Tem que macetar o novinho sem dor!
Fui no aniversário do meu amigo porém... Não resistir e rasgei o novim na pirokada!
Eu não gosto de festas. Nunca gostei. Mas era aniversário do Rafael (meu amigo) e o tédio daquela semana tinha virado uma coisa física, carência de um corpo nu e suado. Então fui.
Cheguei cedo de propósito. A casa ainda cheirava a produto de limpeza e a pizza que a namorada dele tentava salvar no forno. Ofereci ajuda. Ninguém estranhou. Organizei as bebidas, cortei limão, alinhei os copos. Depois fiquei andando pela casa como se estivesse só ocupado.
Enquanto ajeitava as cadeiras no quintal, flertava com os homens que eram bastante atirados e mulheres q ficam no canto mexendo no celular e só levantava os olhos quando alguém falava o nome dela. Nunca fui pedo porém me chamou atenção um garoto lindo, cabelos encaracolados, seus lábios finos, seu rosto angelical mi deixou duro. Olhei Rafael, no meio de tudo, tentando ser o anfitrião perfeito e falhando de um jeito quase carinhoso.
A festa engrossou. Música, conversas sobrepostas, o cheiro de álcool se misturando com o de comida esquecida e as crianças correndoem meio aquilo. Eu circulava. Repondo gelo, abrindo outra garrafa, escutando. Ouvi o menino dizer a mãe que já estava com sono é que queria dormir e a mãe dele pediu um quarto pro Rafael que meio embriagado, disse que eu era “o único amigo de verdade que aparecia cedo pra ajudar”. Eu sorri e ele disse que confiava em mim pra cuidar disso, eu levei ambos pro quarto do Rafael, e sua mãe ficou lá até o menino adormecer e eu voltei pro serviço.
Algumas horas depois, as vozes começaram a atrasar. As risadas demoravam a sair. Um por um, os corpos foram cedendo. Sofás, cadeiras de plástico, o chão da sala. Alguns ainda tentavam falar. Outros já tinham os olhos semicerrados, a boca entreaberta, o peso da noite inteira empurrando-os para baixo. Olho pro lado e a vadia estava jogada no chão e pensei pq não ver se o filho dela não precisa de algo!
Eu caminhei entre eles outra vez. Sem pressa. Olhei os rostos.
Já tarde, Fui ao quarto e ele roncava de boca aberta, uma linha de baba no queixo e segurava o aparelho, a tela apagada contra o peito. Rafael estava no quarto e tinha a cabeça caída no ombro da namorada, a expressão tão serena que quase dava vontade de proteger. Quase.
Fiquei ali o tempo suficiente para sentir o silêncio se instalar de verdade. O ar quente, carregado. Tudo parecia exatamente no lugar.
Depois eu fiz o que precisei fazer, tirei minha roupa e levantei a camisa dele lambendo sua barriga e mordendo seus mamilos ele acordou assustado porém eu tanpei a boca dele e falei que estava tudo bem, tirei a camisa dele e subi encima dele e chupei seu pescoço com força e de deixar um beijo de tirar um ar ele reclamou, murmurou e me empurrou eu disse que dá próximo vez que ele fizesse isso, gritasse, ou tentasse fugir eu ia dar uma surrar nele, ele começou a tremer e a soluçar não sei se pela ameaça ou porque eu estava mordendo a orelha dele! Tirei o resto da roupa dele e cuspir na minha mão e passei no kuh dele e na cabeça do meu pau mais minha vontade era de enfiar no seco segurei no forte do saco dele e encaxei e enfiei com tudo ele começou a falar desesperado "aíhhh tira que tá doendo, aí aí aí" porém eu disse que só pela reação dele eu iria fazer ele sofrer pra aprender a aguentar igual a um homem eu peguei a camisa dele e enfiei na boca dele e sokei sem dor o miserável e quando terminei dei um beijo nele e disse que voltaria fui na geladeira e peguei uma garrafa de leite levei pro quarto e perguntei se ele queria um gole ele ainda soluçando disse que disse eu peguei ele pelo cabelo e disse que tinha que mamar pra conseguir ao sentir seus lábios quentes no meu belo pau não resistir e comecei a socar a goela desse miserável e ao gozar peguei a garrafa de leite derramei no quarto e disse pra ele tomar banho e se alguém perguntasse era pra ele dizer que derramou leite no quarto e se sujou todo!
Saí pela porta da frente sem barulho. A rua estava vazia. O poste em frente piscava, como sempre. Caminhei até a esquina e só então olhei para trás. A casa ainda iluminada por dentro, amarelada, inocente. Por um segundo pareceu que a festa continuava lá, só que sem som.
Continuei andando. O asfalto frio sob os pés. Estava no modo como ninguém desconfiou. Estava em mim, caminhando como se fosse só mais uma noite.
E, de alguma forma, ainda era.
Mas enquanto eu andava, uma coisa pequena e quieta começou a se mexer no fundo da cabeça. Não era culpa. Não era medo. Era quase uma curiosidade. Como se aquela casa, aqueles rostos, aquele silêncio tivessem sido só um teste. Como se eu tivesse acabado de descobrir que dava para fazer. E que, se dava para fazer uma vez, talvez desse para fazer de novo.
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