#Corno #Gay #Traições #Voyeur

Falei que irá no mercado e peguei no flagra meu irmão dotado fuder meu noivo parte 7, 8 & 9

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Wilson kkkkkk

Eu só saí do armário quando a casa ficou em completo silêncio.
Meu noivo tinha ido pro banho. A água estava ligando há alguns minutos. Aproveitei a chance, saí descalço, passei pelo corredor sem fazer barulho e fui direto pro banheiro da área de serviço. Lá trancado, assisti o vídeo mais uma vez, do começo ao fim, a mão dentro da calça, gozando em silêncio enquanto ouvia a voz do tio narrando e o som da boca do meu noivo engolindo os 23 centímetros do meu irmão.
Depois apaguei o histórico de mensagens e guardei o celular.
No dia seguinte eu repeti o mesmo ritual.
Saí de casa na hora de sempre, mas estacionei longe e voltei a pé. Entrei pela porta dos fundos e me escondi de novo no armário do corredor. A porta do quarto estava entreaberta, exatamente como combinado.
Meu noivo estava deitado de bruços na cama, só de cueca, o celular na mão. Pouco depois escutei a porta da frente. Dois pares de passos.
Meu irmão entrou primeiro, já tirando a camiseta. Atrás dele vinha o tio, fechando a porta com cuidado. Sem muita conversa, meu irmão puxou a cueca pra baixo e a pica de 23 centímetros já estava dura, pesada, batendo contra a barriga. O tio tirou os 19 centímetros logo em seguida.
— Hoje a gente vai devagar — falou o tio, a voz rouca. — Quero ver até onde esse cu aguenta.
Meu noivo se virou de quatro sem ser mandado. Meu irmão se posicionou na frente e enfiou os 23 centímetros direto na boca dele. Ao mesmo tempo, o tio cuspiu no cu e começou a empurrar os 19 centímetros, centímetro por centímetro, até sumir por completo. Os dois começaram a meter no mesmo ritmo — um na boca, outro no cu.
Eu via tudo pela fresta.
Via a forma como a garganta do meu noivo se dilatava pra engolir a grossura do meu irmão. Via o cu dele se abrir ao redor dos 19 centímetros do tio, as bordas esticadas, brilhando de saliva. O som molhado dos dois paus entrando e saindo enchia o quarto. Meu noivo gemía abafado, a baba escorrendo pelo queixo e pingando no lençol.
Eles trocaram de posição várias vezes.
Meu irmão foi pro cu. Os 23 centímetros entraram com mais dificuldade, mesmo depois do tio. Meu noivo enterrou o rosto no travesseiro e soltou um gemido longo quando o pau maior chegou até o fundo. O tio aproveitou e enfiou os 19 centímetros na boca dele, segurando a cabeça e metendo fundo.
Ficaram assim por um bom tempo. Se revezando. Um metendo enquanto o outro era chupado. Depois os dois ao mesmo tempo de novo. Em um momento, meu irmão deitou de costas e mandou meu noivo sentar. Os 23 centímetros sumiram inteiros dentro do cu dele. O tio se ajoelhou na frente e enfiou o pau na boca do meu noivo enquanto ele cavalgava.
Eu gozei pela primeira vez ali mesmo, dentro do armário, sem fazer nenhum barulho. A porra escorreu pelos dedos enquanto eu via meu noivo subindo e descendo nos 23 centímetros, a boca cheia dos 19 do tio, os olhos revirados de prazer.
No final, os dois gozaram dentro.
Meu irmão primeiro, segurando a cintura do meu noivo e descarregando fundo no cu. O tio logo depois, tirando o pau da boca e jorrando no rosto e na língua. Meu noivo engoliu o que conseguiu, o resto escorrendo pelo queixo.
Quando terminaram, o tio pegou o celular de novo.
— Agora eu gravo um melhor — falou, sorrindo. — E dessa vez eu mando certo pro Carlos.
Ele começou a gravar enquanto meu irmão ainda estava com o pau semi-duro dentro do cu do meu noivo, mexendo devagar, fazendo a porra vazar pelas bordas. A câmera pegava tudo de perto.
Eu apertei o celular no bolso.
Dessa vez eu já sabia que o vídeo ia acabar vindo pra mim de novo.

