Falei que irá no mercado e peguei no flagra meu irmão dotado fuder meu noivo parte 10 & 11
No dia seguinte o celular “voltou da assistência”.
Eu cheguei em casa no fim da tarde, mostrei a tela funcionando pro meu noivo e falei que tinham só formatado e trocado um conector. Ele fingiu alívio. Eu fingi que não tinha visto nenhum dos vídeos.
Mas a porta dos fundos continuava destrancada.
No dia seguinte eu repeti o ritual. Saí, voltei escondido e me enfiei no armário.
Dessa vez não eram só dois.
Primeiro entrou meu irmão. Depois o tio. E atrás deles veio um terceiro homem.
Carlos.
O amigo pra quem o tio tentava mandar os vídeos desde o começo.
Era mais alto que os dois, uns 35 anos, corpo de quem pesa academia, braços grossos e um volume absurdo na frente da calça. Quando ele abriu o zíper e puxou pra fora, meu noivo abriu a boca sem conseguir disfarçar.
Vinte e dois centímetros.
Grosso, pesado, a cabeça larga e escura, veias saltadas do começo ao fim. Não era tão longo quanto os 23 do meu irmão, mas a grossura competia com a dos dois.
— Então esse é o famoso noivo — falou Carlos, batendo o pau de 22 centímetros na cara do meu noivo. — O corno que fica recebendo vídeo e fingindo que o celular tá estragado.
Meu noivo só engoliu em seco. Meu irmão já estava atrás dele, passando a cabeça dos 23 centímetros no cu ainda marcado. O tio se posicionou do lado, os 19 centímetros na mão.
— Hoje ele aguenta três — disse o tio, ligando a câmera de novo. — E o corno vai receber o vídeo completo.
Carlos não esperou muito. Enfiou os 22 centímetros direto na boca do meu noivo, segurando a cabeça com as duas mãos e metendo fundo. Ao mesmo tempo meu irmão empurrou os 23 centímetros no cu de uma vez. O tio ficou filmando de perto, depois se juntou, esperando a vez de enfiar os 19.
O quarto virou um só barulho molhado.
Três paus.
23, 22 e 19 centímetros se revezando entre a boca e o cu do meu noivo. Carlos metia com força, a grossura abrindo a garganta dele. Meu irmão dava estocadas fundo, as bolas batendo. Quando trocavam, o tio entrava no cu ainda aberto e quente.
Em determinado momento os três estavam em cima da cama. Meu noivo de quatro, meu irmão no cu com os 23, Carlos na boca com os 22, e o tio se masturbando ao lado, filmando o close dos dois paus grossos sumindo nos buracos.
— Abre mais — mandou Carlos, puxando o cabelo do meu noivo. — Quero ver você engolindo tudo enquanto leva no cu.
Eu gozei dentro do armário pela segunda vez naquela manhã, a mão encharcada, os olhos colados na fresta. Via cada veia dos 22 centímetros de Carlos esticando a boca do meu noivo. Via os 23 do meu irmão sumindo inteiros. Via o tio rindo enquanto filmava e narrava:
— Olha só, corno. Agora são três. E você continua aí, quieto, fazendo de conta que não sabe de nada.
Quando os três gozaram — Carlos na boca, meu irmão dentro do cu, o tio no rosto —, meu noivo caiu de lado na cama, ofegante, o corpo coberto de porra, o cu aberto e vermelho, a boca escorrendo.
Carlos passou o pau de 22 centímetros ainda latejando nos lábios dele e falou, olhando quase na direção do armário:
— Se o celular tiver funcionando de verdade dessa vez… manda um áudio, corno. Ou aparece. Porque amanhã a gente volta. E cada dia que você ficar escondido, a gente chama mais um.
Eu apertei o celular no bolso.
O vídeo já estava chegando.
Eles não foram embora logo.
Carlos ficou andando pelo quarto com o pau de 22 centímetros ainda semi-duro balançando, admirando o estrago. Meu irmão estava sentado na beira da cama, os 23 centímetros pesados sobre a coxa, cobertos de porra e do mel do meu noivo. O tio terminava de mandar o vídeo, sorrindo cada vez que a barra de envio completava.
— Foi — anunciou ele. — Agora é esperar pra ver se o celular “consertado” do corno vai abrir dessa vez.
Meu noivo estava deitado de lado, respiração ainda descompassada, uma perna jogada pra frente. O cu continuava aberto, latejando, um fio branco escorrendo devagar pela periferia e manchando o lençol. Carlos se aproximou, pegou o celular do tio e fez um close ainda mais perto.
— Manda esse também — falou. — Bem de perto. Pra ele ver o que a gente deixou.
A câmera focalizou o buraco vermelho, as bordas inchadas, a porra dos três misturada saindo aos poucos. Depois subiu e pegou o rosto do meu noivo: olhos cansados, boca inchada, restos de gozo no queixo e no cabelo.
