Dei Para Meu Filho na Copa - Episódio 3
Finalmente sou fodida pelo meu filho adolescente
Mais uma semana se passara, dias de muito trabalho, afinal, agora sobrava para mim tocar todas coisas da casa. Precisava me preocupar com as coisas mais banais, como fazer o mercado, levar as crianças nos compromissos e limpar toda casa, mas também com detalhes mais importantes, como pagar as contas e editar muito mais vídeos do que eu estava acostumada.
Por falar em vídeo, o de Pedro ainda estava na minha mente. Pensava nele todos dias, a cada encontro que tinha com meu filho ficava imaginando como seu pau estava posicionado na cueca, se estava duro, se tinha ficado duro durante o dia, se havia gravado mais algum vídeo para mandar para alguma ninfeta vagabunda!
Eu suava só de imaginar.
Aproveitei todo tesão que tinha ficado pensando em Pedro, para gravar os vídeos para Marcelo. A cada novo dia, uma nova gravação para ele. Sempre um novo look, uma nova pose. Mas sempre pensando em Pedro, sempre enfiando o perfume dentro de mim.
Em um dos videos, o que gravei na Quarta-Feira, estava com um conjuntinho cinza que dispensava qualquer lingerie por baixo. Tinha usado ele durante a noite e pela manhã, enquanto arrumava Valentina para a escola, com a ajuda de Pedro. Foi a primeira vez que notei seus olhares. Peguei ele olhando para meus seios, de cara me assustei, segui seu olhar e notei que meus bicos marcavam o tecido. Acho que ele percebeu que eu percebi, se virou rápido, tentando acelerar a ida de Valentina até a porta para que saíssem logo.
Aquilo me acendeu completamente, senti o fogo em minhas virilhas, pensando se eu tinha o poder de deixá-lo duro como os vídeos que recebia das suas putinhas.
Assim que saíram, corri para o banheiro, agarrei o frasco de perfume — Marcelo tinha adorado o primeiro vídeo que mandei usando ele como consolo — e fui para o quarto. Posicionei o celular no mesmo local das outras vezes e comecei a gravar.
Tirei a blusinha e atirei longe, apertando meus seios com os olhos fechados, virei meu corpo para que ele visse meu short caindo pelas pernas, deitei na cama de novo, com as pernas abertas e erguidas, Marcelo agora podia ver a tampa do perfume roçando nos lábios finos da minha xoxota e logo entrando nela, começando a sumir.
Meus olhos estavam fechados, apertava meu seio com força, imaginava Pedro ali, com seu pauzão, metendo em mim, socando, com o mesmo olhar que tinha tido para meus seios naquela manhã. Imaginei o desejo dele, a força que ele usaria, se seu pau doeria mais em mim que aquele perfume.
Precisei pensar bem nos gemidos que sussurrava ao pé do microfone do airpod, tinha que conter a vontade de gritar o nome do nosso filho, deixar Marcelo achando que era ele que me fazia ter movimentos tão vorazes com o perfume entre as pernas. Por um momento achei que não conseguiria me conter, apertei tão forte o seio que meus lábios iniciaram o desenho do nome do homem que eu realmente deseja. Homem... ele ainda era meu bebê, meu filho querido, meu pecado mais profundo.
Abri os olhos assustada, tinha sido por pouco. A porta estava aberta e eu sabia que ele não tinha me visto, mas naquele momento queria ter sido flagrada. Se ele me visse naquela hora, com o perfume socado, o corpo suado, as pernas bambas e a buceta escorrendo, eu teria a coragem suficiente para chama-lo, para dizer que voltasse a mamar na mamãe, como fizera durante bom tempo, só que agora ele teria que mamar na xoxota também, ia fazer ele beber mel ao invés de leite.
Levantei, parei a filmagem antes de gozar, com um sorriso de falso prazer e um beijo endereçado a outro naquela casa.
Os dois dias que se seguiram foram de profundo terror. Siririca atrás de siririca, a maioria delas sem gravação, todas elas homenageando quem eu não podia ter entre minhas pernas.
