Falei que irá no mercado e peguei no flagra meu irmão dotado fuder meu noivo parte 12 & 13
No dia seguinte eu nem precisei mandar mensagem.
Saí de casa no horário de sempre, rodei a quadra e voltei pela porta dos fundos em menos de quinze minutos. O armário do corredor já estava com a porta entreaberta, exatamente como eu deixava.
Eles chegaram mais cedo.
Primeiro meu irmão. Depois o tio. Em seguida Carlos. E atrás dele vinha o amigo.
O cara era grande. Mais alto que Carlos, ombros largos, peito largo, uma calça justa que já marcava o volume absurdo. Quando ele abriu o zíper e tirou o pau, até meu noivo, que já tinha levado 23, 22 e 19, abriu a boca.
Vinte e quatro centímetros.
Grosso pra caralho. A cabeça era enorme, escura, e o corpo do pau era coberto de veias grossas que pareciam querer estourar. Quando ele segurou na base, a mão mal fechava.
— Esse é o Ricardo — apresentou Carlos, batendo o próprio pau de 22 centímetros na cara do meu noivo. — Falei que tinha 24. E é grosso igual.
Meu irmão já estava atrás, passando a cabeça dos 23 centímetros no cu ainda marcado do meu noivo. O tio se posicionou do lado com os 19. Carlos ficou na frente. E Ricardo só ficou ali, segurando aqueles 24 centímetros pesados, deixando meu noivo olhar.
— Hoje a gente vai fazer DP de verdade — falou Carlos, ligando a câmera do celular e apoiando ele na cômoda, filmando o quarto inteiro. — Dois no cu. Ao mesmo tempo.
Meu noivo engoliu em seco, mas não recuou. Deitou de bruços, ergueu a bunda e abriu as nádegas com as mãos.
Meu irmão enfiou os 23 centímetros primeiro. Entrou inteiro, até as bolas, com um gemido rouco do meu noivo. Ficou ali, parado, só sentindo o aperto. Depois Ricardo se posicionou ao lado dele. Encostou a cabeça enorme dos 24 centímetros bem na entrada já ocupada e começou a empurrar.
Meu noivo gritou no travesseiro.
A cabeça grossa foi forçando, centímetro por centímetro, abrindo o cu ao lado do pau do meu irmão. As bordas esticaram ao máximo, ficando brancas. Quando os dois paus estavam pela metade dentro ao mesmo tempo, meu noivo tremia inteiro, a respiração curta, os dedos arranhando o lençol.
— Porra… não cabe…
— Cabe — rosnou Ricardo, empurrando mais um pouco. — Relaxa e engole.
Eu via tudo pela fresta do armário. Via os dois paus grossos — 23 e 24 centímetros — lado a lado, sumindo dentro do mesmo buraco. Via o cu do meu noivo se abrindo de um jeito que parecia impossível. O tio se ajoelhou na frente e enfiou os 19 centímetros na boca dele pra abafar os gemidos. Carlos filmava de perto com o celular, narrando baixo:
— Olha isso, corno. Dois paus no cu do seu noivo. 23 e 24. Ao mesmo tempo. E você aí, escondido, assistindo ao vivo igual todo dia.
Eles começaram a se mexer.
Meu irmão e Ricardo metiam em ritmos diferentes, os dois paus se esfregando dentro do cu apertado. O som era obsceno — molhado, fundo, barulhento. Meu noivo gozou sem ninguém tocar nele, o corpo inteiro contraindo, o cu apertando os dois paus com força. Eles não pararam. Continuaram metendo, forçando cada centímetro, até conseguirem enfiar os dois quase até o fim.
Eu gozei dentro do armário pela primeira vez ali, a mão encharcada, os olhos colados na cena. Via cada veia, cada estocada, cada vez que os dois paus saíam quase inteiros e entravam de novo juntos.