Carlos falou baixo, quase colado no microfone:
— Tá vendo, corno? Três paus. 23, 22 e 19. Seu noivo engoliu e levou tudo. E você continua aí, quieto. Até quando?
Ele parou a gravação e mandou na hora.
Segundos depois meu celular vibrou no bolso do armário.
Lá fora, meu irmão se levantou e foi até a janela, espiando a rua por entre a persiana.
— E se ele estiver em casa? Escondido?
O tio riu.
— Melhor ainda. Significa que ele tá vendo ao vivo. Significa que o pau dele deve estar doendo de tanto bater.
Carlos olhou na direção do corredor, exatamente pro lado onde ficava o armário. Ficou uns segundos quieto, como se sentisse alguma coisa. Depois só deu de ombros e falou:
— Se tiver escondido, que continue. Quanto mais ele assiste, mais a gente fode. Amanhã eu trago um amigo. Esse tem 24.
Meu noivo soltou um gemido baixo só de ouvir.
— 24?
— 24 — confirmou Carlos, passando a mão no próprio pau de 22 centímetros. — E grosso igual o meu. Se o corno continuar desaparecido, a gente vai enchendo esse cu até não caber mais ninguém.
Eles se vestiram devagar. Antes de sair, meu irmão ainda voltou até a cama, abriu as nádegas do meu noivo com as duas mãos e cuspiu dentro do cu aberto. Depois deu um tapa e falou:
— Deixa assim pra ele achar se um dia tiver coragem de olhar.
Os três saíram.
Eu esperei o barulho da porta da frente e mais dois minutos de silêncio total. Só então saí do armário, as pernas meio moles, a mão ainda suja.
No quarto, o cheiro era pesado. A cama estava destruída. Meu noivo tinha fechado os olhos, fingindo dormir, mas eu vi o peito subindo e descendo rápido demais.
Eu fiquei na porta olhando aquele cu ainda aberto e molhado.
Depois fui pro banheiro, tranquei a porta e assisti os dois vídeos novos do começo ao fim.
Pausando.
Voltando.
Zoom nos 22 centímetros de Carlos esticando a boca do meu noivo.
Zoom nos 23 do meu irmão sumindo inteiros.
A farsa continuava.
Mas agora eram três.
E amanhã, pelo jeito, seriam quatro.
No dia seguinte eu nem precisei mandar mensagem.
Saí de casa no horário de sempre, rodei a quadra e voltei pela porta dos fundos em menos de quinze minutos. O armário do corredor já estava com a porta entreaberta, exatamente como eu deixava.
Eles chegaram mais cedo.
Primeiro meu irmão. Depois o tio. Em seguida Carlos. E atrás dele vinha o amigo.
O cara era grande. Mais alto que Carlos, ombros largos, peito largo, uma calça justa que já marcava o volume absurdo. Quando ele abriu o zíper e tirou o pau, até meu noivo, que já tinha levado 23, 22 e 19, abriu a boca.
Vinte e quatro centímetros.
Grosso pra caralho. A cabeça era enorme, escura, e o corpo do pau era coberto de veias grossas que pareciam querer estourar. Quando ele segurou na base, a mão mal fechava.
— Esse é o Ricardo — apresentou Carlos, batendo o próprio pau de 22 centímetros na cara do meu noivo. — Falei que tinha 24. E é grosso igual.
Meu irmão já estava atrás, passando a cabeça dos 23 centímetros no cu ainda marcado do meu noivo. O tio se posicionou do lado com os 19. Carlos ficou na frente. E Ricardo só ficou ali, segurando aqueles 24 centímetros pesados, deixando meu noivo olhar.
— Hoje a gente vai fazer DP de verdade — falou Carlos, ligando a câmera do celular e apoiando ele na cômoda, filmando o quarto inteiro. — Dois no cu. Ao mesmo tempo.
Meu noivo engoliu em seco, mas não recuou. Deitou de bruços, ergueu a bunda e abriu as nádegas com as mãos.
Meu irmão enfiou os 23 centímetros primeiro. Entrou inteiro, até as bolas, com um gemido rouco do meu noivo. Ficou ali, parado, só sentindo o aperto. Depois Ricardo se posicionou ao lado dele. Encostou a cabeça enorme dos 24 centímetros bem na entrada já ocupada e começou a empurrar.
Meu noivo gritou no travesseiro.
A cabeça grossa foi forçando, centímetro por centímetro, abrindo o cu ao lado do pau do meu irmão. As bordas esticaram ao máximo, ficando brancas. Quando os dois paus estavam pela metade dentro ao mesmo tempo, meu noivo tremia inteiro, a respiração curta, os dedos arranhando o lençol.
— Porra… não cabe…
— Cabe — rosnou Ricardo, empurrando mais um pouco. — Relaxa e engole.