Sexta à noite chegou e com ela o fim de toda moral que uma mãe pode ter.
Valentina combinou de ir dormir na casa da melhor amiga, uma coleguinha de escola de quem Marcelo e eu éramos próximos dos pais, um pedido que normalmente eu não permitiria, afinal, não sabemos do caráter real dos homens que estarão perto de nossas filhas. Pedro tinha notado o quão carente e dependente de mim a irmã estava e comentou que poderia ser bom para que eu descansasse, sugerindo inclusive que ele faria a janta para nós naquela noite e eu iria apenas relaxar.
Falei com Marcelo, precisava da permissão dele também, e para minha surpresa achou a ideia maravilhosa. Assim a caçula teria algo diferente no seu dia para parar de sentir saudades do pai.
Pedro fazia nossa janta e o cheiro dos bifes que fritava se misturava ao da gordura que saía da batata frita.
Escolhi o mesmo conjunto que atraiu seus olhares na outra manhã, cheirava a amaciante bom, colando perfeitamente no meu corpo, se desta vez não fui ousada suficiente para não usar nada por baixo, coloquei uma calcinha normal, branca, que não entraria no meu rego, nem deixaria o short melado pela minha excitação.
Jantamos em meio a risadas e conversas sobre a experiência de Marcelo na copa e cada foto que eles nos mandava. Era muito gratificante vê-lo na tv, realizando um sonho que era de todos nós.
Notei seus olhares, a forma como não saíam do meu corpo, me deixando excitada, me fazendo sentir mais desejada que nos videos de punheta que recebia como resposta às minhas siriricas do meu marido.
Precisava cruzar as pernas para evitar que o líquido dentro de mim escorresse para a calcinha. Era tanta excitação que a calcinha não fora suficiente com imaginei, e certamente mancharia o short também.
Depois da sobremesa, resolvi me deitar no sofá, obviamente pensando em provocar ainda mais Pedro.
De bruços, achei que seu olhar iria para minha bunda assim que entrasse na sala, mas não, ficou encarando meus peitos, esmagados pelo estofado, fingindo olhar meu rosto, mas tentando ver entre o decote.
— Quer ver um filme? — perguntei.
— Seus filmes são muito ruins — respondeu caminhando em direção ao corredor.
— Você escolhe o filme então. Vamos aproveitar uma noite de mãe e filho.
Me senti uma oferecida, meu estômago embrulhou, as palavras trancaram na minha garganta, como se os seios prensados no sofá fizessem elas sairem com dificuldade e arrependimento.
Olhava o corpo dele, virado para mim novamente, com desejo. Nem passou pela minha cabeça que ele pudesse notar eu manjando seu pau no calção, do mesmo jeito que eu notava ele olhando meu decote.
Pedro pegou o controle e sentou no sofá. Respirei aliviada, vendo que ele ficaria longe de mim, como se recebesse um sinal de que era bom parar, que minha ideia louca estava me colocando em um caminho tortuoso e que não teria mais volta.
Fiquei de lado, com os pés perto do corpo dele, sua atenção era toda no menu da Netflix, cuidei para deixar as pernas fechadas, sem correr o risco de mostrar meu capô de fusca, principalmente pelo medo que tivesse alguma marca molhada por ali, mas também por ter decidido que tudo aquilo era uma completa loucura, causada apenas pela saudade do meu marido.
Então o sinal do Diabo apareceu. Pedro deu play no filme, "Através da Minha Janela", não imaginava que o filme fosse algo além de uma comédia adolescente, mas ele saiu de onde estava e foi para trás de mim no sofá.
Meu filho não apenas se posicionou atrás de mim, como me puxou para junto de seu corpo, criando uma conchinha aconchegante, com o braço sobre meus seios.