Quando finalmente tiraram, o cu do meu noivo ficou completamente aberto, redondo, latejando, a porra já começando a vazar. Ricardo não aguentou. Enfiou os 24 centímetros de volta sozinho e meteu com raiva, fundo, até gozar dentro. Meu irmão logo em seguida, nos 23. O tio gozou na boca. Carlos no rosto.
Meu noivo caiu de lado, o corpo mole, o cu destruído, a respiração falhando.
Carlos pegou o celular, parou a gravação e mandou o vídeo na hora.
— Agora o corno tem o vídeo do DP completo — falou, olhando quase na direção do armário. — E amanhã a gente repete. Se ele continuar escondido… a gente traz mais um.
Eu fiquei imóvel no escuro, o pau ainda latejando, o celular vibrando no bolso com o vídeo novo.
Eles tinham feito DP de verdade.
E eu tinha visto cada segundo ao vivo.
Eles ficaram um tempo depois do DP.
Ricardo ainda estava com o pau de 24 centímetros semi-duro, passando a cabeça grossa na porra que escorria do cu aberto do meu noivo. Meu irmão se sentou ao lado, os 23 centímetros pesados e sujos sobre a coxa. Carlos filmava mais alguns closes enquanto o tio se vestia devagar.
— Ele aguentou os dois — comentou Ricardo, quase impressionado. — Achei que ia pedir pra parar.
— Aguenta mais — respondeu meu irmão, passando o dedo no cu ainda dilatado do meu noivo e abrindo um pouco. — Olha como tá. Dá pra enfiar de novo agora se quiser.
Meu noivo só soltou um gemido baixo, a cara enterrada no travesseiro, as pernas ainda abertas. Não pediu pra parar. Não pediu pra eles irem embora.
Carlos parou a gravação e mandou o vídeo imediatamente.
— Foi. Agora o corno tem o DP completo em alta definição. Se o celular dele estiver funcionando de verdade… ele já deve estar batendo uma.
Ricardo riu e deu um tapa na bunda do meu noivo.
— Amanhã eu volto. E se ele continuar escondido, a gente tenta três no cu.
Meu noivo tremeu só de ouvir.
Os quatro se arrumaram sem pressa. Antes de sair, meu irmão ainda voltou até a cama, enfiou os 23 centímetros de novo só pela metade, mexeu devagar umas três vezes e tirou, deixando mais porra vazar. Depois cuspiu dentro e falou baixo:
— Deixa assim. Se o corno tiver coragem de olhar de perto um dia… vai ver o que a gente faz com você todo dia.
Eles saíram.
Eu esperei o barulho da porta da frente, a chave virando e o silêncio completo. Só então saí do armário.
O quarto estava destruído. O cheiro de sexo era tão forte que quase dava pra morder. Meu noivo continuava deitado de lado, o cu ainda aberto, redondo, latejando, a porra dos dois paus mais grossos escorrendo devagar pela periferia e manchando o lençol novo.
Eu fiquei na porta olhando por um longo tempo.
Depois me aproximei da cama. Ele fingiu que estava dormindo, mas a respiração dele estava rápida demais. Eu passei a mão devagar pela nádega dele, sentindo o calor e a umidade. O cu se contraiu um pouco sob o meu dedo.
— Tá dodói? — perguntei baixo, fingindo preocupação de marido.
Ele demorou pra responder.
— Um pouco… só cansei.
Eu não forcei. Só beijei a nuca dele e saí do quarto com o celular na mão.
Trancado no banheiro, assisti o vídeo do DP três vezes seguidas.
Os 23 e os 24 centímetros lado a lado, sumindo dentro do mesmo buraco. O gemido dele abafado no travesseiro. A voz do Carlos narrando pra mim.
Amanhã eles voltariam.
E eu já sabia exatamente onde ia estar.
Parte 13
No dia seguinte eu repeti o mesmo ritual.
Saí de casa, rodei a quadra e voltei pela porta dos fundos. Me escondi no armário do corredor. A porta do quarto estava entreaberta.