Parte 08

Naquela mesma noite o clima em casa ficou estranho.
Meu noivo tentava agir normal. Fez jantar, perguntou sobre o trabalho, até comentou sobre um filme que queria assistir. Mas toda vez que o celular dele vibrava ele olhava rápido demais, e toda vez que eu mexia no meu ele fingia não prestar atenção.
Eu mantive a farsa.
Deixei o celular “estragado” em cima da mesa de propósito, com a tela de erro ainda aberta, enquanto usava o aparelho antigo pra tudo. Em determinado momento ele se aproximou, pegou o celular defeituoso e ficou olhando a tela vermelha de novo.
— Sério que não abre nada? Nem um vídeo sequer?
— Nada — respondi, sem levantar os olhos do aparelho antigo. — Já tentei reiniciar, tirar o chip, limpar cache… morreu. Amanhã cedo levo na assistência.
Ele devolveu o celular devagar e foi pro sofá. Eu vi a forma como ele se sentou — um pouco torto, como quem ainda sente o cu used. Provavelmente ainda estava sensível dos 23 centímetros do meu irmão e dos 19 do tio.
Mais tarde, quando fomos dormir, ele demorou pra tirar a roupa. Ficou de costas pra mim na cama, a respiração um pouco irregular. Eu me aproximei, passei a mão na cintura dele e desci até a bunda. Ele tensionou só um segundo.
— Tá dodói? — perguntei, fingindo preocupação comum de marido.
— Não… só cansei hoje.
Minha mão continuou ali, apertando de leve a nádega. Eu sabia que por baixo da cueca o cu dele ainda estava aberto e marcado. Quase perguntei se ele queria que eu visse. Quase.
Em vez disso só beijei a nuca dele e falei:
— Se precisar de alguma coisa, é só falar.
Ele murmurou um “pode deixar” e fingiu dormir.
Eu fiquei acordado mais um tempo, o celular antigo na mão sob o edredom. Abri de novo os vídeos que o tio tinha mandado “por engano”. Assisti no volume mais baixo possível o momento em que meu irmão enfiava os 23 centímetros até o saco enquanto o tio narrava pra câmera. O som abafado dos gemidos do meu noivo misturado com a voz do tio falando de mim.
Do lado de cá da cama, meu noivo se mexeu devagar. Achei que ia virar. Em vez disso ele só abriu um pouco mais as pernas, como se ainda sentisse a fantasma das estocadas.
Eu tranquei o celular, guardei e fechei os olhos.
Amanhã a assistência ia “demorar”.
E a porta do quarto, mais uma vez, ia ficar entreaberta.

No dia seguinte eu saí de casa com o celular “estragado” na mão.
Falei pra meu noivo que ia direto na assistência e depois pro trabalho. Ele acenou de dentro da cozinha, ainda de cueca, o cabelo bagunçado, tentando parecer despreocupado. Eu vi o jeito que ele olhou pro meu celular antes de eu guardar no bolso — como se quisesse ter certeza de que a tela de erro ainda estava lá.
Assim que desci o elevador, mandei mensagem pro meu irmão pelo aparelho antigo:
“Saí. Porta dos fundos destrancada. Armário do corredor.”
Dez minutos depois eu já estava de volta, entrando sem barulho e me enfiando no mesmo armário de sempre.
Não demorou.
Primeiro chegou meu irmão. Entrou no quarto sem falar nada. Depois veio o tio. Escutei o barulho da calça abrindo, o som molhado de saliva e logo em seguida o gemido abafado do meu noivo. Pela fresta vi meu irmão empurrando os 23 centímetros devagar dentro do cu ainda marcado do dia anterior. O tio estava na frente, segurando a cabeça do meu noivo e metendo os 19 centímetros na boca.
Eles estavam menos falantes hoje. Mais diretos. Como se a incerteza sobre o que eu sabia tivesse deixado os dois mais afobados.
O tio pegou o celular com uma mão só e ligou a câmera de novo.
— Se o celular do corno ainda tiver “problema”… quando resolver ele vai achar mais isso aqui.
Meu irmão tirou o pau quase inteiro e enfiou de uma vez, até as bolas. Meu noivo soltou um gemido alto, a testa colada no colchão. O tio aproveitou pra filmar o close do cu se abrindo ao redor dos 23 centímetros, a porra antiga ainda um pouco visível nas bordas.
— Continua fingindo que não tá vendo nada — falou o tio pra câmera. — Enquanto isso a gente vai arrombando o cu do seu noivo todo dia.
Eles se revezaram de novo. Meu irmão na boca, o tio no cu. Depois os dois tentando entrar juntos outra vez. Dessa vez conseguiram colocar as duas cabeças ao mesmo tempo. Meu noivo tremeu inteiro, a respiração falhando, mas não pediu pra parar. O tio filmava tudo, o áudio pegando cada gemido e cada xingamento baixo.
Eu gozei dentro do armário em silêncio, a mão apertando forte, os olhos colados na fresta.
Quando terminaram, o tio parou a gravação e mandou o vídeo na hora. Segundos depois meu celular antigo vibrou no bolso.
Lá fora, meu irmão perguntou:
— Acha que ele vai continuar com essa história de celular estragado?
O tio, ainda ofegante, respondeu:
— Se continuar… a gente grava até ele não aguentar mais e aparecer. Ou até ele mandar a chave da casa de uma vez.
Meu noivo, deitado de lado, com a porra dos dois escorrendo entre as nádegas, falou baixo:
— Ele levou o celular na assistência hoje. Se voltar com ele funcionando e mesmo assim não falar nada… aí a gente tem certeza.
Eu sorri no escuro.
O celular ia voltar “consertado” amanhã.
E a farsa ia continuar.