Não consegui me concentrar no filme, mal fiquei de olhos abertos, sentia seu calor, sua mão abaixo do meu rosto, sua boca perigosamente próxima ao meu corpo, seu outro braço, inquieto, mexendo sobre meus peitos, mas o que mais me tirava do prumo era a cintura colada a minha bunda.
O volume cresceu, aumentou, pressionou minha calcinha, fazendo-a atolar na minha bunda como eu não imaginei que pudesse ficar.
Ele estava excitado, BEM excitado.
Eu suava, com seu corpo esquentando o meu mais que o calor da noite, sentia meus peitos ficando pegajosos entre eles, meus cabelos presos à nuca, a loucura tirara todas minhas forças de resistência, nem Luke Skywalker poderia me ajudar.
Quando prestei atenção na tv, o casal se pegava de maneira quente, com ela nua, mostrando os seios. Percebi que sua excitação pudesse ser pelo filme e não por mim. Foi a vez da frustração tomar conta de mim.
Queria que ele me desejasse, que achasse meus seios mais bonitos que os da atriz. Doce ilusão. Os dela eram firmes, não tinham amamentado duas crianças, ela não tinha rugas e sua bunda com certeza não era cheia de celulites como a que meu filho pressionava duro.
Meu celular vibrou, me tirando dos devaneios eróticos, precisei me mexer entre seus braços. Pedro notou, se afastou, deitando de barriga para cima. Tentei focar no celular, mas o volume no seu short me tirou a pouca lucidez que existia. Fiz força para não olhar muito, tentando fazer com que não notasse tudo que sentia, toda minha curiosidade.
— É a Valen? Aconteceu algo com ela? — perguntou vendo minha cara perdida.
— Não, é só seu pai. Avisando que está indo dormir — respondi depois de só olhar a notificação, sem cabeça para responder meu marido.
— Deve ser tarde lá.
— Sim, passa das duas da manhã. Ele tinha reunião para fechar pauta, faltam dois dias só pra começar a copa — continuei sentada, olhando a tv, sem ver o que acontecia no filme.
Pensei em pegar um copo dágua, ou até mesmo fugir para o quarto e socar o perfume na buceta.
Seria uma ótima oportunidade para a tão pedida chamada de vídeo com Marcelo. Podia saciar meu desejo e fazer ele dormir contente, menos estressado.
Mas um comentário me deixou sem chão.
— Ele nem vai dormir ainda, vai se esbaldar com seu vídeo. — Pedro falou ainda deitado do mesmo jeito.
— Que vídeo? — Eu sabia do que ele falava, mas torcia para que não fosse o vídeo que pensava.
— O que você estava gravando quando eu cheguei da escola aquele dia. — Sua voz tinha uma leveza, normalizando aquele assunto.
— Achei que tínhamos combinado de não tocar mais neste assunto — falei sem coragem de olhar para ele.
— Ah para mãe, somos adultos, não tem problema nenhum falarmos sobre isso.
—Você, adulto? — virei para ele, queria dar um olhar de reprovação, mas quando vi o volume no seu short, acho que minha fala saiu como desafiadora.
— E ai, ele gostou do vídeo? — Sua mão tocou minha coxa, sem apertar a pele, mas me fazendo arrepiar.
— Ele não viu o vídeo. Alguém interrompeu e eu não consegui nem terminar de gravar.
Não sei como, nem porque, mas quando vi, estava deitada ao lado dele. A mão de Pedro estava na minha cintura, alisando a parte das minhas costas que estava exposta. Ainda estávamos a uma distância segura, seu pau não atingia meu corpo, nem meus seios o dele.
— Quer dizer que só eu vi aquela cena? Que azarado o papai, você estava maravilhosa.
Ele me elogiava, me elogiava por ter me visto nua, praticamente aberta sobre a cama. Engoli seco, não sabia como responder. Se me entregava à vontade de tê-lo dentro de mim ou se o recriminava e acabava com qualquer chance deste incesto acontecer.
— Pedro, eu sou sua mãe! Você não devia falar isso pra mim! — Briguei com ele, dando-lhe um tapa no peito, forte, deixando uma marca vermelha leve.
