Aventuras no Rio de Janeiro - O dia seguinte èm que fui deflorado pelo traficante
Acordei no outro dia e Jeferson havia preparado um café para o cara que tinha comido ele na noite anterior. Voltamos a conversar sobre futuro.
Eu dormi o sono dos justos.
Estava arrasado depois das três fodas com Baianinho.
Quando levantei, Baianinho já havia saído e estava apenas Jeferson e o amigo de Baianinho que tinha comido Jeferson no outro quarto.
Aproveitei para tomar um cafe, pois estava faminto e conversar com Jeferson.
Ai, sabe Jeferson, eu tô tão decepcionado.
Jerferson arregalou os olhos e perguntou se era com ele.
Eu falei que não.
Era comigo mesmo.
Ele então perguntou por que?
Eu respondi desanimado que esperava me comportar de outra forma diante de Baianinho.
Devia ter tido coragem para dizer o que tinha vontade e romper com a forma como ele me trata.
Como assim amigo. Ele te tratou mal você? Por acaso te bateu.
Não, não, aí já seria demais.
Não, mas ele sem cerimônias me faz chupar seu pau, me pega em cada posição que parece que sou um boneca nas mãos dele, me penetra sem pena e não quer nem saber se está doendo ou não.
Tá, mais não se torture, não é cula sua. Você não pode fazer nada pra impedí-lo.
Não vai ficar se martirando por isso.
Mas eu fico. Queria ter uma atitude de homem diante dele e acabar logo com isso, mas não sei o que tá acontecendo comigo.
No final, eu já tô aceitando tudo de boa e até pedindo pra ele me foder o cú, chamando ele de meu macho e pedindo pra ele gozar dentro de mim, isso é atitude de homem por acaso.
Calma amigo, é normal quando o cara subjulga a gente durante o ato sexual.
Seu lado fêmea gritando mais alto.
Como assim lado fêmea?
É dificil explicar isso se o cara tem a mente fechada.
Mas quem tem a mente mais aberta sabe que todos temos um pouco de macho e um pouco de fêmea.
Os orientais são bons nisso e podemos ver no Ying eYang. Tem um pouquinho de um no outro e vice-versa.
Nós também somos assim.Temos um pouco de fêmea em cada macho.
É só harmonizar os dois para permitir que aquele pouco de fêmea se manifeste.
O que acontece é que Baianinho cumpriu apenas o papel de macho diante de você, mas você cumpriu o papel de fêmea, e esse pouquinho de energia de fêmea aflorou durante o sexo e ela espalha e toma conta de você.
Você não se sentiu bem na hora que perdeu o controle.
Sim, muito bem.
Então, a energia espalha pelo corpo e é como se a narureza adaptasse você para esse novo papel.
Você já deve ter ouvido falar que na natureza essa liberação transforma fisicamente machos em fêmeas, para equilibrar o ambiente.
Fez sentido pra você?
Não sei não, acho isso uma baboseira danada.
Tá, mas abre mais sua cabeça porque não foi cula sua.
Baianinho apenas dispertou algo que está dentro de você e você não tem culpa nenhuma disso.
Só achei pesado você pedir pra ele gozar dentro de você.
Nem foi só isso Jeferson e é isso que está me matando de remorso.
O que foi amigo, fala!
Acho que ele me fez gozar.
Que isso amigo, como assim?
Isso que você ouviu. Acho que gozei como pau dele enfiado no meu cú.
Nossa amigo.Então o negócio foi forte mesmo.
E você, gostou na hora.
Bem, não dá pra ser tão hipócrita. Gozo é gozo, lógico que foi bom né.
O que foi muito negativo foi que eu me descontrolei e chamei ele de meu macho, meu homem, e pedi pra ele gozar dentro do meu cú.
Ih! Agora vai ficar dificil de reverter as coisas.
Sua moral com ele foi lá embaixo.
É, eu sei disso.
O que eu devo fazer Jeferson?
Cara, agora nesse instante eu não sei.
Só quando Baianinho voltar é que a gente vai saber o que fazer.
De repente ele vai mandar a gente embora e isso acaba de vez.
Ai Jeferson vamos torcer pra isso acontecer.
Toma um banho, ftira essa inhaca de Banhaninho do seu corpo e vamos esperar ele voltar pra ver qual é.
Esperamos por quase quatro horas.
Quando ele entrou em casa eram quase 14horas.
Ele foi simpático e disse que tinha pedido comida pra gente e que a noite ia ter baile na quadra do morro e que nós eramos convidados dele.