Parte 09

O tio ainda estava com o celular na mão quando a tela acendeu de novo.
Ele franziu a testa, abriu a conversa e ficou alguns segundos em silêncio. Depois a cor sumiu do rosto.
— Porra…
Meu irmão, que estava vestindo a camiseta, olhou pra ele.
— Que foi?
O tio girou o celular na direção dele. A conversa estava aberta. O vídeo tinha sido enviado. Só que o nome do contato não era “Carlos”.
Era o meu nome.
O nome do corno.
— Eu mandei pro número errado — falou o tio, a voz baixa e tensa. — Mandei pro noivo dele.
Meu irmão parou no meio do movimento. Meu noivo, ainda deitado na cama, se sentou de uma vez só, o rosto mudando de expressão.
— Você tá brincando…
— Não tô. Olha. — O tio mostrou a tela de novo. — O contato tá salvo com o nome dele. Eu errei o dedo. O vídeo foi direto.
Silêncio pesado no quarto.
Meu noivo passou a mão no cabelo, nervoso.
— E agora? Ele já deve ter visto. O celular dele vibra na hora.
O tio andou de um lado pro outro, a calça ainda aberta, o pau de 19 centímetros balançando.
— Apaga a porra da conversa. Vê se tem visualização.
— Não tem como saber se ele abriu ou não — respondeu meu irmão. — Mas se ele viu… ele sabe de tudo. Dos 23 centímetros, dos 19, do cu destruído, da gente falando dele…
Meu noivo cobriu o rosto com as mãos.
— Ele vai me largar. Vai me expulsar de casa. Vai contar pra minha mãe…
O tio parou na frente da cama e falou, mais calmo, mas ainda preocupado:
— Ou… ele não vai fazer nada.
Os dois olharam pra ele.
— Pensa. O cara sai cedo todo dia. A porta fica aberta. A gente fode o noivo dele na cama do casal e ele nunca desconfiou. Será que ele realmente não sabe de nada… ou será que ele gosta?
Meu irmão soltou uma risadinha nervosa.
— Você tá falando que o corno pode ser mais corno do que a gente imaginava?
— Estou falando que, se ele já viu o vídeo e não chegou aqui gritando, talvez ele prefira continuar assistindo do que acabar com tudo.
Eu, dentro do armário, senti o sangue bater forte nas têmporas. Eles estavam a menos de dois metros de mim, discutindo exatamente o que eu tinha visto e escutado.
O tio pegou o celular de novo e digitou rápido.
— Vou mandar uma mensagem. Algo tipo “foi sem querer, apaga aí”. Se ele responder, a gente vê o tom. Se não responder… a gente espera.
Meu irmão olhou na direção da porta do quarto, depois pro armário, como se sentisse alguma coisa. Mas não disse nada.
Meu noivo ainda estava pálido.
— E se ele aparecer aqui agora?
— Aí a gente resolve na hora — respondeu o tio. — Mas eu aposto que ele não vai aparecer. Aposto que ele já assistiu o vídeo mais de uma vez… e tá de pau duro.
Eu apertei o celular no bolso. A mensagem do tio ainda não tinha chegado, mas eu sabia que em instantes o aparelho ia vibrar de novo.
Eles continuavam ali, semi-nus, o cheiro de sexo ainda forte no quarto, discutindo o que fazer com o corno que, sem eles saberem, estava escutando cada palavra.

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