— Aiiii, que isso, vai me matar assim — ria, soltando meu corpo e esfregando no local onde foi atingido.
— Sim, olha as coisas que você fala!
Me arrependi, não queria afastar ele de mim. Resolvi o abraçar, colocando a cabeça no seu peito e sentindo sua dureza contra minha barriga.
— Qual problema de falar disso? Já disse que é normal. A senhora é minha melhor amiga... Gosto de poder conversar sobre isso. — Sua boca estava perigosamente próxima ao meu ouvido.
Senti todo seu calor, me arrepiei, minha bucetinha escorria de tanta vontade, coçada a palma da mão querendo medir o tamanho daquele pau. Do pau do meu filho.
— E se você quer saber, seu pai não é um coitado. Ele não recebeu aquele, mas recebeu outros — respondi provocante, sentindo seu bíceps em minha mão.
- Bom… então o azarado sou eu. - Pedro soltou minha cintura e pegou meu rosto, olhando dentro dos meus olhos.
- Por que? - perguntei ingênua.
- Porque sou seu filho e não posso ter a mulher mais linda do universo, como ele tem.
- Do que tu tá falando, Pedro? O que quer dizer com isso. - Não me afastei, não tirei sua mão de mim.
Segui o olhando, com meu desejo aumentando.
- Eu sei que não devia, mas sou completamente apaixonado pela senhora. O que eu vi naquele dia, foi a cena mais maravilhosa da minha vida…
- Pedro eu sou sua mãe, você não pode falar essas coisas pra mim. Não pode sentir isso!
Não sai de perto dele. Meu coração esquentara, ele também me desejava. O tesao que eu tinha, era recíproco. Aquele adolescente gostoso, com o pau grosso e grande que eu tinha visto no vídeo, também me queria.
- Eu sei, mas é involuntário. Faria de tudo pra ver os vídeos que a senhora manda pro papai, faria de tudo para, pelo menos uma vez na vida, beijar a senhora com todo amor que to sentindo! - Pedro era enfático, com olhar penetrante. Sua mão deslizou para minha nuca, deixando meu rosto firme.
- A gente não pode…
Ele não deu bola.
Eu dei abertura.
A boca do meu filho, praticamente, engoliu a minha. Uma voracidade que há anos eu não sentia.
Sua língua procurou a minha e eu não resisti. Retribui o beijo, jogando minha cintura para frente, sentindo seu pau na minha buceta. O tecido fino das roupas mal nos continha, sentia bem a pica, ela quase forçando a entrada em mim.
Estava tão entregue a ele, que trocava de lado o rosto conforme seus movimentos. Mordi seu lábio, suguei rápido, antes que ele me invadisse novamente com a língua.
Sua mão não saiu da minha nuca, acho que tinha medo que eu recuasse do beijo, que me desprendesse.
Queria que tivesse pego minha bunda, que tirasse meu shortinho, que acabasse comigo ali no sofá mesmo.
Caí em mim. Empurrei ele. Pedro não mostrou resistência.
- Você tá louco? - Me levantei do sofá com as pernas bambas.
- Desculpa.
- Eu sou sua mãe. A gente acabou de trair seu pai! Você tem noção disso?
Pedro não respondeu. Olhei para o short, o pau quase saia dele.
- Olha o estado que a senhora me deixa - pegou o pau, me mostrando que estava duro.
Além de tudo era atrevido.
- Pedro, vai pro seu quarto, vai se acalmar. Você já teve o beijo que queria. Agora esquece o que você viu aquele dia e esse beijo. Sou sua mãe, me respeita! Respeita seu pai!
Me arrependi assim que o vi levantar. Cabisbaixo, passou por mim e pediu desculpas.
Tinha acabado com o que acontecerá entre nós. Perdido a chance de seguir a diante com meu desejo, de viver algo surreal com meu filho.