Eu via tudo pela fresta do armário. Via os dois paus grossos — 23 e 24 centímetros — lado a lado, sumindo dentro do mesmo buraco. Via o cu do meu noivo se abrindo de um jeito que parecia impossível. O tio se ajoelhou na frente e enfiou os 19 centímetros na boca dele pra abafar os gemidos. Carlos filmava de perto com o celular, narrando baixo:
— Olha isso, corno. Dois paus no cu do seu noivo. 23 e 24. Ao mesmo tempo. E você aí, escondido, assistindo ao vivo igual todo dia.
Eles começaram a se mexer.
Meu irmão e Ricardo metiam em ritmos diferentes, os dois paus se esfregando dentro do cu apertado. O som era obsceno — molhado, fundo, barulhento. Meu noivo gozou sem ninguém tocar nele, o corpo inteiro contraindo, o cu apertando os dois paus com força. Eles não pararam. Continuaram metendo, forçando cada centímetro, até conseguirem enfiar os dois quase até o fim.
Eu gozei dentro do armário pela primeira vez ali, a mão encharcada, os olhos colados na cena. Via cada veia, cada estocada, cada vez que os dois paus saíam quase inteiros e entravam de novo juntos.
Quando finalmente tiraram, o cu do meu noivo ficou completamente aberto, redondo, latejando, a porra já começando a vazar. Ricardo não aguentou. Enfiou os 24 centímetros de volta sozinho e meteu com raiva, fundo, até gozar dentro. Meu irmão logo em seguida, nos 23. O tio gozou na boca. Carlos no rosto.
Meu noivo caiu de lado, o corpo mole, o cu destruído, a respiração falhando.
Carlos pegou o celular, parou a gravação e mandou o vídeo na hora.
— Agora o corno tem o vídeo do DP completo — falou, olhando quase na direção do armário. — E amanhã a gente repete. Se ele continuar escondido… a gente traz mais um.
Eu fiquei imóvel no escuro, o pau ainda latejando, o celular vibrando no bolso com o vídeo novo.
Eles tinham feito DP de verdade.
E eu tinha visto cada segundo ao vivo.
Parte 11
Dentro do armário, eu digitei rápido no celular, com a mão ainda suja:
“Celular tá com problema. As mensagens e os vídeos não tão abrindo. Depois eu vejo.”
Apertei enviar.
Do lado de fora, o celular do tio vibrou. Ele olhou a tela e soltou o ar.
— Ele respondeu.
Meu irmão parou com a cabeça dos 23 centímetros ainda encostada no cu do meu noivo.
— E aí? O que ele falou?
O tio leu em voz alta:
— “Celular tá com problema. As mensagens e os vídeos não tão abrindo. Depois eu vejo.”
Silêncio de dois segundos.
Depois meu irmão soltou uma risada baixa.
— Que conveniente pra caralho…
— Ele tá mentindo — falou o tio, ainda olhando a tela. — Visualizou os dois vídeos. Os dois. E agora vem com essa de que não tá conseguindo abrir?
Meu noivo, ainda de quatro, olhou por cima do ombro.
— Então ele viu. E tá fingindo que não.
— Exato — disse o tio. — O corno viu a gente metendo, viu os 23 centímetros do sobrinho saindo e entrando no cu dele, viu eu gozando na boca… e agora tá tentando se fazer de desentendido.
Meu irmão empurrou a cabeça do pau pra dentro do cu do meu noivo devagar, só a cabeça, e falou:
— Então a gente continua. E grava de novo. Se ele quer fingir que não viu, a gente manda mais. Até ele não aguentar e responder de verdade.
O tio já tinha ligado a câmera outra vez. Apontou pro momento em que meu irmão enterrava os 23 centímetros inteiros de uma vez só. Meu noivo soltou um gemido alto, o cu engolindo a grossura com dificuldade.
— Olha só, corno — falou o tio direto pra câmera, a voz baixa e provocante. — Seu celular tá com “problema”, né? Então quando o problema passar… você vai achar mais um vídeo aqui. Dessa vez com o sobrinho metendo até as bolas enquanto eu fodo a boca do seu noivo.
Meu irmão começou a meter de verdade. Estocadas fundo, pesadas, o pau de 23 centímetros saindo brilhando e entrando de novo até o fim. O tio se posicionou na frente e enfiou os 19 centímetros na boca do meu noivo, segurando a cabeça dele.
A câmera pegava os dois ângulos: o cu se abrindo ao redor da pica enorme do meu irmão e a boca esticada nos 19 centímetros do tio.
Eu, escondido, sentia o celular vibrar de novo no bolso. Mais um vídeo chegando.
Eles continuavam fodendo, agora com mais força, como se quisessem deixar claro que não acreditavam na minha desculpa.
O tio tirou o pau da boca do meu noivo só o suficiente pra falar pra câmera:
— Quando seu celular melhorar… manda um áudio. Ou aparece. Até lá a gente vai continuar usando esse cu.
Meu irmão acelerou as estocadas, a barriga batendo na bunda do meu noivo, o som molhado enchendo o quarto.
Eu fiquei quieto no escuro do armário, a mão apertando o pau, o coração disparado.
Eles tinham engolido a mentira.
Pelo menos por enquanto.
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