Gelei de novo. Ia ter que ficar mais um dia naquele lugar maldito.
Baianinho sentiu o cheiro de sabonente no meu corpo e elogiou.
Nossa, que pitinha cheirosa, assim você mata o papai do coração.
Lascou um tapãp na minha bunda que deixou ela ardendo.
Ia ser um dia bem dificil pra mim.
Baianinho pediu para o Jeferson pegar umas roupas pra mim no quarto dos fundos.
Jeferson foi e voltou rapidamente.
Baianinho, o garda roupa lá dos quartos do fundo tá quase vazio, a não ser as gavetas. Mas só achei langeries pequenas.
Então, é isso mesmo, mas estão limpinhas. Escolhe uma pra vocês duas.
Ele se referiu a gente no feminino. Aquilo estava passando dos limites.
Jeferson percebeu que aquilo mexeu comigo e fez um gesto com as mãos como se rezasse para eu não fazer besteira.
Ele só saiu pra ir buscar as calcinhas quando viu que me controlei.
Baianinho assim que Jefersom saiu para pegar as calcinhas falou, você tá tão cherosinha que não devia botar esssas roupas suadas.
Eu havia tomado banho e voltei a vestir a fantasia do bloco de piranhas. O colan, a sainha e a blusa de colegial.
Eu lavei os cabelos e desfiz a Maria Xiquinha que estava usando para pareciar uma colegial americana, que era a fantasia que havia comprado na loja no centro do Rio.
Baianinho falou que se eu quizesse refazer a Maria Xiquinha que eu podia.
A vontade que eu tinha era de voar em cima dele e sair na porrada.
Mas, logo em seguida a imagem que me vinha era dele me dominando, me batendo e fodendo meu rabo sem dó.
Mas que diacho era aquilo, o que tinha acontecido comigo. Eu estava um devasso, só pensando em sexo com Baianinho.
Acabei deovendo a ideia de acabar com aquilo e acabei obedecendo a Baianinho e tirando aquela fantasia suada.
Fiquei nú diante dele. Meu pau estava murchinho como sempre e morri de vergonha diante dele que era o oposto de mim.
Com certeza ele devia estar com pena do meu pauzinho e rindo da minha condição.
Então resolvi esconder minha vergonha, tampando com as mãos e me virando de costas pra ele.
Antes do Jeferson voltar com as calcinhas, senti a mão de Baianinho apalpar minha bunda desnuda.
A banda direita ainda estava muito ardida do tapa que ele havia dado.
O desgraçado me humilhava até sem querer, pois emvez de indignação acabei todo arrepiado com aquela passada de mão na bunda.
Não via a hora do Jeferson voltar para inibir um pouco a confiança daquele safado.
Enfim o Jeferson voltou e mostrou duas calcinhas fio dental. Uma da cor rosa Pink e a outra perta.
Eu já ia me sentir humilhado de qualquer forma, mas rosa Pink eu não ia usar mesmo.
Corri pra cima do Jeferson e tomei a preta da mão dele.
Baianinho riu e disse, eita, não vão brigar por causa de uma calcinha né.
Eu sentei no sofa e tratei de vestir logo pra não continuar totalmente nú na frente do Baianinho.
Jeferson tambem tirou sua fantasia e vestiu a rosa pink.
Ficamos os três na sala em silêncio.
Baianinho não entendia nosso silêncio.
Era de constrangimento, mas o safado jamais entenderia isso, já que ele nos tratava como fêmeas.
Assim que o amigo de Baianinho chegou com a comida, eu e jeferson esquecemos completamente o constrangimento e corremos pra o balcao do barzinho da sala.
Sentamos nas banquetas e esquecemos que estavamos de calcinha fio dental e começamos a nos servir.
Estavamos famintos sem comer nada desde o dia anterior.
Tirams a barriga da miséria e nem nos importamos que os dois comiam nas banquetas ao lado na nossa, mas passavam a mão em nossa bundas o tempo inteiro, elogiando que ela seram lisinhas e redondas.
Assim que terminei de comer, para fugir daquele ambiente pedi para ir ao banheiro.
Me tranquei lá e fiquei o maior tempo possível.
Depois me ocorreu que faria a digestão rapidamente e fatalmente eu estava com dificuldades para fazer minhas necessidades, pois sempre fico assim fora de casa.
Mais uma vez eu não entendia minha cabeça. Eu estava pensando que com certeza Baianinho ia querer me comer de novo e eu estaria como meu intestino cheio e poderia me sujar todo e seria constrangedor.