Ele não me agarrou, não pegou com força, não me fez engolir as palavras. Ele acatou. Triste. Depois do melhor beijo que eu tinha dado na vida.
Corri para o banheiro da suíte. Antes de agarrar o frasco de perfume, tirei toda roupa, surpresa com a calcinha grudada na minha buceta.
Há anos eu não ficava tão excitada. Há anos não me sentia tão desejada e tinha tanto desejo por alguém.
O frasco entrou fácil. Com meu braço direito apoiado na pia, usava o esquerdo para enfiar o perfume dentro de mim, imaginado que ele me fodia por trás, que olhava minha cara de puta pelo espelho, que socava forte, me chamando de “mamãe puta”, dizendo que ele seria o macho da mamãe daqui pra frente.
Lembrava do beijo, de como me pegou firme, do seu pau na minha bunda durante o filme.
O perfume caiu no chão, por sorte em cima do tapete, onde minha buceta pingava, impedindo que sujasse o piso, mas deixando o cheiro de buceta gozada empregnado ali.
Respirei fundo, tentando buscar o equilíbrio, do corpo e mental, mas não encontrei nenhum dos dois.
O tesão não tinha passado, minha respiração não voltava ao normal e o beijo quente não saía da minha mente.
FODA-SE! Pensei.
Saí do banheiro, peguei um robe vermelho, de seda, que mal tapava minhas coxas. Não mexi na calcinha do banheiro, não pensei em colocar nada por baixo, nem na forma que eu faria aquilo.
Apenas agi.
Saí do quarto, atravessei o corredor em dois passos e abri a porta do quarto de Pedro de forma abrupta.
Não me surpreendi com o que vi, ele que se assustou.
— Mãe! — gritou ele, soltando a pica e logo tapando ela com as mãos.
As veias do pau saltadas, a cabeça roxa, grande, muito maior do que parecia no video.
— Desculpa, eu... — Pedro tremia igual vara verde, mas a sua vara, imensa, não baixou.
— Não precisa pedir desculpa. Eu que entrei sem bater. Imaginei que você estivesse fazendo isso. — Eu seguia falando, em pé ao lado da cama, perto dele, olhando só para a sua pica.
Chegava a salivar, morrendo de vontade de matar a curiosidade para saber qual era o gosto do pau dele.
Me contive, respirei e abri o robe.
Completamente nua, na frente dele.
— Assim, olhando de perto, ajuda você a terminar o que estava fazendo?
Meu filho pareceu não acreditar no que via.
Meus seios, minha buceta depilada, tudo pertinho dele, a um toque. E eu deixaria ele tocar se quisesse.
Eu faria tudo que ele quisesse.
— Fica difícil de fazer na sua frente e não tocar no seu corpo. Ele é ainda mais maravilhoso visto de perto.
Prendi meu cabelo em um coque, no topo da cabeça. Queria olhar ele nos olhos, mas só conseguia ver a pica dele.
— Toca. Mata a sua vontade.
Pedro avançou sobre meu corpo, me agarrou, colocando a mão direto no meu rabo e me puxando para cima dele.
Nossas bocas se encontraram de novo, eu sentia o pau roçando direto na minha buceta, dessa vez sem nenhuma roupa para atrapalhar.
— Só hoje. Só essa noite e depois, a gente nunca mais fala sobre isso! — soltei a boca da dele para falar.
Achei que ele ia socar. Queria que ele socasse. Que matasse a vontade que eu tinha de gemer no pau do meu próprio filho.
Mas ele era um filha da puta. Ele não queria me deixar apaixonada.
Me esfreguei com força, sentindo ele apertar meu seio durante o beijo, tentei colocar o pau dentro de mim sem precisar das mãos, mas era tão grande que não conseguia encaixar a buceta nele. Soltei seu ombro para guiar o pau para dentro, mas ele me segurou, parando o beijo, prendendo minha mão nas minhas costas.
— Se vai ser só hoje, vai ser do meu jeito!
Seus olhos penetravam em mim. Pedro me jogou na cama, subindo sobre meu corpo.