Eles chegaram em peso.
Meu irmão, o tio, Carlos e Ricardo. Os quatro já entraram tirando a roupa. Meu noivo estava de quatro na cama, esperando. Não precisou de conversa. Meu irmão enfiou os 23 centímetros de uma vez. Ricardo se posicionou ao lado e começou a forçar os 24 centímetros pro DP de novo. Carlos e o tio se revezavam na boca.
O quarto encheu de gemidos e do som molhado dos dois paus grossos entrando juntos no mesmo cu.
Foi então que a porta da frente abriu.
Passos pesados no corredor. Uma voz grossa que eu reconheci na hora.
— Alô? Alguém em casa?
Era meu pai.
Eu congelei dentro do armário. Meu coração disparou. Lá dentro do quarto, os quatro pararam por meio segundo. Meu noivo abriu os olhos, assustado. Ricardo ainda estava com metade dos 24 centímetros dentro dele, lado a lado com os 23 do meu irmão.
Meu pai parou na porta do quarto.
A cena que ele viu foi direta: o genro de quatro na cama, o cu aberto e esticado ao redor de dois paus enormes, a boca cheia do pau de Carlos, o tio filmando tudo com o celular.
Silêncio absoluto por três segundos.
Meu pai não gritou. Não xingou. Só ficou parado na porta, olhando. O olhar dele desceu pro cu do meu noivo, viu os dois paus grossos (23 e 24) lado a lado dentro dele, viu a porra escorrendo, viu o rosto do genro sujo de saliva e gozo.
— Então é isso que acontece quando meu filho sai pra trabalhar… — falou ele, a voz baixa e rouca.
Ninguém se mexeu.
Meu irmão ainda estava enterrado até as bolas. Ricardo também. Carlos tirou o pau da boca do meu noivo devagar. O tio baixou o celular.
Meu pai entrou no quarto e fechou a porta atrás de si. Olhou pra cada um deles. Depois olhou de novo pro cu do genro, ainda aberto e preenchido pelos dois paus.
— Continua — mandou ele, simplesmente.
Meu irmão e Ricardo se entreolharam. Depois começaram a meter de novo, devagar no começo, testando. Meu pai ficou em pé ao lado da cama, assistindo de perto. Viu os 23 e os 24 centímetros saindo e entrando juntos. Viu o cu do genro se esticando ao máximo. Viu meu noivo gemendo abafado, sem conseguir esconder o prazer mesmo com o sogro ali.
Meu pai abriu a própria calça.
O pau dele não era tão longo quanto os dos outros, mas era grosso e já estava duro. Ele se aproximou da cabeça do meu noivo, segurou o cabelo dele e enfiou na boca sem pedir licença.
— Chupa. Enquanto eles destroem esse cu.
Eu, dentro do armário, mal conseguia respirar. Meu próprio pai estava ali, fodendo a boca do meu noivo enquanto meu irmão e Ricardo faziam DP nele. O tio tinha voltado a filmar. Carlos batia punheta ao lado, os 22 centímetros na mão.
A cena era absurda.
Meu pai metia fundo na garganta do genro, segurando a cabeça com as duas mãos, enquanto comentava baixo:
— Meu filho deve estar no trabalho agora… sem saber que o noivo tá aqui sendo arrombado por quatro paus. E pelo sogro.
Eles não pararam.
Meu irmão e Ricardo aceleraram o DP. O cu do meu noivo fazia um barulho molhado e obsceno a cada estocada dupla. Meu pai gozou primeiro, na boca dele, segurando a cabeça até ele engolir. Depois Ricardo gozou dentro do cu. Meu irmão em seguida. Carlos no rosto.
Quando terminaram, meu noivo estava destruído: cu aberto, boca escorrendo, corpo mole na cama.
Meu pai ajeitou a calça, olhou pro tio que ainda filmava e falou:
— Manda esse vídeo pro meu filho também. Quero que ele veja o pai dele comendo o noivo dele.