Olha o meu pensamento. Ao invés de estar indignado por estar vestindo calcinha fio dental na frente de dois negões estranhos, estava preocupado em defecar pra estar limpinho na hora que Baianinho metesse a pica no meu cú.
Mas preferi sentar mesmo sem vontade no vaso pra ver se conseguia.
Deu certo, acabei fazendo bastante quantidade.
Me lavei bem, não queria passar por um cara sem higiene. Outro pensamento esquisito, pois pensei em estar limpinho caso Baianinho quisesse me comer.
Terminei de me lavar e botei a calcinha de novo e saí do banheiro.
Jeferson e seu negão já tinha ido para o quarto deles.
Baianinho estava ao celular e dando uma bronca em alguém.
Quando ele terminou a ligação, virou, me viu e disse que queria dar uma relaxada.
A cara de safado que ele fez, mostrou que eu fiz o correto ao esvaziar o intestino e me lavar bem.
Ele veio, passou a mão na minha cintura e me conduziu para o quarto.
Vi que dessa vez ele passou a chave na porta.
Ele me pegou pela mão e me levou até a cama e foi me forçando a ficar de quatro.
Tirou a roupa toda e ficou nú.
Foi me virando até que meu corpo ficasse atravessado de lateral para lateral da cama, pois assim ele conseguia oferecer seu pau pra eu chupar e tinha minha bunda ao alcance da sua mão.
Ele alisava minha bunda e cravava a calcinha petro mais do que já estava.
Chegou a irritar meu reguinho.
Antes que ele reclamasse eu peguei seu pau e já fui chupando.
Mamei ele por bastante tempo, até ele estar explodindo de tão duro.
Baianinho molhou seu dedo médio e enfiou no meu cú chegando a calcinha de lado.
Gemi de tesão com ele mexendo o dedo dentro do meu cú.
Como eu ainda chupava seu pau, saía um som abafado apenas.
Mas ele viu que eu estava ficando excitado e inevitavelemente comecei a rebolar no dedo dele.
Aquilo que Jeferso tinha me falado começou a fazer mais sentido.
A suavidade da calcinha roçando a região do meu cú. O dedo dele mexendo e opau dele pulsando dentro da minha boca, estavam me fazendo perder o controle.
Rapidamente Baianinho havia feito eu querer levar pica de novo.
Sabia que em breve eu ia começar a pedir pra ele socar aquele caralho todo dentro do meu cú.
Era questão de tempo.
Baianinho tirou o pau da minha boca e o dedo do meu cú e eu já ia me posicionando de quatro pra ele,mas ele me surpreendeu e me quedou de costas na cama.
Fiquei olhando pra ele e erguir as pernas e tentei apoá-las nos seus ombros , como ele sempre fazia.
Mas ele as tirou e me olhando furioso, me deu uma sequência de tapas na cara.
Eu me assustei e tentei me defender.
Ah, vai querer ser homenzinho agora?
Aqui não. Você aqui é só minha putinha safada.
Que porra é essa de querer que eu foda seu cú do seu jeito.
Piranha minha não escolhe a posição pra levar pica. Apenas obedeçe, entendeu.
Eu rapidamente respondi que tinha entendido.
Ele então mandou eu voltar pra posição de quatro.
Eu obedeci e ele voltou a alisar minha bunda.
Me pegou pela cintura, me orientou para ficar alinhado com o pau dele, Mandou eu afastar bem as pernas e empinar a bunda o máximo que eu conseguisse.
Puxou a calcinha de lado, mas sem tirar e começou aquela tortura de pincelar o pau até achar a entrada do meu cú.
Assim que ele achou ele mandou eu pedir desculpas e pedir pica no meu cú.
Eu fiz como ele mandou e pedi desculpas pra ele e pedi pra ele me socar pica sem dó.
Baianinho socou a pica com requintes de crueldade. Parecia querer me machucar de propósito.
Realmente ele me avacalhou todo naquela tarde e quando quiz gozar ele me colocou de joelhos e leitou todo o meu rosto.
Ainda tentei limpar seu pau ao final do gozo para me redimir, mas ele estava mesmo furioso com o meu comportamento.
Ele deitou e dormiu e eu fiquei sentado no chão do quarto chorando copiosamente como medo do que ele poderia fazer quando acordasse.
É horrível estar nas mãos de um homem que você nem conhece, mas resolvi entregar pra sorte.
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Comentários (1)
Aff: Que conto maravilhoso,qbom que nn estragou ele colocando o Jefferson dando pra ele tbm Agr ele vai aprender a ser mulher do chefe
Responder↴ • uid:1cohpu577uaa