— Da pra sentir o cheiro da sua buceta daqui, sabia?!
— Olha o respeito, eu sou sua mãe! — Não consegui parecer séria enquanto falava. Sua voz arrepiou meu ouvido, o pau na entrada da buceta me deixava delirando.
— Aqui você é minha puta e vai precisar obedecer.
Quase gozei sem ele meter. Pedro era um macho, como o pai não era há muitos anos.
Ele era o macho que eu precisava.
Sua boca desceu pela minha barriga e chegou rápido à minha buceta.
Meu filho sentia o gosto do meu gozo, o cheiro forte de buceta babada, saindo do ventre do qual ele saira.
A língua me lambeu inteira, desde a costura do cu até o grelo. Ele sabia como fazer, devia fazer as namoradinhas pirarem na sua rola, pelo menos aquelas que aguentavam sentar em algo daquele tamanho.
— aaaahhhhh filhoooo, aaaaahhhh, isssooooo chupa a minha.... aaaaaaaaahhhhh — agarrava os cabelos dele, puxando contra minha xana, esfregando ela na boca dele.
Dei graças a Deus por ter tocado siririca antes de ir vê-lo, se não já teria me gozado na boca dele.
— Nossa... o gosto da sua buceta é maravilhoso — disse enquanto enfiava o dedo dentro de mim.
— Me fode, Pedro, me come logo. Preciso sentir seu pau.... mata minha vontade... — rebolei no seu dedo, a buceta apertada por ter recem gozado, deixava o dedo suficiente para sentir prazer.
— Não... Primeiro eu vou aproveitar pra sentir o gosto dessa bucetinha inteira, até a senhora gozar na minha boca.
— Vai demorar. Porque eu acabei de gozar no banheiro — olhava para ele, erguendo minha cabeça do travesseiro, o vendo entre minhas coxas. — Fui mais rápida que você para gozar.
— Por isso esse cheiro maravilhoso. Sabia que eu sempre imaginei como seria sua buceta? Como seria o gosto dela.... A senhora é tão linda, eu lhe amo tanto. – Pedro falava em meio as lambidas em meu grelinho.
Ele sugava ela, enfiava o dedo fundo. Minha buceta babava, escorria. Até eu sentia o fedor saindo dela.
— Fode ela então filho. Fode a buceta da mamãe, Pedro!
Pedro pareceu se compadecer com meus gemidos, encaixou o corpo entre minhas pernas, eu podia sentir de novo a cabeça do pau na minha buceta, roçando a entrada, ameaçando entrar.
Seu controle era muito bom, porque pela umidade da xoxota era para o pau ter sido sugado para dentro.
Mas ele se mantinha de joelhos, firme, sem mexer o pau. Deitou sobre meu corpo, com os peitos sobre meus seios, puxou meus cabelos, arqueei minhas costas. Os arrepios escorriam junto com o suor e o líquido do meu prazer, por todo meu corpo.
— Se quer que eu lhe foda, fala que é minha puta, vai... fala pra mim que é minha puta, mamãe — A voz doce de Pedro, entrou lenta pelo meu ouvido, joguei o corpo para frente, tentando engolir o pau, sabendo que se o obedecesse não teria mais volta.
— Eu sou, filho, eu sou...
— É o que mamãe?
— Eu sou sua puta, filho. Toda sua. AAAAAHHHHHHHHH, CARALHOOOOOOOO, TÁ RASGANDOOOOO — apertei os dentes, rangendo eles, sentindo a buceta dilatar no pau grosso de
Pedro.
O pau do meu filho.
Ele ainda segurava meus cabelos, o coque já não existia mais.
— Que buceta boa mãe, olha como ela aperta meu pau, ele nem consegue ir até o fundo, ela é apertada, é fina, é rasa, consigo sentir a cabeça do pau batendo no seu útero. Essa é a melhor sensação da minha vida.
— Não fode forte então, amor. Fode devagarinho, não machuca a mamãe....
