. Resultado: mais uma trepada.
E assim foram os dias e as noites durante o seminário. Até saíamos com outras pessoas, porém dormimos juntos todos os dias. Um conhecido que estava lá desconfiou e veio falar comigo:
- Você tá pegando a coroa, não é, safado?
- Eu não, ela já foi minha chefe e é gente boa demais
- Para cima de mim? Os olhos dela chegam a brilhar quando você está perto
- Pronto, Romeu e Julieta agora. Você tá é doido
Neguei mas era verdade o que o cara disse, pois ficamos num clima bem romântico um com o outro. Ela era casada e muitos conheciam o marido dela! No final do seminário, muitos marcaram para ir a um bar e eu e LENA fomos, porém saímos relativamente cedo, alegando cansaço e viagem no outro dia. Ao invés de irmos direto para o hotel, paramos na cantina italiana, tomamos um vinho e voltamos abraçadinhos até o quarto dela. Jogamos tudo no ar mesmo; na cantina, eram carinhos e beijos (não espalhafatosos, mas o suficiente para os presentes perceberem a diferença de idade, uns quase 18 anos de diferença). A nossa despedida foi maravilhosa, LENA até o rabo quis me dar (ela era virgem atrás e não aguentou por muito tempo a rola dentro). Trepamos muito na despedida e ela gostava de mudar muito a posição, experimentando várias e até descobrindo outras.
Fomos para o aeroporto no mesmo carro de aplicativo, ainda que meu avião só fosse sair quase 4 horas após. Lembro que procuramos um lugar menos movimentado e trocamos beijos intensos quando foi a hora de ela entrar na área de embarque. Comecei a sair com LUNA depois disso e depois conto o ocorrido, inclusive como ela estava pouco se importando se o marido dela desconfiasse ou não, o que eu achava ruim de acontecer..
Mas as coincidências não acabaram.
Fui procurar um local para fazer um lanche mais reforçado perto da hora do meu voo, não almoçar, apenas um lanche, e ao me sentar ouço alguém me chamar pelo nome: era PRISCILA, uma ex-colega de trabalho minha e que conhecia demais LENA também; PRISCILA estava morando em São Paulo e estava indo visitar seus familiares em Recife. Mesmo voo meu e a cadeira ao lado da minha. Mentira, a cadeira dela não ficava ao lado da minha, porém a dela era na janela (assim como a minha também era) e ficou fácil para ela trocar de lugar com um rapaz que estava ao meu lado. No voo de volta pintou um clima, trocamos beijos e só não marquei com ela no mesmo dia porque precisava me recompor ah ah ah. Mas no dia seguinte, teve rolo e conto depois.
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