Depois olhou na direção do corredor, quase como se soubesse que alguém estava escutando, e saiu.
Eu fiquei no armário, o pau duro doendo, o celular já vibrando com o vídeo novo.
Agora até meu pai fazia parte.
No dia seguinte só vieram dois.
Eu já estava escondido no armário quando a porta dos fundos abriu. Passos no corredor. A porta do quarto rangeu.
Era meu irmão… e meu pai.
O cunhado e o sogro.
Meu noivo estava de quatro na cama, esperando, como nos últimos dias. Quando viu que eram só os dois, soltou o ar pela boca, uma mistura de alívio e decepção.
Meu irmão já foi tirando a roupa. A pica de 23 centímetros caiu pesada, já semi-dura. Meu pai fechou a porta, abriu a calça e tirou o pau grosso. Não era tão longo quanto o do filho, mas era largo, vejado, a cabeça escura e grossa.
— Hoje é só a gente — falou meu pai, a voz rouca. — Os outros não vêm.
Meu irmão se posicionou atrás do meu noivo e empurrou os 23 centímetros de uma vez. O cu ainda estava marcado dos dias anteriores e engoliu fácil. Meu pai foi pra frente, segurou a cabeça do genro e enfiou o pau grosso na boca dele.
Os dois começaram a meter no mesmo ritmo.
Eu via tudo pela fresta.
Meu irmão metendo fundo, as bolas batendo, os 23 centímetros sumindo inteiros a cada estocada. Meu pai fodendo a boca do meu noivo com força, segurando o cabelo, fazendo ele engasgar. O som molhado dos dois paus enchendo o quarto.
— Abre mais esse cu pro seu cunhado — mandou meu pai. — Isso… engole tudo.
Meu irmão tirou o pau quase inteiro, deixou só a cabeça dentro e empurrou de novo até as bolas. Meu noivo soltou um gemido abafado em volta do pau do sogro. Meu pai aproveitou e meteu mais fundo na garganta.
Eles trocaram de posição.
Meu pai foi pro cu. O pau grosso dele entrou com facilidade no buraco já aberto pelos 23 centímetros. Meu irmão se ajoelhou na frente e enfiou a pica enorme na boca do meu noivo. Agora era o sogro metendo atrás e o cunhado na frente.
Meu pai metia com vontade, a barriga batendo na bunda, uma das mãos segurando a cintura do genro.
— Seu marido deve estar no trabalho agora… enquanto o pai e o irmão dele destroem o noivo dele.
Meu irmão riu baixo, segurando a cabeça do meu noivo e metendo os 23 centímetros fundo na garganta.
Eu gozei dentro do armário em silêncio, a mão encharcada, os olhos colados na cena.
Eles ficaram um bom tempo se revezando. Um no cu, outro na boca. Depois os dois tentaram o DP de novo: meu irmão com os 23 centímetros e meu pai com o pau grosso lado a lado. Meu noivo tremeu inteiro quando as duas cabeças entraram juntas, mas não pediu pra parar. Os dois meteram devagar, sentindo o aperto absurdo, até gozarem quase ao mesmo tempo.
Meu irmão dentro. Meu pai dentro.
Quando tiraram, o cu do meu noivo ficou aberto, latejando, a porra dos dois escorrendo misturada.
Meu pai passou o pau ainda sujo nos lábios do genro e falou:
— Amanhã a gente volta. Só nós dois de novo. E se o corno continuar quieto… a gente vai deixar esse cu ainda mais largado.
Meu irmão deu um tapa na bunda do meu noivo, ajeitou a roupa e saiu atrás do pai.
Eu fiquei no armário mais um tempo, o celular vibrando com o vídeo que eles tinham mandado.
Agora era só o cunhado e o sogro.
E eu continuava assistindo cada segundo.
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Comentários (1)
Guto: Que bosta de conto não dá nem tesão só raiva vai te tratar doido
Responder↴ • uid:1dai5ba9d0