Não me ouviu. Acelerou as socadas, meteu mais fundo, sentia a cabeça do pau martelando meu útero.
Me fazia urrar na pica, gritar, gemer de um jeito descontrolado, que Marcelo nunca tinha me feito gemer.
Cravei minhas unhas nas suas costas, arranhando forte, tentando causar nele a mesma dor prazerosa que ele causava.
— Me fode, Pedro, fode forte, aaaaaaaahhhhhhh PEDROOOOO.
Ele tapou minha boca, ficando apoiado só em um dos braços, sem diminuir as estocadas.
— Tá gostando, mãe? Tá gostando de gemer? Não pode gritar tão alto, os vizinhos vão ouvir que a senhora tá metendo chifre no papai.
Ter a boca tapada me deixou mais insana. Ergui as pernas para ele ter mais espaço para meter. Ia mais fundo, ia mais forte. Sentia as bolas batendo no meu cu, se chocando contra ele e me dando um prazer que nunca tinha imaginado.
Meus olhos reviraram olhando os dele. Completamente dominada.
— Vai parar de gritar?
Sacudi a cabeça negativamente.
— Não me olha assim, mãe. Não me desobedece... Eu fico morrendo de vontade de bater na sua carinha de puta.
Comecei a tremer.
Estava gozando no pau dele só de ouvir a possibilidade de apanhar na cara, com um tapa vindo do meu próprio filho.
Meu urro de prazer atravessou a mão dele. Eu pude ouvir, ele também.
Gozava como nunca, sentindo meu mel escorrer pela virilha e chegar nas pregas do meu cuzinho.
— Tá gozando, mãe? Tá gozando no pau do filho? — Confirmei com a cabeça, me fingindo de manhosa.
— Vou tirar a mão da sua boca e a senhora vai dizer o que é, o que a senhora é minha, entendeu?
Balancei a cabeça, concordando. Ele não tinha parado de meter.
— Puta. Sou sua puta, filho.
Foi a vez dele.
Pedro me inundou de porra. Senti os jatos direto no meu útero. A gosma se unindo a minha pele. Foi a vez dele urrar!
— Caralho, mãe, que buceta!
Ele saiu de dentro, o pau ainda cuspia o resto do líquido branco.
Pensei em ficar de quatro na cama e começar a chupa-lo. Queria engolir todo seu pau, sentir o gosto da porra.
Mas o arrependimento bateu. Ele me segurando, tapando minha boca. Eu dizendo que era sua puta. A chance dele ter me batido e eu ter perdido qualquer tipo de autoridade materna que ainda poderia resta.
— Boa noite, Pedro.
— Mãe, dorme comigo? — A voz de Pedro carregava medo.
— Não, Pedro. — Eu já estava perto da porta, a porra pingava de dentro de mim. — O que aconteceu hoje acabou aqui. Boa noite.
Achei que fosse desabar em lágrimas ao chegar no quarto. Fechei a porta, ofegante, sem conseguir respirar direito e a única coisa que consegui fazer foi rir. Gargalhar.
Joguei a buceta para frente e vi ela vermelha, o grelo inchado, senti ela doendo, de tão forte que fora fodida.
Tive a certeza que aquilo nunca mais acabaria. Eu tinha me tornado puta do meu filho e queria aquilo.
Queria ser sua puta mais do que qualquer coisa nesse mundo.
Pensei em voltar ao quarto dele, abrir a porta abruptamente de novo, e matar o desejo de sentir seu pau na minha boca. Mas ele precisava sofrer um pouco. Não podia ficar se achando, achar que podia tapar minha boca, socar o pau forte em mim e ameaçar me bater, falando coisas que ele mandava, e que não teria nenhuma consequencia.
Essa noite ele sofreria, pensando que seria a única comigo. Mas eu sabia que era só o começo de um amor que jamais acabará.
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Comentários (1)
athila Mesquita: ola tainá claine gostei muito das três parte eu queria a continuação de como ele te engravidou
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